Avaliação de Desempenho
O medo é uma das emoções básicas que todos nós temos e surge como resultado de uma avaliação negativa ou ameaçadora.
Somente Sonhe, Sonhe o que é seu, não se preocupe com grandeza ou avaliação de terceiros. A grandeza e profundidade está no seu sentimentos.
A avaliação vai muito além de quantificação, envolve o ser, o conhecer e o sentir. Envolve enxergar o outro, como pessoa em sua totalidade, em suas potencialidades e fraquezas e principalmente envolve respeito.
As vezes nossa avaliação nos confunde,
pelas pitadas de simpatia, bem querer e amor,
que acrescentamos em demasia.
Dedução, sem real noção e avaliação, é coisa do cão!!
Até rimou!
Não precipite seu coração com deduções sobre as pessoas, apenas, pelo menos, procure se colocar no lugar delas, e aja como você gostaria que agissem com você!
Assim e evitaremos problemas e precipitações!
Tenhamos mais empatia, e menos antipatia!
(DVS)
A avaliação é como o clínico geral, que avalia o paciente, identifica os sintomas e ver se é necessário encaminhar a um especialista.
A avaliação escolar não deve ser vista como uma simples medição do conhecimento adquirido pelo aluno, mas sim como um processo que busca compreender a profundidade e a essência do que foi aprendido. É preciso que a avaliação se torne um meio de incentivar a capacidade crítica e reflexiva do aluno, que o leve a compreender o real significado do conhecimento que lhe é apresentado e que o ajude a aplicá-lo em sua vida de forma coerente e transformadora.
Auto avaliação
“Não devemos esperar por uma crise para descobrirmos quem e o que é importante para nós”. Porém nem sempre agimos assim, na maioria das vezes só percebemos a tensão quando o conflito já está instalado, aí não temos como pular o obstáculo.
Incontadas vezes não refletimos e nem avaliamos sobre as nossas atitudes e sobre as atitudes do outro em nossa vida.
Sobre o que vemos, sobre o que ouvimos, e se o que pensamos em fazer é realmente aquilo que gostaríamos que também pensassem sobre nós e que fizessem conosco.
Hoje esse pensamento caiu em minhas mãos e sei que não foi por acaso. Então dei-me conta de que fazemos justamente o contrário daquilo que pensamos e que expressamos em palavras e atitudes.
Pense nisso.
Preconceito Linguístico na Avaliativa Temporalidade
Nossa avaliação do real é intimamente ligada ao auto conhecimento, dentro de uma abordagem psicoterapeuta. Tal processo, quando trabalhado com um bom psicólogo, elucida gradativamente na mente das pessoas, seus " fantasmas" , que na verdade todos nós temos, o subconsciente. Ter uma ideia lúcida sobre as coisas, é algo mutável, pois depende do grau de consciência de cada pessoa. A diferença entre filosofia e psicologia, é justamente a leitura que se faz sobre a vida. Logo, num processo terapêutico, o sujeito muda muito seu ponto de vista, ( isso é terapêutico, curador de bloqueios emocionais), pois emerge do amago do ser. A filosofia, não, ela analisa os fatos reais, a história, as correntes de pensamentos, mas não são terapêutica. São apenas análise do externo, então, se pretende olhar a realidade sobre a influência de sua singularidade, faça terapia, se dedique a ela, pois é através desta que se cria sua própria história, que no futuro, quem sabe, poderão utilizar sua história como alguma fonte fidedigna de pensamento.
Há alguns anos, ao ler o epíteto do livro "Preconceito linguístico: o que é, como se faz", do linguista Marcos Bagno, deparei-me com a referência de Spinoza. Conforme está neste livro, a tradução se coloca da seguinte maneira:
“Tenho me esforçado por não rir das ações humanas, por não deplorá-las nem odiá-las, mas por entendê-las.”
Baruch Spinoza.
É uma ideia que me impactou bastante quando me deparei com ela pela primeira vez, e nunca me esqueci dela. Optei por reproduzi-la aqui, na íntegra, porque acho que o modo como o respeitável professor a parafraseou, deixou de apontar a parte em que Spinoza esclarece que "tem se esforçado" para atingir um objetivo tão sábio e nobre (não rir, não deplorar, nem odiar as ações humanas, mas entendê-las) mas, não necessariamente fácil de se atingir, por isso, agir assim requer esforço. Lembro-me de achar especialmente interessante a humildade do filósofo de não dizer "não rio, não deploro, nem odeio", mas que tem se esforçado por não agir de tais maneiras, a fim de que possa entender as ações humanas.
Toda vez que você julga alguém, você o limita à sua avaliação, o que o impede de ver essa pessoa melhorar. Toda vez que você se julga e se culpa, você também se limita a evoluir. Não imponha limites a ninguém!
É um erro grave confundir felicidade com satisfação; satisfação é uma avaliação abrangente e racional da vida, enquanto felicidade é uma emoção, um estado de espírito, ou um sentimento que faz parte da vida em si.
A avaliação psicológica pericial ou perícia psicológica forense difere de outros tipos de avaliação psicológica em função do seu objetivo final: contibuir para as decisões legais, quando estas dependem de um entendimento acerca do funcionamento psicológico do(s) envolvidos(s). Deste modo, a perícia psicológica pode se fazer presente em questões relacionadas ao Direito de Família, ao Juizado da Infância e Juventude, ao Direito Civil, ao Direito Penal e ao Direito do Trabalho. Os instrumentos utilizados nas perícias psicológicas são praticamente os mesmos utilizados nas avaliações clínicas, pois no Brasil faltam instrumentos criados especificamente para avaliar aspectos subjetivos que relacionem-se com as questões legais. Este artigo buscou demonstrar como a perícia psicológica insere-se nas diferentes áreas do Direito e quais instrumentos e testes são mais utilizados nestas avaliações.
A coragem para a reação e enfrentamento deve estar lastreada na avaliação da nossa capacidade, e no dimensionamento dos recursos disponíveis ou acessíveis (aquilo que temos ou poderemos obter).
A AUTONOMIA DO PENSAMENTO
A consequência em si, é o teste e a única avaliação da verdade e da eficácia dos meios. Pois, apesar de parecer audacioso dizer isso, a imaginação é a moradia da verdade.
Suposições que buscam conduzir ou limitar o saber, usando quaisquer fundamentos erroneamente denominados racionais criados numa postulação do que deveria ser o uso ou os métodos de aplicação do conhecimento, independentemente do efeito sabido produzido pelos objetos na imaginação, deve ser falso e elusivo, arriscando ferir a imaginação buscando uma conclusão manipulada onde o raciocínio claro não é usado e o desfecho correto não é obtido.
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