As Coisas Nao Acontecem por Acaso
A maior realização da nossa vida, não vem unicamente das coisas ao nosso redor, mas do nosso desejo de ser um vitorioso a cada desperta de um dia, com a oportunidade de pintar uma nova história mais colorida.
INÉPTO AMOR
Não suporto mais o barulho na mente,
Por querer encontrar respostas
para coisas que não entendo;
Mais ainda, daquelas que não me dizem nada;
Das causas de amor que ardem no peito.
Prefiro o silêncio ao barulho...
De querer adivinhar em trocos:
O que se passa ali, o que se passa cá;
No coração dos outros.
Falo do coração do meu grande amor!
Prefiro no mudo papel deixar em segredo
as minhas questões de amor;
À correr o risco de julgar
nas minhas insanas vontades,
nas minhas interpretações que podem está erradas,
nas minhas necessidades impor as realidades alheias
o meu modo de sentir e pensar.
O que posso fazer? Nas questões amorosas,
quase nada posso mudar;
Quem garante que estou com a razão?
Do coração dos outros nada sei...
De suas intenções, das causas de seu coração...
Dos seus segredos;
Nem pensar me atrevo;
Sei de mim, do meu resignado coração;
Então, prefiro o silêncio...
E assim no meu canto emudeço.
Às vezes, que quis saber, errei...
Ainda que ache ser o certo, posso está errado;
Se muita coisa não fizer, sou um inútil;
E se nada faço, fico como um ingrato;
Percebi mesmo, é que nunca se é o bastante;
O amor é cego?
O amor é lerdo?
O amor é jogo?
Nunca é do jeito que quero!
Assim sendo prefiro o silêncio!
SONETO AGONIADO
Agonio de ti, ó silêncio, do cerrado
Diz coisas que a sorte não vai entender
Da tua brisa saudades tu pões a trazer
Nas brumas, com suspiro empoeirado
Do teu torto cenário bruto, fustigado
Ascende lembranças no entardecer
Tão pálidas na tua secura, vão haver
Solidão, que o meu sonho fica calado
E nos teus murmúrios do alvorecer
O meu ao teu então fica encarnado
Largando lágrimas na face a perecer
Talvez um dia eu entenda o teu agrado
Por agora, o que faz é meu entristecer
Porém, todavia, és âmbito do meu fado
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Fevereiro de 2017
Cerrado goiano
Iury
Toda vez que você volta, passa um milhão de coisas na minha cabeça
Não sei o que pensar dessa vez, já te disse um milhão de vezes que toda vez que entramos em contato dói ter tão pouco de você
Quero tanto que encontre seu caminho, as respostas para as perguntas que precisam ser respondidas
Quero que você encontre a coragem e as forças que precisa para resolver a sua vida
Porque acredito quando diz que me Ama e que sente minha falta, espero que encontre o caminho de volta pra mim.
Longe de você, do que éramos, não dá mais, não aguento mais essa situação.
Novembro de 2017
Tenho que parar de associar pessoas com coisas. As pessoas nos decepcionam e as coisas não.
O que acontece com as coisas que você associou com a pessoa depois de uma decepção ?
Se é uma música, ela perde a graça.
Se é um perfume causa pavor.
Um lugar , fica desconhecido[...]
(Complicado)
Essa coisa de somente depender de pai e mãe e não ter nossas coisas não é ainda pensar que depende em demasia da sociedade do patrão etc...É a menor idade.
O problema maior dos sintomas não e saber que o outro saiba coisas de sua mente e invasão....Problema maior solúvel mais que causador de sintomas.
Você sabe o que é uma UTI ⁉️
Às vezes, vemos certas coisas, mas não enxergamos.
Nos últimos dias, durante o horário de visitas na UTI, eu estava desocupado e fiquei observando o que acontecia.
Na verdade, cenas que vi milhares de vezes, cenas que muitas vezes me emocionaram, mas que nunca havia escrito sobre elas.
Certamente, muitos dos que lerem isso já tiveram familiares em UTI ou trabalharam em UTI.
Mesmo que certas coisas aconteçam em qualquer lugar do hospital, na UTI convivemos com algumas particularidades.
Muitos dos pacientes que estão ali não sobreviverão.
Os familiares sabem disso e, certamente, muitos dos pacientes também. E, nesse momento extremo, literalmente entre a vida e a morte, o contato com os familiares é doloroso e carregado de emoções.
É extremamente comum os familiares tentarem dizer coisas que não disseram antes.
Chegam aos ouvidos dos pacientes e sussurram que os amam, com as mais variadas formas de declaração de amor. Pedem desculpas por erros do passado. Fazem promessas para o futuro.
Dão notícias dos familiares, mesmo que, em boa parte das vezes, os pacientes não consigam ouvir o que se diz.
Mas isso não importa. O que importa é que se diga o que deveria ser dito antes.
O carinho é obrigatório. Muitos beijam seus familiares, com lágrimas nos olhos, sabendo que talvez seja a última oportunidade. Um beijo de despedida, um beijo de “vai dar tudo certo”, um beijo que diz “eu te amo”. Quase sempre, o beijo é acompanhado por um carinho com as pontas dos dedos, em geral alinhando os cabelos, retirando-os da testa.
Um cafuné para aliviar o sofrimento.
Claramente, vemos nos olhos dos familiares, além da dor, um sentimento de arrependimento pelas oportunidades perdidas, das coisas que deixaram de fazer juntos, da saudade que sofrerão no futuro. Nada é mais doloroso do que ver o sofrimento dos pais, vendo seus filhos inertes num leito e eles, impotentes, querendo trocar de lugar com os filhos.
Muitas vezes vi pessoas deixarem seus familiares para consolar os visitantes ao lado.
Parece que o sofrimento abre as portas para a empatia e, num gesto de solidariedade, esquecem temporariamente a própria dor, para consolar ou oferecer conforto a pessoas desconhecidas, mas que vivenciam o mesmo sofrimento.
Trocam informações sobre seus familiares e torcem juntos pela recuperação de ambos.
Não raramente, as pessoas fazem uma vistoria, durante as visitas.
Levantam o cobertor, examinam os pacientes, avaliam os traçados coloridos dos monitores e respiradores artificiais, conferem os números nas telas, como se soubessem avalia-los.
Uns angustiam-se ao ver os tubos, sondas, cateteres e uma infinidade de dispositivos eletrônicos piscando e disparando alarmes. Outros, mais indiscretos e ousados, analisam os sinais vitais, anotações e prescrições, como se tivessem a capacidade de discernir o que é certo ou errado, ou como se soubessem compreender o que leem.
Terrível é ver uma mãe ao lado do seu filho, em coma profundo, em morte cerebral, tendo que decidir se doa ou não seus órgãos, travando uma batalha feroz entre a razão e a emoção.
Também doloroso é ver as reações de quem está deitado. Muitas vezes, o paciente tenta tranquilizar os familiares, apesar de saber da gravidade da sua doença.
Outras vezes, estão intubados, sem possibilidade de falar, mas seu olhar é mais expressivo do que palavras.
UTI não é para os fracos.
Trabalhar em UTI requer muito mais do que se imagina.
Não é fácil conviver com o sofrimento e a urgência, mas manter a frieza e a calma, para tomar as decisões certas. Não é fácil cuidar sem ser agressivo. Não é fácil saber até onde ir e quando desistir.
Não é nada fácil dar a notícia que ninguém quer receber. Por isso, e muito mais, respeitem quem se dedica a essa área tão nobre da medicina.
Mesmo que nem sempre se consiga ter êxito, posso assegurar que todos os que estão ali (médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, enfim, todos, sem exceção) dão o melhor de si, na tentativa de salvar os pacientes.
E, finalmente, mesmo que nem sempre pareça que eles veem o sofrimento dos pacientes e dos seus familiares, tenham a certeza de que eles têm plena consciência disso.
Há coisas que só proporcionam felicidade em nossa imaginação, outras, as quais não detemos expectativa alguma, porém nos surpreendem com muita satisfação.
De valor às coisas que você tem hoje, se não vem a vida e faz tu sentir falta das coisas que você tinha, a vida e um sopro 💭
@Pensamentobrunoo
As pessoas quando não conseguem algo na vida sempre culpam o tempo, e nas coisas que têm se ocupado também continuam medíocres.
Eu fui atrás do paraiso e
Não encontrei,nada não.
Sentei na calçada,finquei sorrindo sobre coisas sem sentidos.
Quando eu me liguei,a noite tinha chegando e a loucura estava apenas começando.
O problema não é que crescemos aprendendo que devemos amar as coisas: os nossos brinquedos de infância, as nossas roupas, as pessoas...
o problema é quando percebe que se tornou alguém que exala amor a todos ao seu redor, mas que nunca aprendeu a se amar.
"Eu posso escrever milhões de coisas sobre você, mas eu não te amarei como eu amo escrever sobre você"
Pareço não pertencer mais ao "todo", meu coração vibra em coisas que vão muito além do que se pode imaginar, meu desejo é a todo momento sentir aquela paz felicidade e certeza do aqui e agora. Mudanças são assustadoras e ao mesmo tempo se almejadas acalmam. Uma nova etapa de vida? Nova maneira de viver? Uma transição? Tantas perguntas sem respostas, tantas histórias inacabadas, apenas vivo aquilo que faz sentido para mim no momento, pedindo que Deus guie meus passos!
