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5 achados que vão mudar sua rotina Descobrir

Giovane Silva Santos

301 - 325 do total de 2361 pensamentos de Giovane Silva Santos

"O padre reza, o pastor ora, o político não entende e o povo chora."

Giovane Silva Santos

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"No Brasil o cachorro late e o gato mia, político rouba e falta na cozinha."

Giovane Silva Santos

"No Brasil o povo é a escada para o político subir e assaltar a própria casa."

Giovane Silva Santos

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Consciência negra é respeitar a história da construção do Brasil.

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"A escassa água da sabedoria, fabrica sede ignorante."

Giovane Silva Santos

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"Um estado com finalidades justas, torna se um tribunal exemplar."

Giovane Silva Santos

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"O movimento é dinheiro, aglomera se ratos e morcegos."

Giovane Silva Santos

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"Se o povo não puder mudar a condição do estado, mude o coração."

Giovane Silva Santos

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Como a mulher rebelde submete a ser tocada

Pois bem meu peguete juvenil.
Ardente pegada.
Vigor fervendo a mil.

Meu rebento garanhão.
Embriagado sem pudor.
No tocante da forte mão.

Esse mundo que transcende toda razão.
Logo logo a estupidez se instala.
A violência se exala, nessa louca paixão.

Era tudo tão gostoso.
Nossa adolescência inconsequente.
Mas esse mundo perverso e vaidoso.
Fere o que pouco pensa e muito sente.

Sentir paixão, sentir loucura, sentir insensatez.
Ignorar a sensibilidade e algumas condutas.
Mergulho no pranto violento da própria embriaguez.
Os amantes que se direcionam a questões absolutas.

È no tribunal da vida onde é levada.
Pelo devaneio medíocre e passageiro.
Como a mulher rebelde submete a ser tocada.

Giovane Silva Santos

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O conveniente ignorado


A sensibilidade vigorosa.
O diálogo além da prosa.
Um lutador em questão.
A batalha pelo pão.

Capaz de se compadecer ao sentimento oposto.
Um semblante fiel estampado no rosto.
Ele e ela, fortemente armados com humildade.
No lar, no campo de luta traz a verdade.

Um pai e uma mãe exemplar.
Preocupa em educar.
Ensinar.
Transmitir os preceitos da honestidade.
A bagagem de integridade.

Caráter acumulado na bagatela da experiência.
Desentortando da vida as pendências.
Humanos falhos e possíveis de necessidades.
Porém sensíveis para elevar suas petições.
Agrega a consciência em devidas ocasiões.

Valentes pelo temor do criador.
Prontos para o amor.
Mas a referida vaidade faz tudo moldado.
O conveniente é ignorado.

Giovane Silva Santos

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Minha devoção particular

Das mil mulheres desejadas.
Aquela única a ser amada.
Minha mulher, companheira e derradeira.
Sendo eu velho de guerra, porém tenho esta como primeira.

Aquele momento vivo depois da labuta.
Forte mulher de força bruta.
No que traduz toda mansidão.
A natureza de um belo coração.

Minha querida o toque do seu suor resplandecente.
Sua face enérgica e quente.
O domínio de sua paz é a luz da esperança.
Parece um sonho, aquela valsa, aquela dança.

Mas tudo isso é real.
Meu pensamento normal.
De que a certeza da atração esses olhos serenos.
Parece grandioso, mas são sonhos pequenos.

Que Deus dê a condição do sonho e da atitude.
De encontrar meu rubi como virtude.
A mais bela mulher a desejar.
Minha devoção particular.

Giovane Silva Santos

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É uma sinopse de um momento baseada em fatos reais.

A natureza de unir os corpos pela vaidade instantânea.
O vigor da juventude é coisa momentânea.
É um momento duradouro é verdade, mas engana.

Pois bem os moços começam a batalha da maioridade.
Trabalho, ambição, até parece não ter maldade.
Porém os poros exalam insensatas ocasiões da puberdade.

Um começo, uma expectativa, o primeiro desafio bate na porta.
A desestrutura, a insensibilidade, ausência de sabedoria não suporta.
Os grilhões das vaidades produz uma sensatez morta.

No rebento da enfermidade, da carência e de perturbações.
O conformismo pela baixa autoestima traz resignação.
Logo logo surge flancos de vida e nova imaginação.

A oportunidade, a mudança, a reconstrução.
Depois de muito andar meus passos alcança.
Uma nova oportunidade como imaginava a criança.

Quer apalpar as promessas de realizações.
Um trabalho, um amigo, uma donzela.
Tal qual surpresa é a sorte dela.
O preconceito, o deleite na favela.

Não sei se a vida é desonesta.
Ou o caráter determinado não presta.
Porém a decepção é o que resta.

Olha as falas do egoísmo.
Não insista em estragar o laço amigável.
Eu prefiro um bem mais palpável.
Nada planejo agora, quero algo mais rentável.
Você é incapaz de sanar as necessidades do lar.
Um dia você arrebentou, hoje não vai prestar.

Essas menções fatídicas de prováveis enamoradas.
Eu comemoro não ser alcançado por essas aberrações.
Onde a união entre as pessoas são contextos espirituais.
É que minha história não acabou e escreverei em outros canais.
É uma sinopse de um momento baseada em fatos reais.

Giovane Silva Santos

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“O estado emocional precisa ser cuidado como bebê, muita atenção e ensinamento diário.”

Giovane Silva Santos

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“Quando a ignorância lhe desprezar, a prudência lhe alcançará.”

Giovane Silva Santos

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“Quanto mais se cava, mais se adentra no buraco.”

Giovane Silva Santos

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“Aqui nesse terreno a figura de um vencedor está entrelaçada a conquista de dinheiro e status.”

Giovane Silva Santos

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Com respeito aos varões e as donzelas

São eles e elas, formadores e transformadores.
Pessoas que exalam profissionalismo e também amadores.
São rebanhos em pastos de diferentes pastores.

Poderia ser uma sinfonia de engrenagem repleta.
Constituída de uma felicidade completa.
Mas ambos são corrompidos pela vaidade inquieta.

Meu jovem e minha jovem cheios de energias.
Não contém em ver no espelho o estrago dos dias.
Envolvente na tempestade da bela vida de magias.

É um trocadilho acelerado.
Desajuste das estruturas.
Um querer embaraçado.
Uma história de rasuras.

Jovens engravidando desproporcionalmente com laços organizados.
Eles e elas envolvidos precocemente na vida sexual.
Quem fará julgamento em dizer se é vida anormal.

Porém existe o rebento consequente.
A dor que um filho sente.
Pelo meu, seu desmantelo presente.

Bobagem, são simples mazelas.
Se tens a juventude, vida, por que não zelas?
Provoque o tempo que não precise transformar o sonho em favelas.
Com respeito aos varões e donzelas.

Giovane Silva Santos

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O anseio pela amada

De tantos beijos que lhe dei.
O tanto que poderia fazer e te neguei.
A saudade é constante nostalgia.
Conhecer a ti um dia.

Já estive do seu lado, na carne ou no espírito eu não sei.
Porém por mais grato que serei.
Ainda estou no vácuo, na expectativa.
Experimentar o sabor dos teus dias.

Não importa suas reclamações.
Entendo que tem suas razões.
Mas não nego, eu contemplarei.
Quando suave e repleto de humildade.
Dócil e corajoso gesto.
É a sensata maneira de conduzir.
Perdoar e refletir.
Dar e dividir.

Eu sei que as vezes a gente espera o que se nega.
É que esse meu caráter falho enverga.
Sou fraco, sou falho, sou pequenininho.
Dependo de sua força meu amor.
O tamanho da sua doçura capaz de transformar meu jeito.
De repente me vem também uma força no peito.

Simplesmente compartilharei o fardo e a pluma.
Leve ficará a caminhada, oh contigo minha amada.
A melhor joia que posso oferecer é minha aliança.
No sol ou na chuva estarei na dança.
Você meu par, minha aliança, minha alma.

Giovane Silva Santos

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Cavalo selvagem, cavalo manso

Uma comparação que muitos dirão, nada em comum, nada haver, pois bem, esse enredo é mais um, em que algum pode perceber, essa associação com a vida, mais parece ela falida, um cavalo manco, sem valor, porém nele pode conter a dor, e o amor, mas o que eu realmente queria dizer que montar no ciclo onde a avalanche, a turbulência, a ventania, a maré, a tempestade, a vida em montaria no cavalo selvagem, onde não fixa o equilíbrio, ou a falta de habilidade, o respeito pelo jeito dessa carruagem, mas ai de quem sensatamente, opera como um valente, de reconhecer todos rebentos da direção, respeita a contramão e faz com humildade e maestria a honrosa qualidade de conduzir a vida, e no consolo da cruz acha descanso e a montaria é em um cavalo manso, aqui pra nós, a vida é um cavalo de batalha e no fio na navalha é que percebemos o fervor, cavalo doido, cavalo afoito, cavalo de guerra, é campestre e viável quem já montou, difícil carregar a bagagem nesse cavalo selvagem, não estou de sacanagem, mas estou nessa viagem e é nessa montaria que avanço, para que meu cavalo da vida torna se manso.

Giovane Silva Santos

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O tic tac da vida

Tuntum bate tambor, na dança, na lambança, na semente da dor, é a peste viva e enraizada, no caráter dessa pátria mau amada, destila se um veneno fervoroso e poderoso contra uma classe majoritária, aquela mais precária, porém a manifestação é sedentária, triste situação, por uma reles ocasião, essa turbulência, o juiz não chama para audiência e tudo parece normal, mas o clima global tem sofrido rompimentos de direção, seria a haarp ou devastação, a natureza em destruição, o avanço da tecnologia, junto com ela a demagogia, porque, uma classe de poder, insiste em dizer que tudo vai bem, meu amigo, atente o que diz nosso senhor, o maligno tem a terra por penhor e somos moradores nesses currais, onde a alma de muitos é de satanás, não estou isento e nem fazendo julgamento, mas a máquina mundial está de parafuso solto e a loucura está crescendo a cada dia, a matéria transparente que o povo ignora e muitas palavras não são lidas, mas o rebento da dor está no tic tac da vida.

Giovane Silva Santos

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A voz rebelde da ignorância

És aparentemente ideal.
Lançarei meu charme.
Mas ela não saiu do pedestal.
É a truculência colossal.

Eu penso que posso conseguir.
Mas vem uma força abolir.
Impedindo meu pensar fluir.

Meus anseios e encantos.
Pela fraqueza ou ousadia.
Cada investida mais prantos.
É que a insensatez é covardia.

Estou cansado de repetir.
Acho que isso até venha ferir.
A vaidade perversa da elite boçal.
Essa desigualdade social.
O preconceito sem moral.

O poder que realmente interessa.
É a hipocrisia que cresce de pressa.
O jovem sucumbido pela intolerância.
Dinheiro, beleza estética, poder aquisitivo.
A voz rebelde da ignorância.

Giovane Silva Santos

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O ideal para relacionar é ignorado

Vejo um ciclo eloquente e superficial.
A luta, a briga, a guerra pelo normal.
Porém a loucura é algo real.

A sociedade em geral e o cunho particular.
Busca se o ideal para se adotar.
O conjunto da obra fala, mas o anseio é singular.

Onde cada pessoa quer o melhor.
Na caminhada o grande pisa no menor.
Toma se a engenharia qualificada.
Se bebe, se fuma não serve para ser amada (o).

Eu sei bem amigos do que falo, do que sinto e vivo.
O gordo, o pobre, o enfermo, o negro, o homossexual.
Dai por diante se vê um preconceito ativo.

Não interessa muito a beleza capaz.
Uma mente maleável e sagaz.
Um coração misericordioso e cheio de afeto.
A soberba ignora esse alfabeto.
A casa da imaginação está abarrotada do chão ao teto.

Onde o feio é a estética desengonçada.
O bonito é a conta endinheirada.
Ninguém liga pelas ponderações espirituais.
São pessoas com raízes e disciplinas honrosas.
Mas a decisão é pelas brechas desastrosas.
Se o jogo é jogado e não falado.
Perdoe me.
Só acho que o ideal para relacionar é ignorado.

Giovane Silva Santos

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Quando eu tenho vergonha de mim

São lembranças que deveriam ser puro afago, mas no seio faz estrago, são rebentos, erros, falhas, pecados que trago, eu menino, eu malino, eu traquino, eu transgressor, eu furor, eu desamor, quando o grau pejorativo me fez adjetivo destrutivo, o feio, o horrível, embora algumas aberrações merecem um advogado, pois é possível que seja tolerado, rebentos de juventude, um grau de inquietude, a inocência, a transição que uma mente passeia, o desastre nela vagueia, porém são riscos que se configuram no DNA, tem a assinatura do destino que não se pode negar, se foi a criança ou o adulto, a culpa se faz absoluto, queria ser inocentado, mas condenado como astuto e de repente o peso bruto, a consciência que pesa, de quando neguei a reza, lembro perfeitamente, aquele aluno inconsequente, quando me tomei de inveja, quando fui indecente, o orgulho e a malícia, parecia até que fazia parte da milícia, dos fundadores do mau comportamento, hoje com muito arrependimento e sabedor natural, que sou uma criatura carnal tentando fugir do mau, porém esse caráter singular, pode me fazer pecar, repetir e errar, sei que vou pagar, ganância, ambição, vaidade, orgulho, tudo isso me constrange simples assim e tomo quando eu tenho vergonha de mim.

Giovane Silva Santos

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Como me vejo

Falo sem pestanejo, o que faço, o que nego e que desejo, sou um crítico da minha personalidade, aqui encontro falhas, erros, incapacidade, medo e muito pecado, um dia até pensei ser desprezado, pois bem, faça de parte ignorado, mas eu habito numa gaiola aberta, a liberdade me assusta, o medo que ofusca a capacidade de dominar, sim , minha ansiedade, meu sentimento, meu sofrimento, meu jeito peculiar, certamente é necessário deixar coisas para trás, aquelas obras que agrada satanás, o anseio de construir e fazer parte da memória, dos justos, de caráter reto e da humildade singular, dos conhecedores dos campos sagrados, pois bem, sou ente, meio eloquente, coração morno, mente fervente, uma pintada de orgulho, referida vaidade, também morador no mundo fantasia da grandeza, sou sabedor do mundo e ignorante imundo, pois bastaria amar o próximo, um mandamento nosso, mas sou o opróbrio que me conduz, é não viver mais a cruz, ai até quem condena a filosofia, o desabafo, a poesia, mas é nessa razão, que vejo uma direção onde encontro harmonia, o pratico a arte e defendo com alegria, que através de cada palavra posso construir uma melodia, da qual minha atitude possa ser justiça, misericórdia e amor, e a quem se opor desejo um bom dia.

Giovane Silva Santos

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A igualdade entre os diferentes, ali está cachaceiros e crentes

Vou relatando meu pensar, meu ver, ouvir e falar.
De mim e ti e de tudo que o povo pensa, talvez somente um poema viajante.
Porém nada adianta se eu não amar meu semelhante.

O crente fala da vida mundana.
O mundo diz que crente engana.
Ainda que exista diferença radiante.
Nada adianta se não amar o semelhante.

O desviado saltita, dança e agita.
O crente ora, clama pela alma não ser aflita.
Os prazeres de fato são distantes.
Mas nada adianta se não amar o semelhante.

O mundano, o cachaceiro, fumante e criminoso.
O varão, levita, obreiro, o crente fervoroso.
Adjetivos contraditórios, corretos e errantes.
Porém tudo se faz vão se não amar os semelhantes.

A prática da justiça, misericórdia e amor estão ao alcance de quem desejar.
O poeta, o crente, o filósofo, o pastor, o artista, o padre pode ter em seu coração o altar.
Mandamentos do senhor é um desafio contra o argumento profano.
Quem poderá julgar ser o bom samaritano.
A corte é preconceituosa, o amor é oportuno e radiante o contexto.
O desafio é cumprir o mandamento amar o próximo como a ti mesmo.

Giovane Silva Santos

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