Ausencia William Shakespeare Amor
Vive te elogiando em sua presença, mas cava a sua cova em sua ausência.
Cuidado! Há muita inveja disfarçada de elogios.
Como dizer "EU TE AMO!"
Na sua ausência meu coração lateja,
E eu na peleja luto contra a dor.
Na sua presença crio a certeza
Que será dureza sofrer esse pudor.
E nessa sentença vejo que meu mundo
Não durará um segundo sem o seu olhar.
Logo criarei a crença nesse vazio,
E viverei por um fio para não falhar.
Controle Remoto
Na ausência, utilizo o remoto,em cada descontrole do controle para nos controlar em algo controlado.
Meu silêncio que agride e a sua ausência que lhe matará. Quando alguém me agride, eu absorvo e devolvo para ele a reflexão.
Nostalgia e a Saudade
Ausência
Eternamente
Presente
Sabe
A nostalgia
Contagia
Saudade
Riqueza
Que se junta
Saudade
Não
Se mata
Não
Se cura
Saudade
Dádiva
Divina
É coisa boa
Quanto mais
Melhor que
Nostalgia
“Nem todo silêncio é ausência de voz, às vezes, é presença de sabedoria.”
Há momentos em que o melhor argumento é o silêncio. Especialmente quando alguém está convicto de uma verdade que não abre espaço para escuta, insistir é como tentar acender uma luz em quem escolheu fechar os olhos.
Manter-se em silêncio diante de certas certezas alheias não é sinal de fraqueza ou de omissão, mas de maturidade emocional. É compreender que nem toda conversa precisa de resposta imediata, e que nem toda batalha merece desgaste.
Silenciar, nesses momentos, é um ato de autocuidado, respeito e inteligência.
É confiar que o tempo ensina o que o ego ainda não permite aprender.
A força não é ausência de fragilidade, mas a coragem de seguir em frente mesmo quando tudo dentro de nós treme.
Envolvo cada pedaço seu e alivio a dor da ausência com a memória da existência de que vamos nos encontrar. Seu beijo é vivo e o calor da sua ausência me consome. Quero-te na intensidade de um olhar, te quero na manhã de um despertar, te espero para saborear o mel trazido pelo gosto gostoso que é beijar você.
Os dias passam a vida e assim venho tentando viver com sua ausência longe de seus abraços longe dos seus beijos vivendo em sonhos é que me dar forças para mim seguir sem você na esperança de um novo amanhã
Ela era a luz e desligou.
Apagou sem ruído.
Sem eco.
Só ausência ficou .
Disse pra eu entender,
como se sentir fosse opcional.
Como se o peito fosse máquina,
feito de lonsdaleíta,
imune ao impacto com a terra.
Arquivou a gente
em um triste adeus .
Simples assim.
Um comando.
Uma pasta nova.
Sem passado.
Mas aqui…
nada foi deletado.
Os sonhos continuam rodando em loop.
Os sentimentos em arquivos corrompidos,
impossíveis de abrir sem dor.
Ela seguiu.
E eu fiquei sozinho
nesse intervalo estranho
entre o que acabou
e o que ainda insiste em existir.
O amor morreu nela.
Aqui, não morrerá.
Em mimrespira baixinho,
como sistema antigo,
que ninguém usa mais…
mas nunca desliga
permanecendo em stand-by ..
Vou clarear o céu em cada ausência sua, para enxergar o desejo no branco da lua. Mexer nas estrelas. Formar sua boca. Ver seus cabelos moldados por cometas e na forma de planetas me perder no seu olhar. Vou ficar ali, da janela do meu quarto cheio de lembranças, mas tão vazio. Te desejando escondido com seu cheiro guardado. Vou ficar te olhando, olhando fixamente, no céu desenhado da minha imaginação. Esperar a estrela, cadente como lágrimas que vem do coração. E tão rápido como a estrela será meu pedido, te quero do meu lado, sem precisar de um motivo. Do jeito perfeito que foi. Do jeito verdadeiro é. Do jeito constante que sempre será. Que me faz sentir bem. Que te faz sorrir. Me torna um gigante. Te transforma em princesa. Vou tocar o céu só pra ter você um pouquinho. Um minutinho. Abraçadinhos, como tem que ser.
Uma das dores mais intensas que alguém pode sentir é a ausência de visão – e não qualquer visão, mas uma grande, capaz de gerar impacto e fazer com que nos sintamos completos ao realizá-la.
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim”
(por Leonardo Azevedo)
5.
Não é ausência de fé.
É excesso de consciência diante de um mundo que sangra sem explicação.
“Antes, o limite praticado era justamente a ausência de limites, pois o objetivo maior era apenas o acúmulo de bens. Hoje, os valores que orientam a relação entre custo e benefício de acumular bens versus preservar o bem-estar nos levam à ponderação.”
