Às Vezes
Às vezes, quanto mais você procura, menos você encontra. Depois quando você relaxa e esquece, aquilo que você queria aparece!
Sorrir não significa necessariamente que você está feliz. Às vezes também significa apenas que você está sendo forte.....
As vezes a gente erra tentando acertar e atrapalha tentando ajudar...Faz parte!
Amanhã é outro dia para de repente, acertar sem errar e ajudar sem atrapalhar.
Por um lado, eu acredito em fantasmas, mas eles são criados por nós. Nós nos assombramos, e às vezes somos tão bons nisso que perdemos a noção da realidade.
As vezes um vazio que exista em vc , mesmo que seja um bem pequeninho ele vai te fazer cê sentir pior ....
Amar às vezes é surpresa branda,
E não há palavras para dizer,
Ama o que está longe,
E quando vê de perto tem medo
De perder
Quando reluz
Parece ouro
O anjo banhado de música
No tom rosado de um entardecer
Bastou um dia
Para eu saber
Que estar em sua vida
Era tudo de belo
Que podia me acontecer.
Ai, meu povo lindo! Quantas vezes ficamos tristes e pensativos, e de repente o sorriso de uma criança nos diz o que precisamos ouvir? Na vida, é preciso valorizar tudo. E qual é o valor de um sorriso quando não sabemos nem queremos saber o quanto dói uma lágrima nos olhos dos outros?
O tempo passa para todos intermitentemente, e vamos sentir falta das palavras não ditas e das desculpas não pedidas? Então, sejamos como uma moeda: de um lado, nosso rosto; do outro, nosso valor, com o qual pagaremos a vida de uma forma ou outra, pois a conta sempre chega. Porque, no fundo, cada um esconde um pouco de si. E assim, onde queremos chegar mesmo? O que desejamos para hoje, se hoje é um bom dia para começar novos desafios?
Onde queremos chegar? Sonhemos alto, desejemos o melhor das coisas boas para a nossa vida e a dos outros. Pensar assim nos traz o que desejamos, pois o nosso tempo tem pressa, mas o tempo de Deus é perfeito. O segredo é ter calma, dar um passo de cada vez e deixar que Deus cuide de tudo. O futuro vem de qualquer jeito, então por que correr?
Vamos com calma e fazer com que as pessoas nos deixem melhores do que quando nos encontraram, e vice-versa. Para que serve a arrogância e a prepotência mesmo? Onde queremos chegar, se somos tão humanos quanto os outros?
Silenciar as vezes é preciso diante de algumas circunstâncias, não por covardia, mas sim, para não ferir, e nem agredir certas ignorâncias, de quem não tem um pingo de inteligência.
O ato gratuito
Muitas vezes o que me salvou foi improvisar um ato gratuito. Ato gratuito, se tem causas, são desconhecidas. E se tem consequências, são imprevisíveis.
O ato gratuito é o oposto da luta pela vida e na vida. Ele é o oposto da nossa corrida pelo dinheiro, pelo trabalho, pelo amor, pelos prazeres, pelos táxis e ônibus, pela nossa vida diária enfim – que esta é toda paga, isto é, tem o seu preço.
Uma tarde dessas, de céu puramente azul e pequenas nuvens branquíssimas, estava eu escrevendo à máquina – quando alguma coisa em mim aconteceu.
Era o profundo cansaço da luta.
E percebi que estava sedenta. Uma sede de liberdade me acordaria. Eu estava simplesmente exausta de morar num apartamento. Estava exausta de tirar ideias de mim mesma. Estava exausta do barulho da máquina de escrever. Então a sede estranha e profunda me apareceu. Eu precisava – precisava com urgência – de um ato de liberdade: do ato que é por si só. Um ato que manifestasse fora de mim o que eu secretamente era. E necessitava de um ato pelo qual eu não precisava pagar. Não digo pagar com dinheiro mas sim, de um modo mais amplo, pagar o alto preço que custa viver.
Então minha própria sede guiou-me. Eram 2 horas da tarde de verão. Interrompi meu trabalho, mudei rapidamente de roupa, desci, tomei um táxi que passava e disse ao chofer: vamos ao Jardim Botânico. "Que rua?", perguntou ele. "O senhor não está entendendo", expliquei-lhe, "não quero ir ao bairro e sim ao Jardim do bairro." Não sei por que olhou-me um instante com atenção.
Deixei abertas as vidraças do carro, que corria muito, e eu já começara minha liberdade deixando que um vento fortíssimo me desalinhasse os cabelos e me batesse no rosto grato de olhos entrefechados de felicidade.
Eu ia ao Jardim Botânico para quê? Só para olhar. Só para ver. Só para sentir. Só para viver. Saltei do táxi e atravessei os largos portões. A sombra logo me acolheu. Fiquei parada. Lá a vida verde era larga. Eu não via ali nenhuma avareza: tudo se dava por inteiro ao vento, no ar, à vida, tudo se erguia em direção ao céu. E mais: dava também o seu mistério.
O mistério me rodeava. Olhei arbustos frágeis recém-plantados. Olhei uma árvores de tronco nodoso e escuro, tão largo que me seria impossível abraçá-lo. Por dentro dessa madeira de rocha, através de raízes pesadas e duras como garras - como é que corria a seiva, essa coisa quase intangível e que é vida? Havia seiva em tudo como há sangue em nosso corpo.
De propósito não vou descrever o que vi: cada pessoa tem que descobrir sozinha. Apenas lembrarei que havia sombras oscilantes, secretas. De passagem falarei de leve na liberdade dos pássaros. E na minha liberdade. Mas é só. O resto era o verde úmido subindo em mim pelas minhas raízes incógnitas. Eu andava, andava. Às vezes parava. Já me afastara muito do portão de entrada, não o via mais, pois entrara em tantas alamedas. Eu sentia um medo bom – como um estremecimento apenas perceptível de alma - um medo bom de talvez estar perdida e nunca mais, porém nunca mais! achar a porta de saída.
Havia naquela alameda um chafariz de onde a água corria sem parar. Era uma cara de pedra e de sua boca jorrava a água. Bebi. Molhei-me toda. Sem me incomodar: esse exagero estava de acordo com a abundância do Jardim.
O chão estava às vezes coberto de bolinhas de aroeira, daquelas que caem em abundância nas calçadas da nossa infância e que pisávamos, não sei por quê, com enorme prazer. Repeti então o esmagamento das bolinhas e de novo senti o misterioso gosto bom.
Estava com um cansaço benfazejo, era hora de voltar, o sol já estava mais fraco.
Voltarei num dia de muita chuva – só para ver o gotejante jardim submerso.
Nota: peço licença para pedir à pessoa que tão bondosamente traduz meus textos em braile para os cegos que não traduza este. Não quero ferir os olhos que não veem.
As vezes, sinto minha presença tão insignificante que talvez eu não esteja errado, talvez eu realmente não signifique nada.
Às vezes fico triste, não por mim, mas pelos outros, porque não entendo a necessidade de humilharem as pessoas. O tempo todo! Não é divertido. E dentro de nós existe um silêncio, porque simplesmente não nos importamos ou fazemos que não nos importamos.
Às vezes, o próprio sol se esconde por trás de uma nuvem, de modo que ninguém o veja se por, deixando-nos em dúvida se já se pôs ou não.
ANDARILHO
Meu pensamento caminha
Milhões e milhões de milhas...
Muitas vezes, cristalino
Muitas vezes, meio turvo
Feito águas poluídas
De abandonado rio.
Meu pensamento agrega
O ontem, o hoje e o amanhã.
Ah... meu pensamento - esse
incansável andarilho!...
E a vida segue a dança
Gira,sobe e desce
Escorrega,salta e se firma
Dança lentamente e as vezes corre rápido entre os dedos
E a vida dança a sua música favorita
Ela segue teu fluxo,tua essência, segue tua voz
A vida dança, entre as pedras e espinhos
A coreografia da sutileza, é pura harmonização
Na dança da vida,tudo é pura emoção e junção
A vida dança, de acordo com a sua melodia.
A melodia da vida quem escreve é você.
►Quem Sou Eu?
Muitas pessoas não se conhecem muito bem
Às vezes elas se sentem como um ninguém
E as vezes eu me sinto como elas,
Às vezes me sinto como uma poeira que se instala na janela.
Muitas são as vezes que escrevo para fugir do mundo,
Insano, onde só sobrevivem aqueles que possuem um belo plano
E não sou tão sagaz, as vezes até esqueço em que ano estamos
Até o momento eu sinto como se já tivesse escrito tanto
Mas a noite, eu sinto como se faltasse algo em algum canto
E, mostrando para o espelho, o meu pseudônimo é o que desejo
E eu escrevo pensando em tudo que vejo, ou com fatos que ocorreram comigo mesmo
Sou uma pessoa solidária, mas muito egoísta
Quero ser a única a ficar solitária, refletindo sobre a vida
Em alguns textos eu cito minha vontade de ajudar,
Não é falsidade, mas infelizmente eu sinto como se eu fosse incapaz
Não busco quantia, busco o sentimento de um dia regado em alegrias.
A maneira de escrever é simples, eu sei
Não vejo motivos para mudar, ainda creio que seja expressivo
Mesmo sem criatividade, coloco sobre o papel o que me faz bem
Já tentei descrever coisas que nunca senti,
E o resultado não gostou muito de mim,
Não me reconheci com o que li
E este é o motivo para escrever tantos textos líricos
Pois neles podem ser vistos meus sentimentos escondidos
E a cada dia, cada renascer da vida, tento deixá-los lindos.
Só há uma pessoa que tento impressionar
Só há uma pessoa que tento fazer se orgulhar
Mas parece impossível, mas não paro de tentar
Pois, se eu comecei, devo continuar
Minhas palavras um dia irão acabar,
E sonho que, quando esse dia chegar,
Vou ter a certeza que consegui fazê-la admirar
Mas talvez eu esteja sendo ingênuo, insistindo em uma bobeira
Talvez quem consiga tal proeza,
Está assentado em uma das cadeiras da Academia de Letras
E eu só me sento no chão do meu quarto, ato de humildade?
Porém, meus pensamentos não querem se conformar
Não há um só pensamento dizendo para eu deixar pra lá
Frases de um adolescente sei que elas irão se apelidar
Não posso discordar, nem mesmo sei o que escrevo
Quem dera fosse poemas, mas permanecem como simples textos,
Que possuem uma ambição, um desejo gigantesco.
Quem sou eu? Acredito que eu mesmo não sei
Apenas descrevo os pensamentos em cada dia do mês
O objetivo é claro, mas temo que não será completado
Porém, ainda serei recompensado com páginas fictícias de um diário
Mesmo que exista quem diga que sou afeminado,
Cessarei apenas quando o meu estoque de sentimentos houver terminado
Aqui deixo um novo recado, talvez um pouco inspirado
"O quão difícil é tornar um conjunto de versos,
Em um puro sentimento eterno".
Amar não é errado
Por que tratamos o amor como algo errado algumas vezes?
Um sentimento lindo ao qual tentamos "apagar" quando não correspondido
Porém, podemos amar tantas coisas que não nos corresponderão
Amamos músicas
Amamos lugares
E isso, só acontece quando tal nos faz bem
Quando, simplesmente, prevaleceu o que de bom aquilo nos proporcionou
Talvez, nunca mais volte àquele lugar
Talvez, nunca mais ouça aquela música
Ainda assim, não precisarei deixar de ama-los
Podemos amar sem pretensão alguma, não há erro nisso, nada mudará
Haverão novas músicas
Descobrirei novos lugares
Conhecerei tantas pessoas que, possivelmente, despertarão esse sentimento
Cada um com sua particularidade, mas acontecerá
E farei questão de, sempre, expressar o quão bem me causam ou causaram
Pois merecem saber que são especiais para alguém
Sem serem esquecidos obrigatoriamente.
Além do topo
Escalando aquela montanha, vivi cada passo, cada cansaço
Em vezes me joguei, me deitei e até chorei por razões e contradições, mas continuei
Sempre um pé à frente do outro, imaginando que nada mais poderia ser tão maravilhoso quanto a vista lá do alto
Sorri a cada tempestade, a qual inundava meu trajeto, otimizava-me em pensamentos de que nada mais era que a vida banhando-me a fim de aliviar meu cansaço
Valorizei cada flor, assim como, compreendi cada pedra, entendi a necessidade em aprender com as quedas
Então, batia mais forte minhas asas, ansiosa pelo pico, como borboleta pelo pólen, eu voava
E quando finalmente alcancei o topo, nenhum desgosto, era realmente maravilhoso, tanto quanto imaginado, era um quadro pintado
Em meu peito apenas um sentimento, de que nada poderia ser mais perfeito
Eis meu erro, impus limites ao ilimitado, determinei o clímax da minha felicidade, quanta ingenuidade
Além da magnifica vista, havia uma luz, doce e intensa, tão vibrante que ao tocar-me cegou-me ao ponto de não mais ver todo sacrifício vivido, e sim, apenas seus raios de emoções que estou sentindo.
Por vezes precisamos nos libertar de alguns pensamentos nocivos, opressores, que nos mantêm cativos em lugares incomuns sem a menor possibilidade de ascensão e progresso. Autonomia também é isto: o momento ideal para fugir rapidamente de situações que nos oprimem.
Quase sempre falo demais. Mas as vezes me calo é quando não estou bem. E nessas horas só eu me entendo.
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