Ate o Mel mais Puro em um Recipiente

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Estava mais angustiado que um goleiro na hora do gol
Quando você entrou em mim como um Sol no quintal
Aí um analista amigo meu disse que desse jeito
Não vou ser feliz direito
Porque o amor é uma coisa mais profunda que um encontro
casual.

O desapego nos ajuda a viver em um estado mental mais pacífico e a restaurar nosso equilíbrio. Permite que os outros sejam responsáveis por si mesmos e que tiremos nossas mãos de situações que não nos pertencem. Isso nos libera do estresse desnecessário.

Vamos um dia para o mar e viver a vida com mais liberdade que qualquer um.

Se em um dia qualquer eu me afastar, não é porque deixei de amar. É porque aprendi amar mais a mim.

Será que eu posso ter mais um beijo ?
Encontrarei um fim em teus lábios e irei embora , talvez também um café da manhã um almoço e jantar.
Eu ficaria satisfeita e feliz e poderemos nos separar .
Mas entre as refeições talvez possamos deitar na cama mais uma vez, mas um tempo prolongado em que o tempo se suspende indefinidamente enquanto eu coloco a cabeça em seu peito .
Minha esperança é que se a gente tivesse mais disso seria como ter uma vida inteira e eu nunca vou chegar na parte em que eu tenha que te deixar ir .
Mas isso não é real é?
Não tem mais momentos
Eu te conheci quando tudo era novo e emocionante e as possibilidades do mundo eram infinitas e elas ainda são pra você e pra mim mas não pra nós.
Em algum lugar entre o antes e o agora, o aqui e o lá a gente não só se distanciou a gente cresceu .
Quando alguma coisa quebra e os pedaços são grandes o bastante da pra consertar infelizmente as coisas não quebram se dispensação .
Mas quando a gente deixa a luz entrar o vidro despedaçado brilha e nesses momentos quando os pedaços do que a gente era brilharem ao sol vou me lembrar de como foi lindo , de como sempre será lindo por que éramos nós é nós éramos mágicos pra sempre .
(Alguém Especial)

Não a nada mais triste do acreditar em um amor que nunca existiu, aquele amor que só te iludiu, te fez sonhar, fazer planos, acreditar que era real, se não ama não iluda, não faça o outro acreditar em palavras que nunca iram se tornar realidade ... Certa sempre esteve minha vó, que sempre falava pra mim, não acredite em um homem que chama toda mulher de amor ou de meu amor, pois de certo ele não sabe o significado da palavra amor!

"Acorda, toma um café, penteia esse cabelo e saiba que você não precisa de mais ninguém para ser feliz. O mundo é seu."

Distância

A distância causa dor
Mais nunca o esquecimento
De um grande amor

E mais um vez Deus nos da um grande presente... Um lindo dia! Agradeça-o, pois ele te acordou, te pos de pé e te presenteou com a linda chance de recomeçar. Priscilla Rodighiero

Um Dia Você Aprende

Um dia a gente aprende, aprende que, por mais que tentemos não errar, algum dia em algum momento não iremos conseguir. Aprendemos que, por mais que tentemos ser bons para com os outros, um dia eles não serão bons para com a gente, e teremos que perdoá-los por isso.

Aprende que, com conversas, quase tudo se resolve, ou quase nada. Aprende que tem gente que não sabe conversar e que, nessas conversas, as palavras podem funcionar como armas, isso quando não são usadas para ofender e humilhar.

Você aprende que a vida é só uma e que deve aproveitá-la. Você aprende que deve-se pensar duas vezes antes de tomar qualquer atitude, pois pode-se pagar muito caro se mal tomada. Você aprende que relacionamentos levam muito tempo para serem construídos e muito pouco para serem destruídos.

Você aprende que deve aprender com seus erros e aprende que raramente aprende com seus erros. Aprende que deve lutar pelos seus ideais. Aprende que deve sonhar e que deve ter os pés no chão. Aprende que às vezes não se é necessário muito para se fazer grandes coisas, e que às vezes o muito não basta para se resolver algumas coisas.

Um dia você aprende que os outros te julgam e que você não deve julgar ninguém. Que deve-se olhar além das aparências. Mesmo sabendo que continuaram te julgando pelo que você aparenta ser e não pelo que você verdadeiramente é.

Um dia a gente aprende que dinheiro importa, mas não compra tudo. Que o amor existe, mas não dura se não for cuidado. Aprende que, quanto mais você se esforça, mais insuficiente parece ser. Aprende que, por mais que você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam.

Um dia você aprende que não se deve desistir dos sonhos. Mas que também se deve desistir de coisas que não se consegue depois de tentar muito. Aprende que a vida é curta. Aprende que você ainda tem a vida toda pela frente.

Um dia você aprende que não se deve julgar as pessoas como se elas fossem todas iguais. Aprende que algumas vezes as pessoas são, sim, iguais. Aprende que preconceito e racismo são burrices, e que algumas burrices são apenas falta de sensibilidade. Aprende que quando deixamos de ser sensíveis deixamos de ser iguais, deixamos de ser humanos. Aprende que quando deixamos de ser humanos, deixamos de ter um valor e passamos a ser uma pessoa sem valor.

Aprendemos que devemos deixar as pessoas que mais amamos sempre com um sorriso e com uma palavra de amor, pois pode ser a última vez que a vemos.

No fim, você aprende que tudo o que você aprende chega a um belo resultado: de que sempre é preciso aprender mais um pouco.

Desconhecido

Nota: O pensamento faz alusão a alguns trechos do poema de Veronica Shoffstall, que costuma ser erroneamente atribuído a William Shakespeare.

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Sobre os velhos amigos

Muito mais que qualquer nostalgia barata de um reencontro despretensioso ou a simpatia de uma rápida conversa diplomática, são as lembranças que tenho a respeito de quem passou por minha vida: os velhos amigos. Eles são cicatrizes benignas feitas por pessoas que, usufruindo de toda a liberdade que têm, deixaram com que a intersecção de nossas histórias existisse.
E eu quero lhe chamar a atenção aqui porque, quando digo história, estou falando do acumulado de experiências, acúmulo de encontros e desencontros da vida colecionados em um indivíduo, de forma que seu caráter, personalidade, espiritualidade e ideologia se fazem frutos desta dita história.
As sobreposições que sofri pelos meus velhos amigos me permite ver, talvez só aqui na frente olhando para as fotos, que a vida foi boa de ser vivida com eles; me permite ver que, como diria Spinoza, o encontro fraterno de nossas almas gerou ganho potência, o que ele mesmo traduz como felicidade.
Aos meus antigos amigos dos enes lugares pelos quais passei, a cada um deles, eu sinto a falta de vocês. Obrigado por permitirem o nosso encontro. Com vocês eu ganhei potência, eu palpei a felicidade. Com vocês vivi momentos dos quais não queria que acabassem e compartilhei lugares dos quais não queria sair.

Morar fora é se conhecer muito mais. É amadurecer e ver um mundo de possibilidades à sua frente. É perceber que é possível, sim, fazer tudo aquilo que você sempre sonhou e que parecia tão surreal. É notar que o mundo está na sua cara e você pode conhecê-lo inteiro. É ver seus objetivos mudarem. É mudar de ideia. É colocar em prática. É sentir sua mente se abrir muito mais, em todos os momentos. É se ver aberto para a vida. É não ter medo de arriscar. É aceitar desafios constantes. É se sentir na Terra do Nunca e não querer voltar. É pensar em voltar e não conseguir se imaginar no mesmo lugar. Morar em outro país é se surpreender consigo mesmo. É se descobrir e notar que, na verdade, você não conhecia a fundo algo que sempre achou que conhecia muito bem: você mesmo.

Sei que você não vive de passado. Mais não dá pra negar que ainda ti amo. Eu só queria achar uma maneira de não sentir mais falta de você. Nunca senti tanta falta de alguém como sinto de você, chego a sentir ânsia de tanta saudade.Não deveria estar falando sobre isto mais tudo isso me corrói por dentro. Tudo o que eu faço ou que vejo lembra você. Eu tento não demonstrar, Eu tento esconder, mais nada do que sentia por ti mudou apenas aumentou. Ainda sinto o gosto dos teus beijos, sinto o calor dos teus abraços, da tua voz, de quando você olhava nos meus olhos e falava EU TI AMO. É esse eu ti amo ainda me marca ainda está em mim. Eu não consigo me desfazer de nada que faz lembrar você. Sei que a culpa de tudo ter acabado foi minha, sei que nada do que eu estou falando ou demonstrando por essa mensagem vai fazer com que as coisas mudem e voltem a ser como era antes mais preciso falar tudo isso pra colocar tudo o que sinto pra fora. Desculpa por não ter reconhecido o seu amor enquanto o ainda tinha, desculpa por não ter valorizado o teu carinho, a tua preocupação, realmente só valorizamos quando perdemos. Me perdoa por ter estragado tudo. Nunca vou esquecer do teu amor. Ainda ti amo mais um dia vou conseguir ti esquecer... Pode ter certeza que não deu certo por falta de amor(Porque você me amou) o que faltou foi reconhecimento meu agora tudo acabou e não da pra voltar ao passado.. Desculpa não saber amar. Queria concertar tudo mais não tem como. Me perdoe estar voltando a tocar nesse assunto o qual você ja esqueceu mais precisava falar e mostrar que ainda te amo mesmo que isso não faça diferença alguma pra você. É Aparentemente tudo está bem mais não dá pra negar só vc me faz feliz, pode passar 1,2 anos ou mais, mas só vc me faz feliz. Caramba só vim perceber o quanto ti amo depois de ti perder, vc estava todo tempo ao meu lado e agora você não está mais aqui. Porque tudo acabou? Porque não continuo? Porque não deu certo? Eu tentei esquecer, Eu tento entender mais só lembro de você. Não é fácil mais enfim acabou.! Eu não quero mais sofrer. Vou conseguir ti esquecer.

A palavra é um adubo mágico.
Faz crescer sentimentos nobres assim como os mais sombrios.

As pessoas dizem que não vamos dar certo porque somos muito diferentes, mais não se completa um quebra-cabeça com peças iguais.

Feliz por um dia
Vou andando do meu jeito, visto que viver é emergente, eu quero mais é quebrar tabus, arregaçar as mangas, abrir as portas e soltar todos os meus vocábulos junto com o meu coração. Quero é dizer do que gosto, de quem gosto. Repetir a dose, exagerar no gole, não fazer corpo mole e assumir meus sentimentos.
Quero que se dane a formalidade que me exige andar de salto alto, corpo ereto, copos, talheres e pratos no mesmo alinhamento. Quero mesmo é dar adeus à frescura que me deixa entalada na roupa de festa e me faz beber vinho em pequenos goles, para não entornar. Que me exige dar risadinhas no canto da boca e fazer poses para ficar bem na foto.
Quero sai por ai. Andar descalça. Cumprimentar os passarinhos. Sorri para as flores e gargalhar com as crianças. Quero falar de amor para que todos possam ouvir. Ter liberdade de ficar em silêncio. Falar quando for necessário. Aconselhar meu coração. Sonhar com dias melhores. Cantar sem rima. Escrever sem motivos. Chorar sem razão. Amar sem restrição.
Romper o óbvio. Sair do prumo. Soltar o remo e navegar. Colher flores para dar de presentes. Tricotar verdades. Descartar as mentiras. Dizer bye bye para a tristeza. Não ser levada a sério. Não servir de exemplo. Não dar conselhos. Quero acordar na lua. Tocar o céu. Passear pelas nuvens, pelo menos nos sonhos.
Quero um dia maior para viver com vontade. Um coração mais largo para caber tanto amor. Por favor, não me fale de regras, técnicas, normas. Perdi essa aula por pura teimosia.
Quero viver, aventurando-me na ousadia de fazer um belíssimo espetáculo, sem nenhum script. Sem nenhum diretor que me exija tanta disciplina. Quero é suportar minhas loucuras e me completar com o resto de alegria possível.

Um homem acredita mais facilmente no que gostaria que fosse verdade. Assim, ele rejeita coisas difíceis pela impaciência de pesquisar; coisas sensatas, porque diminuem a esperança; as coisas mais profundas da natureza, por superstição; a luz da experiência, por arrogância e orgulho; coisas que não são comumente aceitas, por deferência à opinião do vulgo. Em suma, inúmeras são as maneiras, e às vezes imperceptíveis, pelas quais os afetos colorem e contaminam o entendimento.

Francis Bacon
BACON, F., Novo Órgão ou elementos de interpretação da natureza, 1620

O que mais se preocupava.

O autor Leo Buscaglia foi certa vez convidado a ser jurado de um concurso numa escola, cujo tema era: "a criança que mais se preocupa com os outros".
O vencedor foi um menino cujo vizinho - um senhor de mais de oitenta anos - acabara de ficar viúvo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em lágrimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo.
Quando voltou para casa, a mãe lhe perguntou o que dissera ao pobre homem.
- Nada - disse o menino. - Ele tinha perdido a sua mulher, e isso deve ter doído muito. Eu fui apenas ajudá-lo a Chorar.
(Livro Histórias para pais filhos e netos)

Uma das coisas mais inteligentes que um homem e uma mulher podem saber é saber que não sabem.

Mario Sergio Cortella
Qual é a tua obra? Petrópolis: Vozes, 2009.

Ser brotinho não é viver em um píncaro azulado: é muito mais! Ser brotinho é sorrir bastante dos homens e rir interminavelmente das mulheres, rir como se o ridículo, visível ou invisível, provocasse uma tosse de riso irresistível.

Ser brotinho é não usar pintura alguma, às vezes, e ficar de cara lambida, os cabelos desarrumados como se ventasse forte, o corpo todo apagado dentro de um vestido tão de propósito sem graça, mas lançando fogo pelos olhos. Ser brotinho é lançar fogo pelos olhos.

É viver a tarde inteira, em uma atitude esquemática, a contemplar o teto, só para poder contar depois que ficou a tarde inteira olhando para cima, sem pensar em nada. É passar um dia todo descalça no apartamento da amiga comendo comida de lata e cortar o dedo. Ser brotinho é ainda possuir vitrola própria e perambular pelas ruas do bairro com um ar sonso-vagaroso, abraçada a uma porção de elepês coloridos. É dizer a palavra feia precisamente no instante em que essa palavra se faz imprescindível e tão inteligente e natural. É também falar legal e bárbaro com um timbre tão por cima das vãs agitações humanas, uma inflexão tão certa de que tudo neste mundo passa depressa e não tem a menor importância.

Ser brotinho é poder usar óculos como se fosse enfeite, como um adjetivo para o rosto e para o espírito. É esvaziar o sentido das coisas que transbordam de sentido, mas é também dar sentido de repente ao vácuo absoluto. É aguardar com paciência e frieza o momento exato de vingar-se da má amiga. É ter a bolsa cheia de pedacinhos de papel, recados que os anacolutos tornam misteriosos, anotações criptográficas sobre o tributo da natureza feminina, uma cédula de dois cruzeiros com uma sentença hermética escrita a batom, toda uma biografia esparsa que pode ser atirada de súbito ao vento que passa. Ser brotinho é a inclinação do momento.

É telefonar muito, estendida no chão. É querer ser rapaz de vez em quando só para vaguear sozinha de madrugada pelas ruas da cidade. Achar muito bonito um homem muito feio; achar tão simpática uma senhora tão antipática. É fumar quase um maço de cigarros na sacada do apartamento, pensando coisas brancas, pretas, vermelhas, amarelas.

Ser brotinho é comparar o amigo do pai a um pincel de barba, e a gente vai ver está certo: o amigo do pai parece um pincel de barba. É sentir uma vontade doida de tomar banho de mar de noite e sem roupa, completamente. É ficar eufórica à vista de uma cascata. Falar inglês sem saber verbos irregulares. É ter comprado na feira um vestidinho gozado e bacanérrimo.

É ainda ser brotinho chegar em casa ensopada de chuva, úmida camélia, e dizer para a mãe que veio andando devagar para molhar-se mais. É ter saído um dia com uma rosa vermelha na mão, e todo mundo pensou com piedade que ela era uma louca varrida. É ir sempre ao cinema mas com um jeito de quem não espera mais nada desta vida. É ter uma vez bebido dois gins, quatro uísques, cinco taças de champanha e uma de cinzano sem sentir nada, mas ter outra vez bebido só um cálice de vinho do Porto e ter dado um vexame modelo grande. É o dom de falar sobre futebol e política como se o presente fosse passado, e vice-versa.

Ser brotinho é atravessar de ponta a ponta o salão da festa com uma indiferença mortal pelas mulheres presentes e ausentes. Ter estudado ballet e desistido, apesar de tantos telefonemas de Madame Saint-Quentin. Ter trazido para casa um gatinho magro que miava de fome e ter aberto uma lata de salmão para o coitado. Mas o bichinho comeu o salmão e morreu. É ficar pasmada no escuro da varanda sem contar para ninguém a miserável traição. Amanhecer chorando, anoitecer dançando. É manter o ritmo na melodia dissonante. Usar o mais caro perfume de blusa grossa e blue-jeans. Ter horror de gente morta, ladrão dentro de casa, fantasmas e baratas. Ter compaixão de um só mendigo entre todos os outros mendigos da Terra. Permanecer apaixonada a eternidade de um mês por um violinista estrangeiro de quinta ordem. Eventualmente, ser brotinho é como se não fosse, sentindo-se quase a cair do galho, de tão amadurecida em todo o seu ser. É fazer marcação cerrada sobre a presunção incomensurável dos homens. Tomar uma pose, ora de soneto moderno, ora de minueto, sem que se dissipe a unidade essencial. É policiar parentes, amigos, mestres e mestras com um ar songamonga de quem nada vê, nada ouve, nada fala.

Ser brotinho é adorar. Adorar o impossível. Ser brotinho é detestar. Detestar o possível. É acordar ao meio-dia com uma cara horrível, comer somente e lentamente uma fruta meio verde, e ficar de pijama telefonando até a hora do jantar, e não jantar, e ir devorar um sanduíche americano na esquina, tão estranha é a vida sobre a Terra.