Julio Aukay
Eu te amo no passado do pretérito perfeito
Com a inocência de criança
Que me cabe no suficiente
Do meu coração...
Eroticamente a interação carnal de nossos corpos
É totalmente sem vergonha... Indecentemente nossos olhares
Se fazem sem pudor despindo os nossos medos
De escondem os desejos em pró;
Sem juízo lucidamente pela
Loucura aparente;
Nenhum filosofo precisou de formula alguma
Para escrever as páginas da vida
Com infinitas inspirações;
Nem um julgamento me importa, pois até beberei do veneno que me oferece...
Mas se não conseguir me enxergar pelas costas falar-te-ei o quanto incompetente és;
Sou o meu próprio coração, ferido de amor... Incrédulo da paixão, mas corajoso por tentar mesmo caído no chão;
No hoje a minha emissão é a propaganda do ápice
Sem previsão da etiqueta concebida que em boas
Maneiras substituiu a vírgula por reticências;
Aliás... Escrito ou falado, não haja um ponto final;
O verso declamado é o meu espontaneísmo...
Inspira-me ao ritmo que juntamente
A poesia se dá sentido à vida;
De certo um sentimento aleatório feito uma queda
D’água sem exagero em uma modernidade tardia...
Beira um coração que dá reticências no que queira falar;
Esperamos alguma dedução humana para que se tenha uma interversão sem tempo divino;
Acontecendo pelo início com ameaças de um meio para não ter fim
E as crenças de algum milagre fazem-se sem aviso de uma lágrima
Que talvez houvesse nome... Sem dinheiro e sem moral...
Me vendo ao lugar com alguma sinalização
Carregando nos braços um abandono
Que fez-me servir ao que não se enxergasse.
Chegue de mansinho e descubra as histórias
No qual aumente o tempo que nos falte...
Não esqueça-me dando sinais
Impróprio para se alimentar
De algum alívio de tristeza;
As minhas escolhas sempre foram péssimas a minha vida
E a minha vida sempre fora o suficiente as minhas escolhas;
O veneno que ingeri foi pensando
No amor perdido na minha frustração
Sim! Das flores que mandei só restaram os espinhos;
Não seja tão impenetrável
E não se sinta tão mal amada
Pois o melhor da vida
É se arriscar por algo;
Não estou furioso com as palavras jogadas ao vento
Mas pelo motivo que as fizeram o vento as levarem;
