Giovane Silva Santos
“Alguns vidas habitam no deserto da sabedoria, vivenda na tempestade de agonias, comendo a poeira da aflição.”
Giovane Silva Santos
“A dor do ser humano é negligenciar tapar as feridas abertas, ora sendo dona do conhecimento dessa cura.”
Giovane Silva Santos
“Os conselhos e estatutos das palavras sagradas são mais valiosos que o cofre cheio.”
Giovane Silva Santos
“Eu vivi muito comigo, me repreendo e louvo aplausos, dou a mim vida e também me mato.”
Giovane Silva Santos
“O que aprendi a escola não ensina, a igreja não prega e a sociedade não aceita.”
Giovane Silva Santos
“Não tenho dons espirituais, mas sinto um diabinho cutucando e conspirando contra meu louvor.”
Giovane Silva Santos
O acúmulo de acontecimentos no porão da mente e coração
São tantas coisas, tantos momentos e tantas situações, tormentos e ilusões, frustrações, realizações, é estado infinito das vastas emoções, o delírio contrapondo a sensatez, a frenética juventude, oh minha velhice inquietude, aplausos pelas vitórias, vaias pelos fracassos, ou contrário, cada caso um caso, em meados do caminho, flerte com o pranto e o sorriso, o pecado o perdão, a vida cantada, contada, observada, falada, dirigida pelo alheio, por ignorar o conselho, é o experimento, a experiência, a história rimada, uma poesia singela, o menino descendo a banguela, brincadeira que o adulto não vê, enfim, um mundo emanado na correria, o manifesto pela alegria, forjado e enganado, porque é mesmo desse jeitinho, a disciplina e a ordem fica pelo caminho, se há derrota ou não, sabemos que existe o acúmulo de acontecimentos no porão da mente e coração.
Giovane Silva Santos
“Relações são feitas de amores e dissabores, muito mais, envolvimento da intimidade das emoções, porém que se prevaleça a gratidão por cada minuto doado e o lamento por ter fracassado não crie rancores, o caminho do amanhã é livre de possibilidades e cada palavra possa ser aquele jardim regado de flores.
Giovane Silva Santos
As decisões, atitudes, ocasiões
A cada luar ignorado, o dia ensolarado, a nuvem negra que surge, as adversidades que ruge, o linear da existência, do que se proporciona na auto escala das atitudes, quando a pele vai no inferno e a culpa ninguém assume, do que se trata mesmo o real destino, os critérios de justiça no ancião e no menino, o que fiz e deixei de fazer, a condição hereditária que venho prevalecer, ou meramente uma singularidade particular, deserto pra uns e a outros o mar, é verdade, um rebuliço, o mistério superior, meu pecado como penhor, a investida cega pela vaidade, pormenores ditados pela sociedade, o que importa e interessa, está no pensamento, é ato individual, a resposta talvez vem, o tempo, ontem, nesse exato momento, o que sucede e permeia em nossas vidas são tomadas pelas emoções, a carne e a matéria ditando as condições, pelas nossas decisões, atitudes e ocasiões, a vida não é mais que um baile sincronizado, onde o fermento do passado vira morte, onde o arbítrio é livre, mas somos reféns do pecado.
Giovane Silva Santos
Um linguajar popular
Meu Deus do céu, como as coisas estão difíceis, casais separando a todo momento, filhos batendo nos pais que lamento, a porcaria da droga em toda esquina, a ação do tempo, a mudança de clima, como essa politicagem aborrece, tanto canalha e nossa nação padece, ora João, o povo não pode reclamar de tanta estripulia da sociedade, pois no berço da intimidade individual, está o conceito fatal, a truculência e insensibilidade, ignorância perante verdades, um povo que descarta lixo na rua, não tem pudor e a integridade nua, que revela a inexistência da capacidade de reverter a situação, o lar sem estrutura, e a essa altura todos reclamam e cobram de Deus, maravilhoso que pela honra e glória do seu nome, não permite que a esperança some, e em meio de caos, miséria e muita dor, se compadece com misericórdia, se excedendo ao amor, é verdade Joana, que nosso povo que clama possa saciar os balaios vazios, nesse febre social que dá calafrios, aqui e lá, entenda a poesia buscando a verdade num linguajar popular.
Giovane Silva Santos
O dinheiro não pode comprar, mas a preferência é ele
Um abraço da sensibilidade, um aperto de mão da tolerância, uma palavra ou o silêncio da mensagem cheia de razão, aquela doação na crise existencial, aquele conselho na reta final, o presente da amizade espontânea no momento carente, na jornada referente, toda inclinação de oportunidades, o vigor da saúde, ou simplesmente aquele sorriso raramente, o brindar raro, de saber que certos atos são caros, e o simples cultivar e alegrar, a gratidão pelo café com farinha, que foi o sustento do dia, logo mais tarde quem sabe, quem pode planejar, se tem ostras e caviar, enfim, o terreno é fértil para plantar, a singularidade prudente e elegante de manifestar, saciar da pureza e humildade, mas a intransigência existe, os males presentes e que a prudência sente, não se pode comparar, se o mau é esse ou aquele, eu sei que o dinheiro não pode comprar, mas a preferência é ele.
Tropeços na busca da prudência
Um exercício necessário, mentalizar e praticar, a sensata capacidade de analisar, criticar e canalizar as bases que modificam as circunstâncias, rapazinho malicioso e larápio, precisa modificar o cardápio, detém a maestria de perceber os males que conduzia, porém adornado de muita fantasia que lhe faz fugaz, os vícios meditados, oh céus, como apartar dos olhos odiados, insegurança, medo, mais uma história construindo enredo, provar do mel, mas o terreno continua azedo, vamos de conselhos, palavras e incentivo, se queres mudar, dê oportunidade de acontecer, mergulhe e medite no senhor, confere que na sua vida o penhor pode ser restabelecido e fica aqui conferido, o erro é uma palavra que permite a construção da frase certa e posteriormente todo argumento transforma se em um contexto que pode conter vitória, contentamento e muito temor, pelo senhor a quem lhe oportuna, de segunda a segunda criar intimidade com a coerência, a busca vale a pena e os tropeços existem na busca da prudência.
Giovane Silva Santos
A ignorância é tirana
É verdade, precisa se de cuida,r a que sentimento ou patamar de pensamento se permite governar os traquejos de nossas vidas, nossas atitudes, irrelevâncias, o pensamento, diz a palavra que o povo padece por falta de conhecimento, vou até mais além, a impotência, ou truculência de não sensibilizar a percepção, de avaliar, canalizar a auto crítica de cada ação, meu Deus, meu paizinho protetor, como nós aborrecemos os laços da sensata harmonia, da capacidade de harmonizar os laços da majestosa vida, é tapa na cara da muié, é dez fi sem pai, é a promessa descabida do político, é a vaidade do pudor, a desonestidade do casal, o fuxico do coleguinha, a trapaça na escola, a mentira, o poder, a malícia, a prostituição, tudo isso em ação, e vou dizer, é um legado existencial, não estou fazendo julgamento, logo eu, que sou carnal, material, pertencente a esse mundo letal, a loucura grita, mas a vida é insana e a ignorância é tirana.
Giovane Silva Santos
