Asas
BORBOLETA AZUL
Borboleta azul que pousa no meu ombro e faz-me sorrir
Suas asas são brilhantes ao dia, a noite apagam.
Onde está teu brilho borboleta azul?
Por que quando preciso não a encontro?
Borboleta azul, minha borboleta azul!
Por que me enganaste?
Por que fizeste-me ver teu brilho, se não podes iluminar-me?
Por que não me revelaste que não podias voar?
Borboleta azul, acabaste com minha alegria
Fizeste-me viver fantasias
Destruíste meus sonhos, meus projetos, minha vida!
Borboleta azul o que fizeste?
De perto nem mesmo ao dia brilhas!
O que era aquele azul?
Não era azul, não brilhava, não era borboleta.
Eles cortaram minhas asas, mas eu era muito teimosa, então libertei minha alma para poder voar livremente.
A minha liberdade ninguém tira, sempre acharei um jeito de tê-la comigo!
Às vezes, ela chega mansa, nas asas de uma borboleta, me rouba um longo suspiro e, novamente se vai.
Nem todos os anjos tem asas,
alguns estão entre nós e nós não damos importância porque não sabemos quem são.
Um anjo sem asas caiu na minha vida.
o curei e lhe pôs asas.
Mesmo com medo que prá longe, pudesse voar.
Ele deslizuo sobre as nuvens com as asas de Ikaró mesmo sabendo quê no fim estaria com os pés no chão mas com os pesamentos ligados nas emoções e jamais abriria mão mesmo quê tenha sido pôr uns segundos o seu maior...
amor sui
Quando o todo se mostra pouco, asas sejam dadas à convicção única de que, à exceção da plenitude, tudo é inexoravelmente incerto
Nada há que se possa movimentar além das próprias forças
Cantou com espirito livre desse mundo que nos oprime...
Sobre as asas de anjo tocou os céus...
Com a complexividade de uma alma pura transpôs este mundo.
Neste caos que desejamos tanto viver...
E de repente, era um, eram dez, eram milhares
Sob as asas azul da liberdade, nascia o estado de Palmares
Mas não tardou, e a opressão tentou calar não conseguiu
O brado da vida contra a morte, no primeiro estado livre do Brasil
Forjando ferro de Ogum, plantando cana e amendoim
Dançando seus batucajés, pilando milho e aipim
Fazendo lindos samburás, amando e vivendo enfim
Durante cem anos ou mais, Palmares viveu assim
Tentei voar mas não tive asas, e quando sobre o mar quis andar me faltou fé, ergui um grito de socorro ao vento mas me faltou voz, então eu caí, nos braços do amor de Deus.
Senhor Deus
Cansado de anjos sem asas
um passaro
resolveu chamar
Gostaste tanto do meu amigo
que ao seu lado resolveu colocar?
do silencio do piado
a rigidez do corpo
é confirmado
a alma dele não estava mais lá...
Não fique surpreso nem admirado
apenas com um olhar apatico
pois meu amigo não tive a chance de ensinar a voar
Não aprendeu a caçar
nem a cantarolar
so a pedir comida
e chegar perto quanto eu chamar
Se o senhor o levou
so te suplico uma coisa
cuide bem dele
e me de forças
para mais uma perda
eu conmseguir suportar.
