Julio Aukay
O que se faz pecado ao entendimento?
O que é errado ou certo ao coração?
O amor é para ser demonstrado e não guardado...
Que, no entanto seja de formas e gostos;
Ataque-me com toda a tua ousadia deixando fluir todo atrevimento
Seja dominadora! Seja a minha rainha, me castigue com quiser...
Amarre as minhas mãos, no qual não consiga...
Defender-me! Mas me faça seu unicamente;
Provoca-me enquanto podes, mas se eu tiver uma única chance... Saibas que te mostrarei o quanto sou digno...
A rosa também é a sua intimidade e é a sua liberdade inocente, No qual te dá asas para deixar a sua imaginação voar;
Portanto solte-se de suas algemas, permita-se para que seu corpo encontre o refúgio necessário;
Os meus pensamentos em abstratos
Confundem o entender de quem
Não enxerga com o coração...
E julga com a cegueira
Adjunta redefinindo o entender
Pela sua própria ignorância!
Sei que não me abato e não me deixo entristecer pela falta de atenção
Ou pela falta do não querer, pois das palavras eu toco...
O coração com verdades de minha inspiração;
Perdida em seus próprios pensamentos
A tua fisionomia fala-me com
Certa confusão
Em vez de decisão!
Não se prenda
Não se abandone
Viva o agora!
Para que as suas desculpas
Seja apenas uma lembrança;
Tuas curvas conjugam os meus verbos da maneira que quiser
Da maneira que vier... Só não deixe de me conjugar
Com as suas curvas!
