VerbosdoVerbo

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A ironia trágica do ateu é tentar negar o Criador dentro da própria criação.

Meu coração é o primeiro lugar onde o Evangelho precisa ser pregado. Porque o maior obstáculo à santidade sempre começa em mim.

Um culto sem coração pode cumprir uma liturgia, mas não agrada a Deus (Isaías 29:13).

Sem um coração rendido, todo culto é apenas uma cerimônia.

Nem toda porta fechada é negação de Deus; muitas são direção da graça.

A presença de Deus não se manifesta pela força de nossas mãos, mas pela rendição do nosso coração.

Há um amor que não faz discurso; apenas ora.

O deserto não é abandono; é a evidência de que você já deixou o Egito. O deserto é o intervalo entre a libertação e a promessa.

Enquanto Jesus abençoa, há multidões. Quando Ele pede renúncia, restam discípulos.

Quando abrimos mão do que é temporário, não estamos operando um sacrifício vazio. Estamos apenas esvaziando as mãos das ilusões do tempo para que possamos segurar o peso eterno da glória.

Quem renuncia ao que passa para viver o que permanece não perde; apenas troca o efêmero pelo eterno.

Deposite sua confiança na soberania de Deus, e a ansiedade do mundo perderá o controle sobre a sua alma.

O secreto sustenta ou desmente tudo o que o microfone anuncia.

Nenhum microfone tem mais autoridade do que a vida escondida diante de Deus.

Servir a Deus transcende o ritual de um dia. A verdadeira adoração é um estado de consciência e comunhão diária. O altar é a própria vida, e o serviço divino acontece no cotidiano, na honestidade das relações e no amor ao próximo, dispensando aparências religiosas.

O propósito divino traz em si a semente do suprimento; onde o Senhor estabelece Seu plano, Sua mão move céus e terra para manifestar a provisão.

Onde há vontade de Deus, há provisão de Deus.

O Juízo Final não será medido pelo tempo que nos faltou, mas pela escolha de onde gastamos nossa atenção. No Grande Dia, as telas das redes sociais estarão abertas, não para nos acusar de distração, mas para nos provar que nunca tivemos falta de tempo, apenas falta de sede pelo invisível.

Cristo não apenas aponta o caminho; Ele é o Caminho. Quem anda com Ele jamais se perde, pois encontra o destino para o qual foi criado.

Leia a Bíblia inteira, do primeiro ao último livro, examine a trajetória daqueles que depositaram sua fé em Deus. Você descobrirá que o Senhor pode permitir o vale e a provação, mas nunca desampara os Seus. A fidelidade dEle não nos isenta de dores, mas assegura “que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que O amam.”

A igreja não é vitrine de perfeitos, mas abrigo de quem vive da misericórdia.

A maior tragédia de um homem não é apenas pecar, mas perder a capacidade de se entristecer com o próprio pecado. Quando a consciência já não dói, talvez o silêncio mais assustador não seja o dos homens, mas o da alma diante de Deus.

O maior perigo para a Igreja não é a perseguição do mundo, mas o aplauso dele. Quando o Evangelho deixa de confrontar, talvez já tenha começado a se conformar.

Enquanto o coração estiver cheio da própria vontade, haverá pouco espaço para discernir a vontade de Deus.

Mesmo quando o crente em Jesus é lançado às condições mais adversas, sua esperança não se dissolve, porque ela não está ancorada nas circunstâncias, mas no próprio Senhor. Se for colocado em um calabouço, não estará realmente só, pois descobrirá que a comunhão com Cristo e com o seu povo sustenta a alma de maneiras inesperadas. Se for conduzido ao deserto da escassez, ainda assim aprenderá que Deus continua sendo aquele que provê o pão do céu, suficiente para cada dia.