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O cristão que se cala diante das trevas do mundo carrega consigo o terrível fardo da omissão. Todo crente é um mordomo da graça e responderá diante do Juiz Eterno não apenas pelo mal que cometeu, mas pela luz do Evangelho que, por medo ou comodismo, escolheu esconder do mundo.
O silêncio do cristão diante da cultura não é neutralidade; é uma falha de mordomia do Evangelho. Nossa responsabilidade perante o Criador não se resume aos pecados que cometemos, mas abrange o amor e a verdade que decidimos reter do mundo.
O pior inimigo que o homem tem é ele mesmo. Seu orgulho e autoconfiança muitas vezes o arruínam. Eles o impedem de confiar nos braços de um Salvador amoroso.
Nosso dever é convidar a TODOS, sem NENHUMA EXCEÇÃO. Devemos dizer ACORDE, ARREPENDA-SE, ACREDITE, VENHA a Cristo, CONVERTA-SE, CLAME a Deus, LUTE para entrar pela porta estreita, VENHA porque tudo já foi consumado e Deus o ama. Cristo morreu por você.
Seus braços nos seguram quando estamos muito fracos para nos agarrarmos. Seu Espírito ora em nós e por nós naqueles gemidos que nunca encontram palavras. Sua obra salvífica continua quando nos sentimos como retardatários não avançando um centímetro sequer.
Este lugar difícil em que você talvez se encontre é o mesmo lugar em que Deus está lhe dando a oportunidade de olhar apenas para Ele.
Nenhum casamento pode sobreviver sem perdão. O casamento é um compromisso de longo prazo entre dois pecadores.
Seja fiel ao seu chamado para ser um homem. Mulheres reais sempre ficarão aliviadas e gratas, quando os homens estão dispostos a serem homens.
Se você está envolvido em fofocas, comentários cruéis, críticas, mentiras, linguagem vulgar, explosões de ira, pode ter certeza de que o Espírito Santo não tratou algo em seu coração. As palavras importam.
A hipocrisia de encenar uma santidade externa diante dos homens revela a nossa profunda miopia espiritual, pois enquanto nos preocupamos com a plateia humana, esquecemos que o palco secreto dos nossos pensamentos está permanentemente escancarado aos olhos Daquele que tudo vê.
A recusa em confrontar nossas próprias falhas revela uma autossuficiência que sufoca o Espírito. O crescimento na graça exige a humildade de sermos corrigidos.
(Provérbios 12.1)
Se Jesus acalmou a fúria do oceano com apenas uma palavra, o seu coração também pode encontrar descanso na mesma voz poderosa.
Se a Palavra de Jesus ordena ao mar da nossa vida que se aquiete e as ondas obedecem, por que cargas d'água a ansiedade ainda insiste em agitar nosso próprio coração? O mesmo Cristo que cessa a tempestade lá fora é quem nos convida a aquietar a alma e a descansar na plena certeza do Seu amor.
Na soteriologia Armínio-Wesleyana, o Novo Nascimento ou regeneração define-se como a mudança interior e instantânea executada pelo Espírito Santo. Mediante o arrependimento e a fé, essa obra divina anula o domínio do pecado original e infunde na alma a vitalidade de uma nova vida santa e amorosa.
O que não é clara e expressamente revelado nas Sagradas Escrituras deve ser considerado matéria de especulação humana, não possuindo autoridade dogmática até que seja discernido à luz da própria Palavra de Deus.
Devemos proceder com rigor epistemológico: aquilo que não é afirmado de maneira categórica nas Escrituras não deve ser elevado ao status de verdade revelada, mas sim tratado no âmbito da mera especulação, até que uma evidência sólida e incontestável nos obrigue a reconhecer a sua realidade.
Devemos proceder com rigor epistemológico: aquilo que não é afirmado de maneira categórica ou deduzido necessariamente das Escrituras não deve ser elevado ao status de verdade revelada, mas sim tratado no âmbito da mera opinião teológica, permanecendo subordinado à suficiência do cânon sagrado.
No Gênesis, a sentença divina condenou a serpente ao pó — o lugar da mais profunda humilhação. Espiritualmente, esse pó se traduz na densa poeira da nossa própria rebeldia, que ainda hoje pavimenta o caminho para o avanço das potestades. Afinal, longe da graça divina, a cultura e a mente humana tornam-se o próprio território dessas forças. Ao buscar uma autonomia ilusória longe do Criador, o ser humano gera um vácuo existencial que se torna o habitat perfeito para a proliferação do mal.
Assim como o decreto divino confinou a serpente ao pó da Terra, as hostes espirituais da maldade encontram seu campo de força [ou: sua dinâmica de atuação] na poeira da vaidade e das realizações humanas. A cultura e a psique — tanto individual quanto coletiva — não são neutras; assim como as regiões espirituais, elas também constituem uma geografia e um ecossistema onde esses principados e potestades operam.
A mesa não é apenas um espaço de convivência geográfica, ela é um lugar de profunda influência relacional. Aqueles que partilham da sua intimidade possuem o potencial de encorajar você a caminhar na vocação de Deus ou de seduzi-lo a comprometer a sua integridade no altar da conveniência.
Toda mesa é um altar de comunhão: ou ela é o lugar onde você se alimenta da graça do Evangelho para servir aos outros, ou é onde você constrói ídolos para tentar provar o seu próprio valor.
A mesa jamais será um espaço de neutralidade moral; ou ela se torna um altar de santificação onde sua vida é edificada na verdade, ou um laço de complacência onde sua fidelidade a Cristo pode ser comprometida.
