Julio Aukay
Provoca-me com os teus trejeitos indecentes que tanto me enlouquece
Insinua-se que entenderei as suas intenções para comigo...
Não ameaças com os seus desejos intensos
Venha pegar o que você quer!
Tua imagem sensualizando, desorienta o meu saber...
Você com certo exagero... Me instiga com um pecado gostoso
Fazendo com que o meu corpo trêmulo deseja o teu
Arrepiado e safado...
Me ajuda a me despir para que eu possa relaxar em teus braços...
Para que eu possa te provar as minhas verdadeiras intenções
Dê-me confiança! Deixa-me passear por seu corpo e descobrir
Os teus mais ocultos segredos...
Leio em seus olhos o quanto você me deseja
O quanto queres me descobrir com a tua
Língua quente e áspera;
Faça-me seu por um momento
Para que eu possa despejar
Todos os meus sentimentos
Indecentes em você;
Ainda que nós nos percamos um do outro
Não nos esqueceremos, pois a vida!
Há de nos dar outra chance...
De viver o que não vivemos;
O tempo pode até passar
E todos os dias as nossas
Esperanças se renovarão;
Para que tenhamos mais
Fé de que o amor é
Verdadeiramente eterno;
Será que um dia você dará conta do quanto eu gosto de você?
Que faria de tudo para te ter? E não controlo o meu querer...
Por você lhe entregaria o meu coração
Arriscaria para te oferecer a minha paixão;
Pois você é meu chão... Meu céu
E o meu infinito que sonho
Com gosto de mel...
Dê-me o seu amor ou o teu querer
Pois por você... Ah!
Por você entregaria tudo;
Você invadiu o meu mundo
E gravou em meu coração
Você somente você;
Não tenha medo do meu amor e nem se sinta constrangida
Pois os meus olhos podem estar intencionados
Mas o meu coração... Só querem te amar
Para todo sempre enquanto durar;
A saudade fora tanta que o meu abraço é completo
Minhas mãos não mais têm freios para se comportar
E apalpo todos os detalhes de seu corpo
Sou cuidadoso pelo o que é meu;
O meu abraço tem calor juntamente com o afago
Desordena a sua razão e te refaz com o meu amor
Mate a minha saudade! Mate a minha sede de você!
Permita-me invadir todo o seu ser
Seu querer... Para em um
Todo te ter;
A arte de seduzir é a magia de sorrir pela imaginação realizada
Ou pelo prazer alcançado sem pudor, mas desejado...
A modernidade da sedução do século vinte um
É a arte natural de fazer real o pecado um a um;
Seu pecado é angelical em um tanto que para os olhos de quem lhe admira
É inocente e suave desatando o errado da vida com companheiro ou não
Suas atitudes contagiam a quem por algum motivo banal não tem
Coragem de ser o que deseja... Rasgue o pudor e viva!
Não destrua o seu momento por vontades banais de se livrar do caos... Pois se lembre de que é do choque das estrelas que nascem outras estrelas...
Domine-me e seja o meu algoz... Castigue-me pisando o meu corpo de um jeito
Que te satisfaça... Maltrate-me para seu bel prazer...
Jogue-me em tua cama e com certa violência venha
Despir-me arrancando cada veste de mim;
Instiga-me com proporções pecaminosas
E mostre as suas indecentes e safadas
Mas nunca vulgares ao nosso momento;
O sobrenatural e o amor tem algo em comum
Pois os dois são um pouco difícil de entender
Complicado de ter e causa dor se não quer viver;
Te quero sem pontos finais... Sem mais e mais
Sem vergonha que tanto faz
Amar sem medo;
Sem vírgulas, nem menos do que possa ser...
Quero-te indecente que te faça desejável;
Enlouqueço com a sua maldade pecaminosa
E sedutora que transpassa o meu achar
Que posso me defender contra
As suas saliências;
As tuas atitudes cultas, porém safadas desatinam-me...
Restringindo toda e qual quer forma de opinar
Sobre o nosso momento pessoal;
Percebo já há tempos que os teus sorrisos
Se defendem de algo que mede
O que não acreditamos por
Si mesmo;
E com mais que nos fizesse ferir
Não queria os teus olhos assim
Tentando fugir de mim;
De nada mais vale sem você
Sinto falta da sua força
Para me ajudar a vencer;
Se improvisássemos um sentimento mais sincero
No qual entendesse um sentido mais humano
Para compreender as palavras de alguém
Alguém que não distorce o que eu falei;
Tenho a minha própria lei, errada eu sei...
Mas é do jeito que me acostumei
Explicar pra quem eu caminhei;
Como sempre em meus passos errei
Quem me modelou sem enxergar
A minha alma se defender;
Do teu cheiro mais suave que me marcou
Ficou em minha roupa um pouco mais
De tão marcante, te gravei...
Assim como o teu gosto;
Fez-se abrigada em meus pensamentos
Cegando tamanha inspiração
E fazendo muito intenso;
Sou seguro e tão incerto que quando erro
Ainda sim eu me faço correto;
Sou rebelde da vida e não recebo ordens de ninguém
Meus domínios são de mim e não tem refém
Busco agir da forma que defenda o meu coração
E o meu valor somente eu tenho a me fazer;
Voo por entre a minha imaginação
Para endoçar o meu coração
Mas ainda sim ando carente;
E é pela paz que fazemos guerra
Nossa vida é um tanto desleal;
Pelas lutas sem sentidos
De fardas e brasões;
