As Coisas Nao Acontecem por Acaso
O JOVEM
Muito pai já controlou
a vida do filho seu.
Lá na frente não viveu,
só fez o que o pai mandou,
não criou, não inovou.
O jovem tem rebeldia,
é pessoa arredia.
Não é só má-criação,
é também demonstração
de que quer autonomia.
"Nunca se desgaste tentando se explicar pra quem não quer ouvir às suas razões e explicações e entender. Tem certas coisas na vida que só o tempo provará."
“As Estrelas”
Por mais belas que sejam as estrelas, não andem admirando-as sozinhos.
Pois se andarem olhando para cima, podem vir a tropeçar nas pedras pelo caminho...
Por isso que caminhamos lado a lado, pois se acaso um tropeças, o outro está lá para impedir que o outro caia, e se cair, para ajudá-lo a se levantar...
Portanto, Parem e admirem as estrelas juntos.
Assuma e manifeste o seu poder. Não é o externo que abre portas, mas sim o que vibra dentro de você.
A vida continua, e todos nós continuamos mudando e construindo, em direção ao que não podemos conhecer.
Entre a lisonja do adulador, e a ferroada da verdade, cuidemos para não sermos enganados pela serpente.
Não há nada de errado em buscar a verdade, a graça ou a luz. O problema com a religião organizada é a afirmação de que todas as perguntas já foram respondidas.
Você não tem o controle sobre o que falam a seu respeito, mas você tem total controle para filtrar o que deixar, o que ficar e se realmente vale a pena se importar!
Insta: @elidajeronimo
Da própria vida é que se retira e se edifica a arte. Ou não há sentido justificável tanto para arte quanto para a vida.
ALGUNS PONTOS PARA REFLETIR
Em se tratando de Literatura,
1 – não existe livro “chato” ou “agradável”, existe livro bem ou mal escrito;
2 – não existe livro “fácil” ou “difícil”, existe leitor preguiçoso ou interessado;
3 – assim como o escritor, além do talento, deve saber escrever, também o leitor deve saber ler e compreender;
4 – não é o livro que deve vir ao leitor para agradá-lo ou a ele se adaptar (exceto os livros comerciais), mas é o leitor quem deve mergulhar em todas as camadas do texto para analisar, interpretar e avaliar; ao fim do processo pode gostar ou não, mas isso é outro assunto;
4.1 – isso, normalmente, exige esforço, pesquisa, informações diversas – enfim, exige trabalho. Com o tempo, entretanto, desenvolvemos o “faro”, a intuição, vamos acumulando informações das várias leituras. Adquirimos, assim, experiência literária, e qualquer leitura torna-se menos trabalhosa; e apuramos nosso gosto estético, desenvolve nossa sensibilidade,tornamo-nos leitores mais exigentes em relação ao que determinada obra pode oferecer e nos oferece;
5 - um livro tem seu valor em si mesmo, intrínseco, e também um valor (que pode ser maior ou menor) quando inserido na tradição literária, onde interage com outros livros, anteriores e posteriores, e podemos compará-lo e avaliar outras peculiaridades, como inovação, invenção, maestria, impacto social, etc;
6 – o valor literário de um livro nunca pode ser avaliado pelo sucesso ou fracasso junto ao público leitor (salvo, novamente, os livros comerciais); nem pelos elogios da crítica, os quais também devem ser avaliados; muito menos pela moda social ou acadêmica;
7 – critérios para interpretação e avaliação de uma obra são fornecidos por disciplinas específicas, como Estética e Teoria Literária – porém, não raro, com o concurso de outras afins, como História, Sociologia, Psicologia, Economia, etc;
8 – “Crítica” é um termo que não implica juízo de valor (criticar não significa descer a lenha), não é negativo nem pejorativo; é um termo neutro. “Crítica” é uma atividade que se exerce e implica num processo de várias etapas: leitura, análise, interpretação e avaliação – esta, pode ser elogiosa, laudatória, ou restritiva, e, mesmo, negativa;
8.1 – portanto, quando faço a crítica de um livro nunca tenho em vista o leitor deste livro; esta variável não entra no processo; quem está no palco é o texto e nele está o foco; se, ao final, eu concluir pela avaliação negativa do livro criticado, isso não implica que eu menospreze e considere sem valor os leitores que gostem dele.
Humildemente, a título de sugestão a quem interessar possa, indico alguns livros que me ajudaram a chegar a estas conclusões (não te-lo-ia conseguido sozinho, por mim mesmo): “Literatura e Sociedade”, de Antonio Candido; “Sociologia do Romance”, de Lucien Goldman; “História Concisa da Literatura Brasileira”, de Alfredo Bosi; “Presença da Literatura Brasileira”, Antonio Candido e José Aderaldo Castello; “Para Uma Teoria da Produção Literária”, de Pierre Macheray; “Teoria da Literatura: Uma Introdução”, de Terry Eagleton, Teorias da Arte”, de Arnold Hauser, “O Inconsciente Político”, de Fredric Jameson, “Teoria do Romance”, de Giorgy Lukács...e paro por aqui. (estes, voltados essencialmente para a prosa, a narrativa; para a poesia há outros...e outros , ainda, para o teatro!)
UM ABRAÇO A TODOS.
Eduardo Meksenas
Casamento não é sobre corpo, é sobre mente.
Não é sobre paixão, é admiração.
Não é sobre acusar, é dialogar.
Não é absorver, é espremer, esvaziar, se entregar.
Meu coração, qual coração? O de carne! Ou o que leva sentimentos? Não sei! Eles estão fracos, tristes e quase não os vejo sorrir. As lembranças o abração na esperando de alta, mas o silêncio esta cada vez maior. Triste.
Anda o povo a passar covid
E quem o mandou passear outros
Não tem barriga para o que come
Nem mãos para o que alcança.
Os ladroes já não andam na estrada,
Moram na pele dos ministros.
Pobre era Jesus Cristo
E ainda o puseram na cruz.
De dentro de mim avisto
O Princípio de uma luz.
Não é português quem come
À custa do português pobre.
Nasceram aqui porque tinham
que nascer em qualquer parte.
Ninguém odiava o alemão.
Mais se odiava o francês.
deram-nos uma marcara para a mão
E um álcool gel para os pés
Podiam vender negócios
sem vender a nossa pele.
É inglesa a constituição,
E a republica é francesa.
É de estrangeiros a nação,
Só a desgraça é portuguesa.
Se não tiver flores pelo caminho, eu não me acho.
rojanemary ❤Se não tiver flores no caminho, eu não me acho.
rojanemary <3
O perfequicionismo muitas das vezes é fruto da procastinação, onde o ser não começa a fazer algo pela famosa frase, " se não for para fazer bem feito, eu nem faço"
