Joseni Caminha
A verdadeira felicidade é aquela cujo o sorriso brota do coração e não dá necessidade de mostrar que está feliz.
Não procure entender a vida, porque você pode passar muito tempo procurando respostas que não as encontrará e assim pede a oportunidade de viver.
Vivemos a contradição de uma busca obstinada no por uma felicidade construída em prol de saciar os desejos que são insaciáveis.
O que para você não tem sentido, pode ser o motivo que o próximo enxerga como a oportunidade de estar feliz.
A felicidade, muitas vezes, está muito perto, tão perto que não conseguimos enxerga porque estamos olhando para longe.
Quando passamos muito tempo olhando para a vida do próximo, esquecemos de ver como está seguindo a nossa e por isso não conseguimos enxergar que podemos ser injustos em nossos julgamentos.
Eu sonho com um dia em que os entes queridos não tenham necessidades de buscar suas realizações distante uns dos outros, onde o estar próximo seja o maior bem que possamos preservar, pois assim poderíamos garantir o maior proveito da convivência efêmera que a vida nos permite.
O absurdo do capitalismo é escravizar o homem ao consumismo, criando no seu âmago a ideia de satisfação diante da realização de desejos que não seus, mas de um mercado que precisa, cada vez mais, de consumidores para a sua sobrevivência.
O tempo é um amigo que resolve alguns problemas, mas não nos permite mudar o que já foi feito, entretanto, ao olharmos para trás, podemos fazer diferente mais adiante, pois o que passou é de extrema importância para nos guiar por um caminho mais satisfatório.
Na ansiedade da busca de ser feliz, esquecemos que somos um constante vir a ser, logo nunca seremos, assim, estabelece o paradoxo da ideia do ser, que nos coloca como completo, contrariando a nossa incompletude.
O consumismo imposto pelo capitalismo é uma necessidade implantada na calada da noite do subconsciente.
Não busque ser perfeito, pois a perfeição é carateristica de que está pronto e nós nunca estaremos.
A escola é um poço de contradições, onde a solução está no discurso que nunca se concilia com o ato.
O aluno que admiro não é o que fica comportado, mas o que se incomoda com o comportamento e se agita em busca das respostas para osseus conflitos.
