reflexao.compartilhada

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Cuidado com o "calor do momento"; às vezes, é armadilha para algo irreversível.

Tudo o que faz voltado à aparência é perda de tempo, porque com o tempo a aparência se perde e morre;
Tudo o que faz voltado ao amor é ganho de tempo, porque com o tempo o amor se espalha e vive.

Relacionamento falso só vai para frente enquanto você se esforça, conquista, oferece, conversa, agrada, finge; depois que para, a relação acaba.


Relacionamento verdadeiro: apenas a presença é suficiente.

Sinceridade não é grosseria e nem agrado.

Quando você espera que alguém mude, você perde o tempo que poderia estar mudando você.

A minha única estabilidade é que tudo tem fim, e é justamente por saber disso que eu aproveito a vida.

Quanto mais tempo demora para tomar consciência da realidade, menos tempo tem para viver de verdade.

Não vejo nenhuma pessoa como inimigo, e sim a estrutura que o estado é montado como inimigo do povo.

A mesma força que nós temos em nos dividir, nos odiar, temos em nos unir, nos amar.

Não existe dia ruim; existe 1 minuto ruim que, às vezes, remoemos o dia inteiro.

Eu não preciso da aprovação de ninguém, apenas da minha própria consciência.

A verdade quase nunca dá audiência.

Podemos desviar das consequências dos nossos atos, mas não podemos nos livrar enquanto não pagar.

Sai político, entra político, e o poder continua o mesmo: Bancos mundiais!

Não tem sentido o medo de viver por medo de morrer, até porque vai morrer de qualquer jeito.

Tudo que muda em si mesmo, muda a sua volta.

Tudo que é visível aos olhos é possível provar aos outros;


Tudo que é invisível é possível provar apenas para quem olha dentro de si.

O fim eu já sei; tudo que inicia, acaba... Agora, de que jeito é a caminhada, essa é a minha curiosidade.

Quem desiste e diz: "isso nunca vai mudar", nunca verá a mudança, pois se cada pessoa no planeta pensar da mesma forma, dizendo: "isso nunca vai mudar", nada, de fato, mudará.

A mudança começa quando cada um de nós decide mudar. Ela não acontece esperando que algo externo se transforme, mas ao tomarmos a responsabilidade pela nossa própria transformação. A única pessoa que posso mudar sou eu mesmo. O mundo não vai se moldar exatamente como eu desejo, nem hoje, nem daqui a cem anos, mas eu tenho o poder de mudar a mim mesmo da maneira que escolho.

Quando cada um de nós muda, mesmo que de forma pequena, o efeito coletivo é grande. Cada um mudando a si mesmo, faz o mundo mudar.

O verdadeiro sentido da vida é compartilhar de si com os outros, não acumular o que vem dos outros para si.

Se o propósito da vida fosse acumular para si mesmo, todos aqueles que partem deste mundo levariam consigo tudo o que acumulou ao longo da vida. Mas isso não acontece. Ninguém leva nada consigo. O que realmente levamos, o que permanece, é o que compartilhamos durante o caminho, em vida.

Depois que eu descobri que o sentido da vida, além da morte, é viver compartilhando, compartilho tudo o que sou.

Compartilho o ar que respiro, o sentimento que transmito, a ideia deste pensamento, tudo aquilo que invento... Compartilho minhas reflexões, percepções, emoções, minhas ações... Compartilho tudo o que falo, digo, expresso, demonstro, mostro... Compartilho meus movimentos, por onde passo, o que faço, o que traço, desfaço, satisfaço... Compartilho tudo o que vivo, seja positivo ou negativo, pois tudo o que experimento faz parte de mim.

Evito guardar, prefiro compartilhar, pois, de qualquer forma, a morte levará tudo. Então, escolho deixar no mundo tudo aquilo que sou...

Às vezes, você é o que faz, não o que guarda.

Se o que você faz não reflete quem realmente é, talvez não seja você, mas apenas a máscara que escolheu vestir.

E se aquilo que guarda dentro de si é o que verdadeiramente te define, o que está esperando para compartilhar com o mundo aquilo que realmente é?

Aceite passar pelo que precisa passar.
Aceite pensar no que precisa pensar.
Aceite fazer aquilo que deseja fazer.
Aceite viver aquilo que deseja viver.
Aceite a si mesmo.

O afeto está no que você dá, no que compartilha, e não tanto no que recebe ou guarda.

Pois o que você dá permanece, enquanto o que você guarda, não.

A maior prova disso é a morte: quando morremos, não levamos nada do que acumulamos, apenas o que deixamos.

Porque, no fim, nada de fato nos pertence, exceto tudo aquilo que compartilhamos.

Qual o sentido da solidão? O que é solidão?

Ao questionar isso, cheguei à conclusão de que a solidão é uma ilusão. Pois bem, como posso me sentir só, se tudo à minha volta me mostra que nunca estou só?

Respiro o ar e me pergunto: o que é solidão?
Ando por aí e me pergunto: o que é solidão?
Vejo pessoas e me pergunto: o que é solidão?

Como posso me sentir só, se em qualquer lugar onde estou, estou sempre comigo mesmo? Como me sentir só, se habito um planeta com bilhões de vidas? Há mamíferos, aves, répteis, anfíbios, peixes, crustáceos, moluscos, anelídeos, artrópodes, insetos, aracnídeos, protozoários, parasitas, micróbios, vírus… Há elementos, metais, minérios, cristais, rochas, terras, areias, águas, vapores, nuvens, chuvas, ventos, atmosferas, astros, luz, energia… Há mundos, galáxias, sistemas solares, planetas, continentes, países, cidades, ruas, casas, lares, mentes, pensamentos, memórias, sonhos, ideias, imaginações… Há vida por todos os lados, em todo canto, em todo lugar.

Como posso me sentir só, se dentro de mim há pele, músculos, veias, artérias, sangue, plasma, órgãos, tecidos, nervos, neurônios, células, organelas, moléculas, átomos, partículas, energia, vibração… vida?

Como me sentir só, se tudo ao meu redor me lembra que não estou só? Minha sombra, meu reflexo, meu eco, minha voz, meu cheiro, minha respiração, meu batimento cardíaco, o som dos meus passos, o calor do sol, o brilho da lua, o movimento das nuvens, a dança das árvores ao vento, o cantar dos pássaros, o sussurrar das ondas, o pulsar da terra… tudo me mostra que a solidão não passa de uma ilusão.

Percebi que a solidão, na verdade, nunca existiu. Porque, no fundo, eu nunca estive só. Apenas me senti só por ter me iludido e, de certa forma, “abandonado” a minha própria companhia.