As Coisas Nao Acontecem por Acaso
Sinto falta de um tempo onde as coisas eram coisa e pessoas eram pessoas, e o povo tinha mais tempo para viver, hoje é correria para colocar o pão na mesa e se alimentar, mais o povo esqueceu de alimentar a mente, e o espírito e se encheu de amargura, não visita mais parentes e nem os amigos, afastando de tudo eles só pensam no dinheiro e no próximo carro que vão comprar.
Suas coisas são para que os outros possam ver e nada tem graça se o vizinho não ficar curioso, para ele tem que causar impacto e o povo tem que perguntar, quanto foi? Nossa que belezura!E assim vemos as pessoas comprando virtudes e vegetando com suas riquezas achando que isso é cultura e tornando mais uma besta da natureza.
J.R.M. 15/06/15
A cada dia um novo aprendizado. Nos pequenos atos se percebem muitas coisas. Algumas pessoas enxergam o ruim, o que te faz mal, e muitas não querem enxergar o que te faz bem. Elas simplesmente fazem de conta que nada acontece. As horas giram, a vida é mudada a cada segundo e o que te faz falta poderá não ter nunca mais!
Como são as coisas... com o passar do tempo é que vamos conhecendo as pessoas pelas atitudes e reações. Palavras que eram ditas carinhosamente se tornam palavras de ofensas, ignorância.
Se você está agindo assim, tente mudar, pois alguém pode se cansar!
O tempo não volta, nossa vida, nossos pensamentos mudam, tudo muda!
Hoje é cedo, mas amanhã poderá ser tarde, e será mudado sem você notar! Isso acontecerá quando menos esperar!
Reflexão diária
Deixando a vida te levar
É extremamente cômodo conviver com as coisas que gosto, Agora com as que não gosto e achar esse divisor, ou seja, o ponto de equilíbrio que é o mais difícil. Na maioria das vezes quando tentei mudar tudo e todos ao meu redor para que se ajustassem ao meu modo de vida só perdi tempo e nada resolvi. A grande verdade o que funciona realmente é mudar minhas atitudes e ações, e não as situações e pessoas ao meu redor. Preciso viver e deixar viver e agradecer a Deus a minha vida que me foi restituída.
Liberte-se do Sistema
Vivemos na ilusão e a aparência das coisas.
Há uma realidade:
Nós somos essa realidade.
Quando você entender isso, vai ver que você não é nada.
E, não sendo nada, você é tudo.
Criança e a Velhice
Amor, carinho e favores de pais
São coisas que se deve.
Se deve levar para o resto da vida...
Isto são coisas impagáveis.
O que nos filhos podemos fazer?
Retribuir com amor, carinho e favores,
E jamais quitaremos nossas dividas.
Cuidaram de me (criança), cuidarei de você (velhice).
4 Anos sem você...
Eu vi lágrimas em seus olhos e aprendi que ás vezes as coisas nos machucam, mas que é permitido chorar. Eu vi você fazer pra mim a minha comida preferida e aprendi que pequenas coisas podem ser muito especiais na vida das pessoas. Eu vi você rezando e soube que há Um com com quem eu podia conversar, e aprendi a confiar nesse Deus. Eu vi você fazendo comida e levando para uma amiga que estava doente, eu vi você praticando o bem a quem de você necessitasse, e eu aprendi que todos nós devemos nos ajudar e cuidar dos outros. Eu vi você cuidar da casa e de todos que moram nela e aprendi que temos que cuidar de tudo que nos foi dado. Eu aprendi como uma das maiores lições de vida que eu precisava aprender com você a ser uma pessoa boa e produtiva quando crescesse... Eu vi você ter medo de partir, eu vi seus olhos lindos a sorrir, molhados como um rio, eu vi você ter medo de avião, eu vi você com um presente nas mãos, tudo,tudo como em um video... E eu lembro como se fosse ontem, meu ultimo momento com você, naquela despedida ganhando o maior e mais sincero abraço de todos... Eu olhei para você e quis dizer:
"Obrigado por todas as coisas que eu vi,quando você pensou que eu não estava olhando"...
Sinto muito a sua falta... É o amor que sinto por você que me faz viver.... Te Amo
Existem substantivos que dão nome a coisas, pessoas, eventos da natureza e etc, mas a Ele é dado substantivos solitários em sí mesmos que não significa nada para outro ser.
Tudo que existe tem suas qualidade e recebem adjetivos comuns a todos, porem só a ele cabe todos os adjetivos que falam, atribuem e derivam da perfeição, Ele próprio é o verbo.
A imaculada, inalcançada transcendência de Deus tomou conta de mim a alguns minutos e me encheu de assombro. Violentou minha alma por estar na presença do Monstro. Transcendente, monstruoso, incalculável, retíssimo, santíssimo, poucas são as palavras que conheço para tratar o Eterno, mas sei que só cabem a Ele. Como mencionar o nome de Alguém que se porventura subir a meu coração algo aleivoso Ele já sabe, Alguém que já sabia que estaríamos aqui neste dia a conversar e Alguém que já sabia que eu escreveria este texto, me ensinou a escrever, me deu capacidade de movimentos para tanto, me incitou a escrever e é o Único inspirador legitimo de minha alma,pois todas as coisas que a alma deseja que não seja estar com Ele é secundário, paralelo, finito, corrupto, limitado e correr atras do vento.
A trama
Certo dia, bateu uma vontade de escrever sobre três coisas que a minha fé considera viável para a vida humana. Digo isso pensando no nascimento, na morte e na ressurreição do amor.
Aí me bateu uma nostalgia. Lembrei-me de uma obra que li do Rubem Alves O canto do pássaro encantado. Recordo também que no dia do lançamento do respectivo livro, na cidade de Belo Horizonte, ele estava por lá, porém naquela noite não pude ir.
Carrego comigo um pedacinho de saudade. Como assim “saudade”? Se não o conheci pessoalmente. É verdade! Mas quando lemos demais um autor, achamos que o temos conosco.
Basicamente, é assim que a fé rege a nossa vida. Não vemos Cristo, mas o sentimos conosco o tempo todo. Fortalecendo-nos e até mesmo carregando no colo quando necessário.
Mas como a fé nasce em nós?
Boa pergunta!
É preciso uma pausa.
Silêncio.
Contemplação.
A fé nasce de um sentimento profundo de esperança. De um amor profundo pelo bem comum e particular.
A fé, ela nasce de vários tipos. Como um transbordamento de sentimentos de paz e tranquilidade, como os amanheceres nos seminário menor em Caetité-Ba. Experiência propedêutica inesquecível.
Recordo-me de acordar bem cedo para comprar pão na padaria. E ao descer aquela rampa, orgulhosamente me perguntava: o que estou fazendo aqui? Deveria estar em minha casa. Com os meus pais. Saindo com os meus amigos, porém estava ali, fazendo uma experiência diferente, vivendo momentos de profundos silêncios e solidão.
E hoje percebo que a fé não nasce apenas do louvor. Nasce em almas profundamente silenciosas, amorosas, amigáveis, singelas. A fé nasce na tranquilidade do amor sincero.
Tendo como exemplo: Mahatma Gandhi, Tereza D´avila, Francisco de Assis, Maximiliano Kolbe, Dalai Lama e tantos outros que lutaram e lutam por uma fé mais límpida.
Todos partiram, todos partem. Todos nós morremos acreditando ou desacreditando em alguma coisa.
Mas, afinal, o que virá ser a morte?
Qual o seu sentido?
Por que a tememos tanto?
Há tempos quero ler As intermitências da morte do José Saramago e em minhas viagens para Vitória da Conquista pude compra-lo numa livraria. Deleito-me apenas em sua “orelhinha” fico pensando o que ele escreveu sobre a morte.
E descobri, ouvindo amigos que leram que a morte faz tanto sentido quanto a vida. Então, vale a pena morrer? Vale! No tempo certo. Mas qual é momento certo para morrer? Sinceramente, não sei.
Mas acredito que temos que viver enquanto estamos vivos. Parece loucura, mas é necessário.
Precisamos aos poucos buscar a “mediania” como pensava Aristóteles, filósofo grego, que refletia sobre a busca humana dentro de uma perspectiva ética. Nem a escassez e nem o excesso. É preciso encontrar a justa medida.
Sendo assim, a morte tem tanto sentido quanto a vida. A morte é um sinal de finitude humana.
Voltando a Saramago, a sua obra aborda um dilema que pode ser moral, pois a morte entra de férias e o planeta entra num colapso, ninguém mais morre, todos que estão em seu leito de “morte” não morrem, agonizam-se na esperança da morte que entra de greve.
E todos, mas digo todos mesmo! Entram em desespero. O sofrimento é a raiz do mal do corpo e da alma que clama pela morte do corpo para que ela possa partir... Fazendo uma alusão a Platão que ressalva que “o corpo é a prisão da alma”.
Nos pilares da fé cristã está a ressureição como prova de amor, não necessariamente ela, mas a morte. Então, porque a tememos tanto? Talvez, porque a sede de viver é maior do que a de morrer. Se é que existe vontade para tal fim?!
Ninguém tem o direito de doar a vida por compaixão como elucida Milan Kundera na sua obra: “A insustentável leveza do ser”, pois ou se faz isso com um profundo amor ou não se faz nada.
Sendo assim, qual a vida que vale a pena ser vivida? Para que sejam reconhecidos todos esses valores? Ainda em Milan Kundera que coloca a eminente perspectiva de uma vida profundamente bem vivida no seguinte requisito: o corpo está mais próximo do chão, carregando o peso de uma existência que precisa ser vivenciada para que a supremacia da realidade transborde sobre o ser.
Nesse caso, veio uma pergunta, também direciona por Milan Kundera: O que é positivo, o peso ou a leveza?
14/12/2015
Procure fazer as coisas boas enquanto estiver vivo, para que, quando o seu espírito desencarnar e chegar no mundo espiritual, este mesmo Espírito não se arrependa.
Sou católico e quando participava das missas percebi que havia muitas coisas erradas dentro da igreja. religiosas. Além de participar com a graça de Deus tinha tempo para ajudar o próximo. Nos dias atuais deixei de participar, mas não deixei de ajudar aqueles que precisam, melhor que muita gente que ainda participa e tem o prazer de virar as costas para o próximo.
Todas as coisas boas que eu acreditava, eram apenas palavras, denominações, conceitos, forma de expressão.
As religiões são especialmente apreciadas pelos que preferem ouvir coisas com as quais já concordam.
Bom dia 20/06/2016
Esteja sempre atendo as coisas que aparecem em sua jornada diária com certo grau de facilidade, carregue sempre em sua mente que o inimigo fica dia a dia lhe rodeando esperando um segundo apenas para destruir tudo que já conquistou até agora. Ele não desiste em lhe destruir.
