Maria Almeida

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A melhor forma para se encontrar a si mesmo é perder-se dos outros.

Inserida por MariaAlmeida

Sou uma mulher meiga cercada de seres frios.

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O tempo perdido não é reciclável.

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Queria estar onde não estou agora.

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Os amigos verdadeiros deveriam ser para sempre amigos, mesmo quando tomam um outro rumo.

Eu vivo para Ele, porque Ele morreu por mim.

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Roubou-lhe um beijo e os seus olhos transformaram-se, profundos. Estendeu os dedos longos e enterrou-os no cabelo, puxando-o para si. Acariciou-lhe a face e ele aconchegou a cabeça no seu pescoço. Tinha o cheiro da fruta da primavera misturado com o da chuva de verão. Abraçou-o. Abraçou-o durante muito tempo. Tão repleta de si. Perdida para o mundo. Silenciosamente chorando o vazio onde o corpo dele estivera. Até ali.

Inserida por MariaAlmeida

Certas pessoas plantam pepinos e querem colher amoras.

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Mas ele não foi só, ela seguiu-o com os olhos da alma. Mesmo não sabendo que ele ia, ela amou-o livre e único. Depois que ele foi, ela guardou-o no coração e virou-se ainda mais para Deus.

O amor é eterno na paz e na guerra.

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Cada vez mais vejo os meus passos caminharem em direção ao inferno, mas vou indo, indo lentamente, devagar, devagarinho, para nele entrar de mansinho, sem armas, sem escudos, só eu, a minha fé, o meu amor, orando a Deus para ser o que tiver que ser, o que Ele quiser.

Inserida por MariaAlmeida

Não é o amor que magoa. São as pessoas que o ferem a ele.

Inserida por MariaAlmeida

Nasci original e originalmente irei morrer.
Não sou rascunho de mim e nem o pretendo ser de ninguém.

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Ciúme:

Ciúme é o receio de perder alguém e o desejo de conservar o relacionamento. Sentir ciúmes é parte da natureza humana. É visto por uns como uma prova de amor e por outros como um patamar de insegurança. O ciúme normal é uma manifestação natural e incômoda, transitória e baseada em fatos. O ciúme obsessivo impele ao controle total do outro, quer relativamente aos seus sentimentos, quer quanto aos seus comportamentos.

És tu o que falta em mim.

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Todos nós, independentemente do mais e do menos, temos o direito e a liberdade de nos relacionarmos com o mundo e com o que há no mundo.

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Fazes-me rir para o computador.

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Por um momento, a pancada insensata da bola misturou-se ao som de vidro a partir. Alguém olhou a manhã ainda quente do sol do dia. O primeiro elo num dia inesquecível. Mudar alguma coisa. Fazer a diferença. À volta, só um pouquinho. O segredo da totalidade da vida. Não mudar totalmente o mundo. Impossível. Uma pequena parte. Amar a família. Estimar os amigos. Ser fiel aos princípios. Viver bem e conscientemente. Estimular vidas por meio do afeto, da compreensão, da tolerância e do perdão. Coisas simples assim.

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Confio em Ti. Sei que não vais largar a minha mão, Senhor, quando todos me julgarem ao pensarem que larguei a Tua.

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Mesmo com todo o desencorajamento do mundo continuarei a amar.

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Ame mais. Ria mais. Ore mais. Perdoe mais.
Seja mais feliz.

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Suspirou profundamente. Havia um cheiro estranho no ar, a zumbir nos estertores da madrugada. Os quilómetros que correra tinham-lhe causado dores no peito. Talvez tivesse exagerado. Pensou em adquirir umas sapatilhas novas. Desatou o cabelo e fechou os olhos húmidos, reprimindo as lágrimas. Engoliu-as uma a uma, até ficar com os olhos secos. As suas emoções haviam-se descontrolado por completo. Horas atrás. Dias atrás. Fechou a mente e apoiou as palmas das mãos nos joelhos, tentando respirar pausadamente, ao ritmo certo dos pulmões. Fazer com que as pessoas a odiassem era fácil. Conseguir que o homem, a quem amava profundamente, a desprezasse ainda mais, era fácil. Difícil era lidar com as ondas que a percorriam dentro de si. Buscava forças dentro dos pleonasmos mais densos do coração, porque já havia tentado todas as estratégias que sabia, para esquecer. Era vital rapar o fundo do poço, dececionar, fazer e dizer coisas que não eram de si, até não restar mais nada e chegar à dor aguda, àquela que a rasgaria por completo, para depois a curar. Deixar doer até não suportar a própria dor, até algo se romper dentro dela. Sabia disso por experiência própria. Sabia exatamente qual era a sua posição. Olhou para cima, centrando o azul dos seus olhos no azul do céu, e o seu rosto suavizou-se. “Quando chegar a chuva”, pensou. Talvez, algures, o silêncio do lugar em que se encontrava, sempre delicado, lhe trouxesse a resposta da sua infância, nas asas leves e perfumadas das flores silvestres que a seus pés cresciam em abundância.

Inserida por MariaAlmeida

Ame com tudo o que há em si. Ame com a alma e com o coração. Com o riso, com os olhos, com as mãos. Ame e sinta o amor dentro de si, porque a vida – ah, a vida! – só tem sentido assim.

Inserida por MariaAlmeida

Saiu à rua. Sorriso nos lábios. Os olhos brilhavam. A alma resplandecia. As pessoas olhavam-na e ela correspondia. O bom dia brotava. A gratidão servia-se. Sentia-se bem. Sentia-se viva. Com o pouco que tinha. Com o muito que era. E Deus em si. Entrou na livraria. Escolheu um manuscrito. A dona elogiou-a. Ela sorriu-lhe. Saiu a cantarolar. Uma canção que sabia. O coração nas mãos. O bem que fazia.

Inserida por MariaAlmeida

Perdoa-me por seres tudo o que amo e o que quero.

Inserida por MariaAlmeida