reflexao.compartilhada
As pessoas, geralmente, só não fazem o "mal" pelo medo das consequências — seja a consequência que acreditam ter após a morte ou a consequência que recebem em vida mesmo. Já outras pessoas são naturalmente boas por natureza, não fazem o mal, mesmo se houvesse a oportunidade. Então, é sempre bom rever o próprio caráter, a própria personalidade, as próprias intenções, o próprio ser, e desenvolver em si mesmo aquilo que você de fato é ou quer ser, mas não por medo de consequências, e sim por vontade, por coração, por si mesmo.
Tem pessoas que só fazem o "bem" por interesse — interesse de ser "privilegiado", de "receber", de "ganhar", de "conseguir" dos outros. E isso não é, interpretamente falando, uma pessoa "essencialmente boa", entre aspas, quando só se faz com esse objetivo, e sim uma "pessoa interesseira", fingindo ser boa ou mostrando ser interesseira mesmo. Ou seja, não desenvolveu naturalmente o sentimento puro, leve, doce, amoroso de ser. Não percebeu que, pra isso, não precisa da expectativa de receber algo em troca ou temer as consequências se não fizer, e que basta, essencialmente, seguir o próprio sentimento, deixar fluir naturalmente as intenções, enxergar os próprios comportamentos, respeitar a própria vibração pessoal sobre qualquer situação, parar de se controlar e apenas ser, indiferente dos atos. Pois a essência de si mesmo é fluxo, natural, espontâneo, se desenvolve assim, e não se controlando pra não ser.
Por exemplo, tem pessoas que têm o ato de ajudar alguém a se levantar, mas têm a intenção de ajudar a levantar porque têm como objetivo ter algo em troca depois...
Tem pessoas que têm o ato de ajudar alguém a se levantar, mas a intenção era apenas ajudar a levantar, pois não têm como objetivo algo em troca...
Então, existe uma diferença entre uma pessoa "boa" e uma pessoa "interesseira", que só faz o "bem" por interesse.
A "boa" tem como intenção o ato do momento, e mesmo que receba algo em troca, a intenção era o ato, não a expectativa em receber.
A "interesseira" tem como intenção receber algo depois do ato, e se ela não recebe em troca, cobra, pressiona, joga na cara, abandona, larga, chantageia, diz que não fizeram por ela.
Não que eu esteja julgando ou definindo o que é "bom" ou o que é "ruim", o que é "interesseiro" ou o que "não é". Até porque, pessoas mudam. Às vezes, estão em um dia bom, às vezes, em um dia ruim. Não é uma regra, é uma análise do momento. Às vezes, a pessoa fez de coração agora e, daqui a cinco minutos, por interesse, no qual irá cobrar em seguida. Novamente repito: não é uma regra, é uma análise do momento. Apenas uma interpretação rasa de uma situação hipotética pra você discernir a diferença de quando alguém é e quando finge ser pra dizer que é. Pra você discernir a diferença de quando alguém fez por interesse e quando fez por vontade própria, por coração.
Às vezes, somos ruins; às vezes, bons; às vezes, interesseiros; às vezes, não. Porém, é bom ter o olhar aprimorado nas situações desses momentos, saber quem finge, saber quem é. Pois, quando nosso olhar é turvo, embaçado, cego, a gente acaba olhando apenas quem não era pra olhar, apenas porque a "aparência", as "miragens" vistas dos nossos olhares cegos aparentavam ser verdadeiras, boas de coração. E nisso, nos iludimos com quem não deveríamos, por ser fingimento, falso, e deixamos de ver quem era pra enxergar: os verdadeiros de bom coração.
E quem olha é o próprio sentimento, não a impressão dos olhos.
Pois os olhos têm o interesse de olhar o que aparenta ser.
O sentimento sente o que de fato é.
Conexão é confiança;
Controle é desconfiança.
Quem está conectado ao outro não tem a necessidade de controlar,
pois somente quem desconfia, por não acreditar nessa conexão de amor, tenta controlar, vigiar, manipular, para se sentir seguro no sentimento daquilo que não acredita ter com alguém.
O país funciona como uma grande empresa.
Os "donos" são os banqueiros, filantropos, magnatas e megaempresários, aqueles que realmente detêm o poder e controlam os rumos da nação nos bastidores.
Os "gerentes" são os políticos, figuras colocadas à frente da administração, mas que, na prática, apenas representam e garantem os interesses desses "donos", tomando decisões que mantêm a estrutura operando conforme seus desejos.
E o povo? São os funcionários, a base que sustenta tudo. Trabalhadores que dedicam suas vidas diariamente, movimentando a economia, produzindo riquezas, mantendo a engrenagem girando. No entanto, em troca, recebem apenas o suficiente para sobreviver, enquanto os verdadeiros beneficiados desse sistema acumulam fortunas cada vez maiores.
O tempo de vida se perde no trabalho, o cansaço se acumula, a juventude se esgota. E, no fim, quem realmente lucra? Os donos da empresa.
Quer mudar ou quer continuar do mesmo jeito? Se quiser mudar, precisa fazer três coisas:
1 - Parar de ter pena de si mesmo – Os problemas existem, mas ficar sofrendo e reclamando não resolve nada. A vida continua, com ou sem tristeza.
2 - Largar o que faz mal – Muitas vezes a pessoa continua em lugares, hábitos ou com pessoas que fazem mal, só porque já está acostumada. Mas é preciso deixar ir aquilo que não faz bem.
3 - Olhar para si mesmo e viver do seu jeito – Fazer o que realmente quer, sem viver pela opinião dos outros. Ninguém sente sua dor ou vive sua vida por você.
Se você não mudar essas coisas, os mesmos problemas vão continuar acontecendo. A mudança só começa quando você decide agir.
As relações entre as pessoas podem acontecer de três formas:
1 - Amor é cuidado, respeito, carinho, ajuda e companhia. No amor, as duas pessoas se sentem bem juntas, se ajudam e podem ser elas mesmas sem medo.
2 - Posse é querer mandar, controlar, cobrar e prender a outra pessoa. Quem age assim quer que o outro faça tudo do seu jeito. Isso faz mal e acaba com a liberdade da pessoa.
3 - Frieza é falta de cuidado, falta de atenção e falta de interesse. Quando existe frieza, a pessoa já não se importa mais com a outra e a relação fica vazia.
Você precisa entender a diferença entre essas três formas e escolher qual quer ter na sua vida.
Não confunda indiferença, assinado como "relacionamento aberto", disfarçado de "liberdade". A verdadeira liberdade dentro de uma relação não significa descaso, ausência ou falta de compromisso. Um relacionamento aberto pode existir de forma saudável, mas quando usado como desculpa pra evitar envolvimento ou responsabilidade afetiva, se torna apenas uma máscara pra desconexão.
Não confunda posse, assinado como "relacionamento sério", disfarçado de "fidelidade". Fidelidade de verdade nasce do respeito e da escolha mútua, não do controle, da cobrança ou da anulação da individualidade. Relacionamento sério não é prisão, onde a segurança vem da imposição e não da confiança.
Conexão não é contrato. Um vínculo real não precisa de regras rígidas pra existir; ele flui naturalmente. Quando há conexão de verdade, não precisa assinar acordos pra garantir presença, lealdade ou amor, porque tudo isso acontece espontaneamente, sem necessidade de imposições.
Se controlar não é sinônimo de caráter, nem de espiritualidade.
Caráter e espiritualidade verdadeiros se manifestam de forma espontânea, na intenção real do próprio coração. Eles não precisam ser forçados, exibidos ou controlados, pois simplesmente são.
Não adianta fingir bondade nas atitudes se, por dentro, as intenções são egoístas, vingativas ou maldosas. O que define quem você realmente é não são as aparências, mas aquilo que habita dentro de si.
O coração revela sua essência nos momentos de provação, quando você é provocado, alfinetado, traído. É ali, no calor do momento, que sua verdadeira espiritualidade se mostra. Se sua reação imediata é o ódio, a revolta ou o ressentimento, mas você se controla apenas por medo do que os outros vão pensar ou fazer, então não está sendo sincero, apenas reprimindo quem realmente é para evitar consequências.
A verdadeira mudança não acontece quando você apenas controla o que sente, mas quando entende de onde isso vem e escolhe mudar. Não é sobre se controlar para manter uma imagem, e sim mudar por dentro, para que suas reações sejam naturalmente diferentes por fora.
Se uma pessoa comum diz algo e ninguém ouve, mas uma pessoa popular diz a mesma coisa e todos prestam atenção, então, na verdade, ninguém escutou de verdade, ninguém refletiu, ninguém compreendeu. Apenas deram ouvidos a quem tem "mais voz", não ao que foi dito.
Isso revela uma realidade sobre a forma como muitos absorvem informações: não pela essência da mensagem, mas pela influência de quem a transmite. O valor das palavras, para a maioria, não está no conteúdo, mas no status de quem as pronuncia.
Se aquilo que você dedica mais tempo te incomoda, você está perdendo tempo.
O tempo é a coisa mais valiosa que a gente tem. Por isso, ele precisa ser usado em coisas que realmente fazem sentido na sua vida. Se você passa horas em algo que não te faz bem, que te cansa ou te deixa triste, então você está perdendo tempo.
O tempo deve ser usado para o que você ama, para o que te faz evoluir, te deixa bem e dá sentido à sua vida. Quando você faz o que ama, mesmo que apareçam dificuldades, isso não te desgasta, e sim te fortalece. O verdadeiro valor está quando o que você faz combina com o que é importante pra você.
Quem tenta mudar as pessoas, o mundo, tudo, geralmente sofre,
porque está tentando mudar algo que já muda o tempo todo por si só, permanentemente.
A única pessoa, o único mundo, o único ser que pode ser mudado da maneira que quiser, no momento que quiser, é apenas a si mesmo.
O povo gasta um tempo enorme focando em políticos, sendo que quem realmente domina o país e o mundo são banqueiros e megaempresários (magnatas/filantropos). O povo acaba fazendo exatamente o que a mídia, financiada por esses mesmos indivíduos, deseja: agir contra os fantoches políticos. Nesse processo, o ciclo se repete e nada muda, pois o que de fato mudaria o cenário de poder seria a cobrança, a pressão e a ação do povo contra aqueles que realmente estão no controle: os banqueiros e megaempresários por trás do palco fictício montado pela política.
Enquanto o povo não enxergar que quem está no poder da sociedade e do mundo são os bancos mundiais, e não os fantoches políticos, nada vai mudar. O povo continuará sendo escravo até os 60 anos, continuará perdendo direitos, continuará sendo roubado, explorado, enganado, sabotado e controlado.
De qualquer forma, sua vida acaba e você morre.
A verdadeira questão é: você vai morrer fazendo a vontade dos outros, seja da família, dos amigos ou da sociedade em geral, ou vai morrer vivendo as suas próprias vontades, seguindo o que realmente sente em seu coração, o que realmente deseja fazer e viver?
A vida é uma única oportunidade de viver de acordo com a sua essência, e muitas vezes nos perdemos tentando atender às expectativas externas, esquecendo-nos de que o tempo não volta. Viver de acordo com os próprios desejos e escolhas, com espontaneidade, é o que verdadeiramente nos conecta ao sentido mais profundo da nossa existência. No fim, o que importa é saber que, ao olhar para trás, você fez as escolhas que realmente sentia vontade, não as que os outros esperavam de você.
Aqui estão algumas dicas para suas relações sociais:
Quem te ama, está presente em todos os momentos, tanto nos bons quanto nos ruins. O amor verdadeiro não se limita a momentos de felicidade ou de facilidade, ele se fortalece nos desafios e nas adversidades. Quem te ama se preocupa com o seu bem-estar de forma sincera, sem esperar nada em troca.
Quem só gosta de você, está presente apenas nos momentos difíceis, mas desaparece quando as coisas estão bem. Esse tipo de relação é superficial, e a presença dessa pessoa é mais motivada pela necessidade de ajuda ou apoio do que pelo carinho verdadeiro. Quando tudo está tranquilo, essa pessoa tende a se afastar.
Quem finge que gosta de você, está presente apenas quando tudo está bem, quando as coisas são convenientes ou agradáveis. Essa relação é marcada pela conveniência, não pela honestidade. Quando há dificuldades, essa pessoa se retira, pois o que realmente importa para ela não é você, mas a imagem que pode construir enquanto tudo está favorável.
Quem não gosta de você e nem te ama, está ausente em todos os momentos. Esse tipo de pessoa simplesmente não se importa, e a ausência dela não é sentida, porque o vínculo nunca foi genuíno. A indiferença é a característica mais forte dessa relação.
Para que tudo isso seja verdade, você não deve ter nada a oferecer além de si mesmo. Não é o dinheiro, o status, a aparência ou as expectativas que devem definir suas relações. Se você precisar oferecer algo além de sua essência, a relação é, na verdade, falsa, estratégica e interesseira. Relações baseadas em interesse não possuem profundidade verdadeira, pois o que importa é o que você é, não o que você pode oferecer.
Art. 6º É seu direito: a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, entre outros...
Ou seja, é direito. Se é direito, você não é obrigado a trabalhar para ter esses direitos!
Se você não tem acesso a esses direitos básicos de sobrevivência, tenha consciência de que está sendo descaradamente roubado, enganado e escravizado.
Conflitos internos constantes na vida (ansiedade, angústia, estresse, etc) estão ligados em três coisas:
A vida não sai do jeito que você quer – Se você tenta e nada muda, é porque ainda não mudou direito. Mas se mesmo mudando tudo, ainda não fica como você quer, então o negócio é aceitar. Porque tem coisas que não dependem só de você.
Traumas que passou – Se já passou, passou. O problema é que fica aquela coisa pendente na mente, aquela ferida que não fecha. E pra fechar, só tem um jeito: aceitar o que aconteceu. Não é esquecer, é deixar de sofrer por isso. Perdoar (os outros ou você mesmo) e seguir em frente.
Pressão do dia a dia – Pressão é igual bomba: se você não sabe lidar, explode. Se toda hora algo te pressiona e você não aguenta, tem que mudar – sair dessa situação, cortar o que te sufoca. Mas se mesmo mudando a pressão continua, aí o jeito é aceitar sem se abalar. Não deixar que te afete. Ser frio, indiferente, não ligar pra cobrança – seja dos outros ou da sua própria cabeça.
O que te segura? Medo e Zona de Conforto
Pra mudar ou aceitar, precisa de atitude e coragem. Mas o que trava você é:
Medo (de dar errado, de perder, de não ser bom suficiente).
Zona de conforto (mesmo sofrendo, é mais fácil ficar onde está).
Só você sabe o que te prende. E só você pode decidir se toma atitude ou se conforma.
No fim, a escolha é sua
Nenhum conflito some sozinho. Ou você toma atitude e muda, ou aceita o que não pode mudar. Mas uma coisa é certa: enquanto o medo mandar, você vai continuar travado.
A paz é o sentimento que vive em você sempre, em toda situação, a todo momento. Porém, existem situações nas quais você não aceita sentir paz - são aquelas que sua mente interpreta como "ruins". Então você nega a paz naquele momento e, com isso, sente a ilusão da angústia, que na verdade é justamente a paz que você está evitando sentir na situação difícil. Ao aceitar essa paz, a angústia desaparece, e o sentimento de paz permanece, mesmo naquela situação que antes parecia ruim.
Quando você finge ser o que não é pra agradar alguém, essa pessoa já significa algo pra você - e nem sabe que tá recebendo um você que não é verdadeiro.
Quem engana, primeiro se engana.
E quem se engana, nem percebe que tá caindo na própria mentira.
Quando você sabe de uma desgraça que acontece na sua sociedade e não alerta as pessoas sobre esse acontecimento, está colaborando indiretamente para que essa desgraça continue acontecendo com os outros.
Amor é dar, não receber;
Quem quer receber tem interesse em receber;
Quem quer dar não tem interesse em dar.
Que interesse haveria em dar algo sem exigir nada em troca?
Exigir receber é interesse;
Dar é amor.
A maior prova de que amor é dar está na morte...
Quando morremos, não levamos nada do que recebemos, apenas deixamos o amor no coração das pessoas que conhecemos, com quem compartilhamos e que amamos.
