Sidney Silveira
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"A feiúra mais repugnante é justamente a mais difícil de ver".
"Um homem precisa cegar-se espiritualmente para não ver a feiúra do mundo e a sua própria".
""O silêncio é a paz que a vaidade não suporta".
"A solidão fere de morte a vaidade".
"A vaidade não conhece a contemplação: ou olha e não vê, ou vê apenas o que olha, sem jamais vislumbrar o que se insinua".
"A vaidade não tem visão periférica; enxerga tudo por meio de antolhos".
"Aprisionada ao momento presente, a luxúria desconhece a esperança".
"O luxurioso ordinariamente esquece o passado e não projeta o futuro".
"O idiota é uma realidade tão evidente quanto a chuva, e, como ela, cai inexoravelmente no chão. Não vá de encontro a ele nem ao encontro dele; apenas identifique-o e previna-se. De que maneiras? Bem, há várias – e todas passam, nalgum momento, pelo uso profilático do silêncio e das evasivas calculadas".
"O cego voluntário de hoje é o "escandalizado" de amanhã.
"A única pobreza indigna é a ostentada como um troféu".
"Ser pobre ou ser rico não confere dignidade a ninguém".
"O céu e o inferno são a mesma realidade – o Ser – que uns por graça aceitam e outros por desgraça negam".
"A maldade sempre se vale da tolerância dos estúpidos".
"As mágoas do amor perduram porque não são veleidades; as mágoas do ódio perduram porque são veleidades permeadas de autojustificativas.
É a diferença entre a dor verdadeira e a postiça".
"A dor do ódio é sempre bastarda, espúria".
"O amor é a saciedade de dar".
"Só o amor livra o homem da vanglória".
"Conhecer sem amar é ser derrotado pelo mistério".
"Só o amor chora com verdade".
"Quem nunca se entristeceu jamais amou".
"Tire-se tudo de um homem: ou restará o amor, ou não restará nada".
"Não existe amor que não conheça; mas há muito conhecimento que não ama".
"O conhecimento tem limites; o amor, não".
"O choro do amor jamais é superficial".