Autorretrato
AUTORRETRATO
Meu nome é Raissa, mas podem me chamar de Rah. Tenho 17 anos. Sou do signo de aquário. Ou seja, uma pessoa bastante direta e que não gosta de trapaças e de coisas feitas por baixo dos panos. Sou uma pessoa muito fiel a mim mesma e prezo bastante pela minha privacidade. Alguns pontos positivos inclui eu ser uma pessoa alegre, gentil, colaborativa, extrovertida e dedicada. Mas, eu também tenho pontos negativos ... sou uma pessoa ansiosa, falo alto e às vezes falo sem pensar antes, sou nervosa e impulsiva. Meu ator predileto é o Igor Jansen. Minha cantora predileta é a Paula Fernandes. Amo a cor que verde-água.
Quando eu era criança adorava brincar de pique esconde. Amo escutar a música “Menina Solta” da Giulia Be. Sempre estou com o cheiro do meu perfume favorito: perfume “Époque Tropical” da linha Granado. Tenho medo de não passar de ano. Gosto muito de tomar drink sem álcool que tenha limão e água gasosa. Gosto muito de comer o bolo de maçã do meu avô. Tenho uma paixão imensa pelo boxe, alivio nele parte da minha ansiedade. Atualmente minha maior mania é ficar estalando os dedos. Apesar de quando criança ter medo de cachorro, hoje eu os amo e tenho a Polly, uma shitzu carinhosa. Quero ser nutricionista, médica ou pedagoga, ainda não decidi (rs).
O dia mais triste da minha vida foi o dia 10 de julho de 2019, aconteceu o falecimento de meu pai. O dia mais feliz da minha vida foi o dia 21 de janeiro de 2022, aconteceu a minha Pool Party de 16 anos. A pessoa que eu mais amo, minha mãe, estava lá e minha amigas também. Eu sofro quando fazem bullying comigo mas, rezo a Deus isso acabar um dia,..
AUTORRETRATO
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Os meus versos te pegam no pós-banho;
nos teus olhos de quem se masturbou;
eles fazem teu show perder a classe,
porque mostram quem és no camarim...
Meus poemas arriam tua calça
onde a tua nudez não é bem-vinda,
quando a falsa moral quer pecadores
para dar pôr na berlinda ou na fogueira...
Só não posso negar para mim mesmo
que me pego na minha hipocrisia,
pois a minha poesia me revela...
Sou a própria expressão do réu confesso;
se meu verso te flagra no teu flato,
denuncia minha mão amarela...
AUTORRETRATO
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Hoje acho que achei o próprio rosto;
meu espelho reflete a minha imagem;
se me olho já sei, não é miragem,
tenho forma, textura, cheiro e gosto...
O que fui até ontem foi viagem,
pois não tinha raiz, um cais, um posto,
cada eu era um vulto ao caos exposto,
só estava ou só era de passagem...
Esse ontem faz tempo que já era;
já me tenho, apesar das estações,
entre as quais desenhei a primavera...
Desde quando cresci, mesmo depois
do meu tempo e das minhas mutações,
sou quem sou como quatro é dois mais dois...
AUTORRETRATO
Demétrio Sena - Magé
Não há como encontrar em mim a sensibilidade que os seus olhos leem no poeta que sou. Quem mora no poeta é alguém mais frio e sem coração do que as pessoas que nunca se camuflaram nos versos. Leia no romantismo dos meus poemas comoventes, algo escrito para convencer a mim mesmo. Veja nas minhas construções literárias que mais encantam pessoas, um desencanto pessoal. Uma incapacidade como indivíduo, para corresponder aos ideais.
Quem conhece profundamente a humanidade, a tal ponto que a interpreta, compreende ou conforta, não é uma pessoa física. É o imaginário em redor da pessoa incapaz de manter o encantamento; a confiança afetiva; o romantismo; a segurança emocional. O indivíduo que mora no poeta é frio; seco; apático; insensível... tenta, em vão, ser o poeta que é... repetir o poeta no sujeito e se apossar do seu predicado... vencer a si mesmo ao se matar como indivíduo, para sobressair-se como entidade... a entidade que se faz amar através das letras... da alma literária... alma de fora... armadura do corpo e da alma que se anulam, porque não podem corresponder aos sonhos que levam às essências longínquas.
Fique apenas com o poeta... com a doce mágica do seu próprio imaginário... e do meu lado impessoal. A pessoa que recheia o poeta é um indivíduo de corpo e vícios... que pelo quanto alimenta o poeta, já se tornou oco... é árido, escarpado e sem graça... é triste, rígido e deserto... é de fácil decepção e com certeza lhe magoaria, no futuro... talvez até o fizesse não muito tempo depois.
Se num futuro imprevisível... por algum descuido seu ou por uma tocaia inadvertida em minha solidão, você vier a me conhecer, antecipadamente me perdoe por eu não ser o poeta... o poeta que sou, mas que voa mundo afora e me deixa no abismo do apenas eu... tão vazio da poesia com que abasteço corações remotos.
... ... ...
#respeiteautorias Isso é lei.
“Autorretrato - o artista dos extremos, melancólico, dramatizador das cores e formas, porém, ainda tenho-as para ouvir-los proclamar asneiras.”
Autorretrato
Faço apologia do inútil,
fomento as desimportâncias.
Não vivo sobrevivo apenas com o indispensável.
O sonho e a loucura são essenciais.
Faço oposição ao não amor.
O oposto do amor não é ódio, é indiferença.
Numa sociedade indiferente,
prefiro ser o antônimo.
Minhas palavras descalçam-se
em chão fértil de miudezas,
onde o desimportante vira raiz.
Sem pressa, sem aprisionar o tempo,
sigo plantando o improvável.
Combato o óbvio,
a pobreza da descrição cheia de certezas turvas,
com um segundo olhar.
Troco o fato pela frase,
para abortar extremistas e ditadores.
Economizo a informação,
aumentando o encantamento.
É o jeito que encontrei
de revisitar o Éden.
Utopia ajuizada não é utopia.
Penso que, melhor do que uma verdade escrita,
é uma beleza bem contada.
Autorretrato
“Faço apologia do inútil, fomento as desimportâncias.
Não sobrevivo apenas com o indispensável. O sonho e a loucura são essenciais.
Combato o óbvio e a pobreza da
descrição, cheia de certezas
turvas, com um segundo olhar.
Troco o fato pela frase, para
abortar extremistas e ditadores.
Economizo a informação para
aumentar o encantamento.
É o jeito que encontrei de revisitar o Éden. Utopia ajuizada não é utopia.
Penso que melhor uma verdade escrita é uma beleza bem contada."
Conheci poetas...
Que não precisam escrever todos os dias. Basta um autorretrato para que todos possam, através do brilho dos seus olhos, ler a mais bela e brilhante das poesias.
Eu conheci...
E me encantei
Eu vejo o facebook como um diário, e um diário é sempre um autorretrato. Com a palavra eu desenho o meu rosto, eu crio um autorretrato do meu rosto, que não mostra apenas o meu rosto, mas tbm reflete a minha personalidade. Eu deixo um autorretrato imprimido da alma. Eu vejo um álbum de autorretratos... E é isso o que me importa, es-cre-VER...
Autorretrato...
Fosse mata, sopraria igual ao vento
Fosse água, beijaria teus pés
Fosse céu, azul seria sempre
Fosse noite, iluminaria e encantaria
Sou lua
Sou tua
Sou encanto
Sou pranto
Sou alegria
Sou vida
Sou medo
Sou magia
Sou fada
Sou ingrata
Sou luta
Sou garra
Sou da vida, a história
Da mata Isolada, o uivo
Da cachoeira encantada, a água
Da onça Selvagem, a felina
Da águia planando, Liberdade
Eu sou o que Deus pensa de mim... Exatamente aquilo que só Ele sabe... Nada menos, nada além... Portanto, os "retratos" que não me retratam, se nada lhE dizem, a mim pouco importa... Se busco evoluir espiritualmente é para eu própria me superar, e a Ele surpreender... e não mais O decepcionar, pois que sou uma sua criatura.
É preciso se amar,
se aceitar,
se respeitar,
se valorizar.
Ser inteira,
sem medo,
sem barreiras,
e sem fronteiras.
Se permite sonhar,
desejar,
e realizar.
Se eternizar nas suas memórias.
Guardar o melhor que existe em você.
Se permitir ser apenas você...
Sabendo quem sou, me torno estrangeiro no mundo, e os homens não mais me reconhecem.
A eles eu não pertenço, e é por isso que agora sou outro.
Quem sou eu?
Sou uma flor
Nascida entre as pedras
Chão quente
Mas não faltava borboletas
entre as pétalas
Fui aprendendo a conviver
Sendo a coragem e o sentimento
Só assim plena de tudo
Aceitei as esperas
Fiz o que pude
Semeei, cultivei
Deixei a janela aberta
Só quem crê nos sonhos
Merece o desabrochar da primavera
Poema autoria de #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 29/08/2021 às 18:15 hrs
Manter créditos de autoria original _ Andrea Domingues
Branco azul
Uma folha em branco
agora com curvas azuis
pela simples atitude
há tão pouco reprimida
de uma mente fértil
mas sorrateiramente fugaz
Uma folha em branco
o espelho de um autorretrato
que quase sempre em cacos
reflete as distorções do mosaico da vida
Uma folha em branco
pronta pra ser escrita
lida, sentida, desvendada
e que reluta constantemente
a esse ato de coragem
Resistência
Uma folha em branco... não mais.
Letras, desenhos, símbolos, emoção
no momento em que se permitir,
ainda que com rasuras,
ser arte
na curva de uma caneta azul.
↠ Outrem ego ↞
Almejas um machado
sair do concreto, entrar no abstrato,
criar o cabo como cajado
gerar a lâmina, o corte afiado,
retalhar a lembrança daquele passado…
o qual insiste estar ao teu lado,
suprimes a memória do autorretrato.
