Giovane Silva Santos
Salmos 1
Ousei me andar em terrenos desconhecidos.
Nas savanas entre bichos ferozes.
Desprotegido do o espírito do senhor.
Escorreguei várias vezes.
Pois o terreno era estranho.
Os leões ferozes me alcançaram.
Minha malícia demasiadamente ignorante.
Atrevi me a navegar com hipocrisia.
Nas pastagens de bichos impiedosos me atrevi.
Ferido violentamente fui.
Lançaram as garras e as presas sobre meu espírito.
Acuado estou.
Senhor altíssimo.
Bem sei senhor que és espada de justiça.
Não me tomo por inocente.
Não me isento de culpas.
Temo que minha intransigência lhe aborreça.
Clamo Deus meu.
Em nome de Jesus.
Tire me desse vale ardente.
Pois sozinho não consigo caminhar.
As aves de rapina vive à espreita.
Sei que os dentes da selva são predadores.
Sem tua direção eu estou a acelerar minhas angústias.
Atende oh Deus, suplico socorro.
Refrigere minha alma.
Livre me dessa agonia.
Ensina me a descansar em ti.
Sobretudo abrir meu olhos para que eu tenha serenidade.
Para que eu possa enxergar prudentemente os terrenos da paz.
Giovane Silva Santos
Salmos 22
Senhor de toda honra e glória.
Sei de toda sua dimensão.
Tão imenso que o infinito não o descreve.
Tens formado o homem a semelhança.
De forma que conduzisse a tua herança.
Porém senhor percebo que estes homens se inclinam pela ambição.
Eu consulto meu íntimo.
Vejo a fraqueza, vejo e medo e vejo a decepção.
Pois coisas grandes e possíveis passam pelas minhas mentes.
Mas somos tragados pela luxúria e orgulho.
A ignorância e a rebeldia.
Também a intransigência.
Resistimos em não obedecer seus mandamentos e estatutos.
Tens mostrado seu poder por várias formas.
Em nome de Jesus que invoco o teu nome.
Pois sou eu essa natureza humana.
Corro, corro e meus passos regressam para o abismo.
Tento, oro, chamo por ti.
Quando vens a mim eu não percebo.
Tal qual minha fraqueza e ignorância que as aflições se superam.
Contudo meu senhor não vejo outro caminho.
És tu santidade que prevalece em minha vida.
Prostro meu entendimento.
Me rendo ao teu poder.
Humilho me a ti senhor.
Faça me menino na malícia.
Um homem no entendimento.
Chicoteado estou sendo pelas minhas transgressões.
Então oh pai, meus gemidos pesam minha mente.
Meu coração permanece encharcado de dor.
Oh céus.
Oh luz do mundo.
Oh Jesus.
Seja socorro presente e eminente.
Pois as chagas da perversidades soam.
Os inimigos não se cansam de zombar.
Giovane Silva Santos
Salmos 23
Meu amado vive e quer me salvar.
Ele chama.
Ele mostra.
Todo sangue derramado.
És tu majestade jesus.
Que honra nosso senhor.
Mas eu.
Eu.
Um miserável.
Um acúmulo de podridão.
Um desprezível insensato.
A malícia e o orgulho condena.
Meus pecados me consomem.
Muito tenho ouvido falar da tua misericórdia.
Do teu imenso amor.
Da tua piedade.
Da tua compaixão.
Da tua benignidade.
A tua justiça contempla espada.
E tua ira é que assusta.
Vejo me incapaz de imitar a Cristo.
A cruz é uma atitude singular.
Nem todos conseguem carregar.
Oh meu amado.
Receba estas palavras.
Quando sempre incapaz de praticar teu amor.
Mais desprezível é este que escreve.
Reconheço minha insignificância.
Por isso suplico tua misericórdia.
Examina todo meu íntimo.
Veja senhor se pela menor unidade de medida.
Encontre senhor uma razão para que este corpo receba teu espírito.
Espírito de vida e entendimento.
Tua sabedoria é extensa.
Oh pai.
Permita que teu espírito guie esta alma.
Seja aliado desse corpo.
Sua infinita compaixão ache graça senhor.
Suplico oh altíssimo.
Giovane Silva Santos
Salmo 25
Senhor altíssimo!!
Na tua infinita sabedoria tens nos instruído.
Com tua palavra cheia de ordenamentos.
Tens nos mostrado o quanto nos alimenta.
Mas eu, oh pai amado.
Continuo faminto e sedento.
Pois minha cegueira e minha intransigência cega meu entendimento.
Eu vivo e chamo pela tua intenção.
Porém morro diariamente envolvido no pecado.
Os meus lábios pronunciam asneiras.
Meus ouvidos celebram exageros.
Meus olhos enxergam a vaidade.
Meu corpo se contamina.
Oh pai, Oh meu amado.
Tua serenidade eu contemplo.
Teu espírito é minha riqueza.
Mas pobre continuo.
Pois minhas emoções vive apelos carnais.
A matéria viva aparta me do teu espírito.
És meu Deus a benignidade.
O nome de Jesus seja exaltado.
Toda glória é dada a ti.
Aceite minhas súplicas.
Meus pobres sentidos são aplacados de fraqueza.
Um vendaval de aflições tende a perseguir me.
Só tenho vossa misericórdia para receber meu clamor.
Mais uma vez.
Oh pai amado, onde andarás esse julgo suave.
Porque a espada tem cortado minha alma.
E os prantos me acompanham desde a meninice.
O teu refrigério é meu consolo.
A ira do inimigo acuou meu destino.
Tenho provado as frustrações.
Mas é tu oh Deus, que ao que pode interceder.
Meu amado Jesus.
Mude minha sorte.
Giovane Silva Santos
Salmo 24
Oh senhor, que livraste teu povo das mãos egípcias.
Foste quem povoou a terra.
Quem deste razão a toda dimensão.
Através do amor mais sublime ofereceste perdão.
A cruz, a cura do mundo.
És senhor que em pleno deserto supriste uma multidão.
Fez separação de luz e trevas.
O gosto da água doce todos os dias fala conosco.
Sua luz radiante.
Até mesmo as tribulações nos chamam a tua presença.
És tu senhor que oferece a tua porta a que podemos bater.
Senhor diz que é água viva.
Diz senhor ser fardo leve e julgo suave.
Então meu amado Jesus.
Interceda para este que clama.
Pois faraó vive e tende a escravizar os teus filhos.
O inimigo viola o caráter de partilha entre os homens.
Ferozmente implica em atrair para os laços de morte.
Eu senhor, sou fagulha, sou um grão.
Tão pequeno e incapaz.
Então é a necessidade do teu espírito que suspiro.
Eu e teu povo chama pela tua presença.
Desconheço minha árvore genealógica.
Não sei das práticas de minhas gerações.
Porém contemplo ser filho da promessa.
Da linhagem de Abraão.
Contudo meu senhor.
Se enxerga falhas e pecados na minha linhagem.
Perdoe meu pai.
Perdoe meus ancestrais.
Tende misericórdia.
Deleito minha vida, coloco na tua mão.
Oh senhor, escuta esse grito.
Giovane Silva Santos
Salmo 30
(Giovane Silva Santos )
Senhor amado.
De ontem e hoje e eternamente.
Cheio de amor e misericórdia.
Em nome de Jesus que invoco oh pai.
São incontáveis suas bênçãos e inúmeros os teus feitos.
Tens mostrado teu poder e tua graça ao longo do tempo.
Mostrou se presente nas mais vitoriosas guerras dos teus escolhidos.
Tens cumprido além das promessas.
Tens nos mostrado que teu socorro é infalível.
Longe estou de ser um exemplo de justiça e retidão.
Pois minha língua sem freio, meus olhos contaminados e a malícia de meu coração são meus horríveis pecados.
Mas a ti dirijo minha petição, meu clamor, minha súplica.
Pois o inimigo se alegra na minha fraqueza.
A tempos luto.
Mas ferozmente desde a mocidade o perverso me persegue.
Perdoe o pai meus pecados, são muitos e ardilosos.
Mas eu temo o senhor.
Fui castigado severamente com aflições.
Minha mente transformou se em larvas vulcânicas.
Me envergonho pelo fracasso e pelos medos.
Livraste uma imensidão das garras da perversidade.
Então altíssimo.
Atenda este que chama.
Declara tua ajuda.
Põe me a prova para que eu possa resgatar teus preceitos.
Falarei aos meus filhos quão bom é teu nome.
Teu espírito de vida, poder e vigor.
Teu espírito prometido.
Permita que eu ande nos teus mistérios senhor.
Ou simplesmente desvie me e abata meus inimigos.
Salmo 29
(Giovane Silva Santos )
Oh pai amado.
Senhor altíssimo.
Digno de todo louvor.
Em nome de Jesus.
Pelo amor da cruz.
Clamo por ajuda.
Pois por toda vida estive cercado de angústias.
Parece que a ventania devoradora quer abater a minha vida.
Sinto oh pai um olhar inimigo sobre minha vida.
Sei que não sou símbolo de retidão.
Também tenho falhado no comportamento.
A vida me colocou a malícia e tenho contemplado o pecado.
Sou eu também que tento meditar e atentar me a tua direção.
Contemplo teus desígnios.
Temo aborrecer a ti senhor.
Temo não agradar a ti.
Então é pelo teu nome que invoco o socorro, a misericórdia, a tua compaixão.
Pois impiedosamente tentam me devorar, tentam arrancar a esperança.
Livra me senhor desse lamaçal, assim como livrou o teu povo da escravidão.
Mostrou tua grandeza na vida de Abraão.
Tua força a David.
Oh pai.
Seja o suporte desse coração abatido.
Alcance este clamor.
Tenho inveja do vigor do sol.
Da imponente lua.
Da aquarela estrelar.
Mas sou ofuscado.
Não pelos seus astros.
Na verdade sou aniquilado pela perseguição da perversidade.
Tomou meu juízo.
Tomou minha paz.
Oh altíssimo.
Interceda o amado Jesus.
Salmo 28
(Giovane Silva Santos )
Oh senhor Deus!
Ao longo dos 42 anos não encontro paz.
Antes que chegue minha morte, julgue minha causa.
Sei de toda sua imensidão.
Sei de teu amor , que nos mostrou em Jesus.
Sei que não tenho o brilho dos teus olhos.
Tão falho sou e desprovido de fé.
A dúvida paira minha mente.
E teu espírito tem mim rejeitado.
Talvez a minha árvore familiar tens aborrecido.
A ausência de fidelidade.
Estou longe da história da construção de tua vida.
Porém sou este pequeno que chama, clama, grita e suplica.
Humilho sem medo e sem receio.
Pois esta criatura quer refúgio e teus braços é o consolo dos necessitados.
Minhas aflições consomem meus anos.
A cama é um triste consolo.
O inimigo se alegra com minha derrota.
Ele dá risadas e zomba do meu fracasso.
Mas preciso dizer.
Minha esperança vive no senhor.
Revigore este espírito.
Aparte me das ciladas violentas do inimigo.
Sou este oprimido e necessitado.
Temo as investidas ferozes e implacável dos que me perseguem.
Examina e veja oh altíssimo se mereço seu escudo.
A misericórdia da cruz Seja meu alento.
Se há algum prazer nessa minha alma oh altíssimo, traga socorro e livramento.
Vivifica essa vida que abatida está.
Quantos sentimentos expressa uma letra
Uma imensidão.
Acredite.
Esse enredo de palavras.
Descreve.
Revela.
Alivia.
Transborda o coração.
Encontra se em cordéis.
Em prosas.
Rimas.
Sonetos.
Poemas .
Poesias.
Uma infinidade de arrumação.
Faz de cada letra uma peça.
Uma orquestra.
Uma aquarela.
Ali estão alegrias.
Tristezas.
Angústias.
Frenezi.
O gozo profundo.
O orgasmo do mundo.
As mazelas.
As desgraças.
O terremoto a avalanche.
O vulcão e a tempestade.
A Serena brisa do inverno.
O canto do pássaro rupestre.
Olha o grilo.
Literalmente no trilho.
O cântico perturbador.
Meu cachorro vizinho latindo.
É verdade.
A poesia também tem vaidade.
Tem seu pecado.
É um véu.
O rosto coberto das letras.
Que sempre diz.
Morrais. ...
A tristeza e destreza.
Fugaz.
A paz.
Muito e tudo.
Até o infinito que não sei mais.
Giovane Silva Santos
A poesia sempre confessa
O que se pensa.
O que se sente.
As vezes uma faixada escura.
As vezes uma clareira transparente.
A poesia rima.
Sorrir.
Canta.
Alegra.
Chora.
Do ontem e do porvir.
É uma prosa entre a vida e a alma.
A profundidade da fala silenciosa.
A emoção.
Oh essa, sim.
Uma vidraça super frágil.
Uma parede de concreto, uma barragem.
É um vento que pulsa de Sul a norte.
É a tentativa de explicar a vida, quando cheiramos morte.
Tão violenta e tão suave.
Olhos que enxergam além da trave.
A poesia explica e incita.
Faz fadiga para a próxima letra.
Sempre há um enredo, uma treta.
A verdade que as alegrias e os conflitos.
São posses do livre arbítrio.
E eu.
Mergulhado no universo da incerteza.
Ao que espera de um espírito a leveza.
De perceber a vida.
De entender cada processo.
Porque cada embate sobra dois caminhos.
Desistir ou lutar.
Hoje fico com essa poesia.
Que o espírito venha revelar.
Das fraquezas e possibilidades.
Que venha a sagacidade.
De querer abraçar a vida.
Giovane Silva Santos
A poesia viaja
Sim.
Ela é sonho.
É puro devaneio.
Muitas vezes explica.
Implica
Suplica.
A poesia é pra mim.
A realização.
Como se aceitasse meu pedido de perdão.
Ela nunca diz não.
Quando eu me calo.
Ela pede expressão.
Eu falo tanto e muito.
Aqui de fato o meu intuito.
Libertar me.
Decifrar o oculto.
Do mundo.
De mim.
Da vida.
Do tempo de luto.
Minha morte minha vida.
Minha querida Severina.
Meu barranco que escoro.
Na lua viajante que moro.
Além de Marte.
Poder e dinheiro.
Guerra com estrangeiro.
A paz, eu, timidez.
Que falta faz a loucura outra vez.
Eu rei.
Eu sem derrota.
Mas a regra bate na porta.
Eu covarde surge.
Engaiolado continuo.
A sociedade ruge.
A hipocrisia viva.
A poesia viaja.
Na mesma proporção minha mente.
Quer criar asas.
Eu questiono e pergunto.
A quem pertence a chave da algema.
Giovane Silva Santos
Meu corpo ébrio
Todo titubeante.
Meu ser.
Meu interior.
De fato e verdade.
Parece que sou casado com a perfeição.
A sociedade cobra e exige padrão.
Quem falou.
Quem disse.
Quem ostenta essa razão.
Acho que eu sou quem ergueu a bandeira.
Sou eu que preciso proclamar a libertação.
As algemas são livres.
O medo vivo pede a prisão.
Mas meu corpo é ébrio.
Louco desconcertante.
Volúpia delirante.
Oscila entre céu e inferno.
Mas vivo assim.
Que esse destino me aprove sim.
Louco e dono da sanidade.
Giovane Silva Santos
Salmo 31
(Giovane Silva Santos)
Oh altíssimo.
Pela admiração.
Devoção.
Tenho que por além da gratidão.
Pois tem dado suporte às nações.
És senhor dono da vida.
As famílias, os lares sofrem pela astúcia gananciosa da elite.
A sociedade vela a sua própria condição.
Pois a maldade e a impureza lascívia do desmantelo está a contaminar.
Teu poder e tua benignidade é o que mantém de pé as nações.
És socorro.
És refúgio.
És a glória.
Minha Terra que possui o leite e mel.
Do lado a lado, norte a sul.
Águas fartas e exuberantes.
Um povo que sofre pela falta de conhecimento.
Mas nos gloriamos por sermos devotos a teu nome senhor.
Teu bastão passa de geração a geração.
E a vida pulsa no seio da justiça.
Tua misericórdia Seja presente.
Teu amor permaneça infinito.
Oh altíssimo.
Pelo nome de Jesus.
És a providência que recorro diariamente.
Teu espírito de vida e vigor Seja auxílio permanente em nossos corações.
Giovane Silva Santos
Brasil, do leite e mel ao café com farinha
As crianças do bolo e do iogurte talvez não venha saber, mas nos mais variados lares, estão a escassa necessidade que a vida oferece. A referência que quero fazer é a abundância do senhor sobre nosso Brasil, ouro, prata, minério, cobalto, petróleo e tudo perante assalto, isso ainda é migalha mediante a fortuna viajante, mais que leite e mel, uma fartura desejada, cada vez mais roubada e depositada nos cofres da ambição, e minhas criancinhas nas escolas merenda, merenda uma bolachinha de água e sal, algumas colheres de sopa, e para completar um gole de aguinha, para não entalar com café e farinha.
Oh gente, até parece falácia, de quem não conhece a realidade, de fato, não sei número, mas enquanto dez pães estão sobre algumas mesas, o prato bate vazio, pelo desvio da pura safadeza, corrupção em demasia, pouca consideração, uma vaidade, uma exagerada ambição.
Tenho medo que Deus se canse, se aborreça, mas creio que não, pois no meio da podridão, uma mera inocência, um povo que sofre, uma porção, a luta de cada trabalhador, pelo mínimo salário que dá o sabor de viver, lutar e sonhar, se a fartura não está na mesa, que a esperança seja a beleza, pela fé, que esteja sempre de pé, vivemos com esse trilho fora da linha e agradecendo o café com farinha, pois o alimento do céu, o leite e mel, está na bagagem da impunidade, onde o sonho tem gosto de fel.
Giovane Silva Santos
Brasil, estado, aluno e escola
Nesse pedestal deveria se haver um triângulo amoroso, uma identidade original, medindo cada percentual como enamorados íntimos, para que se criasse uma possível estruturação no aperfeiçoamento da educação, a consciência do estado em preocupar se com o conceito família, e transmitir a responsabilidade de compartilhar a agregação, o jovem/aluno na escola, o povo com seguimento, o estado fortalecido, a família coibindo a falência da nação, pois vivemos um estágio doloroso, a evasão escolar, a carência do lar, o estado, escola e aluno um triângulo desastroso, mais atenção, mais força e mais amor, Conselho tutelar, cartório, órgão e instituições estatais, cuidando de cada certificado, certidão de nascimento a torto a direito, e os lares crescem sem noção e sem condição, sem devida atenção do estado no controle educacional, um faz de conta e uma intenção banal, acorda Brasil, tá feio esse jornal, um escândalo nacional, a condição, possa ser que nessa fala não tenho razão, mas minha fala e meu ver é esse ângulo, mas o estado, aluno e escola está vivendo um infeliz triângulo.
Giovane Silva Santos
Trovão da poesia
Que barulho embriagante.
Um trovão que nasce no meu coração.
Chega a relampejar dentro da mente.
Como um sinal de tempestade.
Logo vem a poesia.
Pedindo me para descansar.
Que o mar pode ter serenidade.
Que os gladiadores podem ser mansos.
Na selva.
No coliseu.
Nas arenas do pensamento.
O confronto dos sentimentos.
O vendaval sinaliza.
Leva as agonias.
Leva as perturbações.
Nos traz esperança.
Dita um novo ritmo.
E acreditamos nessa dança.
A trovoada permanece.
O frio violento do destino permanece.
Mas nesse clima medonho.
Se cria coragem.
Cria se embalagem.
Enfrentar o trovão.
O sangue continua pulsando.
E continuaremos meditando.
Na tempestade de cada coração.
A vida ensina.
A poesia rima.
E tudo vira quadrilha.
Dançando continuamos.
Nos relâmpagos da vida.
Giovane Silva Santos
Brasil, a exigência e a tolerância por cada consideração
É verdade, uma degeneração de duzentos a trezentos anos, precisamos respeitar tudo construído, o que se foi progredido apesar de uma vez pertencer a um veículo profano, do que se relata e do que se oculta, inevitável não experimentar do alimento Brasil, e qual o gosto da fruta?
Amargo preâmbulo democrático, freios e contrapesos e todo luau dos três poderes, mas a virtude de Montesquieu é esquecida, inverte se valores e esta passa a ser corrompida, tripartição ideal, mas o parâmetro geral fuga da essência de sua funcionalidade, a saúde precária, onde a ciência é um atraso, ainda que se testifique uma condição a vigor, mas os revés é amplo, mas nesse oceano vejo gotas mais relevantes, quem me ouça talvez poderia responder, se existe uma carência excessiva e crítica no seio das famílias e dos lares, porque o estado não participa, ressaltando educacionalmente a formação de tal, pois o texto dessa dissensão aparece mais tarde no jornal, um volume criminal, enfim, permeia em mim, e agora também entender, não cabe meramente pessimismo e críticas, sem no mínimo entender, penetrar nesse universo, apresentar solução como processo e digo o que me seduz, a esperança, o surgimento da luz, na sua e na minha mente, que talvez fugaz, mas que seja capaz, de sair da escuridão, e no brotar da neblina o raiar do sol que nos ensina, por cada letra dita uma mínima contribuição.
Giovane Silva Santos
“A intransigência vive disfarçada, na extinta ditadura e na violência escancarada.”
Giovane Silva Santos
“A liberdade é oprimida pelo ponto de vista da ignorância, intransigência e o poder do dinheiro.”
Giovane Silva Santos
Poesia Concreta
Esta que se confunde.
Transcendental e surrealista.
A maioria é concreta.
Se espera que se desperta.
A sensível compreensão.
Ainda que se têm enigmas.
Não se foge a paradigmas.
A poesia está a delirar.
O devaneio que ama sozinho.
Capaz de varrer a guerra.
Trazer enamorados ao ninho.
A poesia assassina a ignorância.
Confessa por não ter vergonha.
Fica nua ao público.
Não se entende como não penetrar.
É um trem emocionante.
Palpitante.
Faz das mentes confusas.
Mais embaraçadas e intrusas.
É o próprio orgasmo da alma.
Há, que meu filho deite nessa jangada.
Águas turbulentas.
Letras e palavras sedentas.
Que o peito não lamenta.
Em conhecer.
Em se atrever.
Cotidiana ou rebelde.
Ilusória e repleta.
A vida é.
A poesia concreta.
Giovane Silva Santos
Essa menina
Ela é assim, como assim, como assim!! Uma menina, uma mulher, uma fada, ao mesmo tempo nada, defeituosa, cheio de prosa, muito confusa, seria diferente, esse elo aparente, uma moça fugaz, não, não, descobri que ela chora, que ela fala, canta e ora, ao longo dos seus setenta, mas parece uma menina, com jeito de Joana, Ana, encanta, emana, és mania, Carmelita, Azita, Janaína, elas são capazes de ofuscar a lua, pois a beleza da mulher quando está nua, sim, nua sim, a sua alma pelada, pois quando sua veste de empoderamento feminino, cria se conflito, logo não enxergo e volto a desprezar, teria razão esta fala, não sei, mudo de estação talvez.
És bela de qualquer jeito, basta que moldamos nossa voz, domamos esse jeito feroz e no campo do esquecimento se acampa no jardim, lá está a sua flor, sua rosa, assim, és Madalena minha Açucena, que envenena minha poesia, uma pétala Janaína.
Giovane Silva Santos
Brasil, que inspira, suspira e sufoca
É mesmo uma imensidão, navegar nos seus becos é se atrever a enxergar na escuridão, pelo vasto caminho a escolher, a angústia sempre vem prevalecer, pois as largas avenidas de se criar oportunidades é sucumbida por meras vaidades e a caminhada ganha becos singelos, Brasil que poderia ser direção de um paralelo, lado a lado, povo estado na mesma linguagem, porém o flerta da ambição é cada qual pela sua porcentagem, a febre persiste, esquerda, centro e direita sem encontrar rumos e direções, aliás que não faço de mim ingrato e nem analfabeto, existe uma trilogia, estado tentando e ofertando o mel, o povo sonhando e contrapondo o destino e uma politicagem matando os anseios e sucumbido o brio de vozes férteis, porém a saga continua, a opinião filosófica, o homem rebelde, tal lobo do próprio homem, o estado de natureza não sobressai perante a essência e os contratualistas vencem, mas o Brasil é essa energia que inspira, suspira e sufoca, o homem de acordo, por não concordar com a natureza de uma posição, ser nobre, ser honra, ser exemplo da nação.
Giovane Silva Santos
