Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida 14
Sabe, uma prosa contigo e tal.
Perseguidos tantos.
Coagidos aos cantos.
Falo diretamente.
O que fere psicologicamente.
Claro, a natureza de situações.
O homem, a força e a fragilidade.
Contudo.
Covardemente algumas artimanhas.
Causando pressão, pânico, depressão.
Desqualificando, oprimindo, humilhando.
Diagnósticos mil.
Remédios, drogas, mundo febril.
Aiaiai, por trás da política social.
Tecnologia, bem e mal.
Ciência ousada.
Todo coração.
Todo tribunal.
Esquizofrenia, ansiedade.
O câncer da maldade.
Quem e como provocaria.
Atente aos sinais e frequências.
Ouvidos em eloquências.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida 13
Um homem, um rapaz, um menino.
Uma galáxia feroz.
Enigmático povo.
A terra é perseguida.
Tal ela ferida.
Quem são, ou é o algoz.
Aiaiai milenar espíritos.
Tantos deuses adorados.
Ciência avançada.
Tecnologia cobiçada.
Religião e política.
Bicho de sete cabeças.
Ferindo, deprimindo, coagindo.
Sim, o que causa tais enfermidades.
Ansiosos e depressivos.
Vou falar, pelo mundo e no Brasil bipolar.
Eu, você, cuide do teu quintal.
Grite socorro, se preciso, estenda no varal.
Pra Deus ouvir, alguém invisível está a perseguir.
Sinais e frequências, tantas tendências.
O pânico, o medo é um começo, que eles vem a persuadir.
Giovane Silva Santos
Targeted individuals
Alguém sabe o que é um indivíduo alvo.
A poesia fala.
Como uma bela donzela.
Como do Juan elegante.
Ele, ela, cabeludo ou calvo.
A seta não mira paixão.
Não fala de coração.
Embora sentir e pensar.
O contexto que venha a embaralhar.
O canal da emoção.
Indivíduo alvo.
Pessoas perseguidas.
Oculto como e porque são escolhidas.
Cor, famílias, formas hereditárias.
Sorteadas, sempre ameaçadas.
É um contexto complexo.
Muitos sabem, participam.
Algumas coagidas, a necessidade se faz anexo.
Muitos covardes e cooparticipadores desse esquema.
Causando danos, depressão, pânico.
Câmeras ocultas formando vítimas.
Teatro de rua e fabricação de vozes.
Impedindo que alguns cidadãos tenha vozes.
Política, milenares religiões, tecnologias apertando botões.
A ciência é perigosa, experimentos artificiais.
Vítimas tantas.
Quem olhará por esta herança.
Mundo, Brasil, nação.
Pulverizada ansiedade, grande conspiração.
Diga quem sabe, o que realmente causa.
A grande depressão.
As teclas que enganam, ativando a frequência da programação.
Giovane Silva Santos
Targeted individuals
Vale indagar
Como é de fato.
A escalada ao topo do congresso.
Tanta informação na rede.
Todo tipo de relato.
Cada estágio, barganha, o povo pagando ingresso.
Ordem que é bom neca, que caro progresso.
Como é de verdade.
A derrota.
Do morador de rua.
Da cracolândia.
Dos perseguidos.
Inocentes feridos.
A propósito.
O jogo militar.
A inteligência milenar.
Pelotão de frente.
Escondidos, comendo gente.
Quem pode dizer para esse leigo rimador.
O que a árvore de Sete se tornou.
Jogo da história.
Nem mesmo a cruz contorna a memória.
Em algum lugar deve estar armazenado.
O martelo do tribunal.
A ordem do homem.
A ordem do céu.
Quem fez da vida esse escassel.
Que dor.
Pecado.
Homem.
Olha o grande cavalo branco.
O mundo, sangramento e pranto.
Que ódio tem.
Que raça.
Eles, quem.
Irmãos Jafé, Can e Sem.
A cruz do deserto.
Quem gritar Jesus.
Entra no trilho e pega o trem.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida 18
A caixa de jogos.
Tabuleiros diversos.
A terra, o ouro, ardilosos perversos.
Viajei na infância, quando uma caixinha dessas ganhei.
Eram tantas opções, uma delas lembrei.
Joguinho de perseguição.
Conhecem o ludo.
Peões, castelo, casas e trilhas.
Hoje o mundo, aliás o mesmo de ontem imundo.
Peão derrubando peão, bem cansativo e cheio de traições.
Expertise, aliados para conspiração.
Enfim, vida complexa.
Variante perversa.
Privação de liberdade.
Tecnologia e maldade.
O tripé político, científico e religioso.
Do que é bom, do que é enganoso.
Quem causa pranto e dor.
O reitor.
Dessa vida humilhante faculdade.
Giovane Silva Santos
O preço do mundo moderno
Revolução industrial.
A luz.
A escalada pelas modernas pirâmides ornamentais.
O homem, o templo de cristais.
Desprezo, se grita ou se come, tanto faz.
Atrativos cruzeiros.
Usinas, magistrais luzeiros.
Mineração.
Chão.
Petróleo.
Perfuração.
Metrô, trem.
Corredor.
Túnel.
Pontes, Niterói grande construção.
O trigo sumiu.
O pão.
As grandes máquinas.
Sinais viajando de Marte a lua.
A grande obra do homem.
A ciência, uma política de magia.
Se resolveu o pecado do homem.
Hummm, olha a tecnologia.
Que fabrica perseguição.
Que causa depressão.
Segunda guerra mundial.
Veja de lá a magia.
Quem sabe bem antes.
A guerra das civilizações.
Eu sei, que de todo canto invasões.
Leitura de mente.
Picada de serpente.
Ativa se programação.
Vou bater nessa tecla.
Quem sabe o tribunal desperta.
A grande revelação.
Uma elite no luxo.
Enchendo o bucho.
Muitos nascendo, crescendo, vivendo o tormento, a tribulação.
Nada sobrenatural.
O homem científico, político, religioso e tecnológico.
Detém sórdida maneira de manipulação.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida 19
De um povo heroico.
Penhor da igualdade.
No seio a liberdade.
Como conquistar, oh braço forte.
O hino ainda em construção.
Libertação, pátria amada.
Precisa se desafiar o peito a própria morte.
De um sonho intenso e esperança.
Que não foge da luta.
Como combater essa labuta.
No grito de independência ou morte a cruz sagrou.
Hoje o verde perseguido, as margens dos rios correm perigo.
Muitos inocentes sofrendo castigo.
Minha segurança com PT na cintura.
Oh fuzil, oh amargura.
A riqueza da Terra é o colete a prova de bomba.
Mas as portas se abriram para os sinais.
Antenas multifuncionais.
Chips na veia.
Ciência, tecnologia formando uma teia.
Política e religião tomando ceia.
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas.
Giovane Silva Santos
Onde está a verdade
Afinal.
O que o presidente sabe sobre as vacinas que o povo não sabe.
Onde está o bem, onde está o mal.
Médicos franceses rasgando diploma.
A besta.
Grafeno.
Nanochips.
O que tem essa trama.
O domínio do mundo.
Um vírus letal.
A origem em oculto.
Adentrando o mundo.
Vida artificial.
O que é ser livre e independente.
Soberania.
Ora, ora.
Quem realmente governa o Brasil.
Quem está por trás do carnaval.
Um faz de conta.
A riqueza trimendissional.
Nas mãos de poucos.
A multidão passando mal.
Medonha a vida robótica.
Mas...
Quem é que humilha e massacra toda uma gente.
Quem é dono da patente.
Eu sei que a oca é do índio.
O tronco é do negro.
A humilhação é da classe proletária que limpa o cocô do país.
Enquanto a gravata vende a alma e empina o nariz.
Alguém consegue me dizer.
Vivo mais 80 anos.
Mas não quero morrer.
Antes saber.
Quem é a semente do ódio e da maldade.
Dê me condições oh pai.
Que seja também anseio do semelhante.
Eu e tu adiante.
Cortar a raiz.
Plantada neste país.
Que causou, causa tanto desastre, massacre e devaneio.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida 20
Exportação, importação uau.
Magnífico mundo moderno.
Tão grande hemisfério da ciência.
Vejamos a plenitude global.
A guerra cambial, mercado financeiro.
Dólar internacional, e mais de mil dinheiro.
Brasil nacional, Brasil estrangeiro.
Independente, asas, povo liberal.
Alegoria, o tronco virtual.
A moeda, o Chicote, o sinal.
Tão dimensão, não dá pra descrever.
Tantas artimanhas.
Tantas barganhas.
Até um drone mosquito pode lhe ver.
Ora, ora, a mente lê, como prevê.
Alienado mundo artificial.
O que contém na veia.
Roboticamente.
Paralelamente.
Viajando nas nuvens.
Comunismo, Socialismo, Capitalismo.
Política, tecnologia, religião cientificamente.
Ismos que massacra gente.
Giovane Silva Santos
Individuos invisiveis
Bom, talvez a tecla venha funcionar.
Batendo diariamente.
Como um prisioneiro usando a mente.
Na tecla orar.
Oração de vários segmentos.
Cavando, cutucando.
Buscando, tentando.
Juntando fragmentos.
Desatar esses tormentos.
De onde vem, como se dá, qual a condição.
A mistura cientifica tecnológica religião.
Além da política.
Conspiração.
Geração.
Sociedades secretas.
Globalização.
Controle da mente.
Pressão.
Pânico eloquente.
Humilhação.
Danos.
Ceifano a vida de gentes.
Jeremias, Jeremias, é disso que estou falando, essa minha maneira, a poesia invocando, 33:3.
Revela me.
Revelando.
Do oriente ao ocidente.
O que tramita nas linhas meridionais.
Trópicos e pontos cardeais.
Tabuleiro de troncos e ocas.
Pirâmides ancestrais.
Acenda a luz, abre a porta do porão.
Quem é o anjo da revelação.
Aprisione senhor a mente destes marginais.
Giovane Silva Santos
Como funciona a sociedade
Por favor, alguém poderia dizer.
Um leigo, um cego que nada vê.
Se nada sei, este que fala, material nada tem.
Responda, porque sou perseguido, no trilho da minha vida, por esse governo trem.
Aliás, quem é o governo, quem governa, quem pilota a máquina nação.
És livre Brasil, só que não.
Infiltrados.
Os vingadores.
Soldado do futuro.
Capitão América.
Quem assistiu essa sessão, secção.
Se tem alguma mente brilhante.
Puxe a espada de tandera.
Redes informativas, olho na televisão.
Penso que chegou a era.
Sou anseio de um tempo de espera.
Antes da grande tribulação.
A nudez do homem lobo.
A grande revelação.
Se a ovelha é inocente.
Presa e violentada por lobos indecentes.
Oh, desde já, libertação, salvação.
Outrossim o martelo, a espada.
Triste geração se condenada.
Inocente.
Enquanto o lobo devora tudo.
Brincando de chave.
Escravizando gente.
Giovane Silva Santos
Quem é quem no jogo do bicho.
Na corrida o quênia, xitara ou a gazela.
Errou, o leopardo é a fera, como leões na savana, o mundo artmanha, tantas presas vulneráveis.
E os tigres felinos, seria ofensivo os babuínos.
Crocodilos de toda espécie, a serpente, a sucuri, quem inventou o jogo, afinal queria engolir.
Dezena, centena, milhar.
Mísseis, plutônio, arma nuclear.
Se brincar, até os insetos.
Mosquitos subliminar.
Drones nas águas, na terra e no ar.
Ninguém ver os bichos invisíveis.
Sinais, o som, a frequência que ninguém consegue enxergar.
A ciência tecnológica.
Alguém pode acertar.
Politicagem e religião.
Tem pombos, gafanhotos, víbora e ladrão.
Jogo do bicho homem.
Que tristeza.
Pode dá zebra.
Uma loucura, coração e cabeça.
Sem contar os dinossauros e dragão.
Obstinados caçadores de baleia e tubarão.
Chipados em satélites modernos.
Que bicho corre na veia.
Aranha, homem, teia.
Giovane Silva Santos
Os vingadores do passado
O filme que todos estão inseridos.
A história de toda civilização.
O pecado.
A condenação.
A primeira morte, irmão, irmão.
Juramentos e alianças.
Adoração.
Traição.
Atravessaram a era da pedra, do bronze e do ferro, a grande industrialização.
Recomeça sete, noé, destruição.
Enfim, a paz, três irmãos.
Só que não.
A briga só começou.
Por terras diferentes o povo tramitou.
A cultura, maneiras de vida diferente se criou.
Junto o ódio aumentou.
Irmão com irmão.
Tudo se misturou.
A ira, a mágoa que se guardou.
Escravizados, sim, irmão escravizou.
Pra cumprir a palavra, em que um povo Deus amou.
Veio Jesus e a todos santificou.
Porém, sem, can, jafe não lebrou.
Hoje, ainda, muitos feridos e perseguidos.
Inocentes, templo do Espírito consagrado.
Coração de Cristo.
Graça e cruz.
Bens violados.
Eu, tantos, entre judeus, cananeus.
Infelizmente ateus, arrependei amados.
Pois a ordem mundial.
Tanto faz mau.
Vingadores do passado.
Giovane Silva Santos
O historiador que ainda não surgiu.
Sim, este que ainda não descobriu o Brasil.
Pedro Alves Cabral.
Ficou com a moral.
E o índio, onde está o pergaminho.
Tribos e tribos.
Idiomas tantos.
Artes, cultura.
Onde estão os velhos livros.
O que esconde a história.
O registro da memória.
Milenar geração.
A pergunta que não quer calar.
Historiador, onde tá tu, pode nos revelar.
Quem é o indio?
Talvez o negro, desde o Egito, sabe contar.
O que esconde.
Raça pura.
Grande mistura.
Irmãos tão diferentes.
Ramos de toda gente.
Sete, Noé, uma só gente.
Se a terra escrevesse um diário.
Nos contasse cada passo.
De onde veio cada genuíno traço.
Triste saber, que da Terra, pela Terra, sangra o campo.
Tempos e tempos.
Bombas, espadas, sinais nos ventos.
Pranto e vingança.
Herança.
Tronco, chicote, prostituição, perseguição.
Escravos e senhores da nova geração.
Historiador, venha revelar.
A saga do tempo.
Irmãos.
Civilizações.
Tormentos.
Nem mesmos os reis israelitas.
Os imperadores romanos.
Não foram, até hoje capaz de sanar.
A dor do semelhante.
A cada variante.
Artificialmente o homem lobo do homem insite em tragar, violar, massacrar.
Pronto, mais uma vez historiador, a semente moderna, de onde parte a raiz que nasce o ódio, de que familia é esta planta, onde está, estão localizados, quem manobra a palavra santa.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida 23
Quem importa com a chegada da morte.
Se o percurso existe luta.
Ainda que em prantos e sangramentos, sem a sorte.
O procedimento de uma labuta.
Enquanto a sociedade contempla status.
A identidade do povo embriagada na luxúria.
Muitas escolas e lares.
Desenhando pomares.
Mas a real, amarguras.
Inveja, ódio, tempos, vingança.
A promessa, a terra, usura.
A conquista, o feito.
Se acontece, de qualquer jeito.
Na força, na ciência, na pressão.
Opressão, a mente sofre, a dor no peito.
Jogo de paciência e calma.
Famílias indiferentes a famílias.
Massacra o corpo, risadas tuas aos meus prantos.
Mas juro como canto, inocente na fauna.
Roubastes as profundezas do bolso e do riso.
Mas não entrego a dignidade de minha alma.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida 21
Quão maravilhoso e perigoso.
O tabuleiro da história.
Relatos tantos, escondidas tantas memórias.
A identidade do Brasil.
O corpo que resistiu.
A quem antes de Cabral residiu.
Qual a verdadeira história do índio.
E o negro, homem bicho, bicho homem no navio.
Qual as relações das correntes.
As de ontem, as de hoje, quem vê, quem viu.
Meu pastor e meu padre nada fala.
Os sinais, as frequências, as vozes.
A ansiedade e a depressão coagida.
Escravos da nova vida.
A pobreza submetida.
Quem tem a coroa da ciência.
Quem causa doença.
Tronco sem medida.
Aiai meu lombo.
43 anos de quilombo.
Brasil, desde Cabral, arrombo e violência.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida 22
Quem sabe, quem detém.
Não se trata de segredo.
Sim, enredo.
A minha vida e a do povo também.
Registros de vidas.
Mesmo antes de Cabral.
O índio que aqui entrou.
Datas, registros e canal.
Espiritualidades e religiões.
Tecnologicamente, cientificamente.
Vai se moldando as multidões.
Qual o teor das vacinas.
Das partículas, ondas, sinais e frequências.
Na veia viajando.
Segredo e engano.
Quem revelará, libertará esse jogo profano.
Giovane Silva Santos
Cadê a Doly
Ovelha artificial.
Essa pecaria.
As filhas da ciência e tecnologia.
Doly, Doly, Doly.
Será que os chips.
Terão sua prole.
Uauauauaua.
Robocop.
Homem de ferro.
A fase dos transformes.
Proteja pai eterno.
Alimentar alumínio.
Chumbo, aço e metal.
Que loucura pelo domínio.
Caminhando para o exterminio.
Sim, o desumano homem mau.
Crianças diferentes.
Observastes minha gente.
Um ar de mistério.
Seria o selo, trombetas, grandes sinais.
Qual a frequência que a criança antecipa o falar.
Quem são as cobaias.
As bestas em experimentar.
Quem robô a natureza.
As ondas, o som do má.
Robou robô, mar má.
Bom pensar.
A frequência de rádio.
A unidade ocular.
Nano já era.
Yocto, iota, pesquise já.
Além da imaginação.
A ciência, temperatura em ebulição.
Sabes o dominio por Espírito.
Diversa religião.
Podem desenvolver o sinal mais eficaz.
O processador mais veloz.
O jogo de sinaps e a energia escalar.
O comando das artérias.
Veia milenar.
Homem feroz.
Algoz.
Que é capaz de produzir vidas em laboratórios.
Usando o próprio homem cobaia, mesmo que precise matar.
Sabe quase, quase tudo.
Do semelhante.
Não sabe amar.
Giovane Silva Santos
Homem máquina
Hardware e softwares.
Vacinas, chips, injeção.
Homem, máquina, programação.
Qual mais veloz a luz ou o som.
Enrgia de tesla e o novo tom.
A frequência binária.
Extraordinária.
Toda uma gente comendo das modernas artes.
Cientificamente, tecnologicamente, todos fazendo parte.
Euforia frenética, aceleração do pensamento.
Confundindo, religião, manobra politica de tantos.
Será que o homem também fabrica o Espírito Santo.
A bagagem do homem mau.
Pastagens e, é grande curral.
Gado marcado.
Maquinas de todo jeito e de todo lado.
Preto, branco, amarelo e salpicado.
Intriseca sabedoria da fé e do sobrenatural.
Cansativo, exaustivo a sociedade capital.
Se a máquina não come, porque o homem tem fome.
Emaranhada artimanha, o homem criando ratueira para o semelhante.
Intrigante inteligência artificial, irracional.
Giovane Silva Santos
O mundo escondido
Seria, teria a tecnologia escancarado.
Canais tantos, internet, tv, a informação na mão, um teclado.
Olha, uma visão, opinião, percepção.
A verdade fragmentada, 10% revelada.
E o restante.
Bem.
Interessante.
Como de fato se deu Brasil.
O antes, história febril.
Segredos, povos, famílias, grupos, sociedades secretas, mais de mil.
O que sucede.
O que procede.
Do que se antecede.
As terras.
O ouro.
Incoerente ganância, religiosidade, uma tremenda dança, que o teor desumano, grande não se mede.
Fatos, contradições, senhores e escravos, revelações, escavações.
Mas as verdades e fatos.
Quem detém o poderio.
O computador da manobra.
A orquestra das famílias.
Intríseca, intrigas.
Sei, muitos se vendem, se entregam.
Enganam, aniquila e massacra o semelhante.
A verdade é, a faca de caim continua amolada.
É perigoso ofertar o sangue e a alma para o eterno poderoso.
O homem má, ardiloso, odioso.
Espreita, fere, persegue os inocentes, veemente, ferozmente furioso.
Giovane Silva Santos
O grande jogo
Sociedade secreta.
Ordem mundial.
Apocalipse.
Eleição dire ta.
Plano letal.
Tribos, diversidade, um povo escolhido.
O que está claro, o que está escondido.
Grande escalão.
Povo oprimido.
Povo bandido.
A mistura da colisão.
Onde estão os escritórios da manipulação.
Quem é inocente.
Quem sabe e é independente.
Quem sofre e sente.
Quem é o lixo sujo, dono do podre jogo, que engana e mente.
Tribunal sanguinário.
Que julga pelas vias do ódio.
Desumano dinossauro.
Que provoca esse rebuliço de sangria, fome, humilhação e tanta dor.
Ideologias de nomeclaturas.
Mas a real.
É sangue.
É carnificina.
Uma coleção de pejoraçôes.
A dor, oficina.
O diabo, o homem satânico.
Causa depressão.
Causa pânico.
O cavalo branco.
Poderia pisotear.
Sela o perdão.
Giovane Silva Santos
Reality, a grande trama
Armas tantas.
Biológicas.
Tecnológicas.
O gigante arcaico canhão.
Deus, deuses, religião.
Câmeras ocultas.
Várias espécies de vigia.
Que atravessa as paredes da escuridão.
Que navega pelo dia.
A viagem na veia.
Os invisíveis chips.
O som, a luz, a energia.
Jogo de orquestra vips.
Ar, água, Terra, a grande teia.
Israel, palestina, o mundo espiritual bombeia.
Algozes, ferozes.
Geração, pós geração.
Segredo, sistema, escravidão.
O mundo artificial.
Privacidade, liberdade, violação.
Reality, a grande trama.
O mundo nu.
Aos olhos da enganação.
Bem.
Sei quanta tormenta eu e outras tantas vítimas.
Que preparemos para o grande tribunal.
Quanto vale a alma do bem e do mal.
Giovane Silva Santos
Porque me persegues
Ora, ora.
Qual o propósito chave.
Que intento de constrangimento.
Me envorgonhaste tanto.
Regozija ao meu sofrimento.
Sou eu insignificante.
Falho.
Pecador brutal.
Homem, contudo foi quebrada a chaga do mau.
O sangue do cordeiro que a mim limpou.
Quando meu coração sangrando.
Todo pecado confessou.
Até ao que não pratiquei.
Sim, quando maldade não levei.
Sangrei.
Chorei.
Paguei.
Tu, porquê queres a mim aprisionar.
Porque persegues a mim humilhar.
Tanto fere e continua acusar.
Quem tenho eu.
Nada vejo para invejar.
Porquê me persegues.
Meus caminhos procura bloquear.
Diga, diga Saulo de tarso.
Que tamanho embaraço.
Igreja, ciência, religião, política.
Que regaço.
Saiba.
Não foi princesa Isabel.
Não foi Labão.
Não estou nas garras da lei.
Filho não sofre pela pregressa geração.
Não admito essa zombaria maligna Saulo.
Foi Cristo, libertou e deu perdão.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida 24
Da vida, qual o rumo do destino.
Cartas marcadas.
Quem desvendará as ciladas.
Arapuca armada.
Brasil, gente, povo, família, eu menino.
Da cor, da indiferença, do exemplo quem já sofreu.
Vive as circunstâncias.
A intolerância.
Poder, dinheiro, arrogância.
Cientificamente, tecnologicamente.
Tenho dito frequentemente.
O jogo político e religioso.
Saulo continua no rumo de Damasco.
Olha que ele veio até Macarani.
Que diga minha dor, meu lombo açoitado.
Vejo o povo ferido.
Levando alma de mendigo.
Eu pergunto, o que estes Saulos tem visto em mim.
Perseguindo, coagindo e acusando.
Sujeito profano.
Morro eu, ou cais tu do cavalo, isso terás fim.
Minha alma e meu sangue, misericórdia Deus tem de mim.
Giovane Silva Santos
Pequeno e frágil
Ossos de vidro.
Pensamentos soltos nos ventos do deserto.
Veias, artérias vulneráveis.
Presa fácil, dentes ferozes estão por perto.
Coração ingênuo.
Uma mente relapsa.
Sonhos e devaneios.
Pensamento do todo.
Um nada, produto do meio.
Gado de abate.
Uma fruta amarga desprezada.
O pato feio do rebanho.
Se é normal, nem sei.
Um gosto estranho.
Como pulsa.
Porque respira.
Tão covarde.
Medonho.
Insignificante.
Parece a condenação de Caim, errante.
Jogado no matagal.
Afogando nas marés.
Sufocado pela tempestade.
Tão profundo o peso do defeito.
Qual seria a balança.
Que mediria o equilibrio.
Ébrio de tormentas.
Meu peito.
Meu corpo.
Minha alma.
Indice alto de rejeição.
Que o inferno não aceita.
Mancharia até a imagem dos deuses.
É que este aspecto sem graça.
Desfalido.
Abandonado.
Gemido.
Prantos e sangramentos.
Aniversário por aniversário.
Sufocado, grito, gemidos.
Giovane Silva Santos
