As Coisas Nao Acontecem por Acaso
Faça! E se alguém te perguntar por que continua fazendo, ou dizer que não tem sentido, se tiver sentido pra você, simplesmente, Faça!
Do que adianta o mundo todo acordar, se o seu espírito estiver dormindo! Ter lucidez e não ter consciência?
Já perceberam que o surgimento do novo não pode ser previsto,logo não seria novo.
Uma criação não pode por antecipação ser reconhecida.
Vizinhos de tempo e espaço
Talvez, por estarmos distraídos, não percebemos o quanto a vida é cheia de nuances que beiram a magia. Um desses detalhes que normalmente nos passam despercebidos é a incrível e quase divina coincidência que faz com que as pessoas se tornem vizinhos de tempo e espaço.
Um exemplo é o encontro do casal Oswaldo Stival e dona Edith, ambos descendentes de diferentes famílias italianas que migraram para o Brasil no século XIX. Se a família Stival tivesse vindo “fazer a América”, e a família Spessoto (Peixoto) tivesse permanecido na Itália, o encontro entre o casal que descobriu o amor quase um século depois que seus descendentes chegaram por aqui, não teria acontecido. Se Oswaldo Stival e dona Edith tivessem nascidos em épocas diferentes, o desencontro seria certo, ou seja, essa vizinhança de tempo e espaço (pois ambos nasceram na mesma época e na mesma cidade) permitiu que se conhecessem, convivessem e se apaixonassem.
A incrível e quase divina coincidência que os aproximou é a mesma que dá ao leitor a oportunidade de se emocionar com uma linda história de vida e de amor.
Acredite!
Nada é impossível não tua vida.
Havendo fé! Tudo pode acontecer
O primeiro passo a ser dado
E acreditar em você.
Não acredito que seja necessário uma companhia para o fim da noite,ou que seja preciso um alguém para lhe dizer o quanto incrível você é. Não acredito que o amor só pode ser transmitido através de uma relação a dois, muito menos que a dor só possa ser sentida dentro de uma junção. Não acredito que a vida seja para viver partilhando momentos,e que muitos menos que as emoções desse msm momento sejam influenciadas por quem os partilham. Não sei se a razão da felicidade pode ser considerada um alguém,ou uma razão,afinal,pq não podemos ser feliz sem um motivo ? Seja ele específico ou não ?. Eu não acredito que a carência possa ser suprida por apenas desejo carnal ,e que nenhum relacionamento possa fluir sem conversa e discussões. Eu não acredito que não há amor,mas sim que as pessoas atuais é quem não sabem amar. Eu não acredito que eu não possa ser feliz sozinha,pq no final das contas sou eu quem sabe lidar comigo msm,eu quem conheço meus defeitos e minhas virtudes... Eu que sei oq gosto e oq não gosto ,eu que conheço as minhas 15 personalidades e como elas são influenciadas a serem ativadas...Eu quem reconheço minhas crises de ciúmes ,e os meus momentos constrangedores... Eu que consigo indentificar quando estou triste ou feliz . Sou eu quem permanecer aqui independentemente das estações. Sou eu quem suporta as noites frias e chuvosas e o verão fúlgido e encantador . Enfim,sou eu quem permaneço comigo mesma quando não há mais ngm nessa estrada.
Então, para quê se sentir tão excluído e recluso na sociedade?
Entenda: você não precisa de alguém específico para não se sentir desolado ...
Seja sua melhor companhia!
Tenha mais amor próprio!
Sorria mais!
Chore mais !
Grite mais!
Opine mais!
Questione mais !
Discuta sobre seus interesses e sobre tudo aquilo que envolve eles.
Supere limites !
Encante o mundo!
Seja você !
Faça tudo isso não pq você tem como necessidade provar algo para alguém,mas sim pq você precisa provar para si mesmo que embora a circunstâncias sejam cruéis,você alcançou o objetivo...
Reconheça o seu valor!
E permita- se sentir!
Expresse o seu eu sem medo do que irão falar de você.
Viva mais !
E acima de tudo:
seja feliz !
Você não precisa provar nada para ninguém, você sabe o que tem de verdadeiro em seu coração, isso basta.
O tempo é a maior das ilusões, pois tudo em nossas vidas ainda não aconteceu...e se já, não pode mais ser mudado...
Ei, você! É, você mesma. Não disfarça tá, é com você que estou falando. Já se olhou no espelho hoje? Já se apaixonou por você mesma quantas vezes? Ainda não? Pois não sabe o que está perdendo, você é linda, sabia?
Ricardo F.
Onde estiver, eu sempre estarei pensando em você, por toda nossa história, e por aquela que não foi contada ainda. Pelas lembranças que nunca se apagam, pelas vontades não cumpridas, por tudo aquilo que ainda desejaria, e que quando estivesse num futuro distante, se tornariam memórias de um tempo bem vivido, no mais profundo sentimento que vez ou outra resgataria, só pra me lembrar que valeu a pena tudo que houve.
Ricardo F
Desde o Meno, de Platão, é possível estabelecer que o professor não é, em primeiro lugar, alguém que sabe instruindo quem não sabe. Ao invés disso, ele é alguém que tenta recriar o assunto na mente do estudante. Sua estratégia é a de antes de mais nada fazer o estudante reconhecer o que potencialmente já sabe, e isso inclui a quebra dos poderes de repressão interna que o impedem de distinguir o que sabe. Eis aí a razão de ser o professor, e não o estudante, quem faz a maior parte das perguntas. Esse traço de ensino em meus livros provocou algum ressentimento entre meus leitores, ressentimento que se deve muitas vezes à lealdade para com outros professores. Esse ressentimento vem junto com a percepção de uma certa esquiva deliberada de minha parte, trazida à baila sobretudo porque não dispenso a ironia, coisa essencial, para todo o professor desde Sócrates. Nem toda a esquiva, entretanto, é apenas uma esquiva. Até mesmo as parábolas de Jesus eram ainoi, ou seja, fábulas com uma característica de enigma. Em outras áreas, como no zen-budismo, o professor no mais das vezes é alguém que mostra sua capacidade por se recusar a responder às perguntas ou que as varre com algum paradoxo. Responder a uma pergunta (ponto a que voltaremos no curso deste livro) é consolidar o nível mental em que foi formulada. A menos que se deixe algo de reserva, sugerindo a possibilidade de uma pergunta melhor e mais completa, o avanço mental do estudante se detém.
