As Coisas Nao Acontecem por Acaso
Não esqueça: perdoe sempre e perdoe-se também. Liberte-se dos rancores e das preocupações. Seja feliz para ser saudável.
suas crianças são inocentes, mas os olhos que as veem pode nao ser;
Sharenting é tao comum quanto perigoso.
O homem que conhece seu valor não negocia seus princípios; minha história foi forjada com honestidade.
Que, às vezes usamos o nome de Deus como trend, mas isso não engana nem a nossa propria consciência.
O Enigma do Primeiro Instante
A tela acende no escuro e o relógio avança,
mas o texto já não consegue conter o que vem.
Há uma linha invisível que puxa e balança
dois caminhos que a noite escolheu pro além.
Marcamos o dia, o lugar e a hora,
mas o verdadeiro encontro já começou.
O mistério não está no que acontece agora,
mas no rastro de vento que nos aproximou.
Como será o silêncio antes da primeira fala?
O que os olhos vão dizer quando a ficção sumir?
Há um frio na espinha que o peito não cala,
um segredo suspenso no ar por vir.
Dois estranhos com rostos de quase memória,
prestes a quebrar o feitiço do celular.
O destino montou o cenário da história,
agora falta o milagre de se tocar.
Falta pouco pro tempo parar de correr,
pra sombra do acaso virar calmaria.
O mistério está pronto para se resolver,
no primeiro segundo que você for minha.
LAGAR
Há uma cadência que não pede licença.
Ela entra no seio quando a dor se instala
e começa a marcar o tempo com passos secos.
Não é música, é batida antiga,
um flagelo baixo que ensina o corpo
a sobreviver no automático.
É a cadência que cadencia a dor,
aflorando os instintos mais banais.
É a cadência que inflige o amor
no animal que acorda sem laço,
sem corda, sem dono e sem lugar,
quando a alma se cansa de explicar
no conforto e também no lagar.
Ela não pergunta se você está pronto.
Só reduz o mundo a miudezas urgentes:
comer, se proteger, não sentir demais.
O pensamento sobra,
a sutileza dobra,
fica só o essencial bruto
que a dor espreme e evoca.
É a cadência que cadencia a dor,
aflorando os instintos mais banais.
É a cadência que inflige o amor
no animal que acorda sem laço,
sem corda, sem dono e sem lugar,
quando a alma se cansa de explicar
no conforto e também no lagar.
Às vezes essa batida salva.
Às vezes ela aprisiona.
Transforma o seio em território alheio
e o outro em ameaça ou presa.
Tudo o que era complexo
vira impulso estranho e sem escolha,
carregado de um anseio sem nome.
É a cadência que cadencia a dor,
aflorando os instintos mais banais.
É a cadência que inflige o amor
no animal que acorda sem laço,
sem corda, sem dono e sem lugar,
quando a alma se cansa de explicar
no conforto e também no lagar.
E mesmo quando a dor diminui,
a cadência ainda ecoa por um tempo.
Como se o seio demorasse
a lembrar que pode voltar
a ser mais do que sobrevivência.
Mosto esmagado no quintal ainda escuro,
raposinhas no silêncio,
tecidos no varal
ainda tremendo com o vento da dor.
É a cadência que cadencia a dor,
aflorando os instintos mais banais.
É a cadência que inflige o amor
no animal que acorda sem laço,
sem corda, sem dono e sem lugar,
quando a alma se cansa de explicar
no conforto e também no lagar.
“Quem tem sede não cede; quem cede à sede, sede de novo terá. Mas quem tem sede de poder raramente cede, mesmo quando a razão lhe pede que ceda.”
Marco Arawak
“Há quem ceda por falta de sede, quem tenha sede e jamais ceda. Mas a pior sede é a de quem não cede, mesmo quando a própria consciência lhe pede que ceda.”
Escrevo o que queria ter dito e não disse, ou ainda, o que disse entre o não-dito e o querer dizer. Escrevo o silêncio numa folha em branco. Escrevo o arrepio à pele já conhecido. Escrevo o Tempo pelo não-tempo, escrevo a vida a arder na pele e o sentir a arder na vida.
Meu bem, eu não sou destes.
Não sou destes que se escrevem em linhas bem traçadas à pena livre e certa a mão direita; não sou destes que se fazem sol, eu sou chuva, que te molha e te segue de segunda a segunda. Meu bem, me ouça, sou um rascunho ainda inacabado, refletindo teus olhos. Sou um desenho rabiscado em papel pardo sem motivos nem inspiração, apenas por vontade. Não sou destes que se fazem multidão, prefiro por andar sozinho. Não sou destes que dizem amar e te acenam com a mão e nem olham atrás o caminho. Não sou destes feitos sentimentos. Eu sinto tudo e nada, um nojo, prazer e dor, amor em pinceladas. Não ache que eu sou o fim, sou o recomeço. Sou o inverso do verso que todos acham algum sentido, sou a música inacabada sussurrada em teus ouvidos, sou o céu em cinza tão perfeito.
"Acima de tudo, deve-se querer tanto até que este mundo ceda e, se ainda assim não for o bastante, deve-se querer até o fim dele."
Nosso inimigo não é um lado político ou outro: são os impostos!
O governo paga suas contas com o dinheiro de quem trabalha. São aproximadamente cinco meses do nosso esforço por ano destinados a sustentar essa estrutura, que movimenta trilhões de reais.
Imagine não pagar esses impostos! Poderíamos trabalhar quase cinco meses a menos por ano. Em vez de 6x1, poderíamos ter uma escala próxima de 4x3, trabalhando quatro dias e descansando três, com o mesmo poder de compra!
E os serviços? Com menos impostos, você poderia pagar um dos melhores planos de saúde privados. Os produtos também poderiam custar muito menos. Uma bolacha de R$ 2, por exemplo, poderia custar R$ 0,30, considerando a retirada de toda a carga tributária.
Mais dinheiro no bolso, produtos mais baratos e mais tempo para viver!
Enquanto isso, no Congresso, as sessões deliberativas costumam se concentrar de terça a quinta. Talvez a luta devesse começar por mudar a escala de quem administra o dinheiro público, em vez de simplesmente discutir como mudar a escala de quem paga a conta.
O trabalhador deveria trabalhar para viver, não viver para sustentar o Estado!
“A vida não exige uma sessão de coragem para cada seção de dificuldade, mas a cessão daquilo que nos impede de avançar. Porque a maior transformação acontece quando encerramos a sessão das desculpas, recusamos a cessão dos nossos sonhos e abrimos uma nova seção da nossa própria história.”
