Valter Bitencourt Júnior

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A elite é careta demais para dar uma de civilizada.

Monstros que nascem na humanidade
Não merecem ser felizes
(Sequer se importam com a própria felicidade)
Merecem o sofrimento diante das suas crueldades
Que vivem a fazer
(Coração maldito cheio de maldade).
Não me venha com essa de ser bonzinho
Àqueles que nasceram para fazer o mal:
- São cruéis a ponto de matar sem um pingo de remorso
Esquecem que fazem parte da própria humanidade
A quem tanto abatem
Em nome do poder, do autoritarismo,
Do que acreditam que está escrito no sagrado
Em nome do altíssimo
Impostores, são desumanos - verdadeiros carrascos!

Há quem seja pior que psicopata - sanguinário!
Há quem brinque com a nossa fé - oportunista!
Há quem nos engane e nos manipule - sanguessuga!

Há quem nos engane e nos faça de marionetes
Brinca com a nossa inocência,
Pensa que jamais abriremos os olhos
- Que lavagem cerebral
Vive nos fazendo o tempo todo.

E a gente se impressiona com as estatísticas
Enquanto não viramos uma -
É racismo, homofobia, xenofobia, misoginia...

E a gente se impressiona com o bombardeio
Tem gente fazendo até pipoca,
Tem gente que não se importa com as crianças
Assassinadas, não se importa com o sofrimento
De todo um povo e cria a guerra

Há quem faça da desgraça alheia uma festa!

Para sair da pobreza, é melhor abrir uma igreja e se tornar líder religioso... O líder religioso saí da miséria, mas os fiéis continuam na desgraça.

Na guerra por interesses de terras raras, petróleo... Eles querem mostrar quem tem mais poder e quem é capaz de matar mais pessoas e sua grande capacidade de destruição em massa. Não há nenhum ressentimento desses senhores é a crueldade e desumanidade juntas. Tiranos algozes, são verdadeiros monstros da humanidade.

A polarização brasileira só não é plena porque o número de abstenções, somado aos votos brancos e nulos, mostra que milhões de cidadãos estão fora desse embate direto.

O incentivo à leitura é de suma importância para o país que luta por um futuro melhor, visto que o ato de ler assume um papel central no desenvolvimento intelectual e na formação crítica do cidadão. Afinal, uma sociedade que lê não apenas consome informações, mas constrói sua própria autonomia.

Esquece-se de que a classe média brasileira, hoje em dia, é composta por pessoas que eram pobres e que, por sua vez, por meio de políticas públicas, tiveram suas condições de vida melhoradas. A elite brasileira, que veio "de cima para baixo'", jamais reconhecerá a classe média que veio "de baixo para cima". Isso apenas mostra a mesquinhez e a arrogância desses senhores!

Quando a sociedade entrega o poder nas mãos da elite, ela abre portas para que façam da vida dela um jogo de sobrevivência; nesta disputa desumana, nem todos têm poder aquisitivo para seguir de forma justa.

A vida é um rap, e podemos enxergar o mundo em cada letra... A vida é um grafite, é um grito de alerta na parede... A vida é uma arte, que querem limitar, bater, censurar, controlar, governar... A vida não limita a vida, mas o ser humano quer limitar.

Se há um bem maior que deve ser protegido no Brasil, esse bem maior é a sociedade brasileira. O governo que defende o seu povo é digno de respeito, até porque quem defende o próprio povo defende e busca proteger toda a nação em que vive.

(...) a escrita quer chorar, mas mostra-se cruel com quem à escreve.

O alimento da hipocrisia consiste no sustento dos espertalhões.

Jamais jure eternidade; eternidade, em certos pontos, resulta em efemeridade que não cabe em juramento.

Há quem diga que a literatura morreu. Quando será o enterro? Até porque também se faz literatura a partir da tragédia.

Antes, queimavam-se livros em praças públicas; hoje em dia, destroem livros antigos para alimentar a IA. Assim, vão apagando muito do que foi escrito nos livros e gerando novas versões do que foi registrado. Na era da IA, a queima de arquivo acontece de forma "sofisticada".

Doutor, eu não quero subestimar a inteligência das pessoas, mas também não quero que subestimem a minha. À medida que essas pessoas tentam me subestimar — quando elas vêm com o queijo e eu já estou com a faca —, se eu acabar subestimando a inteligência delas, posso terminar desarmado.

Na luta pela defesa e garantia de nossos direitos, somos todos políticos. Que saibamos exercer os nossos direitos democráticos e não venhamos a abrir mão disso!

Assim como no combate a um vírus, a luta na defesa pela democracia e pela autonomia de um país tem que ser 100%. Se essa luta não for feita com força, de forma individual e coletiva, visando atingir 100%, não iremos conseguir a casa da maioria. Isso significa que a luta tem que ser 100% e o grande êxito, por sua vez, é a eficácia da defesa da democracia e da soberania do nosso país.

Negadores de ideias e pensamentos questionam: "O que você quer falando sobre geopolítica, mercado financeiro e macroeconomia? Você não entende nada, você não é cientista político e muito menos economista". Faço a leitura e leio o questionamento deles de forma ampla; equivale a perguntarem: "O que você quer falando sobre política? Você não é político". A humanidade é política, nada pode desconstruir isso. A humanidade e o que circula à sua volta envolvem política; atrofiadores de ideias e pensamentos jamais vão poder negar isso.

Sentimos na pele a questão geopolítica. Sentimos o aumento das mercadorias do mercado diante das guerras, das disputas territoriais e dos interesses econômicos. Sentimos a estrutura do sistema capitalista, as desigualdades, o aumento da violência, as imposições dos EUA e os tarifaços como medidas de retaliação. Sentimos até o aumento do dólar e da inflação. Esses assuntos não são de domínio apenas dos estudiosos, dos acadêmicos, dos diplomados. Pertencem a todos, principalmente a nós que sentimos na nossa pele o reflexo de uma estrutura também perversa e desumana.

Querem vetar direitos garantidos e constitucionais, colocando em risco a democracia, e querem nos silenciar. Querem nos transformar em analfabetos políticos devido às próprias estruturas do sistema que muito visam limitar o acesso à educação e às suas políticas públicas de inclusão social — principalmente uma turma que, por sua vez, quer mostrar domínio sobre a sociedade, uma elite que gera pobreza e quer nos transformar, simplesmente, em vítimas de suas próprias maldades, nos fazendo de culpados. Esse texto não é para desmerecer a importância de estudar, muito pelo contrário; devemos estudar e estudar muito, não devemos abrir mão desse direito de suma importância.

Diante de tudo o que foi escrito, quem imaginaria um migrante nordestino, que já passou fome, foi operário, sindicalista, formado em torneiro mecânico, assumindo a presidência de um país? Isso deixa essa elite indignada. E quando ele trabalha para garantir comida no prato dos que precisam, direito à moradia e o acesso ao estudo ao alcance de todos, essa elite sente como se estivesse tomando uma surra. O que resta dela é chamar o presidente de analfabeto e cachaceiro — deve ser porque a cachaça que eles tomam é importada.

Essa gente não tem vergonha de que, em pleno século XXI, ainda tenha sido necessário fazer isenção de imposto para quem recebe até 5 mil reais, cobrar a taxação dos super-ricos e o fim da escala 6x1. E o presidente ainda sente que falta fazer muito, porque ele sabe que a sociedade brasileira merece muito mais do que lhe veio sendo negado diante do histórico da formação da nossa própria sociedade.

O presidente que mais criou universidades no Brasil, que mais expandiu e investiu em políticas públicas, que aborda diversas temáticas com propriedade, desconstrói a visão mesquinha, tosca, covarde e vil de muita gente, que ainda o reduz e faz de tudo para anular os seus feitos.

O presidente está certo. Bora estudar, garotada! Bora estudar! Vamos nos especializar e mostrar para essa gente que somos muito mais do que eles querem nos transformar.