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A cruz revela o ápice da loucura humana: diante da oportunidade de amar o criador, o homem escolheu assassinar o Autor da sua própria vida.
Diferente do primeiro Adão, que transferiu a culpa para sua esposa, o segundo Adão não acusa Sua Noiva, a Igreja. Em vez disso, Cristo assume a responsabilidade pelos pecados dela e entrega-se à morte expiatória.
Se houvesse um temor reverente nas portas da maioria das igrejas, ele diria: 'Acaso ignorais que o culto não é sobre vossa satisfação, mas sobre a infinita glória dEle?
O que mais chama a atenção na comparação entre calvinistas e esquerdistas é a paixão idêntica com que ambos defendem líderes ditadores, assassinos, racistas e antissemitas.
Davi não portava credenciais humanas, mas sua fidelidade no oculto ecoou no coração do Altíssimo. Por causa disso, Deus revelou o seu coração a Samuel. Mais importante do que ser lembrado pelos homens é ser conhecido por Deus e, no tempo certo, ser conduzido por Ele ao lugar que Sua vontade preparou.
Quem estuda a Bíblia com os olhos do Evangelho enxerga a realidade sem ilusões. O estado atual do mundo não surpreende o cristão bíblico, pois ele sabe que o coração do homem, quando distante de Deus, sempre produzirá o caos. A cruz não é um choque com a realidade, é a única resposta para ela.
A graça nos trata como ramos e não como lenha. É infinitamente melhor suportar a poda amorosa do Pai, que dói, mas visa a frutificação, do que resistir até que a única saída seja o corte definitivo. A dor do crescimento sempre preserva a vida, enquanto o machado do fim consome a vida.
Deus está no controle de cada etapa da nossa jornada. Quando tentamos apressar o processo, nós o atrapalhamos. A mariposa e a semente nos lembram que há um tempo determinado para tudo. As lutas e o silêncio do casulo são exatamente o que você precisa para ganhar força, e esse crescimento só pode acontecer de dentro para fora, no tempo perfeito de Deus. Confie no propósito dEle para a sua vida!
O orgulho é uma força que gera divisões, ao passo que a humildade e a simplicidade promovem a união.
Quanto menos da Palavra temos nos púlpitos, mais entretenimento e superficialidade precisamos para manter a igreja funcionando.
Poucas tragédias espirituais são maiores do que alguém subir ao púlpito com a Bíblia nas mãos e, ainda assim, trair o Evangelho com suas palavras.
O engano mais devastador não é o que fala contra o Evangelho, mas o que se esconde atrás de uma Bíblia para falsificá-lo.
O maior escândalo não é a ausência da Bíblia no púlpito, mas sua presença nas mãos de quem distorce o Evangelho.
O milagre da graça reside nisto: o Pai nos abraça não pelo que conseguimos realizar, mas porque reconhece em nós o cheiro de Seu Filho Primogênito. Somos como Jacó, outrora impostores mendigando vida, agora revestidos de Cristo e transformados em herdeiros legítimos mediante a fé, por puro favor divino.
As pessoas amam a verdade quando ela ilumina e traz conforto. Mas quando ela se torna um espelho que confronta seus egos e expõe suas máscaras, preferem odiá-la, fugindo para o labirinto escuro da hipocrisia religiosa. O Evangelho é luz, e a graça de Cristo não passa a mão na cabeça: ela expõe para curar.
Há uma religiosidade que vê só os defeitos da igreja; e há o Evangelho, que nos ensina a amá-la mesmo vendo todos eles.
O nosso próprio corpo é o templo do Espírito Santo, a habitação que Deus escolheu para reinar em nós com amor.
Quem vive em guerra consigo mesmo, fragmentado e sem reconciliação interior, não tem como oferecer abrigo ou refúgio para o outro.
Frequentemente, focamos nossas orações para que Deus transforme as pessoas difíceis ao nosso redor. Mas, e se o nosso primeiro impulso não for orar para que o outro mude, mas sim orar: "Deus, trabalhe no meu coração, me dê paciência, abra meus olhos e me ajude a amar como Tu amas".
