Maria Almeida
Um concelho: não subestimes os pequenos detalhes, eles revelam-te a clarificação de todos os sentidos que te permitem a assertividade e a leitura de todos os sinais à tua volta.
Existe sempre um sentido, mesmo com as escolhas que fazemos e apesar das escolhas que nos são impostas.
Sermos nós mesmos não implica abalroar os outros. O respeito existe, eu gosto e diariamente faço uso dele.
O despiste das curvas da vida é sempre possível quando nos propomos corajosamente a usar as ferramentas que possuímos dentro de nós.
Não procure a lógica. Não sabe até onde é suposto chegar. Mova-se apenas pela confiança e pelo não controle. Mude, de forma clara e simples, e liberte-se dos padrões. Viaje na descoberta de um mundo interior, com um bilhete de ida e de volta. A sua vida fluirá de forma natural, com nitidez e perfeição, e perceberá que, harmoniosamente, nunca esteve sozinha.
Quando buscas a informação em profusão e aceitas a que te dão sem a questionares, principalmente se não surgir da fonte sobre a qual indagas, dificilmente conseguirás descortinar a verdade da mentira, e poderás incorrer num julgamento precipitado e muitas vezes injusto.
Quero mais, muito mais. Quero mais algodão doce, papagaio no ar, mais escalada nas árvores, mais sorriso na boca e banho de mangueira, mais fins-de-semana no mar, mais cinema comendo pipoca, mais lençol enrolado e abraço apertado. Quero viver sabendo que vivi e que nada deixei de viver. Quero, sobretudo, mais inocência no ar e mais verdade no olhar, dançar de pé descalço e simplesmente intensificar a minha já real felicidade e indubitável loucura.
Não importa o vento nem a sua intensidade quando acreditamos em nós e na nossa energia boa e positiva.
O amor alimenta-se de sentimentos profundos que originam palavras da alma e suscitam atitudes de coração.
