Autoavaliação
Tenha as críticas dirigidas a você como um ponto de autoavaliação.
Muitas vezes elas são a única coisa que pode nos levar ao crescimento moral e espiritual.
E sem elas nunca sairíamos do lugar!
A autoavaliação positiva e conversas estimulantes com nós mesmos acabam se tornando habituais quando é grande o nosso desejo de viver à altura de nosso potencial.
Uma autoavaliação poderosa: olhar para dentro de si próprio no final de cada dia e perguntar o que de bom fez nas últimas vinte e quatro horas.
Às vezes, a falta de atitude e a pouca autoavaliação de si próprio, transformam-se em gotas de baixa autoestima que, com o tempo, se diluem, e reduzem o âmago do ser humano a um farrapo!
Idealize um modelo de competência
e faça sua autoavaliação
para saber o que lhe está faltando para chegar lá.
Ocupe seu tempo crescendo,
desenvolvendo suas habilidades e seu talento.
Só assim não terá tempo de criticar os outros e lhe sobrará tempo para sua autocapacitação não só profissional, mas também pessoal.
Não acumule fracassos e sim experiências, aprenda com as dificuldades e se fortaleça.
Tire proveito dos seus problemas
e não se deixe abater por eles.
Tenha fé, foco e energia, acredite em você mesmo!
Não busque desculpas, busque resultados.
Você pode tudo que quiser.
Não seja apenas mais um na folha de pagamento, seja realmente profissional, faça sua ausência ser sentida, faça parte dos que contribuem para o faturamento, faca sua presença ser indispensável.
Fika dika, seja apenas você mesmo pois jamais poderá ser eu e eu jamais poderei ser você.
Jesus promovia a autoavaliação entre seus aprendizes, levando-os a refletir sobre atitudes, crenças e valores. Para isso, utilizava as parábolas - um método pedagógico atualíssimo - que promoveu renovação, transformação e mudanças nas pessoas daqueles dias, e continua fazendo o mesmo em nossos dias.
O Julgamento de Deus e a Autoavaliação
Não cabe a nós falarmos sobre o certo ou o errado. Essa prerrogativa é de Deus, pois Ele vê o que está em nosso coração. É Ele quem julga conforme o que encontra em nossos corações, em nosso caráter e em nossa fé.
Não julgue uma pessoa pelo seu caráter ou pelas suas crenças. Em vez disso, julgue a si mesmo pelo o que você faz. A verdadeira medida não está no que vemos nos outros, mas na nossa própria conduta diante de Deus.
Autoavaliação:
Sempre fará parte do seu subconsciente,
então seja leve para assimilar o que ele te traz...
Nossa autoavaliação positiva carece de validação externa; é crucial ter alguém que defenda nossa tese e nos apoie.
Estas são as características da alma racional: consciência de si mesmo, autoavaliação e autodeterminação. Ela ceifa a própria colheita. [...] Triunfa em seu próprio objetivo [...].
Autoavaliação do dia é um importante termômetro para saber se está no caminho certo.
Dar prioridade ao que irá te trazer resultados significativos.
Ter a meta sempre em evidência nos pensamentos, para que ela possa ser alcançada.
Passos para o sucesso
A autoavaliação é como um filtro que ajuda o líder a mitigar ou até mesmo erradicar os erros que afetam a liderança.
José Guaracir
O processo de autorrealização envolve uma autoavaliação de si-mesmo sem deixar que influências externas e comparações com outros interfiram naquilo que temos como essência única que nos tornam diferentes, é uma busca interna e pessoal para atingir a felicidade e a plenitude.
No silêncio vazio da noite façamos uma autoavaliação e vejamos se a lição do dia foi uma graça ou apreendida na raça...
Quer ter resultados concretos e satisfatórios?
Comece fazendo uma autoanálise, comece verificando se você tem se dedicado 100% aos seus objetivos. Verifique se realmente tem feito o melhor que pode no momento. É que quando há comprometimento verdadeiro, máximo, o resultado é certo!
Do contrário, quando não há um fiel comprometimento, não há muito o que esperar, é com se você plantasse limões esperando colher maçãs. Ou seja, o resultado das suas colheitas vai depender sempre do que está sendo semeando. Se deseja resultados extraordinários, dedique-se extraordinariamente ao seu sonho/objetivo.
Autoanálise
Analisar a si
é saber porque sente
e não deixar de sentir,
é saber porque cai
e não saber resistir,
é dividir-se em partes
e ter-se em todas a ti,
é voltar-se pra dentro
e encontrar-me em mim.
Analisar a si
é escrever o poema
e ser poeta de si.
Autoanálise de uma sintática.
Estou exausto! E foi somente no dia em que criei essa indignação que deixei de ser mim. Ser mim é algo realmente incômodo, mas não para um mim. Mim nada faz, nada sente, mim, geralmente, não é nada além de um mero objeto. É! Um objeto usado para receber as ações que lhe são impostas. Mas eu, que já fui mim, um dia serei promovido a alguém. Eu costumo ser um grande sujeito. Dono de todas as minhas ações, e quando sofro com elas, costumo ser um sujeito paciente. Apenas procuro manter o controle da situação, já fui mim o suficiente, e estou desgastado de nunca guiar o desenvolver de um predicado. Sei que sempre fui muito útil e necessário, eu sempre depende de mim, mas quero um pouco mais de aventura, cansei de ser tônico nesse mundo, quero ser átono! Uma interjeição! Singular! E sempre deixar reticências, para que haja uma eterna expectativa sobre esse sujeito, que pode até ser simples, por muitas vezes oculto, mas jamais indeterminado.
Venho abrir parênteses para dizer, não me entendam como esnobe, que não tenho sinônimos. Desde que me tornei um eu, venho sendo influenciado por muitas pessoas, quando um tal de adjunto adnominal surgiu na minha vida nunca mais fui o mesmo, vivo sendo modificado por esse cara de nome feio. Mas, um certo dia, reparei, que apesar de enfeitar e enriquecer a minha existência, ele não era um alguém essencial, vital. Foi quando encontrei quem me completava, por vezes se mostrava pequeno, e em outras enorme, mas sempre imprescindível. Seu nome? Complemento Nominal, mais um cara de nome feio, mas sem o qual não posso viver, na sua ausência minha oração é incompleta e sinto-me totalmente nonsense. Pois é, eu que sempre fui isolado como um vocativo, me vi eternamente em oração. E nesse momento me uno a todos os advérbios que me rodeiam a fim de fazer desse desabafo uma ideia concreta. E com esses companheiros vou tentar relatar a causa dessa sensação, para lhes mostrar que essa companhia, apesar de todas as concessões que fiz e condições que impus, tem um efeito sobre mim, que não há modos para excluí-lo desse meu tempo, não há preço que pague, nem oposição que me convença, de que essa não é a direção e o modo como sempre quis me sentir. E apesar de ter me mostrado piegas, apenas tinha a finalidade de explicar que o amor é imperativo e se impõe, o amor não usa ninguém como objeto e por isso se diz intransitivo, é completo, pleno, e constrói sozinho seu predicado, como eu sempre quis e nunca fui capaz. Hoje entendo que estou rodeada de quem pode me ajudar e me complementar, e até mesmo o amor, tão auto-suficiente, por vezes necessita que alguém contribua para que possa ser compreendido.
