Giovane Silva Santos
“O homem é inimigo do homem, porque não sabe contemplar a si mesmo, e quando ignora o semelhante abandona o céu.”
Giovane Silva Santos
“A peleja do homem é eterna, muitos flutuaram sobre as águas que sufocaram a perversidade.”
Giovane Silva Santos
“Muito se vive e muito se aprende, o bastante ainda é distante pela dimensão do muito oculto.”
Giovane Silva Santos
“Muitos conhecem a terra e não se prontifica a plantar, posteriormente reclamam da colheita.”
Giovane Silva Santos
“Servir ao semelhante é como adornar a sua cama, o travesseiro que oferece será a pluma do seu sono.”
Giovane Silva Santos
“Epidemias são guerras vivas, e os vírus são soldados cruéis, a ignorância luta e embora o orgulho se suicida enquanto a soberba mata, o desfecho é oculto.”
Giovane Silva Santos
“O coração é uma terra que se planta emoção enganosa, porém a mente se aduba com equilíbrio e a recompensa é a fertilidade de sensatez.
Giovane Silva Santos
“Românticos são loucos de gosto raro, a sanidade desaparece pois o prazer é caro.”
Giovane Silva Santos
“A vida é ideologia do sonho quando sepultado, pois varia o que se oportuna a conhecer quando se acorda do sono profundo.”
Giovane Silva Santos
Há tempos
Há tempos venho regando meu jardim.
De um jeito torto que talvez a flor goste de mim.
Pelo aroma da poesia é que vou tecendo esse campo.
Mas não vou negar que juntar palavras é relatar o pranto.
São as faces da visão.
Soprar a felicidade de repente.
Fazer de conta que nunca.
Fazer aquela proposta maluca.
Alimentando a emoção.
Eu queria ver mesmo o que dá.
Cruzar palavra vulgar.
Ou então ditar a esmo.
Sem entender a si mesmo.
Há tempos busco compreensão.
Nada então.
O oco, a paixão.
Nada, sintoma de perdido.
Coração ferido.
Aquela palavra covarde.
E eu achando que é tarde.
Para mandar ela.
A infelicidade.
Para o raio que o parta.
Sou mais a poesia.
Que fala e canta.
Que dita o ritmo do meu dia.
Giovane Silva Santos
O grito, o choro, o silêncio a canção
Queria traduzir a poesia.
Cada canetada de fantasia.
Lamento.
Encanto.
Conto.
Pranto.
É o beijo mais ardente.
Sentimento mais profundo.
São os loucos do mundo.
Poetas e regentes.
É nada.
São apenas roteiros de sonhos.
Delírios exagerados.
Loucura dos desesperados.
É nada.
É ouro raro.
Prato caro.
Mulher virtuosa.
Onde andarás.
Na trilha da poesia está as raridades.
Diamantes de sangue.
Repito.
Mulher virtuosos onde andarás meu rubí.
Varão valoroso estão por aí.
Que dentro da poesia cada Deus possa existir.
Onde estarás a poesia?
No cotidiano do lamento, nessa perca de lamento.
No coração que pulsa na pluma e relento.
O mundo gira na poesia da balada.
Os escombros, o relento, o lamento.
A poesia, o sonho o contentamento.
Giovane Silva Santos
Uma poesia louca
Hoje eu li.
Ela era assim.
Se é que entendi.
Poesia mental.
Um sério problema.
Falar do sistema.
Do esquema.
Uma poesia louca.
Esquizofrênica.
Bipolar e epidêmica.
Não é vírus da boca.
É um careca de touca.
Não quer mostrar a cabeleira.
Amante estrangeira.
O sistema social.
Tira ela do normal.
Menina deprimida.
Pelo dinheiro que lida.
O sistema camarada.
É a charada.
Vírus com poder.
O olhar feiticeiro.
Amar sem dinheiro.
A peste está solta.
E eu
Faço uma poesia louca.
Giovane Silva Santos
Poeta louco, poesia delirante
Cada dia vejo uma feição.
A cara da poesia várias.
A pureza e sutileza emoção.
Também a eterna variação.
Frenético compasso.
Entre desatar o embaraço.
O grito, cai no laço.
Armadilha gostosa.
Poesia traiçoeira.
É o encanto dela gente.
Imperfeita maneira.
Preciso ser capacitado para amar.
Pois a bagagem de desatino reprime.
Sou pertencente a esse regime.
De louco a delirante.
Poeta e poesia.
Fantasia.
Alegoria.
Não posso contar esse segredo.
Pois até eu tenho medo.
Uma loucura todo dia.
Eu queria, será que ela contaria.
A louca revela, sou eu poesia.
Giovane Silva Santos
“Se tens como centro, acampa teus passeios e não amola as mentes que vagueiam na humildade.”
Giovane Silva Santos
