Julio Aukay
Me enxergue a noite como se fosse o dia
E tenha a impressão visão ilusória com alta
Confusão...
Desejas que o tempo passe ou corra
Para me ver com precisão e não me deixar
Escorrer pelos dedos;
Não me importa se o passado não fora como queria...
O que realmente vai contar pra mim é se me trouxe benefícios!
Ou experiências boas... Ruins!
Meu coração pergunta sem rodeios?
_Valeu a pena? Colha seus cacos e aprenda
Com os seus próprios erros...
Eu me amo da forma que sou
Sonho com a minha felicidade
Por onde eu for;
E mesmo assim eu me amo
Por toda minha vida e com todo
O meu querer que se intensifica...
Me aqueço com os meus sentimentos
Enobreço o meu coração para que então
Eu possa oferecer paixão;
Cair faz parte da vida, mas ser derrotado é opção para os fracos de espírito...
O bom guerreiro não enxerga opções... Somente luta para conquistar a vitória;
Não me deixe ir... Posso nunca mais voltar!
Pois a culpa é saber que o arrependimento
Fora em vão... Quando na verdade valeu a pena;
Seu olhar meio que quase inteiro... Aveludado
Intencionado, malicioso... Sei que é pecado;
És bela e divina é o meu maior sonho que poderia ter...
Desejo beijar-te da cabeça aos pés;
Pois o prazer se torna infinito
E teus seios arrepiados de desejos
Ah... Como são lindos
Apetitosos e delirantes;
Moldada a mão da natureza
É o meu pecado vil e eu um
Pobre nato do amor...
Sou a tua presa em agonia
Eu morria de querê-la;
Uma boa noite repleta de boas vibrações e que o brilho da lua
Dessa noite tragam um fim de semana mais que maravilhoso
A cada um que estejam visualizando...
E o incenso da paz transmite a luz que falta em teu caminho
Realizando todos os teus sonhos...
Uma boa noite para você que tem um momento com Deus
E agradeceu o seu dia que ainda sim é o melhor presente
Que recebeu para provar que a felicidade não é só um sonho...
Se apegue a fé e a esperança para que a sua voz seja ouvida
E seu coração seja tocado e teu sono seja divino;
Uma boa noite!
Perdi as minhas asas
Feri-me com palavras
Não mais posso voar
Tornei-me um pássaro
Sem asas;
A minha dor é superficial
Mas mesmo assim dói na alma
E no fundo do meu coração;
Com minhas loucuras desenfreadas ponho em risco
O meu corpo trêmulo e enlouquecido de você
Balbucio os meus desejos junto ao teu corpo
Que vorazmente me fez escravo seu...
Ofegante e insano me entrelaça em teu corpo nu
Em abraços delirantes e bocas sedentas de prazer
Incendeiam nossas almas e o coração
Desfaleço em ternura e plenitude...
Mas que o desejo e o prazer tragam-nos
O sabor do néctar prometido
Produzido pelo prazer de amar;
O fogo da paixão indecentemente arde em mim
Desatinando a minha razão de fazer o que
Meu corpo quer... Acariciar-te
Amar-te!
O silêncio dos teus olhos me amedronta
A nudez de teu corpo suave e serena
Me agoniza...
Tuas mãos presas de mim
Dão-me impaciências
Mas o teu coração liberto
Me traz esperança...
Com tantas frustrações aprendi que o amor é necessário ser vivido
E não sentido com o mínimo de palavras que muita das vezes
É ilusória para com o nosso coração;
Não busco gozos alucinantes nem mesmo todo o universo
Somente a paz interior que para mim já é belo
Enlouqueço apenas co o teu calor
Com o teu corpo nu e um
pouquinho de amor;
Estremeço pelas promessas
Por fim morro se não cumpre elas
Tudo o que eu quero é um pouco
De prazer tem que ser perfeito
Mas tem que ser com você;
Deito-me para esperar você...
Esperar as tuas atitudes
Para provar o teu querer;
Por que! Por que! Por que!
Rendo-me as tuas necessidades minha bela majestade
Longe de mim conjurar minhas intenções erradas a ti
Cortejar-te-ei palas verdades e honras
Nas quais te dignifique pelo que és
E não pelo que tens;
Minha vida! Eu te ofereço e meu corpo
Pronto para lhe proteger;
Em meu punho a espada
Que simboliza a tua vitória;
Mas em meu coração
O sentimento que entende
O teu querer;
Não gosto de um amor inventado... Como a vida inventada
Na hipocrisia da invenção, no qual vive a uma nação;
Temos o vínculo da poesia de enobrecer o coração
Não é pelo fato de ser poeta que falo sobre atenção;
E sim pela sabedoria que a vida me concede
Pois o idiota nunca muda de opinião...
Não sou perfeito, erro quantas vezes forem preciso...
Mas não cruzo os braços e não me faço indeciso
Confuso eu não sou sem bem o que quero
Não me julgue pela capa entenda que sou sincero;
Fico em silêncio... Fico inquieto
Não é tédio... Não é falta de remédio;
Estou triste sem amor... Mas é claro sinto dor
Não é na veia... Nem na cabeça
E sim na alma... Por quem me deixa
Deixa triste e só... Que na verdade me deu um nó
Estou sem ânimo de me erguer... Me jogou fora
E nem sei do por quê?
Jogo-me por inteira perco-me no ar
Entrego-me a você para muito te amar;
Sou coragem no amor e reverso da dor
Não me ame pelo que tenho, mas sim pelo que sou;
Veja que não me doou pela metade
Tenha-me por inteira ou nem tente
Viver as minhas verdades...
