Giovane Silva Santos

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⁠O que é o Brasil.

Uma estrela cobiçada.
A verdade ainda não revelado.

De uma gente.
Aliás, quem são.
Variadas tribos, espécies, um clã.
Sem, Jafé e Can.

Tesouros e segredos ocultos.
Do oriente, da herança africana.
O nome Israel, que retrocede a Jacó, enganador

A ciência, tecnologia e religião não mudaram de nome, ainda se chamam Jacó.

Onde está a verdade, por onde se flutua as águas, o ouro, o tesouro, a fibra ótica, o sinais, os sinapses tecnológicos da frequência lunática.

Quem é esqueleto ósseo, carne e órgãos, sentidos misteriosos, ora, inteligência artifial, emaranhado e tal.

Afinal quem é dono desse jogo tribal, tudo, todos embalados nessa trama.

Esquecem até do amor de Cristo.
Oh Terra, do índio misterioso, a China, a menina de Deus, Israel Judeus, Hebreus, quantos faraó vive, baal, orixás, axexê, mortes nos terreiros do ódio.

Espelho e espelho meu, o sangue Santo de um Judeu, reflete a verdade, tira a escuridão desse filho teu, clamo, este filho de um negro, do segredo da manobra, Hebron, o tom, TERA, vamos lá, quanto vale, 1, 10 por cento de esforço, ou tudo, cem, 100, Sem, invoco a ti com meu sangue no alto é tudo que este filho tem.

Giovane Silva Santos

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⁠Qual o nível dos segredos.

De Deus.
Entre a técnica milenar das civilizações x intelecto das modernizacões.

Teor de medidas, o bits difundido IOTA, YOCTO, 01010, qual o grau do tempo, latitude, longitude, atitude, o segredo obscuro.

Nas ocas, nas pirâmides, no vale do silício, nas cidades Russas ocultas, a Nasa, A lua, Marte, seria um mundo Kamikaze, o intelecto e atrevimento do homem é um desejo suicida do mundo.

Certo.
As taças.
As trombetas.
O selo.
A serpente, o leão.
Que mente tem o profeta João.
Uaua.
Dores, tribulação.
O bits do Oriente ao Ocidente será conspiração.

Uma vida robótica.
Japão.
Arroz, grão.
China , Butão.
Que não duvide da Índia.
Que não duvide do índio.
Da mulher.
Do mugido da vaca.
Na verdade a poesia sonha.
A poesia é uma Biblia.
A poesia ama Cristo também.
Se a promessa é de Sem.
Cam, o negro também.

Estrela de Davi.
Estrela da constelação.
Estrela do útero de Maria.
Estrela da modernização.
Do Sobrenatural.
O clarão.
A luz que tira a enganação.
Estrela albina, pardal, parda menina, negra, negão.

Giovane Silva Santos

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⁠Mito x verdade x engano
As câmeras do céu ligada.
Os olhos dos homens se arregala.
A informação viaja.
Terra, povo, nação.
Arcaico, pré histórico, criação.
A bíblia verdade ou utopia.
Qual a verdade.
Tribos, magia.
Homem, energia, tecnologia.
Mito, a natureza grega, que se agrega.
O canibalismo, o homem sem informação.
Acampamentos e tribos satânicas.
Inocentes povos, sim ou não.
A tecnologia, que trafega como magia.
Da Terra à lua.
Partículas invisíveis surreal.
Não são capazes de esclarecer a verdade real.
Televisão gente.
Celular ultra, super, surreal.
Á máquina que vê e fala.
Projeto insano.
Quão imenso, intenso.
Continentes de Mito.
Continentes verdade.
Continentes engano.
Oh sangue Santo.
Que revela para mundo.
Que todo plano.
Do homem má, profano.
Claro na mesa.
Deus, levanta o pano.
Giovane Silva Santos

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⁠Criação, informação, contravenção.

Sim, bem ão.
Muita, e muita enganação.
Brasil.
Se brincar encontra.
A verdade afronta.
Nerdes e mendigos.
Que fingem não ter abrigos.
Possuidores de bens.
Será, seria.
Alegoria, invenção.
Não.
Laranjas.
Testa de ferro.
A ilegalidade no berro.
Boiada da contravenção.
Jogo do bicho.
O povo rifado.
Unidade, dezena.
Milhar, centena.
Quem crê joga.
Ou reza uma novena.
Escroto jogo da vida.
Quem é a lei, o juiz o policial.
Meu Deus.
Deixe eu enxergar.
Essa escuridão letal.
A que eu viva e não entre no jogo do mal.
O homem, o engano, tribo, povos.
No mato e no asfalto.
A verdade, civilização, escancare no jornal.

Giovane Silva Santos

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⁠Enganos, Brasil cala, poesia fala.
De repente um cidadão.
Corre desesperado.
Pede socorro, em vão.
Ao redor, um jogo de engano.
Quem está envolvido.
De que é movido.
Uma tremenda podridão.
De certa forma.
A nova maneira de escravização.
Manter o indivíduo refém.
O estado desgovernado nesse trem.
Dinheiro, poder, status social.
Ciência, tecnologia, religião, política e escambau.
Meu filho bate na porta da psicologia.
Vai mais afundo na psiquiatria.
Algemado pela química.
Argumento que o órgão não recebia.
Bom dia bom policial.
A prova, xarope, jogral.
Tenho que desenhar.
Ainda assim.
Sentir.
Conspiração em espiral.
Juízes, advogados.
Quantos e quais.
De ponta a ponta.
De todos os lados.
Gang Stalkings denunciados.
V2k, tecnologias em massas.
Leitura da mente.
Olhos invisíveis violando a gente.
A magia real, Brasil, os enganadores.
Conjunto e patente, inimigos parentes.
Sociedade corrupta e indecente.
Giovane Silva Santos

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⁠Terras brasileiras estrangeiras, oceanos de enganos.
Instituições, gente, estado.
Uma linhagem de engano.
Civilizações e o plano.
Tecnologia, ciência, política e religião.
Uma viagem na história.
Uma burlagem na memória.
Escravos e uma modernização.
Perseguidos.
Coagidos.
Ameaçados.
Socorro seu Zé, Maria.
Juízes, doutores, psiquiatria.
Injeção de corrupção.
A química de enganação.
A tecnologia.
Olhos em todo canto que vigia.
Computador, celular, televisão.
Uma viagem de sinais.
Diretamente a nudez da mente.
O pensar nas mãos dessa gente.
Somente o martelo sobrenatural.
Todos irão ao tribunal.
Estes que a alma está entregue ao diabo.
Violando, entregando o semelhante.
Vivendo Brasil, no engano letal.
Giovane Silva Santos

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⁠Vivo, porquê confio.
(Salmo 74 de Giovane Silva Santos)
Vivo, porquê confio, oh poderoso Altíssimo, embora sei da existência de mazelas e miserabilidades, enfermidades e contendas em lugares e entre povos, uma gente sofrida e à mercê da sorte, assim resistem muitos, alguns entregam e outros ceifam a própria vida.
Digo amado Jesus, como é difícil o menosprezo, a indiferença, o abandono, a turbulência ganância que faz sucumbi a pureza, fazendo do homem perseguidor do semelhante. Contudo creio, de certo e verdade há razão respaldada pelo céu, perante tudo que se dá na Terra, creio na transbordante benevolência, misericórdia do Deus único soberano, que embora seja o homem febril em atitudes, aborrecimentos constantes, ainda assim tende a jorrar do mais fino precioso amor, ao que pelo majestoso Jesus, nos concede oportunidade de renovo, de provar das tuas promessas, creio, assim seja, outrossim, além incalculavelmente maior e mais do que eu possa imaginar, poderoso dos filhos de Noé, da fé Abraâmica, da pureza da mulher em Maria, do filho perfeito Jesus Cristo, que voltou ao mundo, este sujo e covarde, minha natureza do homem pecador está neste contexto e tens colocado a mim, o mundo e a bagagem maldosa no crivo da balança da tua misericórdia.
Sou eu, que as inquietudes sufoca minhas emoções, a ti suplico teu olhar, invoco abertamente, tenho sentido a fúria da perseguição, se olho ao lado ferido sou, se vejo por trás apunhalado, por baixo o furor inimigo, se tento seguir em frente, o oponente cria barreiras de espinhos, muitos são os que a mim espreitam, tentam me condenar, rabiscaram meu coração, vendaram meus olhos, açoitaram minhas pernas, tentam confundir meu entendimento, acusam me maldosamente com calúnias e difamações, tentam ceifar todo intento do trabalho, profetizaram alma de mendigo.
Veja, assim clamo a tua piedade, revelo me humildemente, examine até mesmo as gotas de sangue que do meu corpo se expeliu, veja o que cada partícula tem a falar, é dolorido em demasia, é sufocante, tentam implantar a depressão, oh meu Jesus, permaneça em mim, teu Santo Espírito, não tenho desejo de maldade e nem tão pouco contendas, contudo, é do céu que o homem é dado conhecer o real poder, poderoso Altíssimo, levante tua santa espada poderosa, justa e misericordiosa, detenha o furor destes que a mim perseguem, que maquinam o mau, a que eu não seja egoísta, seja o Senhor que peleja ao inocente desprezado, ao inocente humilhado, ao inocente perseguido, ao inocente necessitado, veja Senhor, minhas falhas, a que se encontre contestamento, receba meu coração que se rende a ti, pois reconheço a tempos, és tua majestade que governa todo intento do homem, da criação.

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⁠"A elite boçal, navegando no enganoso mundo manipulador, são as variações tecnológicas, científicas, políticas e religiosas, sinais vivos enraizados energicamente no contexto social, marginal que sepulta Brasil e brasileiros."

Giovane Silva Santos

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⁠“Viver esse objeto que conota a vida, salgado é o preço que se paga, ora, todo ciclo social, é uma bagagem, que para ser normal, mudo, cale se.”

Giovane Silva Santos

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⁠“Confesso que não entendia muito dos goles mundanos oferecidos, hoje, um pouco mais adentro, cada gole ainda mais nojento.”

Giovane Silva Santos

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⁠“Sou triste quando existe em mim preconceito, indiferenças, vergonha do meu próximo, demonstro quanto eu mesmo sou desprezível.”
Giovane Silva Santos

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⁠“O status social, sim, tramitado pela prata e o ouro, faz se segregação entre as pessoas, o título da sociedade é preconceituoso, tortuoso, pernicioso.”
Giovane Silva Santos

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⁠“Porque não nascemos a enxergar, que o reto coração, que o caráter ordeiro, torna se um baluarte, tal edificado torna se nós.”
Giovane Silva Santos

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⁠“O status da sociedade moderna tipifica ouro e prata como moeda de caráter, oh quão pobre sou eu perante esse olhar.”
Giovane Silva Santos

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⁠“Trilhar caminhos por pedregulhos e espinhos é uma tarefa quase impossível aos pés nus, mas é no senhor que espera os calçados.”
Giovane Silva Santos

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⁠“Os prazeres e as necessidades estão subordinados a render se a vida profana.”
Giovane Silva Santos

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⁠“Onde há um domínio de engano, sujeito está a juízo profano.”
Giovane Silva Santos

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Clamo porquê tenho esperança.
(Salmo 75 de Giovane Silva Santos)
Oh pai amado, mestre Jesus, sangue Santo, Espírito de vida, em seu nome, pelejo meus clamores, chamo, não tenho vergonha, pois é claro em redes sociais que grito, invoco, humilho me, suplico, de rostos ao chão é que prostro meu coração a ti Altíssimo, incalculável, poderoso, infinito e único, Senhor da posteridade de Sete, da continuidade de Noé, da fé Abraâmica, de um povo escolhido, do amor genuíno do perdão, da igualdade, da santa misericórdia, benevolência e da espada justa.
Confesso, estou exausto, acuado, sentimento de rejeição aos quatro ventos, do Norte flechas, do Sul agulhas, do Leste espinhos e do Oeste açoites de chicotes, do Oriente suporto garras ferozes, do Ocidente bússolas desorientadas, as linhas que cortam os continentes decepam meu Espírito, as águas do oceano a mim sufoca.
Mas é em ti, no Santo nome do céu, todo poderoso, que clamo, não se aparte de mim, dê mim a serenidade, coloque nos meus lábios tuas intenções, tramita em minha mente tua sanidade, revista me com tua fé, pois referido é meu temor, sabendo que sozinho sou espreitado por Abutres e Chacais, Ienas ardilosas, crocodilos que abraçam até a morte, pior que calafrios assolam.
São 43 anos, oh pai, examina de minha parte este escrever, pensar, agir, este meu coração que sangra até mesmo ao adormecer, os prantos da minha alma que sente saciado com tua presença, não mais me importa que peça do tabuleiro serei, peão, bispo ou rei, é do teu Santo Espírito, que suplico, tê-lo-ei.

Inserida por giovanesilvasantos1

⁠Quem provoca confusão

As partes.
Quantas são.
Do equilíbrio e das agonias.
Quantos planetas Martes.
Dias de enganação.

Quem está no contexto.
Quem provoca o medo.
Quem se vende por um tostão.
Alma milenar.
Diga me.
Todo esse enredo.
A vida é o manifesto da atitude de cada dedo.
Ou.
Ou uma grande conspiração.

Nota de 3 reais esparramada.
Das elites, das comunidades.
Aonde está a verdade.
No discurso do pastor.
Na história do avô.
No padre e na sua homilia.
Quem propõe, quem humilha.
Está por trás, entre ou dentro de cada família.

Que mistério profundo e surreal.
Esse Brasil.
Essa tecnologia, magia.
Religião, ciência e tal.
Sequelas e cicatrizes.
Filhos mil.
Brasil.
Que, quem, nós e vítimas de efeito colateral.
Culpado ou inocente.
Povo, gente.
Como é, quem é o tribunal.
Martelo indigesto.
Pelo sangue de Cristo protesto.
A quem interessa, nos livre do juízo mal.

Giovane Silva Santos

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⁠Brasil interrogação.

O que é o Brasil?
Quem é o Brasil?
Quem são de fato os padrinhos?
Quem são os catequistas?
Os instrutores da honra?
Os negros, os desbravadores indígenas, o lobby europeu?

Afinal, quem poderá descascar essa carrancuda fruta.
A laranja astuta.
Quem usa quem nessa luta.
Clara ou fajuta.

Afinal quem é o português?
Judeus, bola da vez.
Se ciscar a história encontra mais dedos que o pé de galinha apresenta.
Oh Dom Pedro.
Sua mulher Austríaca Leopodina.
O terreiro brasileiro é um sapateado.
Hienas, chacais, Abutres, todos fatiando os destroços provocados por leões ferozes e covardes, abatendo as presas vulneráveis e inocentes.
Que diga, quem sente.
Os filhos de Noé saíram da arca, flutuaram o mundo e aqui acaparam se com suas tendas.
Entenda.
Contenda.
Oferenda.
Poucos, penso que 10% faturando a renda, fortuna que a honra não se venda.
E nós, eu, meu povo sofrido quase 90, seja por cento, seja milhões.
Lamento.
Colchão de pluma , de água.
Nós ao leo,.
Rebento.
Relento.
Banguelo.
Escória.
Quem é quem
Quem persegue quem.
Branco, negro ou amarelo?
Vamos combinar.
Quem souber diga a min.
Se eu souber.
Revelo.
Emaranhada corrente.
Nu, quero ver cada elo.

Giovane Silva Santos

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⁠Um pouco de poesia e vida 11

Oh, quanta dor.
Quanto sangramento.
Cicatrizes de toda cor.
Perseguidos e feridos com vigor.
Vidas, vida, lamento.

Meu sangue é de uma terra de Santa Cruz.
Meu coração como de tantos mil.
Dolorido pranto.
Uma ilha de desencanto.
Santo.
Pau Brasil.

Herança conturbada.
Bíblia.
Espiritualidade arma perigosa.
A prisão do Egito.
A palavra que colocou o homem maldito.
Que dor eu sinto.
Como gemeram os ossos de Cristo.

Porque a lei grita.
Ignora a graça.
Torna beber a Terra em taça maldita.
Afinal.
Essa gente.
Esse povo.
Passe o pente.
De que galinha vem cada ovo.
Ordem cronológica.
Ordem científica e tecnológica.
Bata o martelo desse tribunal.
Revele senhor.
Quem é quem.
O que é a ordem mundial.

Giovane Silva Santos

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⁠Psiquiatria/tecnologia

Medo, perseguição, pânico.
Síndrome, armação oculta ou engano geral.
O que, qual.
A esquizofrenia.
As vozes.
Telepatia.
Intra sons ferozes.
Meu caro bipolar.
Lestes tua mente.
Qual a frequência das lentes.

Antes, antigamente.
De Moisés foi sinal abrir o mar.
Hoje, subentende, subliminar.
Marte, lua, luar.

Satélites modernos.
Poeiras no ar.
Uauauau.
Boderline, depressão.
Na veia, o que pode viajar.
A besta abrindo caminho.
Oh meu Deus, volte ao tempo do pergaminho.
O planeta quer suicidar.

A ansiedade.
O câncer.
A mente aprisionar.
Dou teu filho a filha de quem.
Quem possue algo tem.

Grande caçador Nirode.
De celular em celular.
Chips e chips.
Sinais pelo céu.
A torre de babel.
O homem novamente a desmoronar.

Vem logo Jesus.
Colocar as peças do jogo na caixinha.
Ou esparrama as peças dessa dama.
A trama desse xeque.
Jogadores de pileque.
Judeus, cananeus, Amaleque.
Tira o pano.
Jogo romano.
Eu que não sei de nada.
Dou me por inocente.
Diga e revele a toda gente.
Quem tá jogando.
Armando.
Humilhando o semelhante.
Templo, laboratório ou escritório profano.
Espada de tundera.
Dê me visão além do alcance.
Comi o pó rebolando.
Que a maldade dance.
A espada da justiça alcance.

Giovane Silva Santos

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⁠Os dinossauros invisíveis

O cruzamento do leão com a serpente.
Dragão com rinoceronte.
Lobos sorridente.
A baleia assassina.
O grande tubarão branco.
As feras soltas, imagina.
São tantos os gatilhos.
Bestas feras.
Um oceano de crocodilos.

Mas.
Aliás.
Ninguém vê.
Como poeira inteligente.
Um robô inseto no meio da gente.
Dígito binário em cada teia.
Orquestrada em frequências.
A energia de Tesla.
O que viaja em cada veia.

Sinapse, pensar, emocionar.
Neurônios na medida artificial.
Quantos homens Doly.
Quem sabe o que é cada proly.
Uauauau.
Os monstros carnívoros do novo milênio.
Estes modernos.
Pervertidos sexualmente.
O ouro a prata em sua lente.
Dinossauros capazes de sentir raiva, furor, inveja, ganância, vingança e causar carnificina.

Meu lombo, minha mente, meu bolso, minha emoção.
Que o diga minha visão.
Você não os viu.
Muito mais de mil.
Famílias inúmeras, será possível.
A Terra geme, orquestrada por esses gigantes invisíveis.

Giovane Silva Santos

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⁠Atentado contra vidas

O que muitos sabem e não diz.
O que a sociedade esconde.
Quem omite, diga isso fiz.
Quem propaga.
Quem é que paga.
Uma gente sofrendo.
Malfeitores em bonde.

Depressão artifial.
O pânico e tal.
Um teatro preparado.
Causando terror.
Deixando a vítima alucinado.

Deveras venham muitos adoecer.
Na teia que o inimigo insiste em tecer.

Do que digo, do que falo.
Da opressão, da humilhação.
Das pressões psicológicas.
Das armas tecnológicas.

Cadê polícia, lei, justiça.
Psiquiatria, psicologia, como reagem a esta esteiria.
Diria.
Fatores genéticos.
Algo diferencial.
Sua mulher lhe largou.
Morreu alguém parental.

Ingenuidade.
Enganados.
Duvido tanto.
Omissos, cooperadores de tanto pranto.

De bolso cheio.
Ninguém sente a dor do alheio.
Que louco esquizofrênico, tome remédio.
Interne esse que causa tédio.
Reféns são famílias por aí.
Se vocês não estão nem aí.
A verdadeira loucura continuará atingindo.
Você não está livre.
Aliás a consciência de cooparticipadores.
Verás a causa destes fatores.
A modernidade.
A depressão dos computadores.
Vítima, entre tantos, meus ossos gemeram dores.
Horrores.
Amargo sabores.
Traições, dissimulação, muitos envolvidos nessa grande conspiração.

Giovane Silva Santos

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⁠Um pouco de poesia e vida
Daqui pra frente.
Eu, poesia um enfrente.
Essa tal democracia.
Essa tal liberdade.
Seria fantasia.
Uma proposta de alegoria.
Sacanagem, a suposta harmonia, da cruel sociedade.
Vou ser de fato contundente.
Uma lei, um estado que não protege sua gente.
Ciência, tecnologia e religião.
Barganha, escuridão, perseguição.
Um jogo, uma trama política, famílias, o que há por trás dessa conspiração.
Logo mais, mais um vídeo, que acham, consciência em prato limpo, ou ele , prato cheio, de sujeira e condenação.
Giovane Silva Santos

Inserida por giovanesilvasantos1