As Coisas Nao Acontecem por Acaso

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Como é difícil magoar uma pessoa para não nos magoarmos depois, é difícil sermos egoístas, quando tudo o que queremos é ser feliz...meu coração anseia por essa felicidade com uma força tão grande...espero que tudo valha a pena!!!

Não é tão fácil esquecer. Não foi um sentimento tão descartável que me fez desejar estar sempre ao lado dela.
(Hatsuharu)


"Sou um salto de fé.
Sou uma montanha de emoções.
Sou filha de Iansã, não nego a minha mãe,
aviso que a tempestade vem vindo...!"
☆Haredita Angel


──── V O C Ê ───

Aconteceu;
Doeu.
Desapareceu;
Doeu.
Não voltastes;
Doeu.
Morrestes?
Morri!
☆Haredita Angel

⁠"Sei que não sou o seu primeiro amor, tampouco serei o último, mas me esforçarei ao máximo para ser sua melhor lembrança"
Haredita Angel
16.02.23

"Eu não faço fofoca, eu só atualizo!"
Haredita Angel
16.04.11

O Primeiro Beijo

Não me lembro bem do primeiro.
Foi rápido e inesperado!
O segundo foi de tremer as pernas.
O último teve gosto de lágrimas;
E todos os outros, foram um começo . . .
Tinham gosto de nós.

⁠Haverá por aí um bom homem, que não procure uma mulher misteriosa, mas uma mulher sedutora? pois o mistério acaba, mas a sedução pode ser eternam... um homem que não seja viciado em joguinhos de gato e rato, mas em ser feliz, em ser amado, porque o corpo envelhece, mas alma é imortal! Esse homem dá valor a uma mulher parecida sim com sua mãe, que lhe dá carinho e cuidados, mas também arrepios..que lhe dá beijinhos maternais e beijões apaixonados. Acredito que este homem esta por aí a minha espera, pois assim era meu pai com minha mãe, e não possível que ele fosse o único exemplar desse mundo.

Que o amor não vire um fogo, mas que seja sempre um amor suave, e que nunca queime.

⁠Não dá pra reclamar de violência, deslizando os dedos sobre a Morte ou os Traumas Iluminados de alguém.






Porque, nessa claridade azul, há mais que uma morte à mesa.






A primeira é a visível — os corpos entregues ao espetáculo.






A segunda, a sensível — a alma dos que assistem, lentamente embotada.






A terceira, a coletiva — o apodrecimento ético de uma sociedade que transforma tragédia em passatempo.






E a quarta… a mais cruel — a que quase sempre se esconde no brilho da própria tela, comprada às vezes no mercado negro, com o preço invisível da dor de quem a perdeu.






Há quem, sem perceber, alise o sangue seco nesses vidros, julgando a partir da zona confortável de sua poltrona, o mesmo crime que alimenta.






Banquete farto, servido à luz fria do progresso —
onde cada toque é um gole de conforto e uma migalha de culpa.






É o Banquete das Mortes Iluminadas!

O fato de ninguém ser obrigado a fazer companhia para ninguém não é licença poética para abandonar na solidão quem estava na solitude.

Há uma diferença deveras silenciosa, mas profunda, entre estar só e sentir-se sozinho.

A solitude é uma escolha, um espaço de encontro consigo mesmo, onde o silêncio não pesa e a ausência de vozes não se transforma em vazio.

A solidão, por outro lado, muitas vezes surge quando aquilo que era abrigo se torna isolamento, quando a liberdade de estar consigo cede lugar à sensação de ter sido deixado para trás.

É verdade que ninguém tem o dever de permanecer onde não deseja estar.

Relações não podem ser sustentadas por obrigação, e afeto não floresce sob imposição.

Mas reconhecer essa liberdade não significa ignorar o impacto que nossas ausências produzem na vida de quem caminhava ao nosso lado.

A maturidade das relações não está apenas no direito de partir, mas também na responsabilidade de compreender o que a partida representa.

Muitas vezes, a pessoa que parecia bastar-se não era alguém que dispensava vínculos; apenas havia aprendido a conviver bem consigo mesma.

Confundimos independência com invulnerabilidade e acabamos acreditando que quem aprecia a própria companhia não sente a falta da companhia alheia.

Sentir falta, entretanto, é parte inerente da experiência humana.

Nem mesmo os mais autossuficientes são imunes ao afeto, ao pertencimento ou à dor das rupturas.

Existe uma delicadeza que deveria acompanhar os encontros e desencontros da vida: a consciência de que passamos pela história dos outros deixando marcas.

Algumas são lembranças leves; outras, cicatrizes profundas.

Não se trata de permanecer por pena, nem de carregar responsabilidades que não nos cabem.

Trata-se de agir com humanidade suficiente para não transformar nossa liberdade em descuido e nossa escolha em negligência emocional.

Porque, no fim das contas, a verdadeira consideração não está em nunca partir.

Está em não esquecer que, enquanto estivemos presentes, ocupamos um espaço real na vida de alguém.

E que a forma como saímos desse espaço pode determinar se aquela pessoa continuará habitando sua própria solitude ou será empurrada para uma solidão que nunca escolheu.

Para cada escolha, muitas renúncias. Infelizmente nessa vida não podemos ter tudo que queremos, por isso somos obrigados a ter prioridades

⁠A vida não é sobre o que você lê, e sim como você reage ao que lê.
sfj,reflexões

Não há como ler um livro e não aprender alguma coisa!
sfj,reflexões

Os tempos não são maus; mau é o homem.
do livro Frases célebres 3⁠

⁠Um leitor não nasce feito, se faz.
sfj,pensamentos

A Literatura não é, como tantos supõem, um passatempo. É uma nutrição.

Cecília Meireles
Problemas da literatura infantil. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984.

⁠Não se conquista o favor popular por processos limpos.
do livro Sábios do Mundo(sfj)

⁠Muitas vezes não é nada além de nossa própria vaidade que nos engana.
do livro Citações,de Jane Austen

Não tenho nada de que possa culpar minha velhice.
aforismos 5⁠