Auto Aceitação
O problema da religião é produzir fé na condição de aceitação de aceitação da dor, da perda, da pobreza e toda a desgraça humana.
Com essa aceitação da consciência de cada um, das opiniões formadas, da praticidade, do modernismo, o que é de verdade, o que se tem propósito diminuiu, perdeu o valor. Se festeja, se apoia a maneira de pensar, mesmo que errada, valoriza-se parecer pessoal, sobre a razão, sobre experiências. Dos sentimentos, sobre o que é inquestionável.
Afinal de contas, se estão aí os fatos, ainda existem argumentos?
Por gentileza.
É dispensável.
Não é digno, de aceitação.
Não é recomendável,
as seguintes opções:
Não ter, a mente vazia.
Não ser, desocupado(a).
Não fofocar.
Não falar mau;
dos outros,
das outras.
Sem, disse me disse.
Conversa vai,
conversa vem.
Quem não tem o que falar,
vai falar besteira.
Não matar.
Não ter ódio.
Não ter raiva.
Não usar, de vingança.
Não ser irado(a).
Sem preocupação.
Sem stress.
Sem angústia.
Sem dívidas.
Não ter, más companhias.
Não ser guiado(a),
por cego(a).
Nao pegar, desvio.
Não pegar, atalho.
Não ir, em direção ao abismo.
Não cobiçar.
Não prostituir.
Excluir pensamentos,
de imoralidade sexuais.
Placa, de proibido estacionar.
É proibido, ficar parado.
Contrariar, a ociosidade.
No relógio, a hora passa de vagar.
O tempo, passa rápido.
A criatura.
Nasce, vive, e morre.
Três fases, inalteráveis.
Não aceitar a falta, de sabedoria.
Não aceitar a falta, de conhecimento.
Não aceitar a falta, de inteligência.
Não roubar.
Sem drogas.
Sem gírias.
Sem palavrões.
Sem xingamentos.
Não ser, vulgar.
Não ser, sensual.
Trocando a facilidade,
pela dificuldade.
Progredindo, aos poucos.
Sangue, suor, e lágrimas.
Não são as imposições criminosas dos governos o real problema, mas a ACEITAÇÃO ou OMISSÃO da maioria, pelo medo, ignorância ou omissão, que sentenciará a liberdade e colocará a todos no cárcere da falsa segurança.
Ah, a necessidade de aceitação, as expectativas, as comparações e a ilusão de segurança fazem MAL e destroem qualquer estrada deixando destroços e não caminhos.
A crítica independente da escolha da melhor forma de se dizer, é sempre difícil a aceitação, que na maioria das vezes vem com a retaliação.
Aliás, você parece ser um cara do bem. Pelo que vi, amante da natureza. Padrão de aceitação hipócrita por parte da sociedade; aquilo em que os homens, reputam como a retidão da "perfeição", embora possa não pensar como eles, tendo o mesmo nível de hipocrisia. Mas faz O jogo, porque é apenas mais uma peça nesse tabuleiro do xadrez da vida - SOCIAL. No fundo, deves ter realmente um longo e abismal vazio, impresso como um câncer lá na enteléquia ( núcleo; como se expressou Aristóteles) de tua alma. No fundo no fundo, sabes mesmo que esse quadro pintado com as falsas cores das idéias dessa famigerada sociedade, na verdade, não passam de cores que desbotam com o tempo. Daqui já deves começar a ser "iniciado" em ver realmente como vejo o mundo e o porquê eu ter dito não ligar para essa sociedade. ( Suas aparências). Enfim... Aproveite mesmo a dádiva que de tão bom grado lhe ofertou a Natureza. Se julgas ser útil o que faz, ganhando notoriedade nos anais cósmicos da história, parabéns. Mas não conte que, segundo teu critério de avaliação, mesmo sendo eu, como dizes, um "frustrado", fique eu na plateia, ovacionando com palmas quem julga estar no palco. Aliás a meu ver, "os passos silêncios são exatamente aqueles passos que fazem mais BARULHO".
Não te desejo mal nem a ti nem a ninguém deste grupo. Pelo contrário, desejo que a Natureza te prolongue os dias de vida e que a vivas mais e mais intensamente, como denotas gostar de fazer!
E que a sorte acompanhe a todos nós, SEMPRE.
🎩
A permanência de alguém ao meu lado deve passar pela aceitação. Não tente me entender porque nem eu me entendo, até eu precisei me aceitar.
Os termos da aceitação do homem caído são arrependimento e fé. Arrependei-vos e crede no Evangelho!
Os eleitos são os escolhidos, não por decreto absoluto, mas por aceitação das condições da chamada.
Teólogo Metodista
É muito mais sobre:
Sua vontade.
Sua aceitação.
Sua responsabilidade.
Ninguém vai fazer por você.
Escolha seus difíceis.
O AMOR PRÓPRIO
O amor próprio é uma jornada transformadora que nos conduz à aceitação e apreciação de quem somos.
É mais do que simplesmente reconhecer nossas qualidades; é nutrir um relacionamento profundo e compassivo conosco mesmos.
Em meio às pressões externas e padrões sociais, o amor próprio torna-se um escudo emocional, permitindo-nos abraçar nossas imperfeições como elementos únicos que contribuem para a nossa singularidade.
Ao cultivarmos o amor próprio, aprendemos a estabelecer limites saudáveis, a dizer "sim" quando necessário e, igualmente importante, a dizer "não" sem culpa.
É um compromisso diário de autocuidado, priorizando nossa saúde mental e física. Reconhecer nossas conquistas, grandes ou pequenas, torna-se uma prática fundamental, alimentando uma autoestima positiva que transcende as críticas externas.
A jornada do amor próprio também envolve aprender com os desafios, transformando as adversidades em oportunidades de crescimento pessoal.
A autenticidade floresce quando nos libertamos das expectativas alheias e abraçamos nossa verdadeira essência.
Celebrar nossos sucessos internos e conquistas individuais contribui para a construção de uma base sólida de autoconfiança.
No final, o amor próprio é um investimento em nossa própria felicidade.
É um compromisso contínuo de autocuidado, aceitação e celebração do ser único que cada um de nós é.
Ao priorizarmos o amor próprio, fortalecemos nosso bem-estar emocional e nos tornamos capazes de estender esse amor aos outros de maneira mais plena e autêntica.
Nenhuma forma de respeito e aceitação é tão relevante quanto aquele que se oferece a si mesmo. Esperar que outros o validem é ter seu valor colocado nas mãos de outra pessoa, e isso é o maior ato de desprezo que existe, o desprezo contra si mesmo.
“Não confunda meu silêncio com aceitação ou fraqueza mediante o que você diz. A verdade é que os anos já me pesam, e não tenho mais tolerância para desperdiçar tempo tentando explicar o óbvio.”
Em meio a muita turbulência e execrável aceitação perante àqueles que não acreditam no Glorioso MPLA, este Partido passou a tormenta e conseguiu chegar aos seus preciosos 67 anos e continuará por mais anos a dar o seu melhor pelo povo.
Celebrar o dia do pobre me parece mais uma aceitação a uma condição tão vil e não conformadora quanto a miséria, portanto, o 15 de Novembro não tem razão de ser, pois, seria o mesmo que celebrar o dia dos ricos.
