Às Vezes
As vezes as pessoas dizem coisas que nos aborrecem, por isso eu prefiro o silêncio, não é por não ter o que dizer, mas por eu saber que não entenderiam a imensidão dos meus pensamentos e dos meus sentimentos.
As vezes nós precisamos cair pra aprender levantar, a sofrer pra aprender a amar, falar pelos cotovelos pra depois aprender a ponderar o que se deve ou não dizer. Algumas coisas taxadas como "ruins" precisam acontecer, para podermos nos tornar pessoas melhores. Não deveria ser assim, mas nós, seres humanos infelizmente só damos valor quando perdemos ou quando não podemos ter. Certo dia li uma frase por ai na internet, não sei de quem é a autoria mas vale uma reflexão, dizia assim: "Desapegue seja frio, as pessoas gostam daquilo que não tem".
Não é porque as atitudes são contrárias que o sentimento não seja verdadeiro, as vezes nós ficamos perdidos em certas situações, faz parte do processo de amadurecimento de cada um. Não da pra julgar o outro o tempo todo, por cometer erros diferentes do nosso. Lembre - se um dia você pode passar pela mesma situação.
Como nossa vida muda e como fazer planos as vezes é inútil. Um dia você acorda bem no outro nem tanto, num você tinha tudo encaminhado no outro tudo já desandou. As vezes é difícil nos mantermos numa linha tênue constante. Talvez esses altos e baixos em nossa vida nos de uma força maior para continuarmos nessa busca incessante por "felicidade" mas será que ela existe? Ou só existem momentos felizes?
Será que estar bem consigo mesmo todos os dias é o segredo da tal felicidade? São muitas perguntas pra poucas respostas... Mas analisando bem, talvez se desenvolvermos uma inteligência emocional ajude... Certo dia eu li que as feridas da alma machucam mais do que as feridas do corpo...
Ser invisível não é tão ruim
Havia uma menina muito sabichona, alegre e proativa.
Muitas vezes ela brincava sozinha, mas isto nâo a impedia de ser independente de afetos ou companhias.
Ao longo do tempo foi crescendo e fazia amizade facilmente.
Mas, certa vez começou a perceber que todas as vezes que começava a falar com as pessoas as mesmas nâo ouviam ou ignorava.
Aos poucos foi achando que era invisìvel, pois, ela falava e ninguèm ouvia ou deixava ela falando sozinha.
Isto para ela era o de menos, assim pensava todas as vezes que alguém ignorava suas conversas.
O tempo foi se passando e nada mudou, e mesmo assim a menina que agora é uma Senhora já superou o fato de ser invisível.
Se isola todas as vezes que necessário, mas, jamais perdeu a sua essência sobre tudo e todos.
Imaginação, aquela fonte de prazer promissória, que, embora muitas vezes obstruída, nunca se esgota na juventude.
”Hoje te entendo. Quantas vezes te doaste. Quantas vezes te sacrificaste. Quantas vezes não te permitiste. Quantas noites não dormiste. Hoje me basto e me permito. Me permito ter. Me permito ser. Hoje te entendo.”
“O êxito não exige perfeição, apenas insistência. Quem persiste mais vezes do que recua alcança seus propósitos, ainda que por rotas inesperadas.”
“Nem todo sofrimento é falência; às vezes, é apenas o preço de ver o mundo com olhos despidos. Quem sobrevive à clareza excessiva emerge com mais verdade e menos ilusões.”
”Nem todo sofrimento é falência; às vezes, é apenas o preço de ver o mundo com olhos despidos. Quem sobrevive à clareza excessiva emerge com mais verdade e menos ilusões.” - Leonardo Azevedo. Nem todo sofrimento é sinal de falência emocional ou colapso psíquico; muitas vezes, ele representa o impacto inevitável de uma consciência que ultrapassa os limites do senso comum e da autodefesa simbólica. Filosoficamente, esse sofrimento é o eco do abismo existencial que se abre quando os significados prontos já não satisfazem e o indivíduo se vê diante do real em sua crueza. Psicologicamente, trata-se de uma resposta profunda ao rompimento das defesas que protegiam o sujeito da intensidade do mundo e de si mesmo, exigindo um novo arranjo interno para suportar o que foi revelado. Antropologicamente, essa vivência pode ser comparada aos estados de transição em rituais de passagem, onde o indivíduo perde temporariamente sua identidade anterior antes de ser reintegrado com uma nova configuração. Historicamente, figuras como Nietzsche, Kierkegaard e Camus traduziram essa dor da lucidez como etapa inevitável no caminho da autenticidade. Cientificamente, sabe-se que estados de sofrimento emocional intenso, quando bem acompanhados, podem induzir plasticidade cerebral e fortalecer circuitos resilientes. Poeticamente, é o momento em que os véus caem e o ser se vê nu diante do espelho da existência. Espiritualmente, pode ser interpretado como purificação, onde o excesso de luz cega antes de iluminar. Contextualmente, vivemos numa época que marginaliza o sofrimento em favor da performance, tornando ainda mais doloroso o ato de parar e sentir. Assim, sobreviver à clareza excessiva não é retroceder, mas atravessar um portal; e o que emerge do outro lado é alguém mais íntegro, menos iludido e mais próximo da própria verdade.
“O cotidiano, em sua aparência inofensiva, às vezes revela o vazio da repetição e desperta em nós a fome por algo que nos faça sentir vivos.”
“O respirar nos enche os pulmões de ar e oxigena o sangue para que possamos persistir. Às vezes, é lento e cadenciado, em tom de meditação. Em outras, é eufórico e acelerado, no ritmo angustiante da ansiedade. Mas o último suspiro, esse sim, é o mais sôfrego e significativo de todos, pois denuncia o entregar da nossa morada física.”
“Às vezes me mantenho de fora, mesmo querendo entrar. Está frio, e por mais que eu deseje me aquecer, o frio não passa. Sinto tristeza, mesmo querendo me alegrar. Há momentos em que me sinto morto por dentro, mesmo desejando reviver. E, no meio disso tudo, me pergunto em silêncio: estou vivendo ou apenas resistindo?”
“Às vezes me perco em devaneios, pensamentos insólitos, ora benditos, ora macabros. Profundos e por vezes profanos. Há quem os chame de insanidade. Eu os nomeio inquietudes de uma alma indomável.”
Intensa. Oito ou oitenta. Quase nenhum equilíbrio. Às vezes, eu me canso de ser eu. Às vezes, eu me aceito exatamente como sou.
Algumas pessoas tem um propósito, outras agem De propósito, as vezes bons as vezes nem tanto.
É preciso sensibilidade pra entender, quem vive pelo propósito, e quem age De propósito.
Quem vive por ele, não espera reconhecimento de homens.
Vive para transformar o outro.
Que vive De propósito,espera que o outro o reconheça e reverencie seus "valores".
Ouça atentamente, fale pausadamente.
E em tudo, que seja a voz do Espírito Santo, a que você possa ouvir, pra distinguir.
Quem é quem, pra dizer quem é o que?
Na maioria das vezes, só saberemos o quanto a presença de alguém era importante, quando na sua ausência ela fizer uma grande falta.
Embargamos a voz, muitas vezes para não machucar as pessoas com a simples idéia de que elas estão erradas!
