amauri valim
A mulher dos direitos iguais é a mulher liberada das funções do machismo religioso conservador, onde há submissão da mulher para o bel-prazer do homem.
Em uma sociedade conflitante na política e na religião destaca-se o egocentrismo, onde o homem é o reflexo de Deus e do Diabo.
Ninguém tem a liberdade de escolher ou a de ser livre, visto que a liberdade ainda não é o ideal, pois o homem está sempre buscando uma alienação.
A fala do líder controla a voz do outro. De repente o outro é qualquer um, que não preenche requisitos básicos sociais. Se o outro em seu modo de dizer não servir ao líder, a experiência tão pouco tem valor.
TEMPO: Previsão do tempo... O tempo passou... O tempo passa... O Tempo esperou... O tempo foi... O tempo que não volta... Não há tanto tempo para dar tempo...
Vida boa é a vida após a morte! O pacto entre Deus e o Diabo para dar forma aos produtos da fé na retraída vida humana.
A ciência identificou uma explosão para as causas do mundo, da religião surgiu um Deus imaginário para as mesmas causas.
O patriotismo e o fanatismo religioso é o inferno dos viciados em virtudes, quando essas virtudes pelos viciados sobrepõem à razão essencial do ser.
Deus na concepção do homem é o mais poderoso ser vivo para a função da seleção natural de sobrevivência da espécie humana. Para a seletividade de Deus não requer compreensão humana, mas a concordância com um ser onipotente e imutável. A seleção por Deus não é percebida em Darwin, nessa ideia se conota que Deus não é uma espécie como um ser vivo.
Quanto mais religioso mais preconceituoso, sendo a religião o principio dos conflitos em uma sociedade machista pelos processos dogmáticos.
Quem dera aquele sorriso de menina solto em dias descomprometidos com as horas do seu descompassado relógio.
Quem dera o balanço dos seus cabelos em um simples entrelaçar dos meus dedos, e se eu pudera levemente como em uma noite calma tocá-la seu rosto meigo e de um olhar sereno.
Assim se foi uma linda mulher que não se sabe como devolvê-la e de novo, de novo, de novo...
Em estado de desalento, dor e perda há sempre um Deus desumano. O homem está situado entre o céu e o inferno, entre os poderes de Deus criador da fortaleza e da ruína, “Deus é a essência do amor contida na pequenez humana”. Ao mesmo tempo em que Deus aparenta um viés desse amor.
Tinha cinco namorada, resolveu de ficar com uma, foi justamente essa "uma" que deixou ele sem nenhuma.
A vida propõe experimentos que possibilitam os sabores amargos ou doces que transcorrem perfeitos no frágil impulso dado para modificá-lo.
Conviver com a ideia da proteção divina após os incidentes é dar subestimo a si, enaltecendo as causas do todo poderoso desumano. Deus sempre chega depois do incidente alegando que não foi convidado para a festa.
