Giovane Silva Santos

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⁠Brasil: emaranhado e tumultuado mundo transparente
Aqui meditando que porra louca é esse mundo, cheio de escândalos profundo, transparente e escondido, um mundo surreal, o semblante do meu Deus, o oposto satânico marginal, de tudo se experimenta, a mais doce criatura, a inocência de uma criança, da mais vasta lambança, a malícia mundana, a matança genocida, uma orquestra pejorativa, meu Brasil, que seus filhos habitam em morros, favelas e periferias, estrangeiros nos grandes bairros centrais, fingindo de inocentes estrangeiros nas bacias de riquezas, que dia a reserva raposa do sol no Acre, o que dizer de um simples cidadão nordestino, com documentos surrupiados e um montante de empresas abertas por imigrantes chineses, duas empreiteiras nacionais degoladas e as licitações reféns de empresas estrangeiras, esse corpo de importações que nos faz pagar pela moeda corrente externa de alto valor e o real que recebemos pulverizado pela miséria, meus irmãos, cidadãos, povo brasileiro se posicionando por figuras fugazes, falo do retrato que todos enxergam, a profunda desigualdade de uma população, se não tem comunhão, não tem vida, elite sem visão que atende um padrão de teor umbilical, dinheiro, poder e carnaval, nesse emaranhado, tudo tumultuado, que não ignore minha gente, tudo isso e muito mais que se encontra transparente.
Giovane Silva Santos

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⁠“O tão almejado diploma de medicina, engenharia, direito... não vence o certificado de ética, caráter e integridade.”
Giovane Silva Santos

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“A autenticidade da personalidade lhe faz tramitar entre, mas a retidão lhe faz além.”
Giovane Silva Santos

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⁠“A escola é veículo de auxílio do aluno, mas a vida cotidiana é que forma o homem.”
Giovane Silva Santos

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⁠“O bom professor enxerga a dificuldade do aluno e não desiste dele, melhor, o faz sentir capaz.”
Giovane Silva Santos

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⁠“Ser bom em um mundo mau é o desafio do mortal.”
Giovane Silva Santos

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“Perdoar, entender, persuadir os conflitos é sinal de sensatez.”
Giovane Silva Santos

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“O homem está sujeito as grades, sempre que der vida ao medo.”
Giovane Silva Santos

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⁠“O bom e o mau estão sujeitos a queda, mas somente o que luta consegue ficar de pé.”
Giovane Silva Santos

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⁠Brasil: A natureza do homem e a do eleitor brasileiro
É verdade, é bíblico, o homem se inclina para o mau, a natureza material, carnal, porém eu diria que dentro de cada particular uma mudança, um giro em cada ser, sim, possível, uma alma serena e boa, por um motivo caótico se rebelar, tornar se um porra louca, tão quanto um sanguinário marginal, compadecer se pelo espírito, render se a purificação, aderir a sensibilidade e entender o perdão, está aí sempre à disposição, morrer e nascer ou morrer e morrer, e nossos caros eleitores, colhendo dissabores da cabal ignorância, que me tenha o perdão , com a exceção de um e outro cidadão, mas a sociedade é corrompida, o meu pão, o meu pirão, a minha paixão, esquerda até a morte, direita sem sorte, um centro como faca sem corte, o ideal, o anseio, o brio escasso, se compra me faço, e o estado, ora esse vira bagaço, regaço, porém estás a multidão a reclamar, murmurar, minha bolsa, meu socorro, mas não entendem, se aperta o gatilho do faz de conta, se não compreende a dor do semelhante, se não querem entender, aprender, educar, o destino é febril, ninguém sabe o que será do Brasil, que sangra por 500 anos, tonando o leite e mel em uma tormenta sem fim, o que será de você e de mim, do meu e do seu fiim, do seu e meu netin, eleitor pode começar a reagir, senão a morte chegará antes do fim.
Giovane Silva Santos

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⁠Brasil: contexto filosófico, político e social
Ano de atividades eleitorais, é verdade que o mecanismo é aborrecedor e muitos preferem a se curvar pela negação participativa, mas essa plenitude é onde se registra o capital principal de todo andamento e ornamento das demandas estatais, palpitar, votar, calar, manifestar o descontentamento, e agregar quem sabe um pensamento ou um conhecimento de causa, mas uma verdade não se pode negar, vimos à tona um fundeb a se votar, necessário é verdade, mas não crucial, pois a envergadura está mais embaixo, e no feito de tanto despacho, a educação esculacho, não sou eu que falo, o ideb relata, os dados assustam, e machuca quem lida de frente com a situação, educação, consciência, estruturação, a família, a inclinação do homem pela desarmonia dos bons fatores, se a vida espiritual alimenta a direção fértil do caráter, por que o dispêndio pelos aromas de carnaval, não poderia martelar noite e dia, a que se precisa entender, organizar as famílias, a que o caráter venha aprender, não se pode machucar as criancinhas, constituindo jovens rebeldes e algozes do destino, oh, meu Deus supre cotidianamente a natureza precária do homem, mas a desobediência consome, e tudo torna se preocupante, meu povo, liberte se aquela águia de voo rasante, para renovar, criar, libertar, onde tudo possa ir além da fala política filosófica, que o povo seja uma eficácia no socializar no tocante em aprofundar e intrometer nas razões que equacionam as necessidades, que o meu Brasil possa experimentar vida.
Giovane Silva Santos

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⁠Brasil: o confronto das partes
Quem tem razão, direita, centro, esquerda, cada qual com sua opinião, embora o buraco é mais embaixo, onde vive a verdade, quem ama de verdade, ou tudo isso é bobagem, a política é vida ou fantasia, é necessidade ou alegoria, em xeque a democracia, a soberania necessária calada, a liberdade uma incógnita, o que gera tanto ódio, poder e dinheiro a elite no pódio, e minhas criancinhas não vão aprender, da cadeia estrutural, a família com moral, toda escala social com voz, aliás a quebra da desigualdade feroz, eu sofro as chibatadas no lombo, reles pitacos e continuo como o povo dando milho aos pombos, mas o contexto da sociedade é porão, medo e escombros, muito se tem a entender e aprender, enquanto isso sofrer a quem não saber viver.
Giovane Silva Santos

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⁠É possível
É possível que eu sonho.
É possível que continuo sendo nada.
É possível que o cenário torne mais medonho.
É possível que eu seja colorido como Brasil.
É possível que eu seja uma voz febril.
É possível que a loucura me tome.
É possível que a insanidade Seja sua.
Por tornar a vida nua.
E que a esperança some.
Pois a solução é sua voz.
Com os anseios mais ardentes.
Conhecer do processo.
Ajudar o progresso.
Estrutura de uma gente.
Aprender e entender.
Embasar cada ponto.
Pois se na minha face existe lágrima.
Deixo a poesia como um conto.
De vida e de fantasia.
Do que se inventa e viaja.
Falo da mente que parece devaneio.
Mas guarda a verdade do anseio.
Uma realidade mortal.
A vida irracional.
Um curral.
Tal qual aprisionados ficamos.
Quando aceitamos.
Sermos lobos de nós.
Tumultuar e confundir o grito.
Não permitir emergir.
A natureza da justiça e construção.
Entre o que sonha e o que se propaga.
A ignorância trazendo amargura.
O país não se cura.
Enterra a sabedoria.
Cria a se a loucura.
Isso quando o povo recua.
A verdade fica nua.
Pior sem reação.
A elite louca.
Enche os lábios sorrateiros.
Faz planos ligeiros.
Ouço.
Fazer do Brasil um carnaval peculiar.
Para a ganância continuar no palco.
O povo ficar a dançar.
Essa poesia vem do alto.
E diz.
Grita.
Agita.
Espinica .
Porque sua vida e o Brasil sofre assalto.
Giovane Silva Santos

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⁠Salmo 31
(Giovane Silva Santos)

1.Bem sei eu que experimentei tua ira.
A espada da justiça corta feito lâmina de fogo.
Sim oh senhor.
Digo isso porque fui ferido.
O destino não respondeu se o inimigo se apoderou.
Mas acredito que és tu absoluto e dono da vida.
2.Fui eu uma criança inconveniente.
Um jovem aborrecedor.
Um adulto intransigente.
Nunca, nunca entendia o valor dos teus passos.
E guiado pela vaidade e cegueira juvenil.
Aborreci a ti senhor.
3.Minha mente quase não suportou.
Tamanha vergonha.
Como tua ira é rigorosa.
Abateu me como uma presa acuada.
Os anos consumiram a liberdade da voz.
Foi um verdadeiro massacre psicológico.
4.Não mais consigo enxergar o significado de respeito.
Á auto estima se reflete negativamente.
Oh altíssimo.
Não posso cobrar.
Não posso exigir.
Por isso eu suplico a tua misericórdia.
5.Enfermo e cheio de sequelas eu permaneço.
Ainda que sei do meu desmerecimento.
Pois o pecado me toma diariamente.
A minha inclinação carnal.
Minha natureza fraca.
Incapaz.
Acampa meu corpo na larva de fogo.
6.Porém altíssimo.
Entendo que a cruz verdadeiramente tendes oferecido redenção.
Foi o sacrifício vivo que nos mantém vivos.
Jesus é o sangue de vida.
Por todo amor, este que me vejo incapaz de praticar.
Então humilho me senhor a ti.
Venha tua piedade e mostre me teu espírito.
Espírito de vida e gozo.
Onde a retidão pode ser praticada.
Ensina me com teu espírito de poder.
Mover me com tua força.
Andar nos teus desígnios.
Somente o Espírito Santo misericordioso.
Compassivo e benigno.
Anseio.
Chamo.
Invoco.
Clamo.
Suplico.
Humilho me a que venha teu espírito sobre mim.
Examina me senhor.
Veja aqui se há um vazio que possa entrar o teu espírito.
Que eu aprenda sobre a fé.
Que eu persevere na tua direção.
Para que veja a minha sinceridade.
Sozinho não consigo contemplar a tua graça.
Oh altíssimo, socorro e refúgio.
És tu que tudo, tudo podes e executa.

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⁠Salmo 32
(Giovane Silva Santos)

1.Meu Deus, meu conforto, minha direção.
Oh altíssimo que propaga a bondade do oriente ao ocidente.
Santo, santo é teu nome.
Poderoso de Israel.
Diante da desobediência do mundo.
Ainda assim compadece de muitas nações.
Mas é verdade também que muitos sofrem.
Existem muitos a margem da dificuldade.
2.A fome.
A miséria.
A peste.
A guerra.
As constituições ferozes de poder.
O dinheiro ditando regras.
As desigualdades.
Faz até muitos se indignarem.
Muitos recuam ao teu nome.
Muitos não acreditam nas tuas promessas e bênçãos.
3.São tantas enfermidades que se abatem.
Teu povo carrega a dor do pecado.
Muitas vezes a cegueira causa febre.
A ignorância e intransigência acusa as nações.
4.Mas acredito na tua criação.
Todos teus feitos.
Milagres.
Libertação.
Transformação.
5.Sei que a justiça é o fino ouro do coração.
Também sei que o amor é teu significado.
Mas nós.
Nós humanos somos uma carne abominável.
Somos a indecência e rebeldia.
Somos a fraqueza escancarada.
Esse pecado que habita em mim e no meu irmão.
Seja senhor vencido.
Com teu Espírito.
Tua misericórdia é contemplada.
6.Seu amor é real.
Eu acredito no novo.
Renovo.
Transformação.
Reconstrução.
Reestruturação.
Restauração.
Então o pai altíssimo.
Não só a mim, mas a todos que lhe chamam.
Encontro um mínimo motivo para saciar a sede.
Ache um vazio para que entre teu espírito.
És tu amor misericordioso.
Compaixão e Piedade.
Precisamos da tua clemência.
Falo do que conheço de mim.
Falo da natureza do homem que habita em mim.
Falo de um mero pecador.
Receio que os meus irmãos são semelhantes.

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⁠Salmo 33
(Giovane Silva Santos)

1.Oh pai de amor, justiça, misericórdia.
Vidas e vidas que são restauradas.
O pão que abastece o órfão.
O socorro para a viúva.
2.Anos se passam.
O homem continua eternizando uma dura natureza.
Que se inclina ao pecado.
Que machuca os semelhantes.
Que se rebelo contra os preceitos celestiais.
Também a própria natureza nos fazem fracos.
Os lares em desordem.
Muitos desastres nas famílias.
3.Porém teu poder majestoso.
Que faz o homem capaz de concretar sobre as águas.
Que faz o homem desafiar o ar.
Capaz de colocar o homem adentrar a intimidade do sopro de vida.
Tanto, tanto é teu adorno sobre o homem que este o faz cego.
Muitas vezes a ciência ignora tua palavra.
O alcance tecnológico trilha o homem ao poder.
Incalculável é tuas bênçãos.
Mas grande também é a arrogância de nossa natureza.
4.Sei que os sonhos e devaneios desequilibram o homem.
Mas também sei que apesar do tudo, muito mais ainda pode fazer.
Meus Deus, sabendo eu que és verdadeiramente o infinito.
Não está ao alcance de nosso conhecimento teu poder.
Humildemente pleiteio ter a tua migalha que me fartará.
Olhe para este que clama e reconhece tua grandeza.
Incapaz eu sou, sozinho eu sou barco à deriva.
5.Tu senhor, frustra os planos inimigos.
Prospera no deserto.
Apresenta saída quando tudo parece perdido.
Liberta o oprimido do cativeiro.
Então senhor, aos meus 42 anos de dor.
É que anseio, chamo.
Suplico teu Espírito.
Que ouço falar desse gozo e vida.
Que marcha para o altar com ousadia.
Espírito de coragem.
Oh senhor, será que não sei eu pedir.
Seria eu incapaz de alcançar.
Será o pai, oh altíssimo, ao nome de Jesus, santo, santo.

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⁠Vale tentar, errar, acertar
Tudo a partir do sonho.
A mais louca história.
A mais dolorida vitória.
Vencer o cenário medonho.
Tenho dito na minha reflexão.
Vale ressaltar.
Vale tentar.
Vale errar.
Vale acertar.
Apenas uma opinião.
Meditar na reclamação.
Avaliar a murmuração.
Não vale perder a fé.
Não vale recuar.
A esperança mantém se pé.
Quando motiva se a sonhar.
Lutar.
As guerras da vida podem ser permanente.
Muitos não podem parar.
O desafio é impaciente.
E tal vida a cuidar.
Um sonho a sonhar.
Bom.
Que seja assim.
Um Deus à acudir.
Uma chance para se redimir.
Sim.
Pois a natureza que nos cabe.
É a que se sabe.
Intransigente, rebelde e pecaminosa.
E para remediar essa ervinha danosa.
Abrace cada qual a cruz.
O fardo é de peso individual.
Cada um alcance o devido grau.
Paz, amor, gratidão, justiça e misericórdia.
De acordo ou não.
Acreditando no peixe ou no pão.
Ou se rebelando contra o perdão.
Sonhe.
Tente.
Seja valente.
Imitar a Cristo é a batalha mais desafiadora possível.
Mas no seu, nosso intimo incrível.
Na medida mais cruel de uma parcela.
Existe milhares que vencem essa guerra.
Sonhar.
Viver.
Combater o bom combate e de pé guardar a fé.
Giovane Silva Santos

Inserida por giovanesilvasantos1

⁠A minha culpa, a minha intransigência
Peço o olhar do mundo.
Cobro de um jeito profundo.
Ter à atenção.
Ganhar compaixão.
Oh pai.
Como sou incapaz e egoísta.
Como sou pequeno e arrogante.
Não que eu seja depreciador de mim.
Mas a natureza que habita em mim.
É assim.
Febril.
Medonha.
Vergonha.
Acanhada.
Pecaminosa e exagerada.
Oh quão pequeno.
Não consigo vencer a barreira da intransigência.
Porque exijo mais que dou.
Porque quero mais que sou.
Porque não venço a velocidade da língua.
Porque minha força míngua.
Porque ferozmente me tomo de malícia.
Oh corrupto e enganoso coração humano.
Sou eu este cruel insano.
Se sonho e se busco.
Equilíbrio que me ofuscou.
Não sei.
Não sou.
Não estou.
Aliás sim
Essa triste questão em mim.
Sofro.
Sofri.
Mais um dia que morri.
Coragem eu.
Coragem tu.
Somos um produto comum.
Nascer.
Coragem de ressurgir.
Fênix.
Não, não.
Simplesmente eu e você.
Que precisa esvaziar do pecado.
Deixar o espírito nascer.
Do gozo.
Da vida.
Da fé
Da esperança.
Enxugar as lágrimas.
Cessar o pranto.
É.
Nada mais.
Nascer e viver.
Giovane Silva Santos

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⁠Brasil: lendo Brasil
Eu gostaria mesmo de aderir a persuasão da leitura, o príncipe de Maquiavel, leviatã, Espírito das leis, O mito da caverna, República, mas até hoje só consegui ler Asas partidas Gibran kalil, pois bem, será possível entender/ler nosso Brasil sem aprofundar nas letras e resenhas filosóficas e literárias, sei que meu estado é uma federação gentil, uma pátria /terra de amor, ofertando água da vida e a fértil terra produtiva, uma constituição teórica e cientificamente estudada, baseando nosso pacto social, e aí, uma prática imoral e desproporcional, um mecanismo de febril canal, o dinheiro, poder e muita corrupção, desigualdade, desmatamento, urbanismo sem saneamento, uma lamentável cultura, uma infeliz estrutura, perde se o poder da natureza, viola a sensibilidade da partilha, uma política, politicagem e armadilha, lobos em matilhas, cruel e infeliz sarapatel, um avanço desordenado, penso que até os índios já são norteados por esse prospecto, é isso um pouco e tudo mais, organizações de marginais, nas esquinas e mais altas esferas, como parar as bestas feras, orar, nascer, surgir, emergir o grito, do anseio respeitoso de toda criação, a nova condição de um reinar, renovo, criar um estado novo, partir da educação, consciência espiritual, sei não, sei lá, vamos ler a mente aqui e acolá, procurando, lendo pode se encontrar.
Giovane Silva Santos

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⁠Brasil: transformação, construção e destruição
Nosso estado é uma nostalgia ímpar, beleza e riqueza singular, também é um flagelo, um drama caótico na estrutura social, ciclo de desigualdade, uma feroz crueldade na ambição da elite política, a camada proletária também sofre, coloca o brio no cofre e joga nas esquinas da vida fragmentos de lamentação, complicado todo mecanismo entre estado, cultura, estrutura e o povo, acho que somos duzentos milhões de ovelhas desgarradas, cegas, que não consegue enxergar a condição do bom pastor, que preferem sucatear os pastos e buscar a merenda no lixo, pois ainda que nosso Brasil se apresente como árvore frondoso e recheada de alimentos, a colheita é desproporcional, imoral, muita gente sem provar do fruto da terra, mas aí de nascer, aí de surgir solução, na esperança, no semblante vivo como no passado, do mar a se abrir, do maná que caiu do céu, da água da rocha, venha surgir dos corações brasileiros a sanidade, a persuasão, a radical coragem de loucamente aderir, construir uma identidade honesta e capaz, onde sim, pode se sonhar com uma construção, fazermos partes de um processo de transformação, muito se foi construído, é verdade, mas o legado que vem prevalecendo é uma peleja que se alastra para uma destruição, mais que cantar o hino, que respeitar a bandeira, fazer da ordem e progresso um verdadeiro processo de gratidão, a uma terra, a um Deus que nos premiou com abundância, embora seja salientado todo uma escravidão, massacre das mulheres, a destruição das famílias, é isso, que não seja ainda mais estuprada essa sociedade, que a pureza não seja tomada a força, se é que se pode chamar Brasil de pureza, pois os coronéis da ambição, poder e muita corrupção, junto com a desestruturação e rebeldia do povo vem manchando a imagem, a vida do Brasil.
Giovane Silva Santos

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⁠Brasil: o desmantelo amparado pela constituição.

De corrupto e louco, ladrão, fanfarrão a política tem um pouco, ou um tantão, não sei porque, o que a indagação descontente não consegue entender, porque tanto desejo de tornar um povo ignorante, do saber gritante, oh céus, a essência do preâmbulo constitucional traduzido na prática social é um tanto que aborrecimento, pula se carnaval, cria se numa carência feroz, cada lar, cada família, o ser humano, nós cada um no particular, cria se jornada algoz, e lá no altar congressista parlamentar, lamentar, pois o tráfego do esmagamento popular tende a continuar, não é seu Zé, onde vamos parar?

Giovane Silva Santos

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⁠Brasil: o fundamento do achismo e do por que.

Eu acho que poderia, eu acho que caberia, eu acho possível, pelo querer, proceder e entender a necessidade, estudar a possibilidade e enxergar razão, contudo pergunto porque em meio de necessidade da saúde não se pulveriza médicos, comarca judiciais carentes, porque não pulveriza a formação da classe, porque não reforça a classe baixa a necessidade da profissionalização, pedreiros e garis estudando, meditar a possibilidade das classes se equipararem, as classes se aproximarem e a desigualdade passa a se conferir, médicos, juízes , garis e pedreiros como exemplo, mas a amplitude da sociedade ganhar olhos diferentes, ou será que o tratamento predileto intencional do nosso Brasil corresponde em viver com indiferenças, preconceitos, e os olhos da ambição será o ponto de partida para reformar o pensamento, o bom senso, o amor da partilha dorme profundamente enquanto esse infeliz jeitinho brasileiro vive de olhos arregalados e de coração sujo.

Giovane Silva Santos

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⁠Ego intransigente
Senhores e coronéis.
De canetas e papéis.
Elas também contemplam.
Pela margem rígida.
Gosto do maleável.
Atenuante reflexivo.
Mas pouco de importa.
Talvez.
Seja opinião minha idiota.
Mas, porque a ignorância.
Intolerância.
Ganância.
Ou simplesmente.
Um olhar diferente.
O ego umbilical.
A defesa da própria da própria face.
Mas o animal irracional no homem.
É prevalecido estranha aflição que consome.
Chato.
Triste.
Um romance distante.
Um pai e uma mãe ausentes.
Um desgosto nas oportunidades.
Nos lares.
No estado.
No humano.
A falta de sensibilidade.
É talvez o mais covarde.
De nunca perceber.
Entender.
O óbvio do racional.
Um abraço ao acaso.
Uma palavra amiga suave.
A conduta mais sensata.
O amor.
O doar.
Dividir.
Interagir.
Vencer.
Mudar.
O humor do mundo é incoerente.
Eu comigo intransigente.
Mais colo.
Mais vida.
Dividir o prato da felicidade.
Vencer a indiferença minha gente.
Senão.
Serão.
Seremos atraídos pela serpente.
Giovane Silva Santos

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⁠O dilema do dinheiro e a ausência da essência das relações
Um domingo típico.
De repente esquisito.
Lembrança paternal.
Um filme.
Uma vida.
Talvez a nostalgia da ausência.
Pais.
Filhos.
Amigos.
Tudo.
Nada.
Um abrigo na solidão.
Ah se tivesse dinheiro.
Abraços teria de cervejeiros.
Sexo e algumas modelos.
Compraria o sorriso.
Mas.....
Como estaria meu travesseiro.
Escravidão pelos males do mundo.
Exigindo eu o olhar.
Cobrando estou.
O que não dou.
O que não sou.
Em algum lugar alguém aceitaria.
Um abraço meu.
Um sinal de amizade.
Mas em mim o pensar covarde.
Não se deixa ter razão.
O dinheiro move.
Ele é decisão.
Também faz diferença.
Quem sente e medita.
No fruto das relações.
A sensata essência.
Um desabafo ao acaso.
De mim um traço.
Solidão como regaço.
É não.
É nada.
Quando se bebe a água da reflexão.
A mente fica um pouco mais sadia.
O coração não permite sangria.
O dinheiro vai.
Fica o que alivia.
Receba um abraço amigo.
Giovane Silva Santos

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⁠A vida é poesia dura
A mente.
O eu descontente.
A emoção.
A ansiedade.
Desnecessário talvez.
A febre, a rigidez.
A cobrança.
A preocupação.
O homem caçador de si.
O lobo mais cruel.
A carta mais importante.

Enfim.
No que se confia.
A luz.
A esperança.
A coragem.
A luta.
Tudo vai surgindo.
Cada dia se traduzindo.
Uma oportunidade vai embora.
Uma folha de nossa árvore cai.
Se aflora a vez de plantar.
De gritar.
Pular.
Cantar.
Os mares da vida se aprende remando.
Que a força da tempestade é uma contramão.
Qual o justo.
Ir embora.
Fugir pra dentro do coração.
Surgir o olhar diferente.
Um dia se amar e outro chorar.
Tudo se traduz no prazer e na dor.
De quem nunca aprende.
De que tudo sabe.
De toda busca, tanta dor, todo amor.
Giovane Silva Santos

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