Às Vezes
Do que adianta procurar saída para a solidão
Se muitas das vezes, sou eu, o x da questão.
Do que adianta bater a porta na cara do não
Se ele uma hora vai chegar na minha direção.
Do que adianta, não querer passar na curva estreita que tenho que passar...
Se a rua reta que curto trafegar, pode um dia desses paralisar.
Do que adianta ter medo de ser ridícula e mal interpretada...
Se muitos dos grandes nomes foram, e hoje, são referência para nosso suspiro.
DIGERINDO
Três noites e quatro dias,regurgitando.Sim,como um animal grotesco,que as vezes sou,fazendo voltar de dentro de mim o que vejo indo,sem que tivesse tido o gosto que eu quizesse provar.São 5:30 da manhã,e eu aqui mastigando um banquete vasto de mim mesma.Apenas aceitando,neste exato instante,miseráveis maços de palavras secas,sem eu siquer ter uma voz a me defender desse gosto ruim.Veja que se paga um preço pra viver aquilo que não se quer perder,embora nunca tido.Sem outra opção,a casa dorme.A vida também.Adianto que o que me ocorre agora,não lhe acrescentará em nada.Serão meras letras,insignificantes.Um certo remember sobre o que me passa então,mas não se torna passado.Essa embora,de forma franca,como nunca tinha sido.Sem personagens nem capricho.Sem qualquer cuidado.Chegou minha vez.E será ácido.E será extenso.
Quatro dias já disse,que isso tem me incomodado.Um frio interminável na pele e na víscera.Dentro, muita coisa acumulada a querer a saída de emergência,e é óbvio,ao que me parece,será por minhas mãos: papel e caneta.Porque decidi que essa "digestão" seria rústica,reclusa,solitária,pois fermentaria ações até o termino dessa escrita.Impulsiva talvez.E assim não quero.Me sentei em paz aqui,porque minhas situações sempre foram só minhas.Ninguém nunca soube,além somente do que achassem,as coisas que sinto.Esse é meu luxo:uma individualidade religiosamente reservada.É certo que sigo uma postura que nem me agrada tanto,mas me sinto até privilegiada pelos bons modos.Fui moldada a boa-moça:de bordados perfeitos,comportamento recatado,poucas palavras,olhar sempre baixo e dotes culinários impecáveis.Esculpida a um destino que não era pra mim,e nem eu sabia.Sempre achei que essa fosse a sina de uma mulher.Minha mãe me ensinou,então achei que era mesmo assim.E nunca foi.Mais sempre obedeci.Aos 29 anos é que escrevo com o pesar de 60,e direcionada unicamente pra minha vida.Aos 60,direi sobre esse momento,e como sempre meu tempo irá se desencontrar.Hoje não redijo pra ninguém,pela primeira vez.Sou eu o foco,e que não se espalhe,porque o pecado dessa rebeldia,me consumiria a "menina casta",e não é boa hora pra isso,porque estou apenas digerindo,ainda.Uma leve quentura subtamente me ronda,e instantaneamente é abafada,porque não posso sentir.É coisa de gente sem pudor.E eu tenho pudor nesse corpo esquelético e frio.Os desejos passam.Basta não pensá-los muito.Então eu mudo de música,mudo minha sintonia,já que de ar,também não posso.Os sonhos,ah esses me disseram que só foram feitos para admirar,porque voam fácil,fácil.Então me agarrei em borboletas,porque um dia também me contaram que elas representam a alma e a imortalidade.Decidi: se sonhos a gente de longe admira e voam,vou ser borboleta.E assim sou:totalmente irreal.Tomada a uma espera interminável por algo que me transforme.Dentro de uma casca.Mas disfarço com essa ingênuidade tola,o "se" não acontecer,"se" não der certo,"se" eu me arrepender.É,viver é pra quem tem ousadia,e eu sempre fui mirrada demais,sempre curva.Não olho nos olhos do grande amor da minha vida,porque nem sei se tão grande é.Tenho medo de na pupila dele,ver a menina que ele desmancha,por cuidado de perder.Então só olho na altura do pescoço,onde deito minha amargura e mais ninguém vê.Nem ele.Não é triste.Só é estranho quando duas almas inversas resolvem se amar.Parece amor platônico mais não é.Parece sofrimento,mais é contradição.É agonia de não poder se livrar de uma barreira que se impõe entre os dois.Os pensamentos se debatem,e ainda assim não conseguimos achar que podemos viver distante desse conflito.Existe um amor dissimulado,mudo,louco,egoísta,e que nem assim dispersa aquele encanto de quanto nos tocamos.Mesmo sem solução,mesmo não compreendendo um ao outro,nossa razão emudece,e somos desajuizados mais vez.É sincero tudo isso.Minha vida está enraizada em pessoas,que daqui a uns 20 anos eu sei que vou culpá-las pela minha pequenez,embora sendo a culpa toda minha.Mas será assim,pressinto,pela minha falta de coragem (assumo).Coragem é falar sobre isso.Eu já escrevi coisas que não eram minhas:vivi dores horrendas,amores impossíveis,saudades absurdas,já esnobei e depois arrependi,dei indiretas pontiagudas por alguém que nunca soube quem foi.Quem escreve sempre diz que sabe,mas eu nunca escrevi,só lamento.Não me pediram,deixo claro: senti porque eu quis.Porque tudo o que é dolorido eu absorvo como esponja na alma.Talvez na ânsia de sarar para alguém minha própria dor.Isso parece fugir do contexto,mas faz parte, explico:Certa vez uma moça caiu no meu destino e foi como um flash back,literalmente falando.Era meiga também.Era melancolica como eu.Nunca falava,mas mal sabia que só em teus movimentos,eu a entendia.O que eu tinha a ver com essa moça,que eu nem via,só percebia?Nada!Mas meus dedos passaram,involuntariamente,a ser confissões da alma dela,como que em uma ligação de outras vidas.Ela respirava e eu escrevia.Ela murmurava e eu criava sobre o que já havia.Foi inspiração pra que eu entendesse que o que eu vivi um dia, era por mais complexo,a pomada na ferida dela.Porque alguém a via,nos mais sublimes detalhes e assim eu voltava alguns anos atrás e me entendia também.Tudo eu explicava,menos o mistério do porque que tanto nela eu me via.Acho que porque assim como eu,ela amava mais o teu desejo do que a si.Digo,que em outra ocasião,essa mesma moça será personagem minha,numa humilde pretenção de um pressentimento que me veio agora.Será Lírica.Como o espírito dela me soa.E eu me descreverei,regurgitando assim.É improvável que eu mude,assim nesse silêncio todo,e que esse mal-estar nunca mais volte.É provável que eu dobre essa folha a qual escrevo e a esqueça dentro de um livro,e depois de um tempo jogue fora,como tantas vezes já fiz.É visto que tenho me esquecido um pouco: as traças das ultimas promessas confessam,que viver não é só se contentar com o mísero, que por ventura me ofereçam,mais sim buscar dentro das vontades e possibilidades o sentido de ser feliz.Mas eu sou feliz de um jeito esquisito.Tenho de Deus todas as coisas que preciso,mas faço disso uma explicação vaga pelos anos as quais vou desistindo de crescer,ou melhor : de ser!Admito porém, a fissura sobre as coisas que não eram e nem são pra mim.Essas sempre foram minhas voltas de "montanha russa",porque tudo o que eu não podia e não posso, coincidentemente,ou acidentalmente,sempre foram o que eu mais quis.
Um enjôo me toma,e essa coisa que volta de dentro,sei que é um tempo engasgado num passado querendo deixar de ser resto,para ser meu próprio fermento.Engulo-o amargo,com dois cubos de gelo:eu e ele.
Sem mais,
Por vezes na vida eu cai, e as vezes achei que não tinha força pra levantar.
-Deve ser impossível para mim, até para levantar. Mais não era!
Você vê, Eu tentei uma centena de vezes para chegar ate lá e se eu não conseguir em centenas de vezes, não há mal nenhum em tentar milhares de vezes. Por que se eu não conseguir e abandonar. Eu mesmo estarei sentenciando a minha derrota e eu não quero e nem posso ser um obstáculo para mim mesmo.
Mas se eu não conseguir e tentar de novo, e de novo e de novo, só quero dizer que este não é o fim, e se eu tento de novo a cada vez que eu não consigo, isso quer dizer que eu sou guerreiro e que a vida é feita de erros e tentativas. Tudo o que importa é como você vai terminar, e se você é persistente em suas metas, você vai terminar forte e vai encontrar sempre a força que precisa para se levantar.
Se quiser viver o futuro no presente, imagine! O futuro é na maioria das vezes o que imaginamos, conscientes disso ou não.
Você é algo parecido com uma obra de arte, algo indescritível as vezes, algo que se vê e se sente alguma emoção inexplicável. é como algo que faz momentaneamente o tempo parar pra que possamos observar melhor, e mesmo assim o tempo parado não é suficiente.
autoria: Almir M.L.
\23.08.2010/
As vezes me tranco no quarto daí passo a lembrar e chorar do quanto você fez eu te amar...e eu aqui hoje esperando você ligar...na esperança de você voltar pra um dia a gente se amar
Foi como se eu não tivesse existido ou não tivesse feito nenhum sentido pra mim. Às vezes paro pra pensar de mim mesma, se tudo aquilo que passei valeu apena, se fez bem pra mim, essa é minha pergunta, Valeu apena? Com palavras ditas, escritas, cometi os erros mais comuns, como qualquer um cometeria, então só assim percebi que com tão pouco quero estar perto de você! Só assim percebi que aproveitar a vida é tudo.
É um sinônimo de felicidade.
Uma frase de paixão.
Um texto de amor.
Essa história de pra sempre é a maior balela já existente! Admito, já falei muitas vezes, mas essa fase passou! Chega uma hora que você se vê presa apenas aos pra sempres, não às pessoas. Nào há sentido. Se HOJE não faz mais sentido, não te tira mais o ar, não te faz mais feliz, empurrar com a barriga pra que? É preciso saber colocar pontos finais, por mais difícil que seja! Encerre ciclos, como diria Fernando Pessoa! Afinal, como velho clichê, todo final é um recomeço!
Por quantas vezes fazemos pedidos sem pensar nas consequências, por quantas vezes pedimos em oração o que depois não saberemos lidar, preciso ser forte o que eu estava quase curada resolve assim do lado cair a casquinha e ficar na ferida de novo, são coisas sem explicação, mais a males que vem pra bem, mais mesmo assim é horrível a dúvida a falta de sentimento, aai muita confusão, mais são sentimentos que eu prefiro que permaneçam dentro de um potinho, dentro de um ármario alto, onde não se possa alcançar sabe? pra não ter que reviver passado muito menos trazer a tona!
aaaaaaaai misericórdia justo agora que o conformismo e o comodismo estavam ao meu lado, aai não quero pensar nisso não, tenho que me ocupar com outras coisas, não quero escrever mais, desso essa musica por mim! Beijos fiquem com Deus
O tempo passa , mesmo que agente não queira ele vem, e muitas vezes
leva teus medos, mas muitas vezes leva também sonhos. Muitas vezes o tempo traz respostas, mas muitas vezes deixa perguntas, muitos dizem que o tempo é amigo dos que querem esquecer, mas do que adianta o tempo apagar da memória , o que não conseguimos tirar do nosso coração?! Para mim tempo é sinônimo de saudade,
tempo é sinônimo de felicidade.O tempo pode ser visto de diversas maneiras por todos, mas o tempo pra mim hoje o tempo é você. Você marca minha rotina, minha vida. Me ajuda com meus medos, me conforta com seus beijos e me protege com seus abraços .
Tempo! Palavra que podia sumir do meu dicionário quando estou com você. O tempo é hoje, o tempo é agora, não amanhã nem depois, cuidado pois o tempo passa mesmo que agente não queira ele passa!
Saber escolher entre o certo e o provável, as vezes é difícil.
Mas quando se faz a opção com o coração, aí sim é fácil
O coração é único: é o seu, é o meu, é o dele..
E é nesse coração que a paz deve estar sempre presente,
pois ela é a chave para uma boa decisão.
Paz no seu coração.
Feliz Paz!!!
Às vezes, nos perguntamos qual o propósito de estarmos vivos, qual o propósito da vida em si. Temos uma ânsia constante de sabermos o porquê das coisas, e desvendar os “mistérios da vida”. O que não sabemos é que a vida é o próprio mistério. Desvendar esse mistério é mais que um desafio, requer experiência. Essa experiência vem dos dias que já vivemos, das emoções que sentimos, das lembranças que temos, dos nossos desejos íntimos, dos nossos erros, dos nossos acertos. Apenas isso, poderia nos fazer entender parcialmente o propósito de estarmos aqui. Sim, parcialmente, até que se prove o contrário. Parece tão complexo, lutarmos tanto por algo que não se tem por completo, rompermos as barreiras do entendimento e às vezes chegarmos a nada mais que a completa loucura. Mais a explicação é mais complexa que a questão: Precisamos correr atrás do propósito da vida pra sentirmos que existimos, para sentirmos que não estamos aqui em vão. Algumas pessoas seguem caminhos diferentes para se obter esse entendimento. O caminho nem sempre é o certo. Mais quem sabe o segredo para trilhar esse caminho corretamente? Quem sabe se não é justamente esse o propósito? Errar. Errar, e apesar de errar erguer a cabeça e errar mais quantas vezes forem precisas pra finalmente acertar.
As vezes Simplesmente esquecemos quem somos
Ou onde é o nosso lugar.
Lutar sempre para conquistar o 1° lugar.
Ah vida está ai basta você agarrar
E ser feliz em um lugar que só você poderá Descobrir.
Sinta a vibração anime-se, Pois você ja e um vencedor
Só por estar lendo essa simples mensagem.
Espero que na contabilidade dos meus pecados, Deus me perdoe por tantas vezes ter me negado a amar... Talvez este tenha sido meu único e verdadeiro pecado...
As vezes penso que na é real, imagino a vida ser um sonho,
onde de repente acordamos para morte e tudo se acaba.
Há momentos que vejo a felicidade como uma miragem...
que avistamos ao longe, corremos em sua direção,
mas nunca a alcançamos...e quando pensamos estar próximos,
em um piscar de olhos simplesmente desaparece.
"talvez seja" não tenho certeza, mas acho que já a vi...
e em algum momento acredito que cheguei bem perto.
A vida é chia daqueles chamados Altos e Baixos, é, tem vezes em que vs está super feliz, com grana no bolso e ammgs verdadeiros, ai vem os baixos da vida. sabe quando vs esta triste, super cabies baixo, sem dinheiro no bolso e ausente de amigos ? [aa] é orrivel, amis são coizas da vida que todos nós ser humanos passamos . mais eu sou um tipo de pessoa que acredito que tudo na bvida tem um porque, cada coiza tem sua razão para acontecer, se não tivesse razão não aconteceria. Eu sei que tudo na vida passa, e com certeza a vida vai ser smp cheia de onda, é p. dizer a verdade a vida é isso, vamos nos imaginar como surfistas tendo que driblar as ondas, emocionante *--* A vida um mar agitado!
Sentimentos tão profundos, e intensos, muitas vezes são alimentados em silêncio por aqueles que não suportam a idéia de não serem amados.
