VerbosdoVerbo

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Se aquilo que te traz prazer não encontra o seu propósito último na exaltação de Deus, não é nada além de idolatria e mundanismo. Todo prazer legítimo deve ser, antes de tudo, um reflexo do caráter santo de Cristo; caso contrário, é apenas o coração humano curvando-se aos desejos da carne e aos padrões deste mundo caído.

Há uma cegueira trágica na alma que clama por revelação, mas ignora a Escritura aberta. Essa postura nos reduz a mendigos sentados sobre um banquete, ou a infelizes que agonizam de sede às margens de um oásis inesgotável, esperando que o milagre dispense o ato simples de estender a mão.

Ore para que a Bíblia volte a ser o lugar do seu encontro com Deus.

Ore para que a Bíblia deixe de ser um livro e volte a ser a voz de Deus em seu coração.

Eu devia morrer, mas vivo; Ele devia viver, mas morreu. Porque o único Homem que não merecia a morte tomou sobre Si a morte que eu merecia, hoje tenho vida.

Quanto mais extravagante a forma como alguém se veste, se maquia e se apresenta ao mundo, menor costuma ser o conteúdo que carrega por dentro. Normalmente essas pessoas não tem raízes morais, fé ou sentido maior de existência, assim eles tentam preencher o vazio com uma performance distópica.

Sob a máscara da liberdade, o progressismo promove, na verdade, a erosão de nossos valores.

A ostentação na aparência costuma ser inversamente proporcional ao conteúdo interior. Na ausência de princípios sólidos e de sentido, o homem passa a maquiar o vazio com alardes e superficialidades.

Quando o Espírito Santo confrontar você, não lute. É a graça desfazendo suas ilusões.

O perigo não reside apenas no fato do Estado tentar assumir uma paternidade que nunca lhe pertenceu — o que por si só seria um desastre existencial. A perversidade real é que essa pedagogia estatal não busca o bem das nossas famílias, mas sim a domesticação das próximas gerações para o serviço de seus próprios altares ideológicos.

A igreja moderna consulta currículos; a igreja apostólica olhava para a mesa de casa. O lar revelava quem o homem realmente era.

O Evangelho nunca começou pelo currículo, mas pela casa. Antes do púlpito, vem o testemunho do lar.

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O tolo transforma a ruína do próximo em entretenimento. O sábio, contudo, enxerga no tombo do outro o espelho da sua própria fragilidade e o severo, mas misericordioso, alerta da graça divina.

Essa frase está correta teologicamente: Deus não aprisiona ninguém ao que foi; chama cada um ao que ainda pode ser.

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Deus não aprisiona ninguém ao que foi; chama cada um ao que ainda pode ser.

Nenhum passado é maior que a graça, e nenhum futuro está fechado para quem desperta para ela.

A essência teológica da traição de Cristo nos lembra que o mundo é marcado por beijos falsos que mascaram intenções egoístas. Nem todo afeto é lealdade, pois o amor humano é falho; somente o amor incondicional de Deus é a base que não pode ser perdida.

Quando escuto um cessacionista tagarelar sobre o fim dos dons espirituais, imagino o Espírito Santo dizendo: 'Missão cumprida. Agora é só protocolo e liturgia'.

Se abrimos mão de participar da vida pública por medo ou omissão, não é a política que deixará de existir; ela continuará moldando o mundo em que vivemos. E pode chegar o dia em que descubramos, tarde demais, que o silêncio dos cristãos ajudou a diminuir o espaço da própria liberdade de viver e testemunhar a fé. Não porque o Reino de Deus dependa da política, mas porque a omissão também produz história.

O ódio e a aflição da velha mídia marxista não se dirigem apenas aos conservadores. O verdadeiro alvo é o cidadão comum que ousou começar a pensar por si mesmo, sem a mediação de sua grade de programação ideológica. Eles não suportam essa independência intelectual porque perderam o controle sobre a mente das pessoas — e nada enfurece mais uma elite acostumada ao monopólio das ideias do que ver o povo escapar de suas mãos.

Quando os cristãos se omitem da vida pública, a política não fica vazia; ela apenas passa a decidir, sem nossa voz, até os limites da liberdade de viver a fé.

Para os “doutores” cessacionistas, o Espírito Santo entrou com o pedido de aposentadoria no fim do século I e nunca mais renovou o ministério.

Para os falsos mestres do cessacionismo o Espírito Santo se aposentou no século I.

Judas não traiu com um golpe, mas com um beijo. O mal, muitas vezes, veste a roupa da afeição.

Quando a família deixa de discipular, o Estado passa a moldar.