As vezes Basta ser o Colo que Aquece

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Quando ensinar já não basta

Há dias em que a escola pesa mais do que a mochila dos professores em semana de avaliações.
Não por causa das aulas. Nem das provas. Nem da burocracia, embora ela exista e cresça a cada ano. Pesa porque, em algum momento, ensinar deixou de ser apenas ensinar. Hoje, espera-se que o professor seja gestor de conflitos, mediador familiar, psicólogo improvisado, agente social, produtor de relatórios, alimentador de plataformas, responsável por índices, motivador permanente e, de alguma forma, o último elo de uma corrente que começou a se romper muito antes de sua chegada. Tudo retorna ao professor. Se o estudante aprende, cumpriu sua obrigação. Se não aprende, pergunta-se o que o professor fez, ou deixou de fazer. Essa lógica revela uma das maiores distorções da educação contemporânea: individualiza-se a responsabilidade por um problema que é estrutural.
Nesta semana, sentei-me diante de um estudante do sexto ano que não lê. Não escreve. Não domina habilidades que deveriam ter sido construídas nos primeiros anos da escolarização. É educado, prestativo, participa, tem vontade de agradar, mas a linguagem escrita ainda não lhe pertence. Foi nesse momento que a palavra "avaliação" perdeu o sentido. Como avaliar alguém que não consegue acessar aquilo que é condição para realizar a própria atividade? Que nota representa essa realidade?
A escola, então, oferece caminhos conhecidos. Recuperação. Nova oportunidade. Trabalho substitutivo. Mais prazo. Mais uma atividade. Mais uma tentativa. O RAV. Até que, quase sempre, chega-se ao mesmo destino: a aprovação. Não porque as dificuldades desapareceram, mas porque o sistema precisa continuar funcionando.
É uma engrenagem curiosa. Cobra-se do professor uma avaliação criteriosa, instrumentos diversificados, registros, evidências e lançamento de notas. Ao mesmo tempo, espera-se que os resultados finais não contrariem o fluxo esperado. A avaliação precisa existir, mas suas consequências nem sempre podem existir. Talvez seja por isso que tantos professores experimentem a sensação de correr sem sair do lugar.
O sociólogo Zygmunt Bauman escreveu que vivemos tempos líquidos, marcados pela fragilidade dos vínculos e pela dificuldade de sustentar compromissos duradouros. A escola não ficou imune a essa condição. A responsabilidade pela aprendizagem tornou-se cada vez mais difusa. Quando tudo é responsabilidade de todos, frequentemente acaba não sendo responsabilidade de ninguém. E, no fim, sobra para quem está diante da turma.
Também me vem à memória Paulo Freire, quando afirmava que ensinar exige rigor metodológico e compromisso ético. Curiosamente, quase sempre lembramos apenas da palavra "amor". Esquecemos do rigor. Ensinar também exige reconhecer quando uma aprendizagem ainda não aconteceu. Fingir que aconteceu não é inclusão; é apenas adiar um problema que se tornará maior no ano seguinte.
Há algo profundamente injusto nisso. O estudante é privado de um direito fundamental: aprender. O professor é privado da possibilidade de avaliar com honestidade. A família, muitas vezes, acredita que a aprovação significa desenvolvimento. E a escola produz documentos que atestam competências que, na prática, ainda não existem.
Não escrevo estas linhas porque acredito que reprovar resolveria o problema. Não resolveria. Mas aprovar sem garantir a aprendizagem também nunca resolveu. Entre essas duas margens existe um vazio que temos insistido em chamar de política educacional.
Enquanto isso, seguimos preenchendo planilhas, lançando notas, organizando recuperações, respondendo questionários sobre estratégias, justificando ausências, explicando conflitos que nasceram em segundos e tentando provar, diariamente, que estamos fazendo o suficiente.
Talvez a pergunta mais incômoda não seja por que tantos estudantes chegam ao sexto ano sem ler. A pergunta é outra: em que momento nos acostumamos com isso?
Talvez seja esse o maior retrato da crise educacional. Não a existência do problema, mas a naturalidade com que passamos a conviver com ele.
Há dias em que a escola não cansa apenas pelo excesso de trabalho. Ela cansa porque obriga bons profissionais a escolher, diariamente, entre registrar a realidade ou alimentar a ficção de que ela já foi transformada.
E essa talvez seja uma das violências mais silenciosas da educação brasileira.

“⁠A vida não precisa ser fácil, basta não ser impossível, por que em impossíveis, Deus é especialista.”

Basta sonhar pra brotar conquistas.

Como se largar tudo fosse me libertar de alguma coisa, mas basta um instante de silêncio pra perceber... eu continuo aqui.
Preso, presente, inteiro dentro do que eu tentei deixar.

Às vezes as palavras me fogem e o papel continua em branco, mas basta eu fechar os olhos e pensar em você que a poesia se escreve sozinha dentro de mim. O que é difícil de explicar, fica fácil de sentir quando te vejo




DeBrunoParaCarla

Basta um barquinho pequeno pra navegar no mar
No caminho decido o rumo
Como o coração mandar ...

O paraíso é aqui mesmo neste planeta, basta apenas escolher o lugar certo que lhe faça se sentir feliz,

Deus é quem sabe o que nos faz bem!
Basta ter fé e se conectar com Ele para saber qual é o melhor caminho e com quem devemos caminhar.

"Para ter vida plena, basta viver o verdadeiro amor."

⁠Não basta vender
produtos e serviços,
você precisa entregar
B O A S E M O Ç Õ E S.

Ser feliz é simples basta apenas cultivar a alegria em seu coração.⁠

Coração Acelerado
Basta um olhar teu passar e o peito começa a gritar sem toque sem aviso você já é meu paraíso

O amor tem o poder de mudar o mundo, basta você querer. Então libere todo amor que você tem pra dar, libere o seu amor e o aproveite. Aproveite a vida!

NN

“Não basta desejar a conquista. É preciso desejar a vida que será construída após a conquista. Quando existe um propósito para o depois, o objetivo deixa de ser um troféu e se torna uma ferramenta.”

Basta deixar de atender aos anseios para passar de amigo a bandido.

Tudo que tenho na vida é o hoje
Isso pra mim basta
Osmar

Não se faz necessário cem guerreiros para lhe proteger! Basta somente um único coração valente e determinado;
Literariamente busco-lhe as estrelas que mais te agrade para em tua formosa face se estampe um belo sorriso de gratidão;
E teus lábios têm o aroma de frutas frescas de uma corte real que tanto me faz súdito para seu bem querer;

Cada dia tem algo para nos oferecer... basta saber agradecer e acolher com simplicidade!

Guarda contigo o melhor e expulsa o que te persegue de mal. Já basta o que deixaste entrar em ti, por te deixares dominar pelos pensamentos que a tua mente arquiteta!
Tu és bem mais que a tua mente, o teu espírito é soberano, é o rei no trono de ti mesma(o).
Aceita as bênçãos que Deus te quer dar diariamente ... o melhor. O pior não faz parte da vontade de Deus.

Queremos respostas, explicações, justificativas…bla, bla, bla.
A vida é tão simples, basta respirar e contemplar a natureza, aí estão todas as respostas, basta escutá-las com o coração!
E para isso não é preciso saber ler ou escrever, visto que são dons naturais que estão ao alcance de todos.