Atirar
Amar o próximo não é se atirar com ele no precipício.
Não é ser seu coadjuvante nas suas atitudes erradas.
Isso não é amar o próximo é ser tolo.
A vingança...
A vingança é um motivador perigoso,
Não podemos atirar flechas enquanto nos atacam,
Tão fácil desviar e seguir,
Tão fácil abençoar ao invés de odiar,
Tão fácil estender as mãos para aqueles que nos odeiam,
Se essas pessoas estiverem a beira de um precipício,
Vamos resgatar,
____ Mas como ?
Orando e desejando o bem,
Não precisamos dar o mesmo troco,
Basta fechar a boca para as formigas fugirem,
O troco é do SENHOR Deus,
Deixe que ele faça conforme suas leis,
Não somos advogados,
Não somos juízes,
Somos iguais aos olhos do Criador....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Atirar nos seus sonhos muitas vezes, pode tirar a sua identidade. Mudanças são necessárias para que você não desista, mas elas terão que partir de você.
Se durante sua caminhada você tiver que parar para atirar de volta todas as pedras que lhe são jogadas, você nunca chegará ao seu destino. Ignore as pedras, siga adiante... Mesmo se estiver machucado.
Hoje
Permita-me ser ousado
Atirar-me em teus projetos
Sem medo do futuro
Dizer o sim hodierno
Dizem que o amanhã não existe
Então que o hoje se torne eterno
Cristo veio ao mundo também para mostrar que justo quem pode atirar a primeira pedra é justamente quem não a atira.
Se eu atirar no sol, posso atingir uma estrela.
Às vezes penso que escrever é um mistério, que, para desvendá-lo, devemos nos atirar ao desconhecido, assumir os riscos de uma aventura inesperada e alçar voo em um horizonte de possibilidades infinitas.
Sei que escrevo. E sinto. E vivo. E inúmeras vezes, morro e renasço, caio e levanto. Corro. E descanso. Sei que a poesia é sangue. Que a poesia é alma. É corpo. Coração. Respiração. E que nela, há inúmeros eus. Sim. Inúmeros eus. O eu que canta. Que dança. Que se esconde entre as flores e as palavras. Que brinca com os versos e se emociona ao ler cada pedaço da essência de cada um que se arrisca em suas aventuras.
Mas, sobretudo, é guerra. É o grito que brota no peito e sai na garganta. De todos. Dos cansados. Dos oprimidos. Dos desabrigados. Dos reféns e mantidos no seu cárcere. No cárcere. Presos em suas depressões. Com seus demônios. Assombrados. Com medo. E sendo assim, é o constante estado que se encontra entre a vida e a morte.
Da morte. Infinito estado de dor. Do frio. Do descaso.
E da vida. Da vida que sai das palavras e brilha como luz de vela no meio da escuridão. Que expande a aura da mais pura felicidade e faz frente a todos os vazios e os preenche. Da vida. Que brota dos meus dedos. Da ponta da caneta e, como mágica, sai impressa no papel branco. No papel branco, que agora, é a página de um livro, a carta para um amor, uma equação de matemática, uma lei da física. Ou uma frase inocente falando sobre o canto dos passarinhos e dos raios do Sol. Não sei. Só sei que é um mistério, e não sei como desvendá-lo. Felizmente!!!
Amar é enfiar o dedo na garganta é atirar na própria cabeça é para os fortes os fracos sempre vam morrer por amor
PauloRockCesar
Genocida
a polícia sabe onde atirar
não é no alvo...
a mira é um ponto preto
colado na própria retina.
Você só precisa aprender a atirar e ter um alvo para mirar, caso contrário, não terá o que acertar. É assim que na vida aprendemos a desenvolver o talento e acordando o dom inerte e deixar latente o que há em cada um de nós.
Comparar a vida a atirar em um alvo indica que, sem um objetivo claro, qualquer esforço pode ser em vão, pois não haverá nada a ser atingido ou conquistado. Da mesma forma, nossos talentos e dons muitas vezes estão adormecidos, esperando para serem despertados.
Oh, quem me dera a consolação de ser capaz de pôr de lado e atirar para o esquecimento todas as impressões importunas e fastidiosas, e ficar num instante completamente em paz!
Parar
Não deixa que alguém
Te Atirar a cara um erro do passado sim do passadose pessoa aceitão
Não tem direito humilha
Porque se ela atira cara querer dizer
Vai fazer sempre e que nunca aceitão de verdade o seu erro do passado
