As Pessoas Sao como Ondas
Jamais devemos deixar que certas causas externas, como problemas que são trazidos da rua, atrapalhem a vida familiar...
Ósculos e amplexos,
Marcial
AS TAIS CAUSAS EXTERNAS
Marcial Salaverry
Algo que chama a atenção, é o fato constatado de desentendimentos que ocorrem no âmbito familiar, porque os parceiros, ou um deles não consegue separar as coisas, e acaba descarregando dentro de casa as frustrações e aborrecimentos que traz da rua, esquecendo-se de que a família não tem nada a ver com o que lhe ocorreu lá fora. Mas acaba pagando o pato por causa desse fator externo...
Quantas vezes o marido chega em casa aborrecido com uma série de problemas vividos na rua, e já começa dizendo algo como: Não quero resposta, estou cansado, e não quero briga.. Pare de gastar telefone. Esta gastando muito...Estou cansado, tive muito trabalho..não diga nada..
Ora, fica muito difícil para qualquer esposa aguentar calada uma patada dessas. E já se inicia uma discussão, sem duvida alguma. Coisas assim complicam demais um relacionamento, atrapalhando inclusive a vida sexual do casal, pois sempre acabam provocando um esfriamento conjugal.
É fundamental usar-se muita ponderação em casos assim, é importante saber pesar bem as coisas e não tomar decisões no aceso de discussões, para evitar aborrecimentos maiores. É importante saber separar as coisas. Problemas externos, devem ser resolvidos lá fora, e se não o forem, não devem ser descarregados sobre os familiares. Uma coisa é, em caso de aborrecimentos externos, conversar sobre eles. Talvez até se encontre alguma luz. Muitas vezes uma troca de idéias traz alguma solução, e problemas podem ser evitados...
Nunca devemos nos esquecer de que dialogar é muito melhor do que discutir. Mas dialogar, claro quando as coisas estão em paz. Mostrar para ele que deve deixar os aborrecimentos com as coisas externas, no lado de fora. Uma atitude dessas, é típica de quem teve problemas na rua, e os trouxe para dentro. E isso deve ser evitado. Mas isso pode ser abordado não na hora da briga, mas depois, quando tudo estiver calmo, poderá ser a hora do diálogo, que deverá ser feito com isenção de animo...
É algo para ser experimentado em casos análogos, ficando claro que sempre devemos tentar conversar, e para iniciar, pode-se dizer que quer trocar idéias sobre sua vida... Mas isso deve ser feito num sábado a tarde, num domingo, quando ambos estiverem de cuca fresca.
É importante saber mostrar que os problemas podem e devem ser divididos. Se o marido tem problemas fora de casa, a esposa os tem dentro de casa, com filhos, com empregada, com fornecedores, com vizinhos. Enfim, ambos tem problemas, e numa troca de idéias, ao invés de brigas e acusações, podem ser encontradas soluções. Ou não. Mas mesmo assim, houve o desabafo mútuo. E num desabafo amigável, aliviam-se as tensões sem brigas nem discussões.
Tal situação, sempre acarreta problemas na vida sexual. E isso também deve ser conversado sem acusações, sem culpas. Para haver acerto, não adianta buscar quem é culpado, quem começou o que. Basta que cada qual exponha ponderadamente seu ponto de vista, e as coisas podem se resolver, tomando um rumo favorável. Salvo se não houver mais entendimento possível. Nesse caso, a solução pode ser outra...
Assim sendo, ponderadamente, espero que todos possamos fazer de cada dia de nossa vida, sempre UM LINDO DIA.
Candidatos políticos são como mexerica, aparecem somente em certas épocas, coloridos para chamar a atenção, engomadinhos e quando tiram a casca já vem enredados.
Tais como estrelas que brilham perante a noite, são os fiéis que mostram a luz mediante as noites da existência, formando uma constelação da fé.
Eu queria levar uma câmera para os meus sonhos e mostrar como eles são. São assustadores, e eu revivo tudo, todas as noites.
A vida são como as estações do ano: Outono, Inverno, Primavera e Verão. Nem todas são iguais, mas são importantes ao ecossistema e todas elas têm o seu encanto, sendo umas mais preferidas do que outras. O verão que também é sinónimo de pouca roupa, pouco trabalho e muita micose acaba hoje para dar entrada às folhas a caírem de sono.
Sentimentos verdadeiros são como raras pérolas valiosas no oceano de nosso coração e só doados a quem mereça.
O que não pode ser visto
jamais será Lembrado.
Momentos são como Nuvens se discipa.
Lembranças são como
tatuagens pode até ficar sem cor mais jamais se apaga!
Dizem que os irmãos são como os dedos das mãos. Sendo assim, é necessário que saibamos: quando uma mão trabalha, todos os dedos trabalham juntos.
"Crenças limitantes são pensamentos que você toma como verdadeiro, mas que no fundo são FALSOS! São percepções que regem nossa maneira de ver e agir na VIDA!"
As lágrimas lubrificam a alma, são como um rio que em seu leito navegam as embarcações do amor, ódio, tristeza, alegria. Sentimentos que colorem, matizam ou atenuam os retratos da vida. Ao chorar transbordamos o copo da vida com novas possibilidades, coloridas, em preto e branco ou matizadas como o outono nas folhagens.
Sorrisos são como sementes
plantadasna nossa consciência.
Sendo eu um simples poeta,
rego o que é de mais valioso
para a existência humana.
Os pequeninos detalhes!
SORRIA!
TEXTO PUBLICADO EM 12/05/2013
Existem coisas que não gostaria de ter escrito,mas como
são coisas que acontecem, coisas da vida, e merecem ser
narradas...
Osculos e amplexos, Marcial
A DOR MAIS DOÍDA
Marcial Salaverry
Certamente toda e qualquer dor costuma doer muito, mas a dor que dói mais fundo, é aquela causada na alma, quando existe o abandono por parte de quem se ama muito, e por quem uma vida foi dedicada... Vamos entender como dói essa dor...
Quando viajamos, muitas vezes tomamos conhecimento de certos casos que mais do que nunca atestam a sabedoria de nosso saudoso "maluco beleza", quando em uma de suas músicas disse que "só queria ser civilizado como os animais". E casos como este, de que tomei conhecimento, através de um alguém que dedica seu tempo a prestar assistência a internos em asilos, nos fazem entender a que ponto chega a maldade e a ingratidão do ser humano.
É a triste história de Dona Belmira, que foi internada por seu filho em um asilo, e lá esquecida por ele, que jamais a foi visitar.
Como sua saúde era precária, ele se limitava a comprar os remédios de que ela precisava e os mandava entregar. Sequer se dava ao trabalho de os levar, para ao menos mostrar sua presença àquela pobre mãe, que tanto fizera por ele. Agora velha e doente, apenas servia para "atrapalhar sua existência". Sempre alegava "ter muito que fazer..." Como se isso justificasse tamanho descaso. E segundo essa assistente, ela definhava mergulhada na tristeza e nas lágrimas, inconformada com tanta ingratidão.
Quando finalmente o Amigão dela se lembrou e a levou, o cidadão foi chamado para tomar providências sobre o enterro. Apenas disse, pelo telefone: "como já morreu, enterre para não feder..." Para que não fosse simplesmente enterrada como indigente, os funcionários e assistentes do asilo se cotizaram e pagaram um enterro decente, e mandaram o aviso para o infeliz, que sequer apareceu para dar um adeus para sua mãe.
Ela havia escrito umas linhas em um caderno de memórias, onde perguntava onde poderia andar seu filho, "certamente trabalha muito e não tem tempo para me visitar, coitado..." "Mas eu gostaria tanto de vê-lo, de poder mais uma vez ainda dar-lhe um abraço"... "Puxa, nem no Dia das Mães veio me ver..." "Bem... certamente ele sabe que as moças do asilo cuidam tão bem de mim, por isso não se preocupa..." "Como era gostoso quando eu o tinha no meu colo e o amamentava..." "Será que ele se esqueceu daquelas noites que passei em claro cuidando dele?" "Os dias passam... e com eles a esperança se vai...
Daqui a pouco Deus me chama, e ele não vem me ver..." "Uma outra daqui, disse que ele não virá mais, porque os filhos são uns ingratos, e se esquecem das mães quando começam a dar trabalho..." "Acho que ele não vem mesmo... Já me esqueceu, e quer que eu morra..." "Não vou mais tomar os remédios, assim morro mais depressa..." "Será que ele vai ter remorso?"
"Filho querido, cansei de te esperar..." "Agora só quero morrer mais depressa..." "Mas se é verdade que a vida continua do outro lado, vou continuar tomando conta de você..." "Se alguém ler isto, entregue para ele, para ele saber que apesar de tudo, sempre o amei... é meu filho..."
Bem... O mais triste de tudo, é saber que essa história é algo que se repete muitas vezes a cada dia. Basta visitar qualquer asilo, casa de repouso, e constatar como é sofrido o sofrimento de mães e pais, que são simplesmente abandonados por seus filhos, que jamais os vão visitar.
Muitas vezes, quando instados por alguém a faze-lo, limitam-se a dar de ombros e dizer que "aquele velho imprestável até que é muito bem cuidado..." Pode até ser que tenha um excelente atendimento profissional, mas nada substitui o carinho de um filho. Nada é melhor do que receber um abraço sincero, um gesto de carinho, para minimizar a dor do abandono. E nada justifica um abandono total e completo. Sempre haverá tempo para, pelo menos, passar meia hora por semana ao lado de quem lhe deu vida.
E isso é algo que não podemos esquecer, ou seja, que devemos a vida a nossos pais. É necessário considerar que a velhice requer a mesma atenção que na infância, com a mesma troca de fraldas e a necessidade de se colocar o alimento na boca. E se aquele mãe tivesse abandonado o filho quando ele era bebê, ele não estaria vivo para pagar a vida recebida com essa ingratidão. E ainda temos que nos lembrar de que lá poderemos chegar...
Não sei se o filho de Dona Belmira recebeu o caderno de sua mãe, mas penso que de nada serviria, porque depois da atitude que tomou quando de sua morte, dificilmente poderá sentir algum remorso. Parece ser empedernido demais para sentimentos tão comezinhos assim.
Lamentando que fatos assim ocorram, desejo um LINDO DIA, que possa amenizar o sofrimento de pais e mães abandonados.
"PS: O nome de Dona Belmira foi preservado, para ver se de alguma maneira este recado vai chegar até os olhos do infeliz que a abandonou dessa maneira..."
As Segundas-feiras de manhã, nestes dias de Pandemia, são mais um dia como outros dias
As vizinhas falando alto, o galo acordando o bairro e o telefone para quem trabalho home office não para de tocar.
As crianças agoniadas, umas dando graças a Deus por não ter aulas e outras deixando os pais loucos por quererem estudar.
Coitada da mãe, que malemá sabe escrever seu nomes
, tendo que virar professora além de dona do lar.
Eu vou ficando por aqui, sentada no meu sofá rosa, trabalhando, escrevendo, e bebendo mais uma xícara de café
Como são doces as palavras certas na vida de alguém, ditas com sabedoria, sem interesse, sem proseletismo,sem julgamentos, só com o intuito de edificar.
Experiências da Vida
Hoje enquanto eu fazia o almoço comecei a observar como são as coisas em nossa vida
Percebi que qdo eu era jovem eu não enxergava a sujeira na tomada da cozinha, nem fazia idéia do que era terminar um almoço ou jantar com a cozinha arrumada o que causava certa aflição pois, depois tinha uma cozinha inteira para limpar.
A inexperiência...
...me lembro qdo eu preparava meu enxoval para casar e eu adorava edredons, aí comprei uns 3 e descobri como é difícil arrumar um lugar para guarda-los por causa do volume.
Mas o que me fez pensar tudo isso foi apenas que as experiências da vida são adquiridas com o tempo, mas todos me cobravam tudo desde muito nova, tinha verdadeira aflição em ver minha mãe naquela limpeza desenfreada por todos os cômodos da casa e jamais imaginei que uma tomada encardida me incomodaria um dia, ou que sentiria alívio ao terminar o almoço e ver que deixei tudo organizado e limpo, que pia sem louças para lavar me traria paz, na verdade não tinha idéia que me tornar meu pior pesadelo um dia faria eu me sentir bem.
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