Asas
Bailarina dos sonhos!
Minha amiga bailarina
suas mãos parecem asas abertas
querendo voar.
Que bailarina linda
sua dança me fez despertar
me fez ver que os sonhos
podem se tornar realidade.
Bailarina que nos seus passos
traz unção e enche de cura o meu coração!
Bailarina cheia de luz
nos seus giros aprendi
que as voltas da minha vida
me fazem mais forte!
Seu nome tinha gosto de fogo e asas, de fumaça em espiral, de sutileza e força, e do sussurro áspero das escamas.
Voo
Voa pensamento
Livre como o vento
A procura do sentimento
Voa imaginação
Nas asas da emoção
Ao encontro do coração
Voa ilusão
Desenhando paixão
Nos rascunhos da solidão
Voa sonhos
Reais e risonhos
Sem ser enfadonhos
Voa felicidade
Sem a brisa da saudade
Flutuando na eternidade
Voa bardo transcritor
Poetando ventura e dissabor
Nos caminhos do amor...
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano
Se o bater das asas de uma borboleta causa o caos, com certeza o abrir dos olhos de uma coruja restaura a paz.
O quão triste é ter asas e não poder voar?
O porquê de estar preso sem ter feito o crime algum?
Tudo isto pra satisfazer o egoísmo humano, para realizar meros caprichos. Não ouvimos com palavras, Mas eles estão gritando por liberdade, como um inocente pagando por um crime que não cometeu e sem ao menos ter a chance de se defender. Seus cantos que parecem melodia, Na verdade são gritos desesperados de socorro.
Sem chance de fugir, sempre perseguido pelos olhos do vigia.
Cada dia a mais é uma tortura, ter sua liberdade tirada de você, contando os dias para morrer, sem ver a luz do sol e sentir o vento uma vez mais...
A personificação da tristeza são pássaros presos em gaiolas.
Escrever é colocar os sonhos no papel, é andar sobre as paginas, é criar vidas e asas; é doar-se um pouco ao mundo.
Ponto de partida
Ao novo ano, no tsuru pedidos escrevi,
em suas asas escrevendo lembrei de ti,
desejei pra ti que gosta da poesia daqui
muita saúde, paz, prosperidade e parti...
Fui pra bem longe e deixei - me voar,
no meu vôo, o vento e a tempestade,
o bem e também sem querer magoar,
alguns resquícios de pura maldade!
Dos olhos caíram algumas lágrimas...
Nos meus lábios também sorrisos vi,
houvera ternura e talvez duros dramas!
De tudo guardarei grato aprendizado;
Não quero ser mais, que meus poemas,
no mais agradeço a todos que tem lido!
abril
(mirras)
folhas anunciam abril sem cor
vem vindo nas asas do vento
pássaros em gorjeios de louvor
metamorfoseando ao relento
acorda abril nas manhãs de outono
a natureza no ventre é transformação
espera o inverno pra ceder seu trono
assim vai o tempo em sua concepção
noites mais longas de melancolia
mais um abril passando por mim
suas árvores nuas escrevem poesia
transmudando e nunca pondo fim
(abril, mês de antúrio e estrelitzia.)
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
01/04/2016, 20'20"
Cerrado goiano
Quando a formiga cria asas, ela não se perde apenas de casa,
muda a cena e ela se encontra perdida no céu, eu pergunto...
Cadê o mel?
Liberdade abre as asas sobre nós
Não deixe que o ciúme e a inveja
Abrace-nos e nos prendam
Liberdade deixe-nos viver a felicidade
De sua sabedoria e de ciência aos que de
Sua forma não faz uso,
Ao menos possam entender que
A felicidade é sua amiga
Pois, a liberdade traz felicidade
Assim todos possam ter paz. José Meireles
Sob Suas Asas
Ele te cobrirá com Suas penas, e debaixo de Suas asas você se refugiará. - Salmos 91: 4
Escritura de hoje : 1 Pedro 2: 21-25
O evangelista indiano Sundar Singh escreveu sobre um incêndio florestal devastador no Himalaia, onde estava viajando. Enquanto muitos tentavam combatê-lo, um grupo de homens estava olhando para uma árvore com chamas subindo em seus galhos. Eles estavam assistindo uma mãe pássaro voando freneticamente em círculos acima da árvore. Ela estava tocando um alarme para o ninho cheio de calouros. Quando o ninho começou a queimar, a mãe pássaro não voou; em vez disso, diminuiu o zoom e cobriu a ninhada com as asas. Em segundos, ela e seus filhotes foram queimados em cinzas.
Singh então disse aos espectadores impressionados: “Testemunhamos uma coisa verdadeiramente maravilhosa. Deus criou aquele pássaro com tanto amor e devoção que ela deu a vida tentando proteger seus filhotes. . . . Esse é o amor que O trouxe do céu para se tornar homem. Esse é o amor que O fez sofrer uma morte dolorosa por nossa causa. ”
A história acima é uma ilustração emocionante do amor de Cristo por nós. Também ficamos admirados ao pensar no Calvário, onde o fogo do julgamento sagrado ardeu. Pois ali Jesus voluntariamente sofreu e "carregou nossos pecados em Seu próprio corpo na árvore" (1 Pedro 2:24).
Senhor, obrigado por morrer em nosso lugar. Quão gratos somos por tudo o que você fez!
Refletir e orar
Sob Suas asas estou permanecendo em segurança,
Embora a noite se aprofunde e as tempestades sejam selvagens;
Ainda posso confiar nEle, eu sei que Ele vai me guardar,
Ele me redimiu e eu sou Seu filho. —Cushing
Cristo suportou o fogo do julgamento para que pudéssemos desfrutar do perdão de Deus. Vernon Grounds
voe sobre as asas da imaginação e sonhe o máximo que puder, mas se lembre sempre de nunca tirar completamente os pés do chão, pois caso não consiga estes sonhos realizar tua decepção não será tamanha e não correrá o risco de transformá-los em pesadelos.
Asas da saudade
Asas de matizes perambulam
Voam soltas na sua liberdade
Juntas as cores tremulam
Adeja a bandeira da saudade!
Eu pequenina e as borboletas
Éramos soltas nas brincadeiras
Até pairavam em minha mão
Quisera eu voar saindo do chão,
Iria eu pousar numa pétala
Colher mel igual a elas
Ou recolher uma estrela!
Borboletas ainda lindas
Azuis, vermelha ou amarela
Nelas minhas asas coloridas!
Os ruídos são as vozes
da poesia das asas
das borboletas escondidas
no brilho do dia mais azul.
Para entender o azul
é preciso entender a primavera
se entregando para o verão.
É preciso entender o hálito
do início do dia na boca
da aurora, banhada
pelo cheiro dos raios de sol.
