Atenção
Ter a última palavra não é uma prioridade de quem tem razão.
Prestem bem atenção !
Quem sempre quer ter a última palavra
quase nunca tem razão.
Sempre prestei muita atenção no que os idosos diziam, aprendi muito com todos idosos que convivi, o idoso é uma fonte de conhecimento que não se encontra nos livros e na Internet, chamasse VIVÊNCIA!!!
Só os medíocres não enxergam isso, chamam o idoso de VELHO, esquecem que um dia vão envelhecer!!!
Estava sentado num banco de uma Praça, observando que mães falavam e davam mais atenção aos seus cães do que aos seus filhos!
Vendo isso pensei: Alguma coisa está errada neste mundo!
Preste atenção,tem pessoas querendo uma faísca do fogo que está aceso te aquecendo,e você querendo apaga-lo.
As pessoas que gosto
permanecem comigo.
E recebem de mim meu carinho e atenção.
As que pouco me importam
podem permanecer a meu lado.
Mas, de mim...
resta-lhe meu silêncio!
É preciso ter misericórdia e acolher aquele que está desprovido de atenção, que está frágil, que está necessitado e que errou! Contudo, devemos mostrar um caminho para que se faça uma mudança de vida, pois não é prudente relativizar o erro que prejudica.
Não se isole, tenha cuidados e atenção com uma tragédia silenciosa que aumenta dia pós dias, cuide do seu estado Emocional e procure ter uma saúde mental e busque pelo equilíbrio das coisas que você faz e que vive ou que deixa de viver. Defina Limite, tenha controle e evite fardos que não são seus!
A GEOGRAFIA NA JORNADA DO TRABALHO!
Chegou um momento de atenção,
é hora de dialogar.
Sobre o Mundo do Trabalho,
área instigante de pensar.
Debatendo suas serventias,
incluindo até as “geografias”
e o que devemos investigar.
A fala agora é diferente,
conversaremos rimando.
No intuito de instigar todos,
a interpretar um mundo de desmando.
Onde o capital prevalece,
Com tanta barbárie que enlouquece,
os contrários a esse comando.
Se tratando de um viés acadêmico,
a dialética deve permanecer.
Como o modo de pensar mais lúcido,
para a realidade não se desvanecer.
Priorizando a relação sujeito-objeto,
focando a totalidade do jeito correto,
com a centralidade do sujeito a prevalecer.
A geografia do trabalho se liga à ontologia,
esta do ser social.
E para engrossar esse feedback das categorias,
do universo conceitual.
Aprimoramos a Geografia do Trabalho,
também como área do espaço global.
Como toda a geografia,
pautamos a dinâmica da sociedade.
Contudo nossa referência,
volta-se à subjetividade.
Alinhada as interfaces do Mundo do trabalho,
inclusive nas materialidades.
É por isso que o foco é o espaço geográfico,
pelas redefinições e contradições do processo social.
O território, a paisagem e o lugar dos fenômenos,
movidos pela ação do capital.
Moldados de forma desrespeitosa,
por pessoas melindrosas,
Que (dês)constroem o mundo atual.
São saldos da reestruturação produtiva do capital,
alinhada à competitividade irracional,
sempre em busca de uma escala mundial,
Seguindo características de um planeta neoliberal,
que no resultado final,
A maioria dos seres se dão mal.
Se tratando da relação sociedade-natureza,
devemos nos aprimorar.
Pois a precarização do trabalho cresce,
de modo a assustar.
Junto à degradação ambiental inerente,
que envolve sujeito e agente.
Modificando cada lugar.
O tal do “Toyotismo Sistêmico”,
aparece vinculado a tudo isso.
Mudando métodos de padrões de gestão,
agora com mais compromisso.
Do trabalhador controlado,
dessubjetivado e fetichizado,
menos militante e mais omisso.
Calma!
Esse é apenas um momento da história,
que em outrora,
já possuiu momentos de glória.
Com resultados de vitória.
Bons tempos guardados na memória.
Hoje o trem mudou,
Se distorceu até a relação,
do patronato e o empregado.
Com “parcerias” junto ao patrão,
Enquadrado em toda uma flexibilização,
da informalidade à terceirização.
Essa é só mais uma vinculação.
Falando-se em terceirização,
vinculada à mobilidade do trabalhador.
Seja ele agricultor ou doméstico,
E também camelô.
Enquadra-se todos aqui,
Outro bocado encaixa-se ali.
Sempre nesse vai e vem de horror.
Dentro desse emaranhado todo,
está a interpretação territorial,
resultante de uma processualidade social,
ligada a ditames do capital,
apresenta–se de modo essencial.
Em uma geografia do Trabalho,
ativa do “câmbio” ao canavial.
Finalizando esses versos rimados,
deixo aqui mais um abraço.
Sempre com ar de esperança,
Para nunca perder o compasso.
Combinando como Corinthians e Odebrecht
e alegre feito palhaço.
