As sete Leis Espirituais do Sucesso

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Na passagem de ano!
O mar é mágico e sempre atende aos sete pedidos, nos pulinhos sobre as ondas, na passagem de ano feita por quem cultiva o amor no coração.

Pra mim tanto faz se o seu amor me compromete
Com você, aposto tudo no número sete
Se eu cair, que você me segure
Eu por você, você por mim, podem me acorrentar

⁠Se o gato tem sete vidas, o cristão tem duas: se a primeira morrer, ele tem a outra para a vida eterna; já o gato, coitado, não passa da terra.

Um dia nublado vem para que outros sete dias de sol possam aparecer

Caminhe por você! Guarde seus sonhos e objetivos a sete chaves, não os revelem a ninguém. Saiba a palavra é pedra, o silêncio ouro!

Ode a um sete


No silêncio deste velho pedestal, corroído pelas infindas águas da realidade, sinto-me como caneta sem tinta. Passei a me solidarizar com Fernando Pessoa, pois, agora que um sete está em tudo: nos lugares que passo, onde penso, existo e até mesmo ouso descansar. É estranho, mas acho que compreendo, ao menos de forma minimamente correta.
O menor dos problemas não é deixar para trás, e sim a lacuna entre a falsa perseverança, simultânea ao vazio que na mente se abre, restando-me apenas a certeza da dúvida se conseguirei recuperar aquilo que nem sei ao certo se realmente perdi. Ela me domina, esgueirando-se por minhas fibras junto a um sete que, ao longe, me perseguia e hoje, dentro de mim se ergue.
Conforme o maldito se consolida, me questiono por que as tortuosas linhas do destino me apresentaram a esse tal Proust, sem nenhum aviso prévio ou formidável preparo necessário, apenas atirando-o à mim, assim como um sete, de forma tão tardia, agitando as águas salgadas da angústia. Agora, com um mínimo de aprendizado, passo a entender que memórias não doem apenas por serem memórias, mas por serem vagarosas, lentas, tornando-se, em alguns casos, “pequenas” demais para tal estrago, ridiculamente desproporcionais às correntes que me prendem à eternidade que parece habitar neste museu, mantendo-o vivo.
Diante deste ninho moldado por traços desolados, guerreando com um sete, sinto-me culpado, uma alma insignificante, vagando em busca de perdão. Oro ao pequenino Léo, que, aos trancos e barrancos da própria ingenuidade, inteligência e bondade petulante, sem nunca pestanejar, ergueu-se sozinho. Queria dizer-lhe o quão orgulhoso sou por sua bravura altruísta, por seu poder de encontrar felicidade e conhecimento no simples, isso te levou longe, garoto. Jamais se esqueça, nem aceite cair na penumbra das mágoas ao seu pai, muito menos que se volte contra sua mãe. Peço apenas que, com sabedoria, aprenda que a vida não é só perdoar a todos, cuidar, salvar. Olhe para si.
Admiro muito você por conseguir seguir mesmo estando estilhaçado pelas flechas amarguradas da injustiça que costumamos chamar de vida, outrora direcionadas ao pobre Paulo. Pobre garoto, assustado e confuso, tendo menos que Romeu a perder, agarrando-se ao mínimo que pudesse de uma Julieta que sequer lhe jurou seu amor. E, diante da terrível praga, sem contato com o verdadeiro mundo, sem o paradeiro daqueles que davam cor ao seu, guardou sozinho todo medo e dor, retraindo-se para dentro da massa pensante, desconectando-se do próprio eu.
Compadeço-me de ti: a fantasia pode ser tortuosa de tão linda, mas, apesar de tudo, vivo você esteve, e vivo sempre estará, deixando seu legado que, mesmo escondido, soterrado pelas poeiras neurais, ainda carrega essência e sonho.
E a você, Gael, escondido sob a manta da amargura, vestido com uma falácia de máscula armadura, viverá para sempre vagando pelos imundos espectros daquilo que um dia denominou-se como Maria. Mas olhe para si, garoto, não vê o quão vitorioso és? Não te deixes levar pela afiada e gélida linha que deveria atuar apenas em uma ponta. Você é ouro, garoto. Graças a ti, e somente a ti, todos terão o descanso merecido, basta que se encontrem com o verdadeiro eu.
Tua bravura jamais será esquecida. Saúdem o grande dragão guerreiro que, com sua fúria, forjou a katana do ser, unindo os espectros que, outrora meros cadeados do trauma, agora se fundem e, juntos, derretem novamente, dando vida ao sujo, obscuro e fragmentado etanol. Puro produto da decomposição, prestes a evaporar, ir embora a qualquer instante, ocupando espaço sem pertencer, entorpecendo a realidade por onde passa. É o vazio deprimido em sua forma mais pura.

Quase sete anos e não me esqueci; quase sete anos e você é quem eu mais amo; quase sete anos e não amo mais ninguém; quase sete anos e você é a razão da minha saudade; quase sete anos e queria está com você, mas não estou; quase sete anos e viro poeta; quase sete anos e palavras já são banais; quase sete anos e o que eu faço sem você?; quase sete anos e flores ainda levam seu cheiro; quase sete anos e por você, minha vida é sua; quase sete anos e alguma coisa me faz sentir teu beijo; quase sete anos e acho que endoidei; quase sete anos e sonho com você de branco; quase sete anos e ainda sonho com a nossa família; quase sete anos e o tempo não volta; quase sete anos e nada me importa mais que você está bem; quase sete anos e não vou deixar de escrever; quase sete anos e sei que ainda há tempo para você me ler.

Quase sete anos e talvez eu precise esquecer, mas não vou esquecer; quase sete anos e o amor por você, sempre vai renascer; quase sete anos e vou fazer a dor bela por amor; quase sete anos e na dor, fiz palavras de gratidão e promessas de amor; quase sete anos e quero lembrar teu olhar meigo; quase sete anos e quero lembrar teu sorriso tão sublime; quase sete anos e quero lembrar tua pele suave como flor; quase sete anos e quero lembrar teu toque tão belo como beija-flor na flor; quase sete anos e ainda acho maneiras de viver você, sem você; quase sete anos e não ocupei teu lugar na cama; quase sete anos e abraço teu travesseiro; quase sete anos e me faz feliz você está feliz; quase sete anos e quero dizer obrigado por existir; quase sete anos e por toda vida amo você; quase sete anos e sempre vou querer fazer você sorrir; quase sete anos e faz parte de mim querer cuidar de você.

Minh'Alma Cigana te deseja os sete "S" 💃



1°: Saúde
*para sustentar o corpo e o ânimo que vive.
*para honrar o corpo e o ânimo que pulsa energia.


2°: Serenidade
*para atravessar o mundo sem se perder no ruído.
*para não adoecer a alma no caos do mundo.


3°: Sabedoria
*para escolher bem os passos, as palavras e os silêncios.
*para discernir caminhos, limites, verdades e escolher quando agir, quando emudecer e quando partir.


4°: Sensibilidade
*para não endurecer o coração
nem perder a humanidade no viver nesse mundo.
*para perceber a sutileza do que não grita.


5°: Simplicidade
*para viver leve, sem excessos desnecessários.
*para se espelhar na poesia das pequenas coisas que te fazem desfrutar de grandes versos de vida.


6°: Sinceridade
*para não trair a si mesma.
*para não ser um suporte e nem um Polo atrativo de máscaras e falsidades.


7°: Sorrisos
*porque, apesar de tudo,
a alegria também é um ato de coragem.
*porque você merece a energia da positividade do bom humor e da felicidade.
✍©️@MiriamDaCosta

Ode às Sete Belas Artes


Óh! Sete faces do indizível,
sete caminhos
para tocar o invisível.


Sois vós,
Belas Artes,
que traduzis o mundo
quando a palavra falha
e o silêncio transborda.


A ti, Arquitetura,
erguida entre o sonho e o cálculo,
que moldas o espaço
e ofereces abrigo ao tempo,
és o corpo onde a vida acontece.


A ti, Escultura,
que arrancas da matéria bruta
a delicadeza do gesto eterno,
como se o mármore lembrasse
que já foi carne.


A ti, Pintura,
que aprisionas instantes
em cores que respiram,
e fazes da tela
um território onde o olhar se perde
para enfim se encontrar.


A ti, Música,
invisível e absoluta,
que atravessas o peito
sem pedir licença
e reorganizas o caos
em harmonia ou tempestade.


A ti, Literatura,
que fazes do verbo
carne, sangue e memória,
e transformas palavras
em mundos habitáveis.


A ti, Dança,
linguagem do corpo em liberdade,
onde cada movimento
é um grito sem voz
e um poema em movimento.


E a ti, Cinema,
síntese viva de todas as outras,
que costuras tempo, imagem e som
e nos convidas
a sonhar de olhos abertos.


Óh! Artes!
sem vós, o mundo seria raso,
um deserto de sentidos,
uma existência sem eco.
Mas convosco,
até a dor encontra forma,
até o caos encontra ritmo,
até o efêmero
ousa tocar o eterno.


Sois vós
que impedis o humano
de esquecer que sente,
que pensa,
que cria,
e, sobretudo,
que existe para além
da própria existência.
✍@MiriamDaCosta

Velocidade


Não se lembram do Gigante das Botas de Sete Léguas?


E


Lá vai ele: vai varando, no seu vôo de [asas cegas, as distâncias... dispara, nunca pára, nem repara para os lados, para frente, para trás...


Vai como um pária

Carta III — A Injustiça dos Homens: Crítica moral, política e social


Sete anos já se passaram desde que o inferno da terra abriu-me as portas para este calabouço. Ainda é uma sorte possuir alguma porção de fôlego para respirar. Afinal, o problema nunca foram as leis, mas aqueles que as criam e os fins para os quais as aplicam. Cada gota de oxigénio que inalo está infestada de dor, angústia, fome e sede. Enquanto os reis da terra convocam reuniões, os lares transformam-se em cemitérios: cada quarto, uma campa; cada cama, um caixão. E, ao passo que os lordes repousam sobre o conforto da riqueza, as mãos pobres de quem trabalha repousam na indigência.


Então disseram os opressores:


— Enquanto houver um que governe, haverá sempre um que sirva.
— Enquanto houver um que dite as leis, haverá quem as obedeça.
— Enquanto houver um que mande, haverá quem cumpra.


Esta é a lei dos antepassados e é hereditária a todas as gerações. Não há quem mude essa lógica: o que já está estabelecido, ninguém altera.


Então o povo gritava:


— Longa vida aos que nos governam; que os vossos dias se multipliquem na terra!
— Que a riqueza, o luxo e a abundância nunca vos faltem!
— Viva aos reis da terra, pois não há entre nós quem se compare a vós!
— Que os antepassados vos protejam das desgraças deste mundo!


Cada um bajulava da melhor forma, na esperança de ganhar a atenção e o reconhecimento deles. Elogiavam, veneravam e presenteavam aqueles que os oprimiam, intimidavam e matavam.


Ainda assim se curvavam em adoração e exclamavam:


— Viva! Viva! Viva aos reis da terra!
— Viva! Viva! Viva aos que nos governam!
— Viva! Viva! Viva aos que nos orientam!


Os poderosos, então, criaram leis que os protegessem daqueles que mais necessitavam de proteção, para que permanecessem aquecidos no trono do poder, enquanto o povo continuava cego rumo à decadência. O cheiro sanguinolento de suas atrocidades chegava até aqui embaixo. Eu ouvia o choro dos inocentes subjugados ao martírio. Sentia o grito de socorro de mulheres violentadas pelos lordes. Sentia o desespero dos maridos assistindo ao sofrimento de suas esposas.


Nada me vinha à mente senão o ódio ao escrever:


Morram, miseráveis. Vós que governais sobre a penúria dos mais vulneráveis; vós que julgais o futuro de uma criança ainda no ventre da mãe; vós, poderosos que proclamais hipocrisia diante do sangue derramado por milhares de mártires. Vós que vestis túnicas de ouro, sapatos de prata, mitras de diamantes, cintos de escarlata e colares de esmeralda: saciai o gosto da opulência enquanto vos resta tempo. Comei e bebei enquanto o galo ainda não cantou. Dançai e alegrai-vos das vossas atrocidades.


Pois a vingança está às portas daquele que bate. O meu espírito perseguirá os injustos e não cessará a busca até que todos sejam consumidos. Morram, malditos. Arrepender-se-ão de não me terem enterrado. Eis que venho sobre vós com uma espada de dois gumes para completar a minha ira e derramar sobre vós a minha justiça. Vós que comeis sobre a desgraça dos pobres tereis as entranhas cheias de dor e angústia. E vós, ó plebeus, por serdes cúmplices dos opressores provareis também a desolação de tudo aquilo que construístes com músculos abatidos. Preferistes aplaudir aqueles que vos oprimem e condenastes aqueles que vos defendiam.

Quando a malevolência gritou, silenciastes a benevolência.


Que o castigo seja convosco. Que o tormento, a dor e a desgraça vos acompanhem até a sepultura.


Morram, corruptos. Trocais a justiça por moedas e jade. Deixastes que o brilho funesto da riqueza e o prazer transitório da concupiscência vos corrompessem. Escrevo-vos com o mesmo sofrimento que me fizeram suportar, com o mesmo tédio com que me lançaram nas sombras destas paredes escuras, com a mesma dor em cada dedo que perdi. Naquele momento, a sede de vingança, a ânsia pela justiça e o cansaço de continuar a escrever dilaceravam-se dentro de mim.


Afinal, quando a injustiça canta, os tolos dançam.


Quando a justiça fala, a sociedade censura.


Mas quando a verdade retalia, não há quem se desvie da sua cólera.


A ignorância torna os homens cegos à verdade; a ganância envolve-os com o manto da cobiça; o egoísmo conduz ao assassinato da guerra. E é aqui que nasce a injustiça dos homens: todos querem reinar sobre os outros; todos querem ser distintos dos comuns; todos querem ser senhores e receber o serviço dos servos. É aqui que nasce a indiferença dos homens: na criação de castas e estratos para evitar o semelhante — nobres e humildes, fracos e poderosos. Diz-se que a maioria vence sempre. Mas a lei pertence aos poderosos; o mundo é dos poderosos, daqueles que detêm a força.


Por isso, não importa a quantidade: diante da minoria rica e soberba, nem mesmo Deus pôde impedir que nos pisassem.

Ninguém é um bicho de sete cabeças; somos todos feitos de carne, osso e sonhos.

Quando eu contava cerca de sete anos de idade, vivi um episódio singelo na forma, mas profundo em suas consequências. Havia, nas cercanias de minha infância, um homem dado à intriga fácil, desses que fazem da palavra instrumento de desordem. Num instante de impaciência, ainda imaturo, nomeei-o pelo que me parecia ser: fofoqueiro.


A palavra, uma vez proferida, não se dissipa — retorna. E retornou. Chegou aos ouvidos de minha mãe, que, sem hesitação, aplicou-me a devida correção.


Não foi a dor que me marcou — pois essa é efêmera. Foi a intenção pedagógica, precisa, quase cirúrgica. Minha mãe não punia por ira, mas por princípio. E suas palavras ecoam até hoje com a força de um mandamento: “Respeite os mais velhos.”


Naquele tempo — e aqui não falo com saudosismo barato, mas com senso histórico — o respeito não era tema de debate, era prática cotidiana. No transporte público, por exemplo, não havia hesitação: a presença de um idoso bastava para que nos levantássemos. Não por obrigação legal, mas por formação moral.


Éramos moldados sob a égide de limites claros. Havia hierarquia. Havia disciplina. Havia, sobretudo, a compreensão de que viver em sociedade exige contenção do ego e consideração pelo outro.


O que observo hoje, entretanto, é uma perigosa diluição desses fundamentos. Confunde-se liberdade com ausência de freio. Exalta-se o indivíduo em detrimento do coletivo. E o resultado é visível: uma erosão silenciosa do respeito, da paciência e da responsabilidade.


Não se trata de nostalgia — trata-se de estrutura. Nenhuma sociedade se sustenta sem pilares. E pilares como respeito, disciplina e responsabilidade não são acessórios: são indispensáveis.


A pergunta, portanto, não é retórica — é urgente:


que tipo de caráter estamos formando… e que tipo de sociedade estamos autorizando a existir?

- Branca me deve sete prestações,
Em notas trocadas e sem marcações.

"O sonho está trancado a sete chaves, atrás de uma porta chamada ousadia."

Segundo a física, o corpo humano contém cerca de 7×10²⁷ átomos (sete octilhões), com energia equivalente a manter a usina de Itaipu ativa por 6.350 dias, comparável à bomba de Hiroshima.

📖 Sete princípios do culto bíblico 🙏
1️⃣ Oração 🙏
2️⃣ Jejum 🍞
3️⃣ Cântico 🎸
4️⃣ Leitura 📖
5️⃣ Pregação 🎙️
6️⃣ Interpretação 💬
7️⃣ Serviço 🤝

Com sete dias de morte,
Putrefez a carne,
Evadiu-se a alma,
Nada mais além da calma.

Rarefeito ar do cemitério,
Quente é o mistério,
Quem o matou?
Dizem que o esquartejou.

O caixão foi fechado,
O velório cancelado,
Fadado ao esquecimento,
Sua alma vive em lamento.

O autor da sua partida,
Disseram a ele na despedida:
“Quem pode te tocar e viver para contar?”
Homem influente e destemido.

Amigos dizem que foi o patrão,
Tudo por um comentário em reunião.
“Quem é esse que pode ser?”
Ele é o algo além do enlouquecer.

Mística é essa frase,
Todos ficaram em análise.
De fato, o patrão pirou,
Não suportou o peso e surtou!

Afrontosa frase intelectual,
Pelo visto, ele a entendeu mal,
O questionamento era sobre o eu do patrão:
Quem ele poderia ser se fosse tudo o que pode.

"Desejo que Deus te abençoe sete vezes setenta vezes elevado ao cubo do infinito."
Parabéns!
Haredita Angel

Quero ver você falar mal de mim… só sete palmos abaixo, quando for sua vez.