Jerônimo Bento de Santana Neto
2001 -
2025 do total de 2471 pensamentos de Jerônimo Bento de Santana Neto
Entre o flerte e a denúncia, resta a renúncia.
Quanto mais encantadora, maior a mora.
Vitimização como forma de dominação e controle da população.
A fragilidade e a vitimização usados como disfarces sutis de subjugação para tomada de poder.
Simulação de fantasias pode poupar-nos das armadilhas e riscos da realização.
Será que as mulheres desejam, de fato, abdicar do papel de "mulher fatal", frequentemente associado ao patriarcado?
A política pode moldar as estruturas da sociedade, mas não alcança a enorme complexidade da subjetividade humana.
Patriarcado combatido no pátio, curtido no quarto.
Informações em demasia podem acabar na terapia.
Fertilidade é natural; maternidade, vocacional.
Desejo é natural; o casamento, social.
No que tange às relações humanas, o mundo não era melhor; éramos crianças, distantes dos dilemas do universo adulto.
Não é a classe, o gênero ou a origem, mas o caráter que define a verdadeira essência de uma pessoa.
Não vim mostrar minha cruz, mas ajudar a acender a luz.
Lugar de fala pode dizer tudo, mas também pode não dizer nada.
Minha mente não se encaixa em uma caixa apenas, pois se faz, refaz e se desfaz constantemente.
A virtude está na atitude.
Lutamos em vão em meio à divisão.
Divididos no mesmo barco, seguimos sem solução.
Enquanto a divisão prevalecer entre os que estão no mesmo barco, não haverá solução.
O movimento identitário erra ao excluir o solidário.
Impedir a voz de alguém com base no lugar de fala, na vivência, no fenótipo é restringir o debate, transformar a experiência individual em dogma e estimular a divisão, enfraquecendo a busca por soluções na base da pirâmide social.
Meu lugar de fala: Branco, pobre, favelado, deficiente... que gosta de gente que gosta de gente, independentemente de vivências e fenótipos.
Antes de tudo, seja sua rede de apoio.