Até onde vai sua Amizade
Tratar mal minha solidão foi um dos meus maiores prazeres.Até descobrir que era a minha melhor companheira .
A fraqueza da humanidade é obscura em meus pensamentos,
Aonde a sensatez em viver por viver ou ate mais sofrer,
Como os Andes muitas o fim da boa esperança...
Sois amargo como fel e brilhante como céu...
Desdenho por um momento puro ar livre de um mar morto.
Terríveis temores assolam o diluvio com simples sentimento...
Tento sorrir mas tudo muito obscuro, selado no para sempre,
Muito seres navegantes sois a luz nessa escuridão...
Meramente intocada por tua vestias são minhas mortalhas.
por Celso Roberto Nadilo
Toda flor é uma obra de arte
Tem a beleza desde a mais singela até a mais elaborada
E tem a vivacidade que em nenhuma obra pode faltar
Depois, uma flor é sempre única
Tomemos uma flor de Narciso como exemplo
É o mais acabado modelo de obra de arte contemporânea – como o urinol de Duchamp durante tanto tempo nos representou
Uma flor de narciso tem tudo o que uma verdadeira obra de arte deve ter:
É bela em si; viva por si; tem estilo próprio e simplesmente
Ela É
Para alguns a flor do narciso poderá evocar sentimentos de fragilidade
Para outros pensamentos ou a sensação de inutilidade
Num terceiro poderá evocar o destino
E será preciso reconhecer que um narciso solitário é muito diferente de outro num ramalhete
Ou de outro compondo junto com rosas um bouquet sofisticado
Assim também um narciso num vaso é muito diferente de outro num jardim ou de outro numa lagoa agreste
Mas todos os narcisos, em suas simples existências, são obras de arte
Infelizmente incapazes de reconhecer a arte nas outras flores, sequer em outros narcisos
Porque um Narciso verdadeiro não tem olhos para reconhecer existências alheias, sequer entre os seus próprios semelhantes
A arte no mundo de hoje parece sofrer dessa espécie de cegueira narcísica
De só ter olhos para ver dentro si mesma – não a arte, propriamente, mas homens que nos representam a arte de hoje
Em parte movida por impossibilidades internas como a subjetividade dos artistas
Em outra por interesses objetivos e bastante comerciais
Mas, quem lucra?
Se uma das funções da arte é justamente nos arrancar dos lugares comuns
E nos fazer maravilhar e nos horrorizar com a vida e a morte comuns de nós todos
A função da arte não é confirmar o que já sabemos
Mas nos chocar contra o novo
Sempre contra o novo e o inesperado – que pode ser bem velho
Num encontro com o que está fora e que de repente acolhemos como pertencente a nós próprios
Que mais de repente ainda percebemos sempre esteve conosco
Esse tempo todo, dentro de nós
Essa é a revelação de uma obra de arte:
Ver subitamente as nossas entranhas ali expostas
No meio de uma calçada, subindo pelas paredes, nas cores das tintas, nas agudezas dos ângulos
Ou seguindo a fluidez da água, a altivez de uma montanha, num vão de céu, numa flor…
Uma obra de arte pode ser algo chocante como uma flor
E nos perturbar ao ponto de correr entre o sensível e o conceitual
Sem nos deixar saber onde se localiza o meio termo
Entre o feio e o belo
O que está vivo ou morto
O que vem de mim e o que vem de você
Onde é que começa e onde é que acaba
Se é que acaba…
Toda arte é revolucionária – se não for, não é arte
Namora com o perigo, com a loucura, com a contravenção
Se uma flor não tem a capacidade de lhe fazer incomodado
Esqueça a flor e procure um museu
O que importa no final é que saíamos engrandecidos da experiência
Com a sensação inebriante de um encontro
De que existe vida e inteligência fora de nós
Não somos a flor do narciso afinal…
Se você se sente cômodo (ou não) em ir a museus e examinar as mesmas obras em nada mais desafiadoras, cheirando a passado e revisitando os artistas conhecidos
Experimente fazer um passeio pela rua
Apenas experimente sentir o incômodo de ver o presente conturbado, sem nenhuma curadoria ou roteiro previsto…
O amor é difícil de explicar, até mesmo com as palavras de um poeta, as mais justas, as mais sensíveis. Talvez o amor seja só uma batida de um coração descontrolado, tão selvagem que pode nos matar, pois quando se ama, a vida é menos importante. É o momento que substitui o eterno. O amanhã não tem qualquer sentido quando se ama. O futuro é projeção e, como tal, uma árida composição de linhas e espaços a preencher. Mas o amor, aquele verdadeiro, não é desenho, é respiração sem ar, é a subtração da existência.
Leva-me sonsigo em tua viagem.
por teu mundo de prazer
até fazer brotar de ti,
mananciais de paixão.!!
..
Nem uma estrada me leva até você, nenhum caminho cruza com o teu. Passos perdidos, sem rumo...o destino não nos escolheu.
Bob Marley, é uma filosofia que nasceu e nunca morreu e que eu levarei comigo até meus últimos dias...
Oportunidade
A oportunidade não bate em sua porta uma única vez, aliás ela nem vai até sua porta.
Todos os dias ao abrir os olhos, você é quem faz suas oportunidades, não se deixe abater, porque algo não deu certo, tente quantas vezes forem necessárias, e se possível, tente até não poder mais. E quando você pensar que não pode mais, então verá uma força sobrenatural, que nasce dentro de você. E é nesse momento que você consegue, não deu certo hoje, descanse e comece tudo de novo amanhã.
A oportunidade quem faz é você, e ela não vai até onde está, mas você a cria, e a recria todos os dias.
As vezes pensamos que somos filósofos, pensadores e até mesmo inventores, mas a simples filosofia nasce quando percebemos que nosso pensamento pode alcançar coisas que nossos olhos não podem.
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