Às Vezes
O preconceito acaba com a essência das pessoas e muitas vezes a pessoa passa despercebida e não percebe que perdeu sua essência.
Às vezes penso que vivo em uma realidade paralela, porque sinto coisas parecidas com os demais porem incompreendida pela maioria.
Vivo como uma realidade paradoxal, com relação à vida e a morte, tudo ou nada, oque é normal ou não, oque é real ou imaginário.
Alguns me chamam de louca, mas tudo bem, melhor que ser igual a todo mundo como uma peça na linha de montagem.
Acho que minha loucura é perdoável, porque amo, intensamente, aliás, sou intensa em tudo que sinto, por isso escrevo me transborda palavras, umas do coração outras da mente e assim vai, vou enchendo meu caderno, de pensamentos e desabafos.
Escrevo porque me esvazia de tantos turbilhões de pensamentos inquietantes e medos absurdos, escrevo porque acho que alguém poderá ler e pensar que se identificou sentir-se compreendido por esses loucos sentimentos, sentir que não está só!
Maria Lúcia minha mãe amada
Às vezes assusta sua sinceridade
Melhor seriam mais pessoas assim
Autêntica e verdadeira
Amiga e confidente
Sinto muitas saudades
Porque estas longe do alcance do meu olhar
Longe do alcance de minhas mãos
Mas sempre presente em meus pensamentos
Mas principalmente no meu coração.
Só há uma coisa que não é boa: morrer!
Mesmo assim, por vezes, pode ser que seja bom, à depender das crenças e circunstâncias.
A dor psicológica, muitas vezes, causa mais sofrimentos que a dor física, mas, tanto uma quanto a outra consegue-se suportar, mesmo quando não passar com medicamentos, orando, com fé absoluta em Deus.
As vezes falamos que a vida é cruel, mas nós é que a fazemos feroz e devoradora através de nossos pensamentos e atitudes
Muitas das vezes é na doença que vamos dar valor a vida e ver que tanto erramos. Evitar essa situação é fácil quando podemos ter a consciência de nossos atos
Para os males da alma, doses cavalares de fé três vezes ao dia, manhã, tarde e noite e estará curado, amparado e protegido
"A humildade não passa muitas vezes de uma submissão fingida de que se serve para submeter os outros; é um artificio do orgulho que se rebaixa para se exaltar, e embora se transforme de mil maneiras, nunca é mais bem disfarçada e mais capaz de enganar do que quando se esconde sob a aparência da humildade"
Nem sempre as derrotas são propriamente fracassos, devendo serem vistas em boa parte das vezes como lutas honradas de guerreiros que apesar de caírem, caem não abrindo mão de lutar.
As vezes as circunstâncias até tentam se impor assim como no vendaval sofrido pelos discípulos no Mar da Galileia, entretanto, Ele se sobrepõe a ela me fazendo sentir que continua soberanamente no controle.
"As vezes precisamos abrir mão. Soltar algumas pessoas e segurar nossa própria mão para seguirmos em frente".
