As vezes Basta ser o Colo que Aquece

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Hoje é terça-feira, pronto para trabalhar, não tem como correr, basta ir trabalhar e agradecer a Deus por mais este dia de vida. Obrigado, Senhor. Amém.

Pra ser visto, não precisa de plateia, basta deixar que elas te vejam. Seja luz e brilhará sobre elas.

Quando nascemos, já ganhamos um dom de Deus, sem saber qual? Basta crescermos, pra descobrir, quais são? Descobriremos com o tempo de vida que Deus nos dá, aqui na terra, para usarmos. Descubra o seu dom e usa o seu talo, pra fazer coisas boas. E será abencoado nesta vida por Deus.

As pessoas em geral estão sempre querendo te ensinar ou aprender algo com você; basta humildade para enxergar e perceber.

É preciso 100 mentiras para essa mentira se transformar em 1 verdade; Basta 1 verdade para todas essas mentiras voltarem a ser mentiras.

O mal é como a bala de um revólver; basta um "tiro" na cabeça para acabar com os bons momentos vividos com alguém.

Acumular rancor é igual a esponja que acumula sujeira; basta alguém apertar para expelir toda aquela sujeira, todo aquele ódio acumulado.

Quando ensinar já não basta

Há dias em que a escola pesa mais do que a mochila dos professores em semana de avaliações.
Não por causa das aulas. Nem das provas. Nem da burocracia, embora ela exista e cresça a cada ano. Pesa porque, em algum momento, ensinar deixou de ser apenas ensinar. Hoje, espera-se que o professor seja gestor de conflitos, mediador familiar, psicólogo improvisado, agente social, produtor de relatórios, alimentador de plataformas, responsável por índices, motivador permanente e, de alguma forma, o último elo de uma corrente que começou a se romper muito antes de sua chegada. Tudo retorna ao professor. Se o estudante aprende, cumpriu sua obrigação. Se não aprende, pergunta-se o que o professor fez, ou deixou de fazer. Essa lógica revela uma das maiores distorções da educação contemporânea: individualiza-se a responsabilidade por um problema que é estrutural.
Nesta semana, sentei-me diante de um estudante do sexto ano que não lê. Não escreve. Não domina habilidades que deveriam ter sido construídas nos primeiros anos da escolarização. É educado, prestativo, participa, tem vontade de agradar, mas a linguagem escrita ainda não lhe pertence. Foi nesse momento que a palavra "avaliação" perdeu o sentido. Como avaliar alguém que não consegue acessar aquilo que é condição para realizar a própria atividade? Que nota representa essa realidade?
A escola, então, oferece caminhos conhecidos. Recuperação. Nova oportunidade. Trabalho substitutivo. Mais prazo. Mais uma atividade. Mais uma tentativa. O RAV. Até que, quase sempre, chega-se ao mesmo destino: a aprovação. Não porque as dificuldades desapareceram, mas porque o sistema precisa continuar funcionando.
É uma engrenagem curiosa. Cobra-se do professor uma avaliação criteriosa, instrumentos diversificados, registros, evidências e lançamento de notas. Ao mesmo tempo, espera-se que os resultados finais não contrariem o fluxo esperado. A avaliação precisa existir, mas suas consequências nem sempre podem existir. Talvez seja por isso que tantos professores experimentem a sensação de correr sem sair do lugar.
O sociólogo Zygmunt Bauman escreveu que vivemos tempos líquidos, marcados pela fragilidade dos vínculos e pela dificuldade de sustentar compromissos duradouros. A escola não ficou imune a essa condição. A responsabilidade pela aprendizagem tornou-se cada vez mais difusa. Quando tudo é responsabilidade de todos, frequentemente acaba não sendo responsabilidade de ninguém. E, no fim, sobra para quem está diante da turma.
Também me vem à memória Paulo Freire, quando afirmava que ensinar exige rigor metodológico e compromisso ético. Curiosamente, quase sempre lembramos apenas da palavra "amor". Esquecemos do rigor. Ensinar também exige reconhecer quando uma aprendizagem ainda não aconteceu. Fingir que aconteceu não é inclusão; é apenas adiar um problema que se tornará maior no ano seguinte.
Há algo profundamente injusto nisso. O estudante é privado de um direito fundamental: aprender. O professor é privado da possibilidade de avaliar com honestidade. A família, muitas vezes, acredita que a aprovação significa desenvolvimento. E a escola produz documentos que atestam competências que, na prática, ainda não existem.
Não escrevo estas linhas porque acredito que reprovar resolveria o problema. Não resolveria. Mas aprovar sem garantir a aprendizagem também nunca resolveu. Entre essas duas margens existe um vazio que temos insistido em chamar de política educacional.
Enquanto isso, seguimos preenchendo planilhas, lançando notas, organizando recuperações, respondendo questionários sobre estratégias, justificando ausências, explicando conflitos que nasceram em segundos e tentando provar, diariamente, que estamos fazendo o suficiente.
Talvez a pergunta mais incômoda não seja por que tantos estudantes chegam ao sexto ano sem ler. A pergunta é outra: em que momento nos acostumamos com isso?
Talvez seja esse o maior retrato da crise educacional. Não a existência do problema, mas a naturalidade com que passamos a conviver com ele.
Há dias em que a escola não cansa apenas pelo excesso de trabalho. Ela cansa porque obriga bons profissionais a escolher, diariamente, entre registrar a realidade ou alimentar a ficção de que ela já foi transformada.
E essa talvez seja uma das violências mais silenciosas da educação brasileira.

Assim como a imunidade do corpo, basta um estímulo externo para perceber que a cura é interna.

Para acertar, basta tentar várias vezes até conseguir;


Para aperfeiçoar, basta acertar várias vezes sem errar.

Não precisa da dor, do sofrimento, do caos para acontecer mudanças; basta apenas ter disposição em mudar.

Alcançar o objetivo é simples, basta repetir os passos até chegar lá. O que torna o caminho difícil são os obstáculos que aparecem no seu trajeto. Às vezes, esses obstáculos servem para que você mude o andar, os passos, a forma de caminhar, para continuar em frente e chegar onde quer.


Mas antes de alcançar o objetivo, é preciso andar por caminhos desconhecidos, se arriscar, se jogar, parar, cair, até perceber que seus passos estão cada vez mais firmes em um único caminho. Só assim você vai perceber que está no caminho certo em busca do seu objetivo e do seu sentido.


Mas cuidado, às vezes o que você acha que é o objetivo, pode ser apenas uma ilusão, e a ilusão está no que o mundo te diz para fazer. O verdadeiro sentido está no que você realmente quer fazer, no caminho que você quer seguir, e geralmente esse caminho é aquele que te faz bem consigo mesmo, que tem a ver com você.

“⁠A vida não precisa ser fácil, basta não ser impossível, por que em impossíveis, Deus é especialista.”

1679
"Para ser verdade basta não ser engano, erro, mentira ou intenção de mentira. Tão simples!"

1711
"Basta eu dizer que sou Rico para meu pão cair com a manteiga pra cima!"

0053 "Dizem que 'Trair, Mentir e se Coçar basta começar'. Resistir, também, digo eu!"

0094 "Para 'acabar' com alguém não precisa de violencia nem de perder o controle. Basta ignorar esse alguém!"

0103 "Basta me fazer rir para a constar do meu testamento. Comigo é assim!"

0322 "Tenho notado, com frequencia: Basta alguém querer e gostar para - imediatamente - surgir alguém que não quer e não gosta. O inferno, para alguns, é não saber conviver com isso!"

Existem vestígios na alma desse amor que não se acaba, e que ninguém apaga. O tempo não nos basta, o amor é primavera que não passa.