Às Vezes

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Tantas vezes eu já olhei, já julguei, já atirei pedras e não perdoei. Tantas vezes eu não reconheci que errei. Já me arrependi só da boca para fora, já pedi perdão só por conta de uma religião. O outro também já me pediu desculpas, perdão e reconheceu que errou, mas eu ainda não consegui, não consegui perdoar a quem me machucou. Mas vou!
​Nildinha Freitas

Muitas vezes é preciso fingir que não estou enxergando, pra não ter que me esbarrar com a
falsidade.

O ser humano busca a perfeição, mas não o alcança; às vezes tem relação à tolerância dos defeitos, virtudes, limitações e soluções para induzir a energia e capacidade humana.

Às vezes me pego pensando em como seria minha vida se tivesse feito diferentes escolhas... Acho que esses pensamentos estão começando a tomar conta do meu dia a dia. Eu já não me sinto mais vivendo o agora. Sinto que o que eu vivo é uma escolha errada que tomei anos atrás e agora já não tem mais volta. Às vezes quando eu sonho me sinto em uma de minhas boas escolhas, e, ao acordar, volto na realidade dessa "escolha errada"... Sei lá, já não sei o que fazer.

Antes de sair do Deserto, no caminho do Deserto, vivendo no Deserto, ou sendo em muitas vezes o próprio Deserto, tudo fará Sentido quando compreenderes: DEUS É O UNICO E VERDADEIRO TESOURO.
tudo mudará quando formos um com ele.no agir, no pensar
e no Existir.
( Flávio S.Silva. )

Quantas vezes você ouviu alguém dizer:

— Se Deus quiser!

Sem perceber
que tudo depende
do único limbo perceptível:

nós mesmos.

Foi minha própria família que me ensinou uma verdade cruel: às vezes o mundo lá fora parece menos pesado do que aquilo que a gente é obrigado a suportar dentro de casa.

Há uma verdade que poucas pessoas têm coragem de aceitar: nem sempre deixamos de amar. Às vezes, apenas deixamos que o medo fale mais alto do que o sentimento.


É curioso perceber como alguém pode amar intensamente e, ao mesmo tempo, se convencer de que ir embora é a melhor escolha. Não porque o amor acabou, mas porque as dúvidas cresceram mais rápido do que a confiança. Porque pessoas de fora deram opiniões sobre uma história que nunca viveram. Porque o orgulho fez parecer fraqueza aquilo que, na verdade, era coragem: permanecer.


O ser humano possui um hábito silencioso de acreditar mais nas próprias inseguranças do que nas demonstrações de carinho que recebe. Uma palavra negativa pesa mais do que cem gestos de amor. Uma desconfiança pode destruir em minutos aquilo que levou anos para ser construído.


E então a distância começa.


Primeiro diminuem as mensagens. Depois desaparecem as ligações. Os "eu te amo" se transformam em silêncio. Até que um dia dois corações que ainda se amam passam a viver como completos estranhos.


O mais triste é que, muitas vezes, ninguém traiu, ninguém deixou de sentir. Apenas deixaram de conversar. Deixaram que o orgulho respondesse no lugar do coração. Deixaram que outras pessoas escrevessem o final de uma história que só pertencia aos dois.


O tempo passa, e a vida continua. Mas há sentimentos que não obedecem ao relógio. Existem pessoas que seguimos amando em silêncio, mesmo depois de meses ou anos. Não porque esperamos que voltem, mas porque certos sentimentos não desaparecem; eles apenas aprendem a existir em um lugar onde já não fazem barulho.


Talvez o maior erro do ser humano seja imaginar que sempre haverá tempo para voltar atrás. Que um pedido de desculpas pode esperar. Que um abraço pode ser dado amanhã. Que quem ama estará ali para sempre.


Mas a verdade é que o tempo nunca promete outro encontro. Existem despedidas que acontecem sem que ninguém perceba. O último abraço nem sempre parece o último. A última conversa quase nunca tem cara de despedida.


E quando entendemos isso, resta apenas o peso de uma pergunta que ecoa dentro da alma:


**"Será que eu perdi essa pessoa porque ela deixou de me amar... ou porque deixei minhas dúvidas falarem mais alto do que o amor que ela me oferecia?"**


Algumas respostas chegam tarde demais. E, quando chegam, já não servem para mudar a história. Servem apenas para ensinar que o amor raramente acaba de uma vez. Na maioria das vezes, ele é sufocado, pouco a pouco, pelas palavras que nunca foram ditas, pelos medos que nunca foram enfrentados e pelas pessoas que jamais deveriam ter tido voz dentro de uma relação construída por dois corações.

⁠Às vezes, a vida nos coloca diante de escolhas que parecem certas apenas porque são movidas pelo medo. Medo de sofrer, de confiar, de insistir, de acreditar mais uma vez. E, no meio desse caos, pessoas que realmente nos amam acabam pagando o preço por dúvidas que nunca criaram.
É estranho como o ser humano consegue abandonar aquilo que o fazia bem apenas porque alguém plantou uma incerteza em seu coração. Bastam algumas palavras, algumas opiniões ou alguns julgamentos para fazer alguém questionar um sentimento que, até então, parecia verdadeiro. Mas o amor nunca deixa de existir por causa dos outros; ele enfraquece quando deixamos que a voz de quem está de fora fale mais alto do que a voz do nosso próprio coração.
Com o tempo, a gente aprende que existem perdas que não acontecem porque o amor acabou. Elas acontecem porque o orgulho falou primeiro, porque a insegurança venceu a confiança, porque as dúvidas foram alimentadas mais do que as certezas. E, quando finalmente percebemos isso, muitas vezes já é tarde demais. Algumas pessoas não voltam, não porque deixaram de amar, mas porque se cansaram de esperar que alguém acreditasse nelas.
No fim, a vida tem um jeito curioso de ensinar. Ela mostra que a ausência pesa mais do que qualquer discussão, que o silêncio responde perguntas que as palavras nunca conseguiram responder e que o arrependimento costuma chegar exatamente quando já não há mais nada que possa ser feito.
Por isso, antes de desistir de alguém por causa do que ouviu, do que imaginou ou do que outras pessoas fizeram você acreditar, pergunte a si mesmo: essa decisão nasceu do meu coração ou do medo que colocaram dentro dele?
Porque existem pessoas que passam pela nossa vida para nos ensinar uma lição. Mas existem outras que aparecem apenas uma vez, e, quando vão embora, levam consigo uma parte de nós que nunca mais volta. O amor verdadeiro nem sempre termina por falta de sentimento. Às vezes, ele termina porque as dúvidas falaram mais alto do que a coragem de permanecer.

A nossa fé, muitas vezes, é colocada em teste porque temos como base o tempo cronológico, esse que rege as horas, os dias e os meses. Mas o tempo do milagre não é o nosso; é o tempo de Deus. E esperar esse tempo divino, de fato, é o verdadeiro teste da nossa própria esperança. Como diria o velho ditado: quem espera, sempre alcança.
​Nildinha Freitas

Você pode explicar mil vezes. Pode mostrar evidências. Pode desenhar. Se a mente ainda não está preparada para expandir, ela continuará interpretando o mundo pelos códigos que já conhece. Não é falta de inteligência. É programação. E toda programação só muda por meio de prática consciente, repetição e expansão da consciência. Enquanto isso, a bolha continua parecendo o universo inteiro.

“Tenho compaixão dos invejosos e preconceituosos. Muitas vezes, são pessoas presas à comparação e à própria insatisfação, que passam a vida olhando para fora enquanto carregam uma brasa acesa no coração.”


Otávio Mariano.

Às vezes vivo no árido a procura do nada, porque sei que no deserto também brotam vidas. Tudo depende do brilho da minha luz.

Otavio Mariano.

As vezes surge uma imensa vontade de escrever e não parar mais. Tirar todos pensamentos, falar sobre magoas, ideias, escrever um romance, ou apenas só escrever oque vem a cabeça. E depois? tudo some, vai embora. A mente reseta, apaga tudo, nada para escrever.
Acontece tanta coisa na vida da gente que não e possível processar tudo de uma vez; tem horas que nem sei oque tenho, só sinto.
Tem vezes, com muita frequência, não sei oque fazer. Gostaria de ter todas respostas. Ou alguém que me aconselhe e diga que ta tudo bem.
No momento eu crio minhas utopias; e não tenho intenção nenhuma de acabar com elas. É com elas que sonho, viajo, me motivo, enfim... Elas são responsáveis por me dar esperança e fuga. eu fujo para realidades que eu mesma construí e la sou feliz.

⁠Às vezes a vida é como um túnel escuro. Nem sempre você consegue ver a luz no fim do túnel, mas se você continuar se movendo... Você chegará a um lugar melhor.

Muitas vezes, a gente foca nas nossas falhas, mas a perspectiva divina foca no potencial. É como olhar para uma semente e já enxergar a sombra da árvore.

Ter consciência do quanto nossa vida é efêmera, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes.

Muitas flores são colhidas cedo demais. Algumas, mesmo ainda em botão. Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranquilas, vividas, se entregam ao vento.

Nem sempre a solidão é um sinal de perda. Muitas vezes, ela é o ambiente onde o caráter amadurece, longe das influências que sufocam o crescimento e das máscaras que impedem a autenticidade.

Mas nem sempre a gente precisa ser forte. Às vezes, temos que aceitar nossas fraquezas e deixá-las existir...
Respirar devagar, sentir o ar com calma, com cuidado, para não acordar a pessoa que mora dentro do meu coração.


Alexandre Sefardi

Deus é a beleza que se ouve no silêncio. Muitas vezes até o silêncio de Deus é uma resposta.